Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

MOMENTO ANTAGONISTA: PRECISAMOS FALAR SOBRE AS URNAS

MOMENTO ANTAGONISTA: PRECISAMOS FALAR SOBRE AS URNAS:

Confira o comentário de Claudio Dantas:



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Urgente: TRF4 vai prender José Dirceu nas próximas horas




A DIFERENÇA DE UMA CIVILIZAÇÃO E DE UMA ESPELUNCA COMO O BRASIL - França proíbe uso de telemóvel nas escolas mesmo nos intervalos


França proíbe uso de telemóvel nas escolas mesmo nos intervalos: Já em finais de 2009, noticiávamos que a França tinha intenção de proibir os telemóveis nas escolas primárias, temendo riscos para a saúde. Volvidos quase 9 anos, a medida tornou-se mais complexa e elaborada...

ARGENTINA - Ativistas LGBT colocam imagem de Maria abortando Jesus em frente à igreja

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Ativistas LGBT colocam imagem de Maria abortando Jesus em frente à igreja:

Virgem Maria "abortando"

Caso ocorreu na Argentina e horrorizou católicos

por Jarbas Aragão

13/12/2017 - 10:07

Uma marcha promovida por um grupo ativista LGBT, na província argentina de San Luis, no último final de semana terminou em frente à Paróquia Nossa Senhora das Mercedes. Dentro da igreja, os católicos assistiam a missa.

O padre Ignacio Daminato disse que eles começaram a escutar um barulho vindo da rua. O sacerdote explicou aos fiéis que era a “Marcha do Orgulho dissidente” e continuou com a celebração.

Um grupo de manifestantes começou a gritar palavras de ordem pró-aborto e pró-gay do lado de fora do templo, gritavam insultos contra Maria e colocaram perto da entrada da igreja uma imagem de Nossa Senhora abortando o menino Jesus.


Quando os fiéis saíram da Paróquia depararam-se com a imagem blasfema. Um dos membros da igreja denunciou o ocorrido através de sua página no Facebook. “Não sei se dá para perceber, que na repugnante imagem parodiando a Virgem Maria, há uma abertura embaixo por onde saem as suas entranhas. Com isso, querem mostrar que… está abortando Jesus Cristo”, escreveu ele ao lado de várias fotos.

O padre Daminato disse que sabia da marcha e chegou a contatar a Polícia, pedindo que garantissem a proteção do local. Mas ele não imaginou que iria se deparar com aquele tipo de situação. Apesar de sentir-se ofendido, pediu: “Nós não devemos responder com ódio, mas sim exigir que nos respeitem”.


É a segunda vez este ano que ativistas pró-aborto fazem esse tipo de manifestação. No dia 8 de março, na cidade de Tucumán, feministas fizeram a encenação de um “aborto” da virgem Maria, durante uma marcha que comemoraria o Dia da Mulher. Com informações de ACI Prensa

FONTE - GOSPEL PRIME

O RISCO DE UM "GOLPE DE ESTADO EM 2018" (ESTADO? ESTADO ONDE CARA???)







Dirceu convoca petistas para irem a Porto Alegre no dia 24: “O dia da revolta”

Bandido Vagabundo Mensaleiro e Condenado ameaça Porto Alegre: 

Dirceu convoca petistas para irem a Porto Alegre no dia 24: “O dia da revolta”:

José Dirceu divulgou uma nota sobre a marcação do julgamento de Lula no TRF-4 para 24 de janeiro:

“A hora é de ação, não de palavras. De transformar a fúria, a revolta, a indignação e mesmo o ódio em energia, para a luta e o combate.

Todos a Porto Alegre no dia 24, o dia da revolta.

É hora de criar e mobilizar um, dois, três… milhares de comitês em defesa de Lula.

É hora de denunciar, desmascarar e combater a fraude jurídica e o golpe político.

Às ruas para ir às urnas e derrotar os inimigos da democracia, da soberania, do povo trabalhador e do Brasil.

José Dirceu”




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CUT: “Quem decide se Lula deve ou não voltar é o povo, jamais o Judiciário”

Marginais Terroristas e Assassinos Sindicalistas da CUT acreditam que Lula está "acima da Lei"

CUT: “Quem decide se Lula deve ou não voltar é o povo, jamais o Judiciário”:

Vagner Freitas, presidente da CUT, vai atender à convocação de José Dirceu.

Em nota, ele diz que “Lula é inocente, e o povo sabe disso”.

“Só quem tem medo da sabedoria popular pode querer tirar do povo o direito de decidir o que é melhor para o Brasil, o direito de votar e eleger o presidente que eles sabem que vai resolver a crise econômica e institucional que tomou conta do país depois do golpe.

A ação de parte do Judiciário antecipa uma decisão que tem de ser tomada nas eleições. Quem decide se Lula deve ou não voltar a ser presidente do Brasil é o povo, jamais o Judiciário.”



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POLÍBIO BRAGA - Zé Dirceu clama por revolta popular por Lula no dia 24 de janeiro


Zé Dirceu clama por revolta popular por Lula no dia 24 de janeiro: Condenado como ladrão e réu já denunciado em outras ações, o ex-ministro da Casa Civil de Lula, José Dirceu, convocou o povo às
ruas no dia do julgamento de Lula em Porto Alegre, dia 24 de janeiro:

- A hora é de ação, não de palavras, transformar a
fúria e revolta, a indignação e mesmo o ódio em energia, para a luta e o
combate. Todos a Porto Alegre dia 24, o dia da revolta.

