"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

domingo, 31 de agosto de 2014

GOD AND GUNS


VOCÊS SÃO O PT !


Milton Pires

Senhoras e senhores jornalistas da imprensa brasileira, assim me dirijo a vocês sem mencionar algum "conselho".."associação" ."sindicato" ou órgão de classe. Pouco me interessa se vocês o possuem ou não pois o que se segue há (ou não, como diz o querido Gilberto Gil de vocês) de servir como uma luva para alguns de seus colegas.
A semana que passou foi marcada pelos gritos desesperados do menino Bernardo Boldrini quando morava com seu pai e madrasta. Foram vocês que trouxeram esses gritos para dentro de nossas casas assim como a cena da torcedora do Grêmio chamando o goleiro do Santos de "macaco" e essa legião de imbecis que vocês chamam de "famosos" atirando baldes de gelo e água sobre suas cabeças para ajudar pacientes com esclerose lateral amiotrófica. Quando assisto esse tipo de reportagem fico imaginando o prazer de cada um de vocês...a sensação de "sucesso" e de serem "grandes jornalistas"..Eu os vejo atravessando as noites nessas verdadeiras imundícies que são as redações de Zero Hora, Folha de São Paulo e O Globo..eu os imagino em suas "casas"..essas coisas chamadas "aparthotéis", "lofts", "plufts" ou "flaps" onde vocês, seus desgraçados, moram com seus gatos siameses e samambaias para esconder o vazio das suas vidas pois são bichos e plantas que lhes inspiram muito mais amor do que o bebê de 10 meses que levou um banho de água e gelo do avô nos EUA ou da menina de Porto Alegre que teve a casa apedrejada depois de ser exposta ao país inteiro pelo crime "hediondo" de chamar o goleiro do Santos de "macaco"..Eu fico imaginando cada um de vocês, seus pobres diabos viciados em cocaína e ecstasy, varando a noite em festas gays na cidade de Londres de onde depois vocês voltam dizendo que fizeram um "doutorado cheeseburger" em jornalismo ou comunicação...
Minha pergunta a todos vocês, excrementos da profissão que um dia já foi o jornalismo brasileiro, é se vocês não tem vergonha na cara...A quem vocês pensam que enganam insistindo em saber como foi pago o avião de Eduardo Campos?? Vocês, criaturas com gel no cabelo que escrevem escutando Cold Play e tomando Red Bull...vocês, seus lixos, que não sabem sequer se são homens, mulheres ou nenhum dos dois, pensam que não existe mais ninguém no Brasil que saiba dar um CONTROL+C ou CONTROL+V e escrever as coisas que vocês escrevem nos jornais???
Há de chegar o dia em que o bebê que tomou um banho de gelo, a menina que teve que mudar de casa em Porto Alegre ou os próprios fantasmas de Bernardo Boldrini ou Eduardo Campos hão de aparecer perante vocês, seus desgraçados ! Vocês, que com sua ditadura do politicamente correto tem contribuído para histeria coletiva, são os mestres da desinformação..são os senhores dessa tempestade de asneiras, de falta de recato, ética e caridade....Vocês, seus vagabundos, são a própria falta de caridade disfarçada num surto de pós-modernismo que só pode enganar a quem quiser ser feito de bobo. 
Dia há de chegar, na história desse país, em que todos vocês vão ser lembrados como a maior legião de vagabundos, covardes e picaretas que algum dia escreveu em algum jornal do mundo ...Dia há de chegar, seus desgraçados, em que todos hão de entender quem vocês são..Vocês, seus espíritos imundos, são o PT !

Porto Alegre, 31 de agosto de 2014.

