"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

IMPEACHMENT DA PRESIDENTA DILMA E FECHAMENTO DO PT

Nesta terça-feira, 21 de outubro, foi protocolado junto à Câmara dos Deputados Federais, no Distrito Federal, o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, bem assim duas outras ações junto ao Tribunal Superior Eleitoral, uma, requerendo o fechamento do Partido dos Trabalhadores (PT) e, outra, o afastamento da candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, das Eleições de 2014.
As denúncias fundam-se no fato da presidenta da República subordinar e submeter a sua administração, diga-se, a da República Federativa do Brasil, a interesses de entidade e governos estrangeiros, notadamente, à entidade denominada Foro de São Paulo e aos governos de países ditos “revolucionários” da América Latina.
O Foro de São Paulo é uma entidade fundada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em 1990 com objetivos de definir estratégias e diretrizes para os “companheiros” e partidos políticos revolucionários tomar o poder nos países da América Latina e, passo contínuo, fixar políticas e ações para se manterem e se perpetuarem no poder, mediante atuações diretas nas administrações e políticas internas dos países, a exemplo do Brasil, Venezuela, Bolívia, Equador e Cuba.
É de ser destacar que no Foro de São Paulo, entidade com gestão estratégica direta do PT, houve participação das FARC – Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, organização guerrilheira e tida, por alguns países, como terrorista.
Nas ações protocoladas são destacadas as declarações do ex-presidente Lula, de José Dirceu e da presidenta Dilma, que, além de confirmarem a existência da entidade Foro de São Paulo, esclarecem e declaram as intenções da entidade para tomada do poder no Brasil e nos países da América Latina, e quais as estratégias para administrar e se perpetuarem no poder.
As duas outras ações, estas ajuizadas junto ao Tribunal Superior Eleitoral, fundam-se na violação da Constituição Federal, notadamente ao Estado Democrático de Direito, à Independência da República Federativa do Brasil e aos Direitos Políticos.
A ação do mandado de segurança requer o afastamento/impedimento da candidata do PT, Dilma, de participar das Eleições de 2014, vale dizer, na votação em segundo turno, no próximo dia 26, em face de que não preenche os requisitos constitucionais de elegibilidade e por violar os princípios constitucionais da moralidade e da legalidade.
O pedido de fechamento do Partido dos Trabalhadores (PT), denúncia encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral para cancelar o registro do partido e seu estatuto, decorre do fato do mesmo estar, a exemplo da Presidência da República, subordinado e sob influência direta de entidade e governos estrangeiros.

Confira-se o inteiro teor das ações: Pedido de Impeachment da presidenta Dilma, Pedido de Fechamento do PT e Mandado de Segurança requerendo o afastamento da Candidata do PT, Dilma, das Eleições de 2014, nas seguintes páginas:


http://www.moralidadebrasil.com.br/arquivos/docs/fechamento_do_PT_Denuncia_ao_TSE.pdf
http://www.moralidadebrasil.com.br/arquivos/docs/afastamento_da_presidenta_Dilma_mandado_de_seguranca.pdf
http://www.moralidadebrasil.com.br/arquivos/docs/Impeachment_da_presidenta_Dilma.pdf


RESPOSTA DA "MINISTRA" DO TSE


Os advogados Luís Carlos Crema e Caroline Rodrigues de Toni - entraram (21/10), com Mandado de Segurança (MS Nº 172882) no Tribunal Superior Eleitoral(TSE), na tentativa de suspender a participação da candidata Dilma Rousseff(PT), à Presidência da República no segundo turno das eleições, no próximo dia 26.

Advogados sustentaram que a candidata a Presidente da República, Dilma Rousseff, não preenche as condições constitucionais de elegibilidade (CF, art. 14, § 3º, V), ou seja,  não adquiriu capacidade para ser eleita. Além de não atender, e por não respeitar os princípios da administração pública (CF, art. 37, caput e § 4º), em especial o princípio da moralidade, requisito exigido pelo § 9º do art. 14 da Constituição Federal, alegaram os advogados no MS.

A ministra do TSE, Luciana Lóssio, indeferiu, na tarde desta terça-feira (21), o pedido feito pelos advogados.  Na decisão, a ministra rejeita os argumentos, e justifica decisão. “Anoto que, na sessão de 1º.8.2014, o TSE deferiu, por unanimidade de votos, o registro da candidata Dilma Vana Rousseff - (RCAND n. 73624) ao cargo de Presidente da República, ao fundamento de que todas as condições de elegibilidade estavam presentes e de que não incidia qualquer causa de inelegibilidade que pudesse obstar o pedido”.

Impeachment
Também, na tarde desta terça-feira (21), foi protocolado junto à Câmara dos Deputados Federais, no Distrito Federal, pelo  advogado Luís Carlos Crema, pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Sua mensagem será avaliada pelos Editores do Ataque Aberto. Obrigado pela sua colaboração.