José Dirceu diz a militantes do PT que 24 de janeiro será o 'dia da revolta'

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José Dirceu diz a militantes do PT que 24 de janeiro será o 'dia da revolta':

Condenado pela Lava Jato, o ex-ministro José Dirceu conclamou militantes petistas a instituir em 24 de janeiro o "dia da revolta".
Leia mais (12/13/2017 - 17h33)

Eu juro por Deus que, dessa vez, faço questão de desmarcar todos os meus compromissos e estar lá para ver como vai ser o "Dia da Revolta" deles....A "turma" vai estar junto comigo: nós vamos "receber eles"...


O LEVIATÃ REVISITADO


"A impunidade faz a Insolência, a Insolência o Ódio e o Ódio a tentativa de derrubar toda grandeza opressora e insolente, ainda que isso acarrete a ruína de todo Estado" (Thomas Hobbes, 1651)

"Eu sei, mas é que só eu e os demais patriotas intervencionistas além dos psicopatas e vagabundos petistas, equizo-gays do PSOL e assassinos maoístas do PC do B é que conseguimos entender o sentido dessa frase. Para um fanático do Uber, para um libertário, para um Kim Kataguiri, Rogério Chequer ou Rodrigo Constantino, para um Partido NOVO, ou Vem Pra Rua, isso não faz absolutamente nenhum sentido já que é o próprio "tamanho do Estado" que provocou o horror, o caos que vivemos no Brasil"

(Milton Pires, 2017)

Dirceu incita militantes ao 'combate' no dia do julgamento de Lula

Dirceu incita militantes ao 'combate' no dia do julgamento de Lula:

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Imagem: Reprodução / Redes Sociais


MENSAGEM DE RESPOSTA CIRCULANDO PELAS REDES: 


O ex-ministro José Dirceu, condenado no mensalão e no petrolão e inexplicavelmente solto, ficou indignado com a marcação de data para o julgamento de Lula pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. O condenado Dirceu emitiu uma nota para conclamar a militância petista a ir às ruas em defesa de Lula. Na nota, Dirceu assume um tom de violência e pede à militância para "transformar a fúria, a revolta, a indignação e mesmo o ódio em energia, para a luta e o combate".
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DIZ O MARGINAL TERRORISTA E CONDENADO NO MENSALÃO: 


A hora é de ação, não de palavras. De transformar a fúria, a revolta, a indignação e mesmo o ódio em energia, para a luta e o combate.
Todos a Porto Alegre no dia 24, o dia da revolta.
É hora de criar e mobizar um dois três ….milhares de comitês em defesa de Lula.
É hora de denunciar, desmascarar e combater a fraude jurídica e o golpe político.
Às ruas para ir às urnas e derrotar os inimigos da democracia, da soberania, do povo trabalhador e do Brasil.
José Dirceu

AS ILUSÕES DEMOCRÁTICAS.


por Milton Pires


As linhas que seguem partem da premissa, necessária e suficiente, de que o Estado de Direito no Brasil não existe mais e de que a Nação não pode admitir NENHUMA ELEIÇÃO em 2018.

Escrevo poucos dias depois de um General de Exército ter sido afastado de seu cargo por decisão de um Ministro da Defesa comunista envolvido em escândalos de corrupção.

Venho a público um dia após o anúncio de que o Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4) vai reunir-se no dia 24 de janeiro de 2018 para julgar, em segunda instância, o maior criminoso de toda História Política do Brasil.

Escrevo perplexo, estarrecido, arrasado pela declaração estapafúrdia, escalafobética, teratogênica da Ministra Cármen Lúcia, Presidente do Supremo Tribunal Federal, que teve a audácia, o descaramento, de dizer que “fora da política não há salvação” - frase que deve ter feito revirar-se na tumba Marco Túlio Cícero que, antes de morrer, deixou para História a ideia de que “antes do Poder vem o Direito” e do que se conclui, evidentemente, que fora da Justiça é que não há “Salvação”.

Enquanto escrevo, impera na sociedade e naquilo que ainda restou das suas instituições uma série de Ilusões – as Ilusões que, doravante, passo a chamar de “Democráticas” - uma espécie de plágio do título da obra do jornalista Elio Gaspari sobre o Regime Militar no Brasil.

São democráticas as presentes ilusões brasileiras à medida que depositam, na futura decisão do TRF-4, o destino de um homem que escolheu e controla pessoalmente, através da ameaça e da chantagem, como todo bom sindicalista brasileiro, os votos daqueles que colocou como juízes dentro do Supremo Tribunal Federal (STF) – alguns deles incapazes de obter aprovação em qualquer concurso para juiz; outros, pais de desembargadoras que ganharam tribunais de presente de Dilma Rousseff. Tal tipo de gente não vai ter pudor, vergonha alguma, em violar a Lei da Ficha Limpa ou pedir “vistas eternas” aos processos que hão de dar a palavra final sobre prisão em segunda instância e foro privilegiado.

São democráticas as ilusões dos militares brasileiros, expressas por Afonso Taboza Pereira, coronel da Reserva do Exército e autor de “O Silêncio das Forças Armadas”, quando diz no seu texto que “vivemos em um Estado de Direito” e que não pode o Exército (como não podem os juízes) se manifestar a não ser através da própria ação.