DIGA "NÃO" AO RACISMO


Vai chegar um dia em que nenhum negro ou negra vão ser chamados de macacos aqui no Brasil ...Isso vai ser "superado"..Nesse dia, se Deus quiser, os negros serão respeitados como os brancos..Quando os negros forem respeitados como qualquer cidadão, aí sim..vão poder ser mortos a tiros, esfaqueados, sequestrados e estuprados como qualquer outro brasileiro que participa desse genocídio em que mais de 50.000 pessoas são assassinadas por ano..Aí, sim, se Deus quiser ..os negros vão poder ser explodidos nos assaltos bancários, vão morrer em quedas de viadutos e, finalmente, vão adquirir o direito de sofrer acidentes de avião como qualquer um de nós além de serem governados por vagabundos petistas que protegem todo aquele que vicia seus filhos em crack ..Vai chegar o dia que todo negro(a) vai ter esses "direitos" e o "racismo" vai deixar de ser o problema "número 1" do Brasil..Graças a Deus, a nossa querida imprensa denunciou isso que essa "bandida perigosíssima" da torcida do Grêmio fez com o goleiro dos Santos..Acho que essa menina deveria inclusive ir para uma penitenciária de "segurança máxima" com isolamento acústico antes que chame outra pessoa de macaco...rss..rss..rss...
Milton Pires

sábado, 30 de agosto de 2014

Martyria Cursos e Editora: O uso do "princípio do mal menor" na política

Martyria Cursos e Editora: O uso do "princípio do mal menor" na política: O que chamamos de "princípio do mal menor" pode ser expresso, em sentido amplo, da seguinte maneira: Diante de males inevitá...

O que chamamos de "princípio do mal menor" pode ser expresso, em sentido amplo, da seguinte maneira:
Diante de males inevitáveis é preciso escolher o menor, e diante dos bens lícitos, é mais virtuoso escolher um bem maior.
Num primeiro sentido (amplo), o princípio do mal menor significa que, prevendo males inevitáveis, é preferível permitir o menor, escolhendo-o para evitar o mal maior.
http://loja.cursoscatolicos.com.brNum segundo sentido (mais restrito), o princípio do mal menor significa que, quando todas oucada uma das possíveis decisões a serem tomadas são realmente negativas e não existe alternativa para tomar uma decisão, é preciso optar pela menos negativa.

No primeiro sentido, o mal menor se refere às conseqüências derivadas de uma decisão numa situação que obriga a fazer uma escolha; sendo essa situação inevitável, escolhe-se a conseqüência menos prejudicial.
No segundo sentido, refere-se, ao contrário , à decisão em si mesma, que se revela problemática no momento em que qualquer decisão é negativa; nessa situação de perplexidade, é preciso decidir-se por aquilo que parece menos mal.

Santo Tomás de Aquino concebe o mal menor como a escolha preferível entre males inevitáveis, ressaltando que o mal moral não pode ser cometido em razão de as consequências previstas representarem males menores em relação às consequências materiais penosas que o agir com retidão implica. A escolha do mal menor é lícita somente quando não existe nenhuma outra alternativa possível e os males em questão são inevitáveis; é lícito então escolher entre eles o mal menor.

Santo Afonso Maria de Liguori, no seu tratado de Teologia Moral (1755), resume o argumento do mal menor em relação à consciência assim:  
"Consciência perplexa é a de quem, diante de dois preceitos estabelecidos, acredita que pecará se escolher um ou outro; caso possa suspender a ação, é obrigado a adiá-la enquanto consulta pessoas competentes. Se não puder suspendê-la, é obrigado a escolher o mal menor, evitando transgredir o direito natural mais do que o direito humano. Se não é capaz de discernir qual seja o mal menor, faça o que fizer, não peca, porque nesse caso falta a liberdade necessária para que exista pecado formal".
Porém, quando o argumento do mal menor é empregado num contexto em que não são levadas em consideração a exigência ética da verdade moral objetiva e a existência de valores morais absolutosmas apenas e exclusivamente as conseqüências tidas como positivas ou negativas, prescindindo da moralidade da escolha em si mesma, o argumento do mal menor degenera em sofisma.


