Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sábado, 31 de dezembro de 2016

ABAIXO ASSINADO PELA PRISÃO DE LULA


Nós, cidadãos brasileiros, em virtude de todas as provas colhidas até agora, dos gigantescos escândalos do Mensalão e do Petrolão, pedimos aos senhores a prisão imediata de Luís Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República e fundador de um partido criminoso associado ao Foro de São Paulo. Sua prisão é importante para que o mesmo não interfira nas investigações em andamento e para que fique clara, de uma vez por todas, qual foi EXATAMENTE a sua participação nos esquemas de desvio e lavagem de dinheiro que lesaram em bilhões os cofres públicos. Não há um só integrante já preso nessas investigações que não deixe, de forma clara ou insinuada, a ciência total e participação de Lula em todos esses eventos. A condução coercitiva do Sr.Luís Inácio, no último dia 4 de março de 2016, e a resposta que ele deu em sua entrevista coletiva deixam claro que ele não tem o mínimo respeito pelo Estado de Direito e pelas Instituições Republicanas representadas pelo Dr. Sérgio Moro e pela Força Tarefa do Ministério Público sendo capaz de dirigir-se à Nação em termos chulos, de fazer piada e de debochar da Justiça Federal. Pedimos aos senhores que entendam este abaixo assinado como sendo, além da expressão da vontade do povo brasileiro, uma homenagem a todos os policiais federais, juízes e promotores envolvidos na Operação Lava Jato. Pedimos também à Dra.Maria Priscila Veiga Oliveira, Juíza da 4ª Vara Criminal da Justiça de São Paulo, lembrando que  o futuro do Brasil está nas suas mãos: por favor, PRENDA o Lula. Depois da prisão de Eduardo Cunha ontem, Lula VAI fugir ! Seu filho mais novo JÁ fugiu: está no Uruguai.

Att, 

Dr.Milton Pires & Cidadãos Brasileiros.

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

A coragem de Marco Aurélio


A coragem de Marco Aurélio:

Ricardo Lewandowski elogia a "coragem" de Marco Aurélio.

A sangrenta batalha da 1ª Guerra Mundial travada frente à costa da América do Sul

A sangrenta batalha da 1ª Guerra Mundial travada frente à costa da América do Sul:




Em novembro de 1914, embarações do Reino Unido e da Alemanha se enfrentaram em uma intensa batalha que deixou 1.590 mortos e que, para alguns historiadores, marca o princípio do fim do poder britânico no Pacífico.

No domingo 1° de novembro de 1914, às 16:30 da tarde, foram ouvidos os primeiros canhões na Baía de Coronel, no sul do Chile.
É uma guerra europeia frente à costa sul-americana.
A frota alemã, integrada por cinco cruzadores e dirigida pelo almirante Maximilian von Spee, forma uma espécie de cerco na Baía de Coronel, deixando as quatro embarcações inglesas, comandadas por Sir Christopher Cradock, fora de águas neutras.
O cruzador alemão S.M.S Scharnhorst é o primeiro a abrir fogo contra o cruzador britânico H.M.S Good Hope, que começa a queimar rapidamente.
O mesmo aconteceria em seguida com o H.M.S Monmouth, que foi alvejado por duas embarcações alemãs.
Relatos da época dão conta de que as labaredas dos navios ingleses alcançaram 60 metros, algo como um edifício de 20 andares.
Quando caiu a noite, a frota de von Spee já era tida como vencedora. As embarcações britânicas que conseguiram se salvar retornaram avariadas ao porto de Coronel. Nesse momento, três navios alemães já haviam partido vitoriosos para a cidade de Valparaíso.
A batalha de Coronel ou "do Dia de Todos os Santos", foi o acontecimento bélico mais sangrento na costa chilena por seu grande número de mortos (1.590).
Germán Bravo Valdivieso.Image copyrightGERMÁN BRAVO
Image captionGermán Bravo Valdivieso, historiador chileno
O historiador naval Germán Bravo Valdivieso, autor do livro "A Primeira Guerra Mundial na costa do Chile: uma neutralidade que não foi assim", explica à BBC Mundo que esta derrota não foi "só mais uma" para os britânicos.
"Esta é a primeira derrota do Reino Unido depois de mais de um século invictos, e com a qual perderiam logo o controle do Pacífico Sul", disse à BBC Mundo.
A derrota foi um golpe duro. Nem sequer o almirante Cradock conseguiu sair vivo das águas. A Armada do Chile enviou um transporte marítimo em busca de náufragos, mas não foram encontrados sobreviventes.