São Ilusões Democráticas aquelas de parte do eleitorado que tem a ideia de apoiar um candidato conservador, ex-capitão do Exército, quando provas cabais existem de que as urnas eletrônicas podem ser fraudadas com a maior facilidade pela Organização Criminosa que hoje governa o país dentro dos três poderes numa sintonia de interesses, num “conluio ideológico”, que faria Montesquieu reescrever seu “Espírito das Leis”

O destino final do Sr. Luís Inácio Lula da Silva, representante máximo do Foro de SP no Brasil, chefe de quadrilha e estelionatário, reside no embate que se aproxima e que será travado entre o STF e as Forças Armadas.

O STF vai fazer aquilo que Lula mandar; o Comando das Forças Armadas não é confiável: foi escolhido a dedo pelos chefes de Governo durante o Regime Petista que destruiu a Nação entre 2003 e 2016, debocha (na figura do General Eduardo Villas Boas) do desespero dos Intervencionistas e tem, no Comandante da Aeronáutica, um “cientista político” capaz de classificar as intervenções como avanços ou retrocessos.

Vacinar índios é a missão natural do Exército, salvar baleias a da nossa Marinha e transportar amantes de políticos a da nossa Força Aérea, segundo os comandantes escolhidos por uma bandida assaltante de bancos, ladra e chefe de quadrilha derrubada do Governo pela corja, pela escória do PMDB, que agora dá as cartas.

Quanto mais rapidamente a Nação livrar-se de suas Ilusões Democráticas mais efetiva e forte será a aliança daqueles que imploram por Intervenção Militar com os eleitores de Bolsonaro e com essa camada que chamarei aqui de neo-mortadelas.

Neo-mortadelas são os “liberais” e "libertários" que, num país controlado pelo Crime Organizado, destilam ódio contra os funcionários públicos, querem um Estado Brasileiro que caiba num aplicativo de celular e vagam pela Av.Paulista gemendo “não existe almoço de graça, não existe almoço de graça” - viúvas de Milton Friedmann, indiferentes a vergonha cultural e moral de um país que vai fechar o ano com show de Pabllo Vittar, com “peladão do MAM” ou “Queermuseum”, desde que o dólar fique abaixo de 4 reais e a BOVESPA em alta.

“Deixai toda esperança, ó vós que entrais”, era a frase que Dante leu antes de descer ao Inferno e que deveria ser colocada na porta de cada sessão eleitoral em 2018.

Porto Alegre, 13 de dezembro de 2018. (49 anos depois do AI-5)

13 de Dezembro de 1545 : Tem início o Concílio de Trento

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Concílio por Pasquale Cati

13 de Dezembro de 1545 : Tem início o Concílio de Trento:

Décimo nono concílio ecuménico, reunido em Trento, na Itália, entre 1545 e 1563, convocado pelo papa Paulo III no sentido de redefinir aspetos doutrinais e impor regras de disciplina conducentes a uma reforma da Igreja.

A chamada Contrarreforma católica não foi uma simples reação à Reforma Protestante. Bem antigas, as suas origens nutriram no seio da Igreja todo um movimento contra os abusos, no sentido de se reencontrar a fé autêntica e desenvolver a instrução dos fiéis. Havia muito tempo que se impunha com urgência a reunião de um concílio ecuménico. Porém, a recordação amarga dos concílios do século XV, de Constança (1414-18) e Basileia (1431-48) particularmente, bem como as ambições políticas do imperador alemão Carlos V Habsburgo e de Francisco I de França, explicam a hesitação papal.

Contudo, na sequência da divisão da Cristandade trazida pela Reforma, que pôs em causa a maior parte dos valores religiosos, das iconoclastias, dos massacres e guerras civis de carácter religioso que dilaceravam a Europa Central (nomeadamente a França), o papa Paulo III (1534-1549) convocou em 1545 o 19.oconcílio para Trento, cidade do Império Germânico, no norte de Itália. Era sua intenção acabar com o Cisma e reformar a Igreja Romana para lutar contra as heresias que encontravam terreno fértil na ignorância religiosa e na corrupção dos costumes. Este concílio foi interrompido de 1549 a 1561 e de 1552 a 1560 devido às guerras que assolavam a Europa. Terminou em 1563, tendo tido uma duração real de 8 anos, dos quais os três últimos foram os mais produtivos. Conheceu dez sessões (duas dela, em Bolonha) em três períodos (1545-1549; 1551-1552; 1562-1563), para além de três papas, Paulo III, Júlio III e Pio IV, e uma média de 250-300 delegados conciliares nos trabalhos. Os representantes da Reforma protestante, várias vezes convocados, não compareceram, o que impediu uma solução final em harmonia.

Relativamente aos trabalhos conciliares, os dois primeiros períodos caracterizaram-se por discussões teológicas destinadas a responder às teses protestantes, enquanto o último período se orientou para a reforma da Igreja Católica. Duas questões básicas presidiram às reuniões: o dogma e a disciplina da Igreja.

No que respeita ao aspeto dogmático, as conclusões mais importantes a retirar foram as seguintes: aceitação como texto oficial da Bíblia a tradução latina do texto grego feita por S. Jerónimo (Vulgata); manutenção dos sete sacramentos; afirmação da presença real de Cristo na Eucaristia; declaração de que as doutrinas da Igreja Católica, inicialmente baseadas nas Sagradas Escrituras, se completam com a tradição; imposição de obediência obrigatória de todos os católicos à autoridade papal no domínio espiritual. Defendeu-se também a justificação pelas obras e pela fé, o culto dos santos, imagens e relíquias, e o Purgatório, entre outras disposições. Estas e outras decisões foram mais tarde publicitadas com o nome de Profissão de Fé do Concílio de Trento.