Na encíclica Libertas (1888, n.23), Leão XIII afirma o princípio de tolerância:
“Se a tolerância [a um mal] prejudica ao bem público, ou causa ao Estado maiores males, a consequência é sua ilicitude, porque em tais circunstâncias a tolerância deixa de ser um bem."


- O princípio da tolerância é mal entendido quando se afasta do realismo são, antes aludido, e entra de cabeça em um realismo doentio, que não só produz leis imperfeitas, mas também orgina leis injustas, criminosas, contrárias a Deus, à ordem natural e ao bem comum dos homens. 
Há alguns que ainda não entendem que as leis corruptas são corruptoras. Muitas leis iníquas são caminhos de perdição para o povo e conduzem à degradação moral e cultural de uma nação. É muito difícil considerá-las em sã consciência como males menores que devem ser tolerados.

- Os católicos devem aplicar o princípio da tolerância com um discernimento cuidadosoque deve ser livre dos condicionamentos mundanos, que são falsos, sutis, contínuos e muito poderosos. Pode nos iluminar nessa questão tão delicada o ensinamento concreto que dá S. João Paulo II ao tratar das leis reguladoras do aborto. Na encíclica Evangelium vitae, de 1995, começa por advertir que “na cultura democrática do nosso tempo, acha-se amplamente generalizada a opinião segundo a qual o ordenamento jurídico de uma sociedade haveria de limitar-se a registrar e acolher as convicções da maioria e, consequentemente, dever-se-ia construir apenas sobre aquilo que a própria maioria reconhece e vive como moral”.
  
- Os partidos malminoristas, entretanto, corrompem o princípio do mal menor quando o convertem em uma estratégia sistemática de sua atividade políticaEntendemos aqui por partido malminorista o partido que, conseguindo por isso ver o mal como mal, e ao mesmo tempo padecendo de uma visão liberal – o que o faz ver o mal como menor –, considera sistematicamente o mal menor como tolerável, de tal maneira que não se empenha realmente em combatê-lo e superá-lo com o bem. Sua ideia de tolerância não é a da doutrina daIgreja, mas a do liberalismo, a do relativismo ou a de filósofos como John Locke (Carta sobre a tolerância, 1689).

Um partido malminorista pode canalizar indefinidamente os votos dos católicos, cuidando bem de que não se organizem para atuar com força no campo político. Desse modo colabora não somente com a degradação do mundo secular, mas também com a debilitação progressiva da Igreja.

O malminorismo nem combate o mal, nem promove com eficácia o bem comum. Faz do mal menor um suposto histórico necessário, contínuo, progressivo, irreversível, insuperável. E no decorrer dos anos, optando uma ou outra vez pelo mal menor entre os diversos males oferecidos como opções políticas pelos inimigos de Deus e do homem, vai retrocedendo sempre, vai descendo por uma escada de males menores,cada vez maiores.

Desse modo, o malminorismo se deixa conduzir pelos maus, que tomam sempre a iniciativa, e colabora com que o povo seja conduzido ao Mal  maior, ao Mal comum, à corrupção da vida social, à degradação dos pensamentos e dos costumes. 
Será uma oposição que não opõe, e que, ainda que alcance o poder, mantém as péssimas leis estabelecidas antes pelos maus. Compreende-se bem que o idealismo dos jovens católicos não ache nenhum atrativo em um partido que, renunciando a buscar eficazmente o bem, limite-se a reduzir no possível o mal. Um partido assim poderá atrair sobretudo pelas vantagens que oferece no campo econômico, social e profissional.

- Os católicos devem negar seus votos a partidos malminoristaspois não têm força para promover o bem nem para resistir ao mal. Esses partidos são na realidade liberais, relativistas, pessimistas, cúmplices ativos ou passivos dos inimigos de Cristo e de sua Igreja, sequestradores do voto católico, obstáculos especialmente eficazes para impedir toda influência real dos católicos na vida política e, enfim, são semipelagianos, pois, fiéis à sua “evitação sistemática do martírio”, querem manter a todo custo na política que a “parte humana” seja numerosa e respeitada pelo mundo moderno, para poder assim colaborar com a ação de Deus na busca do bem comum.