Brincadeira interrompida

Uma testemunha da época, ainda que muito jovem, foi o já falecido avô de Manuel Gutiérrez González, historiador chileno, que se interessou em investigar mais sobre esse episódio.
Manuel González Espinoza tinha 7 anos quando presenciou a batalha do setor de Buen Retiro, na cidade de Coronel.
Seu pai, Manuel González Thompson, era administrador das minas de carvão de Buen Retiro e por conta disso sua casa ficava no topo de um morro com ampla vista para o mar.
As lembranças de Manuel González Espinoza começam quando brincava à tarde com seu irmão menor, Francisco.
A brincadeira foi interrompida por um chamado apressado de seu pai, que os levou à varanda e pediu que olhassem para o horizonte.
"Percebi um ruído, logo vi as labaredas no horizonte, perto da ilha Mocha, onde era possível ver o combate", contou Manuel González há exatos 18 anos ao neto Manuel Gutiérrez.
Pintura da Batalha de Coronel feita pelo pintor alemão Adolf BockImage copyrightCORTESIA DE GERMÁN BRAVO VALDIVIESO
Image captionAs chamas dos navios alcançaram 60 metros
Ainda que não exista uma localização precisa de onde a batalha ocorreu, historiadores como Germán Bravo estimam que pode ter ocorrido entre 10 e 20 milhas (entre 16 e 32 quilômetros) da costa.
"Pode ter acontecido ali pela dificuldade que os britânicos tiveram de ver os navios alemães no pôr do sol e ao se confundirem com a costa", conta Bravo à BBC Mundo.
Com essas distâncias estimadas, as labaredas das embarcações avariadas, como o H.M.S Good Hope o H.M.S Monmouth, podiam ser facilmente avistadas.

A revanche

Mas a estratégia do Almirante von Spee, somada a uma série de eventos que poderiam ser considerados de "azar", fizeram com que a vitória alemã não durasse muito tempo.
"O almirante Von Spee queria chegar à Alemanha com seus navios e poderia ter pulado as Falklands, mas quis tomá-las e instalar um governador, destruindo as instalações", conta à BBC Mundo Germán Bravo.
Nas Malvinas-Falklands, von Spee estava seguro de que seus navios eram suficientes para afundar a frota britânica, mas estava errado.
Novas embarcações britânicas haviam chegado à região: o H.M.S Invincible e o H.M.S Inflexible. Isso daria vantagem aos britânicos.
Baía de CoronelImage copyrightFELIPE ROA PAREDES
Image captionA Baía de Coronel atualmente
O S.M.S Scharnhorst, o navio alemão que durante a batalha de Coronel foi o primeiro a abrir fogo, recebeu a revanche britânica.
Nesta embarcação ficaram presos o almirante Maximilian von Spee e os 795 homens que afundaram.
A batalha, desta vez no Oceano Atlântico, também resultou em milhares de mortos.
A batalha das Malvinas-Falklands deu a vitória absoluta aos britânicos e somente um navio alemão conseguiu escapar do combate: o S.M.S Dresden.
Esse navio afundaria em março de 1915 no Arquipélago de Juan Fernández, sul do Chile, pelos próprios alemães, quando se viram encurralados pela frota britânica.
Os mais de 300 tripulantes alemães sobreviventes desse barco seriam mais tarde internados por quatro anos em uma ilha do centro-sul do Chile chamada Quiriquina.

Quase neutralidade

Um tema de discussão no Chile durante a Primeira Guerra Mundial foi sua neutralidade.
"O Chile se declarou neutro, mas ajudou abertamente às forças aliadas, inclusive o Ministro Plenipotenciário Britânico tinha muitos vínculos com a Armada do Chile", assegura Germán Bravo.
"Mas o que mais podiam fazer os chilenos? Se o Chile intervisse teria que apoiar a um ou a outro e com ambas nações tinha vínculos estreitos. Por exemplo no Exército com os alemães e na Marinha com os ingleses", acrescenta.
Mas não apenas a neutralidade foi questionada. Os chilenos e os britânicos que viviam no Chile se mostravam muito preocupados com a guerra que presenciavam em suas próprias costas.
"Em 1914 meu avô era um menino, mas depois da batalha, já adolescente, soube que as pessoas tinham muito medo que os conflitos afetassem o tráfego de carvão", conta Gutiérrez.
Durante mais de um século a mineração foi a principal atividade econômica nas regiões de Coronel e Lota, devido às vastas jazidas encontradas ali.

Rastros que falam

CasasImage copyrightFELIPE ROA PAREDES
Image captionConstrução inglesa na cidade chilena de Coronel
Mais de um século depois, na cidade de Coronel permanecem alguns rastros, sobretudo da forte influência britânica, refletida em algumas construções.
Com o auge das minas de carvão, os britânicos estiveram muito presentes na região, desde o final do século 19 até aproximadamente 1930.
O censo chileno de 1907 ressalta que entre os imigrantes de Lota e de Coronel (que representavam 10% da população), 8% eram cidadãos ingleses.
Atualmente, o bairro Maule de Coronel conserva fachadas com estilo inglês.
Também na Praça 21 de Maio, na mesma cidade, está um relógio de quatro esferas, doado pelo empresário do carvão Federico Schwager, que o trouxe da Inglaterra em novembro de 1881.
Nessa mesma praça um memorial de pedra pela Batalha de Coronel tem desenhado em relevo os dois navios afundados. Em frente ao monólito uma emotiva frase pelas vítimas diz: "seu único sepulcro é o mar".