Quanto à disciplina, manteve-se o uso do latim, considerado universal, para todos os atos de culto; impôs-se o celibato obrigatório dos padres; proibiu-se a acumulação de benefícios ou cargos; obrigou-se os bispos e sacerdotes a residir na respetiva jurisdição eclesiástica, bem como os primeiros a visitar regularmente as suas paróquias diocesanas; estabeleceu-se uma idade mínima para o exercício de cargos eclesiásticos, de forma a evitar abusos; por último, entre outras decisões, atendendo à exigência de preparação eficiente do clero (agora ao serviço dos fiéis, de acordo com as normas conciliares), foram criados os seminários.

Nunca antes um concílio promulgara um conjunto tão completo de definições doutrinais e de regras disciplinares e pastorais. O Concílio de Trento não marcou, todavia, nem novidade nem rutura; antes retomou, por meio de uma reformulação jurídica e precisa, as reflexões anteriores, sempre deixadas em aberto, codificando também práticas experimentadas.

Assistiu-se, após o concílio, a um renascimento católico havia muito desejado, ainda que demorasse cerca de um século a implantar-se nos vários países europeus. O sistema de organização e disciplina da Igreja ainda hoje se mantém em grande parte, como é o caso dos livros didáticos de ensino doutrinal (os catecismos), dos seminários e, particularmente, das inúmeras congregações e Ordens religiosas vocacionadas para assistir aos pobres e enfermos, para o ensino (colégios e escolas, como os dos Jesuítas) e para as missões ultramarinas.

Portugal, na figura de D. João III, apoiou firmemente o Concílio, enviando representantes do clero (como Fr. Jerónimo de Azambuja, D. João de Melo e Castro, Diogo de Gouveia, entre muitos outros), que assistiram e trabalharam nas várias sessões. A receção e a aplicação dos decretos coube já a D. Sebastião.
Trento. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia(Imagens)


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O Papa Paulo III convocou o Concílio de Trento


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Obra que ilustra uma sessão do Concílio de Trento

Urgente: PF na Câmara dos Deputados

Urgente: PF na Câmara dos Deputados:

A PF cumpre mandados de busca e apreensão agora de manhã na Câmara dos Deputados.

É um desdobramento da operação Ápia, de Tocantins.

O Antagonista apurou que os alvos são a deputada federal Dulce Miranda, do PMDB, esposa do governador de Tocantins, Marcelo Miranda, e o deputado federal e ex-governador Carlos Gaguim, do Podemos.

Ambos recebiam propina de um empresário local, segundo a PF.

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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

A NOTÍCIA MAIS IMPORTANTE DO ANO ATÉ AQUI E IMBECIS CONTINUAM COM A IDEIA DE FAZER CAMPANHA PARA BOLSONARO

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URGENTE: Peritos da PF extraíram 'chave secreta' das urnas eletrônicas em teste de segurança:

Imagem: Reprodução / Redes Sociais


TSE divulga relatório sobre falhas nas urnas eletrônicas

Brasil 12.12.17 16:51

Como registramos dias atrás, grupos de especialistas que participaram do quarto teste de segurança das urnas eletrônicas conseguiram invadir o sistema e detectar diversas falhas.

O TSE admitiu o problema e prometeu corrigir.

O grupo composto pelos peritos da PF Ivo de Carvalho Peixinho, Fávio Sicoli e Paulo Cesar Hermann conseguiu “extrair a chave secreta usada para proteger as mídias da urna eletrônica”, usando “engenharia reversa”.
Outro grupo, formado pelo professor Diego Aranha, Pedro Yóssis, Thiago Cardoso, conseguiu identificar uma biblioteca sem assinatura digital e alterar o seu log, ou seja, onde são registrados os eventos da urna eletrônica.
Conseguiu, inclusive, acoplar um teclado à urna e emitir comandos a partir daí.
Confira o relatório e a explicação oficial do TSE.
O grupo composto pelos peritos da PF Ivo de Carvalho Peixinho, Fávio Sicoli e Paulo Cesar Hermann conseguiu “extrair a chave secreta usada para proteger as mídias da urna eletrônica”, usando “engenharia reversa”.
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"AMANTE", A PRESIDENTE DA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA LANÇA "NOTA OFICIAL" SOBRE JULGAMENTO DO GRANDE VAGABUNDO DIA 24 DE JANEIRO.

Nota Oficial: Lula é candidato do povo brasileiro

Diante das provas da inocência de Lula, só há uma decisão justa e legal: a revogação da sentença da primeira instância e a absolvição pelo TRF-4
 12/12/2017 21h03

Nota em defesa do ex-presidente Lula
Diante da decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que marcou em tempo recorde o julgamento da apelação do ex-presidente Lula contra a injusta sentença do juiz Sergio Moro, o PARTIDO DOS TRABALHADORES afirma:
  • Lula é o maior líder político do Brasil. Sua candidatura à Presidência da República pertence ao povo brasileiro e se consolida cada vez mais num país que precisa superar a crise, recuperar a democracia, a geração de empregos e a soberania.
  • O processo contra Lula tem sido marcado por várias exceções ao estado de direito: a condução coercitiva, o vazamento de telefonemas com presidente Dilma, a condenação sem provas. Ao marcar o julgamento em prazos tão curtos, o TRF-4 age de forma no mínimo excepcional.
  • Lula é inocente das acusações que lhe foram imputadas, num processo marcado por arbitrariedades, ilegalidades e cerceamento ao direito de defesa.
  • Diante das provas da inocência de Lula, só há uma decisão justa e legal para o caso: a revogação da sentença da primeira instância e a absolvição pelo TRF-4.
  • Os golpistas e seus aliados investem em saídas artificiais e antidemocráticas para impedir a volta de Lula ao governo. Se têm a expectativa ver Lula inelegível a partir do julgamento da apelação, enganam-se. Qualquer discussão ou questionamento sobre sua candidatura só se dera após o registro no Tribunal Superior Eleitoral, em agosto.
  • Lula é o nosso candidato e será o próximo presidente do Brasil.
Gleisi Hoffmann
Presidente Nacional do Partido dos Trabalhadores