Ainda sobre eleições, num cenário em que somente se prevejam maus candidatos com "chance de ganhar", uma declaração da Conferência Episcopal Espanhola é esclarecedora:
Não se poderia falar de decisões políticas morais ou imorais, justas ou injustas, se o critério exclusivo ou determinante para sua qualificação for o do êxito eleitoral ou o do benefício material. [...] As decisões políticas devem ser morais e justas, não só consensuais ou eficazes. 

 Referências: 

O texto acima é quase integralmente e quase literalmente cópia de trechos de:
  • Conselho Pontifício para Família, Lexicon, verbete: Princípio e argumento do mal menor, 2002.
  • Pe. José María Iraburu Larreta - Extraído de: http://www.votocatolico.net.br/formacoes/ii-principios-doutrinais-3   
  • http://serlibrehoy.blogspot.com.br/2011/11/proposito-del-20-n-i-malmenoritis.html 

OS MORTOS DEVERIAM PERMANECER CALADOS


Milton Pires

Existe, segundo um amigo meu, em psiquiatria e psicanálise um conceito chamado “a experiência da vergonha do outro”..algo poderoso e inexplicável que nos faz sentir – através de uma empatia que não deixa de ser masoquista – a vergonha que outra pessoa (que não nós mesmos) deveria sentir.
Recebi há dois ou três dias inúmeras manifestações por e-mail disso que no Brasil Petista nos acostumamos a chamar de “entidades médicas”. Todas elas discorriam sobre o “grande perigo” o enorme “risco” que corremos todos nós, médicos, de termos nosso diploma alterado naquilo que define nosso grau. Não seremos mais médicos: seremos “bacharéis em Medicina”. Quando abri essa correspondência eletrônica, de imediato a minha experiência foi a da “vergonha do outro”...do “ridículo que deveria ser experimentado” por aquele ou aqueles que o dinheiro captado dos médicos utilizam para, num momento como esse, enviar tal tipo de comunicação.
Meus amigos, a Medicina Brasileira morreu. Ponto. Simples assim? Sim...simples assim. Há mais de um ano, estrangeiros formados sabe-se lá em que vem entrando no país e atendendo pacientes do SUS. Recentemente, a mesma presidente que DECRETOU o Programa Mais Médicos disse, abertamente, que vem aí o “Mais Especialistas” e, pergunto eu, é justo que essas “coisas” chamadas “entidades médicas” que dignidade nenhuma mostraram (porque não a tem) venham agora fingir protesto por causa do que há de ser escrito no diploma dos futuros médicos brasileiros?? Ora, pelo amor de Deus, tenham a devida vergonha na cara e calem-se ! Não procurem aparentar hombridade, honra ou coragem aqueles que não tem sequer capacidade de enfrentar agentes do partido disfarçadas de enfermeiras brasileiras dentro dos hospitais.
Nada em parte alguma nem tempo algum pode ser mais nojento do que a falsa afetação..do que a fanfarronice e as bravatas dos que vão se calar e a tudo assistir como carneirinhos quando expostos a injustiça. A classe médica brasileira chegou ao fundo do poço. Se o partido religião hoje quisesse, extinguiria como uma canetada o exercício da profissão no Brasil enquanto entidades e grupos de facebook se manifestariam em intermináveis reuniões, em “a pedidos” nos jornais e outras palhaçadas em que a preocupação é “não perder o foco” e não “agir com preconceitos contra partidos e opiniões diferentes”. Calados e morrendo de medo, não temos sequer coragem de EXIGIR do Conselho Federal que pagamos todos os anos a lista com o nome dos traidores da profissão que servem de tutores de cubanos no Brasil ! É tão covarde a posição de cada “entidade” (CFM, Sindicatos, AMB, FENAM) que elas não tem sequer personalidade para se apresentarem separadas...para discordarem (se necessário) uma das outras e dizer de uma vez por todas e para sempre que o problema fundamental..o único, definitivo e inquestionável problema chama-se Partido dos Trabalhadores..um partido de assassinos de prefeitos, de aliados do Foro de São Paulo, de adeptos da liberação da maconha, da não internação dos viciados em crack..enfim..de uma verdadeira legião de bandidos e vagabundos que odeiam e querem liquidar com os médicos.
Cada vez que assisto a uma manifestação do Conselho Federal de Medicina não posso deixar de me recordar de um trecho de um filme chamado “Exorcista III”...num impressionante diálogo entre um policial e um paciente psiquiátrico que tendo incorporado um espírito demoníaco dirige-se ao investigador e num ar de lamento sentencia: “Os mortos deveriam permanecer calados..A menos que tivessem alguma coisa para dizer”