ACORDÃO ENTRE BANDIDOS DO STF E DO SENADO REVELADO - SENADORES RETIRAM "ABUSO DE AUTORIDADE" E CANALHAS DO STF DEIXAM RENAN CANGACEIROS EM PAZ

O abuso de Renan e a autoridade do STF - O país mais chinelão, mais vagabundo e corrupto DO MUNDO dá um jeito para "terminar tudo bem" entre Renan Cangaceiros e Cármen Lúcifer




O Senado acaba de retirar a urgência da lei de abuso de autoridade.
É a harmonia institucional de que fala Celso de Mello - ou o acordão.
O Senado desiste do abuso de autoridade, o STF desiste de punir Renan Calheiros.

Ao vivo: Renan no STF

Ao vivo: Renan no STF:

Começa a sessão no STF.

Acompanhem conosco:



Assista ao vivo à sessão do STF que vai decidir se Renan fica na presidência do Senado

Assista ao vivo à sessão do STF que vai decidir se Renan fica na presidência do Senado:
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Imagem: Reprodução / Redes Sociais
O Supremo Tribunal Federal decide hoje se mantém a liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello que afastou Renan Calheiros da presidência do Senado. Renan optou por desobedecer à ordem judicial. 

Mais informações »

MARGINAL COM CARGO DE MINISTRO DO STF ORIENTOU RENAN CANGACEIROS A NÃO OBEDECER MARCO AURÉLIO



O advogado clandestino de Renan:


Um ministro do STF atuou como advogado clandestino de Renan Calheiros para derrubar a decisão de outro ministro do STF.
O episódio é asqueroso.
Diz o UOL:
"Foi um ministro do próprio STF que sugeriu contrapor uma decisão da Mesa Diretora do Senado à liminar expedida pelo ministro Marco Aurélio Mello.
Inicialmente, Renan pretendia se segurar no cargo com o aval do plenário do Senado. Ouviu de membros do seu grupo político uma advertência: se levasse a encrenca ao plenário, sofreria uma derrota. Foi quando chegou a Renan a sugestão do colega de Marco Aurélio, para que reunisse a Mesa do Senado. Nesse colegiado, mais restrito, Renan dá as cartas (...)
Entendeu-se com o vice petista Jorge Viana, que, em privado, demonstrou uma vontade de colaborar que contrastava com o discurso incendiário de petistas como Lindbergh Farias.
Renan rumou para o Senado, orientou a redação da nota da Mesa, obteve as assinaturas da maioria dos membros do colegiado e construiu um discurso. Aferrado à orientação do ministro do STF, Renan passou a dizer que não descumpria uma ordem judicial, apenas seguia a decisão da Mesa do Senado."

CRIME DE "DESOBEDIÊNCIA" CONTRA O STF


Crime de Desobediência é mudar a Lei do Impeachment para que o afastamento de Dilma ficasse com o Senado; não com a Câmara. 

Crime é interferir no Senado para que Dilma mantenha seus direitos mesmo derrubada da Presidência. 

Crime é o que Teori cometeu mandando soltar um Senador da República que tramava a fuga de um prisioneiro federal como Cerveró. 

Crime é o STF ter como Ministro um cara que jamais foi capaz de passar num concurso para juiz e era advogado de uma Organização Criminosa ! 

Crime é o fato de dois canalhas, colegas de vocês, ganharem Tribunais de presente para as filhas "patricinhas". 

Crime é ter entre vocês um fanático do MST como Fachin. 

Crime é um Ministro dar um voto que mais parece um texto de Foucault, como Barroso ! 

Crime é um vagabundo alcoolista, semianalfabeto que deu emprego para maioria de vocês, mandar todos enfiarem o processo no cú e vocês ficarem bem quietinhos...

Crime é uma criatura com cara de "vampiro brasileiro" convidar Lula e um vagabundo como Caetano (que faz foto com máscara de Black Block) para sua posse como Presidente deste Covil de vocês.

Um marginal, um cangaceiro de Alagoas desobedeceu vocês (e deveria ser algemado) com a segurança de quem usou as maletas eletrônicas para gravá-los. 

Renan deveria estar preso, mas vocês não merecem respeito NENHUM !!!!