O Brasil é um país corrupto e vagabundo DEMAIS para colocar um marginal como Lula atrás das grades. Isso eu acho que as pessoas deveriam esquecer para não se frustrarem. Tenho certeza ABSOLUTA que o Vagabundo Petista NÃO cumprirá pena em Regime Fechado e dúvida, uma ENORME DÚVIDA, se Quadrilha do STF vai respeitar "Lei de Ficha Limpa" no que diz respeito a este marginal.

Ai,gente! Que chique: Notícia do Julgamento do VAGABUNDO PETISTA saiu no JEW YORK CRIMES - O jornal Oficial da Hillary e do U2




BRASILIA — A Brazilian appeals court on Tuesday said it would decide on Jan. 24 on an appeal by former President Luiz Inacio Lula da Silva against a corruption conviction that could sideline him from the 2018 presidential race.
Brazil's benchmark Bovespa stock index rallied on the news, first reported on the website of newspaper Folha de S.Paulo, to close 1.4 percent higher.
Investors had been wary that a delay in the appeals court decision until later next year would hand the leftist icon more time to consolidate himself as the frontrunner in the campaign, making it harder for judges to bar his candidacy.
(Reporting by Ricardo Brito; Writing by Brad Haynes; Editing by Daniel Flynn)

REPERCUSSÃO EM PORTUGAL - Julgamento de recurso de Lula da Silva marcado para 24 de janeiro

Julgamento de recurso de Lula da Silva marcado para 24 de janeiro: A Justiça brasileira definiu hoje a data de 24 de janeiro para o julgamento do recurso apresentado pelo ex-Presidente Lula da Silva no processo em que foi condenado a nove anos e seis meses de prisão.


Anexos originais:


URGENTE: LULA SERÁ JULGADO EM 24 DE JANEIRO NO TRF4


URGENTE: LULA SERÁ JULGADO EM 24 DE JANEIRO NO TRF4:

Lula será julgado no TRF-4 no dia 24 de janeiro.

Algumas semanas atrás, O Antagonista publicou:

O desembargador Leandro Paulsen, revisor da Lava Jato no TRF-4, tem levado em média 30 dias para liberar seus votos.

Considerando o recesso, o julgamento de Lula pode ocorrer no fim de janeiro.

O Brasil tem pressa. A Oitava Turma sabe disso e está cumprindo seu papel.



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DESEMBARGADOR MARCA JULGAMENTO DE PRISÃO DE LULA (E DAÍ? GRANDE COISA)


Brasil 12.12.17 17:37
O Antagonista confirmou que o desembargador Leandro Paulsen, do TRF-4, pediu à secretaria da 8ª Turma que inclua o julgamento do recurso de Lula do “Caso Triplex” na pauta da próxima sessão disponível.

A data deverá ser divulgada até amanhã. Provavelmente, será o dia 23 de janeiro. Paulsen é o revisor do voto do relator do caso, João Pedro Gebran Neto.


O desembargador Leandro Paulsen, do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), pediu à secretaria da 8ª Turma que já marque uma data para o julgamento do ex-presidente Lula no caso do triplex.
Paulsen é o revisor do voto do desembargador João Pedro Gebran Neto, que é o relator do caso e terminou seu voto em menos de dois meses.
O caso de Lula tem tramitado em tempo recorde no tribunal, segundo reportagem da Folha de S.Paulo. Foram 42 dias entre a condenação e o início da tramitação do recurso na segunda instância.
Foi o trâmite mais rápido entre todas as apelações da Operação Lava Jato com origem em Curitiba.
Os advogados de Lula pediram ao tribunal a ordem cronológica dos recursos de apelação desde a data da entrada até da apelação do petista.
"Pelo levantamento que fizemos, foi uma tramitação recorde. O que está em discussão é a isonomia de tratamento dada a Lula. Ele deveria ser tratado como todos os outros réus", diz Cristiano Zanin, advogado de Lula.
A reportagem confirmou a informação no gabinete do desembargador Paulsen.

Segundo a assessoria do magistrado, ele de fato já pediu data para o julgamento. Seu voto, no entanto, pode mudar até o dia da sessão, esclareceu a equipe do desembargador. 