Porto Alegre, 30 de agosto de 2014.


Olavo, Puggina, Gurgel e Thomas Giulliano

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

AVISO AOS VAGABUNDOS PETISTAS


"A todos os assassinos, traficantes, estelionatários e vagabundos petistas que acabaram com a Profissão Médica no Brasil: Vocês vão passar pela vergonha de serem CORRIDOS do governo federal por uma criatura vinda do mato...por uma mulher que ofende todas as faxineiras e empregadas domésticas quando é comparada com elas e que ama mais os bichos e as plantas do que o seu "semelhante" da Assembléia de Deus..Vocês, seus miseráveis vagabundos, vão ser derrotados pela criatura que vocês mesmos criaram e não estava dentro do avião que vocês, que já eram assassinos de prefeitos, derrubaram em Santos..."

Milton Pires

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A Unidade da Experiência da Salvação – A Chegada do Khmer Verde

Marina Silva em 1986 no Acre liderando Camponeses 

Milton Pires

No dia 13 de agosto de 2014, a morte do candidato à presidência da república, senhor Eduardo Campos, trouxe mais uma vez ao cenário político a possibilidade de Marina Silva ocupar o cargo supremo do executivo nacional. O que apresento nas próximas linhas é um apanhado histórico e crítico daquilo que penso ser, do ponto de vista teórico, a base do seu pensamento político e tomarei como ponto de partida o conceito de “ecoteologia” segundo as definições de Afonso Murad (ver. Revista Pistis Prax., Teol. Pastor., Curitiba, v. 1, n. 2, p. 277-297, jul./dez. 2009). Uma comparação entre o fanatismo ecológico no Brasil e o genocídio perpetrado pelo Khmer Vermelho no Camboja é a conclusão que faço no final.
Ecoteologia é, antes de tudo, um conceito revolucionário naquilo que se refere à teologia tradicional. Trata-se de um nova interpretação da mensagem divina que, desde a Gênese até o Apocalipse, modifica a ideia básica do projeto de salvação contida na mensagem dos profetas, de Jesus Cristo e, finalmente, dos apóstolos afirmando que a própria natureza e todos os seres que dela fazem parte serão salvos no fim dos tempos e no Segundo Advento. Nas palavras de Afonso Murad: “ o eixo temático da ecoteologia consiste na forma de compreender a relação entre criação, graça e pecado e entre encarnação, redenção e consumação, ou seja: a unidade e a interdependência dos elementos que constituem a experiência de salvação cristã e, no interior dessa reflexão, proclamar como todos os seres participam do projeto salvífico de Deus.” Diz o autor mais adiante que “naturalmente, isso tem impacto na percepção sobre o valor da materialidade”.
Naquilo que se refere à Marina Silva, o conteúdo escatológico do seu pensamento pode ser percebido em declarações como essa: "Hoje, todos nós sabemos que somos finitos como raça. E, além de não saber como lidar com a imprevisibilidade dos fenômenos climáticos, temos pouco tempo para aprender como fazê-lo.” Observe-se portanto que, ao participar simultaneamente do debate ecológico e da comunidade religiosa formada no Brasil pela “Assembleia de Deus”, a política transformou-se para Marina Silva e a sua “Rede” numa espécie de interface..num campo onde o “discurso da salvação” adquire aquilo que se convencionou recentemente chamar de “transversalidade” ou seja: pode pautar o debate sobre o “futuro desse mundo material” e daquilo que eventualmente poderá substituí-lo por ocasião do Apocalipse e do Segundo Advento.