ALTÍSSIMA VAGABUNDAGEM PETISTA GANHOU UM PRESENTE: FOTO MOSTRA SÉRGIO MORO CONVERSANDO COM ABOMINÁVEL AÉCIO DAS NEVES


VEJAM, ABAIXO, A REPORTAGEM DA REVISTA VAGABUNDA PETISTA "CARTA CAPITAL" 

Um vagabundo petista é incapaz de pensar ou raciocionar por conta própria. Ele funciona através da "livre associação de imagens e estímulos". 

Se ele enxergar Sérgio Moro ao lado de Villas Boas vai dizer que ele é "a favor do Golpe Militar". Se encontrar uma foto de Moro ao lado de Jean Wyllys, vai dizer que Moro é gay.

Moro e Aécio: uma foto para a história

por Redação — publicado 07/12/2016 09h43, última modificação 07/12/2016 10h05
Em evento em São Paulo, o juiz da Lava Jato gargalhou ao lado do senador

Herói dos manifestantes que desde 2015 vão às ruas "contra a corrupção", o juiz Sergio Moro, titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde é responsável pelas investigações da Operação Lava Jato em primeira instância, foi flagrado em uma situação inusitada na noite de terça-feira 6. Em evento da revista Istoé, realizado em São Paulo, Moro apareceu gargalhando ao lado do senador Aécio Neves (PSDB-MG), uma das figuras que mais apareceu em delações premiadas na Lava Jato.
Por ser um juiz de primeira instância, Moro não poderia investigar Aécio, mas a boa convivência de entre os dois chama a atenção por conta dos diferentes perfis públicos. Em geral, Moro busca transmitir em suas aparições e manifestações uma imagem austera, exemplar de como um funcionário público engajado no combate à corrupção deve se postar.
Ídolo de manifestantes contra a corrupção, em especial a corrupção do PT, Moro se tornou uma espécie de reencarnação de Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo alçado à condição de herói após liderar as condenações dos políticos envolvidos com o "mensalão". Nos últimos meses, Moro vem se tornando uma figura messiânica e, no último domingo, um manifestante chegou a classificá-lo de "segundo filho" de Deus. 
Aécio, ao contrário, é uma figura cuja imagem tem sido duramente afetada desde outubro de 2014, quando perdeu as eleições presidenciais para Dilma Rousseff. O tucano já foi citado por pelo menos cinco delatores diferentes da Lava Jato, entre eles o ex-senador Delcídio do Amaraldoleiro Alberto Youssef; um de seus entregadores de dinheiro, Carlos Alexandre de Souza Rocha, o "Ceará" (ambos casos arquivados); do lobista Fernando Moura, ligado ao PT; e do ex-deputado do PP Pedro Corrêa. 
Nos áudios gravados clandestinamente pelo ex-presidente da Transpetro Sergio Machado, Aécio também aparece com destaque. "Aécio está com medo", diz o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) a Machado sobre a delação de Delcídio.
Em um outro trecho das gravações, Machado conversa com o também senador Romero Jucá (PMDB-RR) e pergunta: "Quem não conhece o esquema do Aécio?".
Mais recentemente, Aécio teria manobrado para aprovar, no Senado, o regime de urgência para a tramitação do pacote anticorrupção aprovado na Câmara, desfigurado pelos deputados. Segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, Aécio foi o primeiro a articular a urgência da votação e o PSDB prometeu votos no requerimento, mas não cumpriu. Isso teria ocorrido por conta da forte reação contrária da sociedade e de alguns senadores no plenário.
No prêmio da revista Istoé, Moro foi eleito o "Brasileiro do Ano na Justiça". O prêmio principal da noite, de "Brasileiro do Ano" em todas as áreas, foi para Michel Temer. Nenhuma surpresa. Nos últimos meses, a revista passou a adotar um tom laudatório para tratar Temer, e chegou a afirmar que o PMDB era a "nau mais segura" para "recolocar o País nos trilhos".

A CONSTITUIÇÃO FEDERAL VAI SER RASGADA, MAIS UMA VEZ, PELO STF


Milton Pires

Costuma-se dizer, aqui no RS, que "de pata de cavalo, barriga de mulher e cabeça de juiz, pode-se esperar qualquer coisa". Vejamos se o leitor concorda: Se o Renan fica na Presidência, o STF perdeu TODA MORAL. Se não fica; o STF vai rasgar a Constituição - não tem saída ! Sabem por quê?? Porque a questão do "fica ou não fica" foi levantada por interesses políticos, não em função da ficha criminal do bandido !

Apesar disso,  meu "palpite" é de que o STF vai rasgar, mais uma vez, a Constituição Federal decidindo pela criação de  um "monstro", de uma teratologia jurídica:

"Renan continua no cargo de Presidente, mas não pode assumir lugar de Temer na linha sucessória"