"GOSTO MUITO DE VOCÊ, SUPREMINHO" - Caetano Veloso entra com queixa-crime no STF contra o deputado Marco Feliciano

Caetano Veloso entra com queixa-crime no STF contra o deputado Marco Feliciano:

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Imagem: Lia de Paula / MinC
O cantor e compositor Caetano Veloso entrou com uma queixa-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) por injúria e difamação.  Em vídeo divulgado nas redes sociais, Feliciano questiona por que o Ministério Público não pede a prisão de Caetano por estupro. “Caetano Veloso se incomodou porque eu falei que ele… por que que o Ministério Público não faz uma representação contra o Caetano Veloso porque em inúmeros sites da internet você vai encontrar ele dizendo que tirou a virgindade de uma menina de 13 anos de idade na festa de 40 anos dele. Todos nós sabemos que isso é crime, isso é estupro de vulnerável, isso é pedofilia e o Caetano se incomodou com isso e mandou uma notificação extrajudicial “, diz o deputado em vídeo.
De acordo com os advogados do cantor, os ataques pessoais contra ele começaram após sua declaração de apoio à performance com nudez que causou polêmica no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM).
Integrante da bancada evangélica no Congresso, Feliciano disse, na ocasião, que os artistas que defendiam a exposição eram “hipócritas e desonestos”, dignos de “serem transformados em piada”. Em seguida ele questionou por que o MPF não pedia a prisão de Caetano porque “estupro é crime imprescritível”. “A intenção do parlamentar foi, inequivocadamente, a de ofender”, diz a defesa do artista na representação.
“Ao dizer que o querelante merece ter a prisão requisitada pelo Ministério Público Federal porque estupro é crime, o querelado intenta, por óbvio, chamá-lo de estuprador. Apesar de a conduta que o deputado imputa ao querelante ser crime em nosso ordenamento, como não há uma narração fática nesse trecho, mas “somente” a atribuição de defeitos hipotéticos, a conduta do parlamentar se amolda ao tipo penal da injúria”, dizem os advogados de Caetano, segundo O Globo.
Feliciano diz não ter sido informado ainda sobre a queixa-crime.
Caberá ao Supremo ouvir a Procuradoria Geral da República sobre o assunto para decidir se autoriza ou não a abertura de inquérito contra o deputado.

Temer nomeia ex-mulher de Gilmar Mendes para Conselho de Itaipu

Temer nomeia ex-mulher de Gilmar Mendes para Conselho de Itaipu:

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Imagem: Marcos Arcoverde / Estadão

O presidente Michel Temer nomeou nesta terça-feira (12) novo diretor e conselheiros de Itaipu. Foi designada conselheira da binacional a advogada Samantha Ribeiro Meyer, ex-mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.
Mais informações »


RESPOSTA PARA MÁRCIA TIBURI - O ridículo em política

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Paulo Tunhas, professor de Filosofia no Porto e colaborador do jornal Observador, chama a atenção para algo quase sempre esquecido em termos de política: o ridículo. Sirva de exemplo a América Latina - particularmente a Venezuela -, onde não faltam políticos ridículos nem ridicularia. "Quando o ridículo se repete e se torna por assim dizer um hábito tolerado, de uma coisa podemos estar certos: o sentimento de impunidade aumenta. E com o sentimento de impunidade vem inescapavelmente o arbitrário e o seu costumeiro cortejo de horrores. O que, num primeiro momento, pode perfeitamente ser insignificante, arrisca-se a, pouco a pouco, contribuir para a destruição da nossa vida comum": 

TEXTO INTEGRAL:

Cada um, de vez em quando, vê-se apanhado por uma questão à qual volta repetidamente. Comigo, de há uns tempos para cá, é a do ridículo em política. Sublinho: em política. Na longa lista dos ridículos possíveis, a maioria pertence à categoria geral do indiferente. E há até alguns que podem ascender ao estatuto do admirável, como no caso do amor, em que o medo do ridículo se arrisca muitas vezes a condenar os indivíduos à infelicidade eterna. Mas em política o ridículo possui uma natureza própria, que em certos momentos se confunde com a do ameaçador.

Nada como um exemplo. A Assembleia Constituinte venezuelana aprovou no outro dia uma Lei Constitucional Contra o Ódio. Já o nome é todo um programa. Não que a legislação sobre as paixões seja propriamente uma invenção do regime do camarada Maduro. Num certo sentido, toda a legislação visa sempre condicionar o exercício das paixões ou encaminhá-lo numa certa direcção. Platão explicou-o na República e a lição não foi esquecida pela filosofia. O problema não está, é claro, aí. O problema começa com a ideia de que as paixões podem ser abolidas por decreto. E continua com a escolha da paixão a abolir. O ódio, como se sabe, opõe-se ao amor. A Assembleia Constituinte venezuelana vê-se como a fiel depositária desta última e nobre paixão e como um corpo particularmente habilitado para detectar e punir tudo o que se lhe oponha. Em vez de “ódio” podia, é claro, lá estar “mal”. Não há grande diferença entre uma coisa e outra. Em qualquer dos casos, estamos num plano mítico. O Bem contra o Mal, o Amor contra o Ódio. E as regras mandam que o primeiro elemento de cada par destrua, no fim dos tempos, o segundo. A Venezuela vai por óptimos caminhos.

Tanto mais que a Lei Constitucional contra o Ódio se apresenta também como uma lei contra o particular flagelo da intolerância. “A Venezuela põe hoje esta lei à disposição do mundo. Não exportamos somente petróleo, queremos exportar paz, amor e tolerância num mundo gravemente ameaçado pelos poderes imperiais”, proclamou Delcy Rodríguez, a presidente da Assembleia Constituinte. A exportação do Bem sob as suas várias formas promete. O problema fica no interior da Venezuela. Porque os fautores do ódio e apóstolos da intolerância se encontram perfeitamente designados pela Assembleia Constituinte. Com efeito, a lei esclarece que serão doravante ilegais os partidos e os meios de comunicação social que não jurem muito depressinha pelo amor e pela tolerância e que promovam os seus contrários. E, atenção, a intolerância paga-se caro: vinte anos de prisão. Sem tanta magnífica tolerância, presume-se que seriam mais.

Esta fantochada pode certamente fazer rir. O ridículo indiscutível da fantasia cósmica de uma luta imemorial entre o amor e o ódio terminada por decreto revolucionário com a vitória do primeiro não convida certamente a reflexões sérias. Mas, se tivermos em atenção os seus antecedentes históricos, o riso devia gelar-nos. Não só porque tudo obedece a um padrão bem estabelecido que sempre presidiu às tentativas de criar um “homem novo”: o da excisão das “más paixões” do coração dos humanos, como, por exemplo, a paixão pela propriedade privada. Toda a gente conhece os exércitos de cadáveres que resultaram do exercício, ainda por cima condenado ao fracasso. Mas também por outra razão, que se prende com a natureza própria do ridículo: a contradição ostensiva que a Lei Constitucional contra o Ódio exibe quando se refere à tolerância. A intolerância não será tolerada. Não se trata apenas aqui do velho “paradoxo da tolerância”, tema importante da filosofia política sobre o qual Diogo Pires Aurélio escreveu há já vários anos, um excelente pequeno livro (Um fio de nada. Ensaio sobre a tolerância): pode a tolerância tolerar os seus inimigos?, como estabelecer os limites no capítulo? Não: aqui há mesmo contradição. A tolerância é definida a partir do ponto de vista de uma intolerância que pretende nominalmente eliminar. E funciona como um nome sem substância real, produzido por uma máquina de palavras. O ridículo é indiferente para quem funciona como uma máquina de palavras.

E chegamos aqui ao que me interessa e que extravasa largamente o caso dos bravos deputados venezuelanos. Tão largamente que este assunto poderia, sem dificuldade, tornar-se objecto de uma coluna semanal: exemplos não faltariam. O riso face à contradição patente devia assinalar-nos o perigo. Nestas matérias, a indiferença face ao ridículo não é apenas sinal da falta daquele pudor que, para Platão, era uma virtude política eminente. É, mais afirmativamente, a declaração de um fechamento sobre si que representa a recusa explícita de nos colocarmos no lugar dos outros. Certas formas de ridículo político exibem na perfeição essa recusa. O caminho para o grotesco e, de seguida, para o horror, encontra-se já traçado. Tudo é possível para quem decidiu não se pôr mais no lugar do outro.

Há uma extensa literatura que lida com a questão da mentira em política. Ela deveria ser acompanhada por uma reflexão sobre o papel do ridículo. Em muitos casos, é de admitir, ele pode ser insignificante. Os mecanismos democráticos servem perfeitamente, em princípio, para o conter e para manter algum do tal pudor de que Platão falava e que é indispensável para a decência das sociedades. Mas nada é infalível. Não é preciso lembrar o exemplo de Hitler: quanta gente não o levou, durante um tempo tragicamente excessivo, a sério? Não é preciso nem talvez seja conveniente. Há um excesso em Hitler que o torna quase incompatível com a descrição da nossa experiência política mais comum, por muito que esta se incline nas piores direcções.

Mas há exemplos menores que nos convêm melhor. E há sobretudo uma espécie de escala à qual não nos faria mal estarmos atentos. Quando o ridículo se repete e se torna por assim dizer um hábito tolerado, de uma coisa podemos estar certos: o sentimento de impunidade aumenta. E com o sentimento de impunidade vem inescapavelmente o arbitrário e o seu costumeiro cortejo de horrores. O que, num primeiro momento, pode perfeitamente ser insignificante, arrisca-se a, pouco a pouco, contribuir para a destruição da nossa vida comum. Kant, seguindo o filósofo inglês Shaftesbury, dizia que o riso provocado é a pedra de toque da má filosofia. A frase (que se pode, é claro, discutir) pode talvez ser transportada para o plano político. O ridículo é, à sua maneira,uma pedra de toque da má política. Rir faz sentido, certamente, mas na condição de estarmos conscientes de que o pior pode vir aí.

O SILÊNCIO DAS FORÇAS ARMADAS (E um Desafio aos Leitores do Blog feito pelo Editor)


Uma coisa que a população nas ruas não entende é a razão do silêncio das Forças Armadas. O principal motivo desse aparente silêncio é óbvio: as Forças Armadas não podem falar por falar. Qualquer pronunciamento mais incisivo do Comando equivale a ação política. Se, por exemplo, o Comandante do Exército criticar qualquer ato do presidente da República, ou recusar-se abertamente a cumprir ordens das autoridades civis, isso quase equivale a golpe de Estado, porque das duas, uma: ou o Comandante é demitido, ou o Governo cai. Não existe a hipótese de pronunciar-se contra e ficar no cargo, nem do Governo permanecer incólume no poder após o pronunciamento, desmoralizar-se, ou mesmo cair...Essa situação é muito parecida com a dos juízes. Um dos princípios fundamentais da magistratura é que "o juiz só fala nos autos do processo". Ou seja, o juiz jamais discute em público ou emite opinião sobre os processos. Ele simplesmente absolve ou condena, e justifica por escrito a sua decisão. Isso porque a "opinião" do juiz não é opinião: ela tem força de Lei.

O mesmo ocorre com os militares: eles só falam por meio de atos concretos. Não podem debater nem opinar sobre questões políticas. Mas podem e devem agir, quando essas questões mexem com interesses nacionais.

Interesses nacionais: esse é um ponto ao qual as pessoas não prestam muita atenção. A expressão ficou tão gasta pelo uso, que passou a ser mera frase de efeito, sem consequência, tal como dizer "bom dia" quando o dia de fato é ruim, ou "saúde!" ao brindar com o tóxico uísque paraguaio.

Mas no nosso caso, "interesses nacionais" têm significado que deve ser levado a sério. Vamos entender a lógica.

Vivemos num Estado de Direito, não é verdade?

Ou seja, num Estado onde a Lei está acima de tudo. Todos estão submetidos à Lei, e todas as leis têm de estar de acordo com a constituição, que é a Lei Suprema.

Nesse caso, as Forças Armadas só podem agir dentro da Lei.

E a Lei as submete ao governo civil, eleito pelo "povo". Correto?

Sim e não.

Sim, na normalidade.

Não, nas crises extremas, que põem em perigo a existência ou a integridade da Nação Brasileira.

Vejam como funciona.

Na mesma constituição de 1988, manteve-se um dispositivo das constituições anteriores, que define as Forças Armadas como "instituições nacionais permanentes".

Essa definição implica que as Forças Armadas estão a serviço da Nação, e não do Estado, nem do Governo.

A Nação está acima de tudo.


O Estado é criado pela Nação, e a Constituição é a materialização, a forma de existir o Estado.

Sendo Instituições Nacionais, as Forças Armadas são fundadoras e guardiãs da Nação, portanto anteriores ao Estado e à constituição.

Que significa isso?

Para responder, temos de considerar como se formam as nações.

Nações se formam quando um povo domina um território, demarca suas fronteiras e as preserva e defende eficazmente contra potenciais ou atuais inimigos.

Só então é possível constituir o Estado e o governo.

A força militar é elemento imprescindível à instituição da Nação, a qual é anterior à formação do Estado.

O Estado se institui por meio da Constituição. Mas o Estado e o Governo não abrangem a Nação.

A Nação está acima e além de tudo, porque é a origem de tudo.

E as Forças Armadas, embora sejam órgãos do Estado, subordinadas ao Governo, são em última instância instituições da Nação.

Quando o Estado ou o Governo se voltam contra a Nação (é o que acontece no Brasil de agora), as Forças Armadas podem e devem intervir, passando por cima tanto do Governo como do Estado.

Mas essa responsabilidade é gravíssima, de modo que jamais pode ser exercida com leviandade.

É algo como aquele famoso "botão vermelho" que o Presidente dos Estados Unidos tinha no seu gabinete, que, uma vez apertado, deflagraria a guerra nuclear total, com risco de destruir o planeta.
Dá para entender o silêncio e a aparente imobilidade das Forças Armadas?

Esse silêncio e essa imobilidade, porém, não significam passividade nem conivência com a quadrilha no poder.

Pensem: quais são as reais intenções dessa quadrilha? Ela nunca as escondeu. Seu objetivo é instituir no Brasil ditadura semelhante aos modelos que seus chefes tanto admiram. Algo parecido com Cuba, ou Coréia do Norte, ou Venezuela, ou as ditaduras africanas.

Estando há quase quinze anos no poder, a quadrilha teve todo o tempo e todos os recursos para dar o golpe.

Mas não o fez.
Por que?

Porque não pôde.

Porque a quadrilha tem o Poder, mas não dispõe da Força. Ela manda no Brasil, faz o que bem entende com o dinheiro público, compra a mídia, aparelha o serviço público com nomeados políticos, comete os maiores desatinos em matéria de política externa, é mancomunada com o crime e o narcotráfico, tem tudo nas mãos, mas ainda não conseguiu o seu maior objetivo: a ditadura.

Para isso, precisaria desfechar um golpe de Estado revolucionário, fechar o Congresso, ocupar militarmente o País, estatizar os jornais, tevês e rádios, prender ou matar seus adversários e assim ter meios de confiscar propriedades e estabelecer alguma forma de socialismo. É o que gostariam de fazer, embora jurem que não.
E por que não o fizeram? Porque sabem que não podem contar com as Forças Armadas, nem com as Polícias, para essa aventura.

E sabem que, se tentarem, as Forças Armadas impedirão.

O silêncio e a imobilidade das Forças Armadas, portanto, não significam omissão nem indiferença.
Afinal, muralhas também são imóveis e silenciosas.

As Forças Armadas são as muralhas que impedem o golpe da quadrilha.

Certo, eles, os comparsas da quadrilha, fazem tudo para provocá-las.

Tal como moleques pichadores, eles sujam a muralha.

Difamam as Forças Armadas, procuram humilhá-las com atos como a tal Comissão da Verdade, espalham falsas histórias, fazem tudo o que podem.

Mas não conseguem abalar a enorme barreira, imóvel e silenciosa.

Ela continua firme no seu lugar, e cada vez mais o povo brasileiro compreende que é a sua proteção, o seu abrigo seguro.

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AFFONSO TABOZA PEREIRA

CORONEL REFORMADO DO EXÉRCITO- ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÕES E CONSTRUÇÕES – AMAN 1960- IME 1966

COMENTÁRIO DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO:

Há no texto, e na opinião deste Editor, uma frase, na verdade uma PREMISSA ERRADA, uma FALHA HERMENÊUTICA que, se apontada e questionada, coloca abaixo TODO raciocínio do autor. Fica aos leitores do Blog a tarefa de encontrar. Onde está???