O termo “Khmer Rouge”, (Khmer Vermelho em francês) foi cunhado pelo chefe de estado cambojano Norodom Sihanouk e foi mais tarde adotado pela comunidade anglófona. A expressão se referia, de uma forma pejorativa, a uma sucessão de partidos comunistas no Camboja que evoluíram para se tornar o Partido Comunista da Kampuchea (CPK) e mais tarde ao Partido do Kampuchea Democrático. A organização foi conhecida também como Partido Comunista Khmer e Exército Nacional do Kampuchea Democrático. Estima-se que o Khmer Vermelho tenha provocado através de execuções, torturas, trabalhos forçados e, sobretudo da fome, a morte de cerca de 5 milhões de cambojanos. Seus líderes principais chamavam-se de “irmãos” e tinham como meta transformar o país numa sociedade ABSOLUTAMENTE agrária (sem dúvida alguma uma proposta bastante “ecológica”) em que a economia deveria ser baseada no escambo e toda forma de “cultura tradicional” destruída para que o Camboja voltasse a um período (mais importante) dos séculos XIII ao XV em que era conhecido como Reino de Angkor. Não há dúvida, observem, que tratava-se então em 1975 quando o Khmer toma a cidade de Phnom Penh, de um projeto de “salvação nacional”.
Há, em toda história política brasileira, um gosto mórbido pelo messianismo..pelos projetos que, se não mergulharam o país em tantas revoluções armadas como em outras partes do mundo, ofereceram sempre “soluções esotéricas” e “mágicas” e que encantaram (e continuam encantando) o povo com seus “enviados divinos”. Marina Silva é mais um desses personagens que, de tempos em tempos, surge para dominar o inconsciente coletivo dos brasileiros. Ela substituiu Campos para apresentar-se como uma “ungida” capaz de encontrar o “meio termo entre Dilma e Aécio” e nos conduzir no caminho da “salvação” juntamente com todos os animais, plantas, rios e florestas da Amazônia Brasileira. Seu apelo é tão forte que faz com que todas os seus eventuais eleitores esqueçam os seus quase 23 anos de petismo, sua participação no governo desse regime criminoso e o atrevimento e a audácia de uma proposta que visa reinterpretar toda mensagem cristã sobre o outro mundo para ressuscitar toda mensagem revolucionária nesse aqui: só poderemos viver nesse mundo nos preparando para salvação no outro. Nessa salvação levaremos conosco os animais e toda floresta..Nossos “guias” são Marina Silva e os “irmãos da Rede”..Aproxima-se do Brasil a chegada do Khmer Verde.

Porto Alegre, 27 de agosto de 2014. 

domingo, 24 de agosto de 2014

TRANSMISSÃO DO EBOLA POR AEROSÓIS

The public has been misinformed regarding human-to-human transmission of Ebola. Assurances that Ebola can be transmitted only through direct contact with bodily fluids need to be seriously scrutinized in the wake of the West Africa outbreak...

The United States Army Medical Research Institute of Infectious Diseases conducted a monkey to monkey Ebola study in December 1995, published in The Lancet, Vol. 346. (Here is a link to the abstract, but the entire article must be purchased.) Several Rhesus monkeys were infected with Zaire Ebola by intramuscular injection while three control Rhesus monkeys were kept in cages separated 10 feet from the infected monkeys. All of the injected monkeys died of Ebola by day 13 and 2 out of 3 control monkeys died of Ebola by 8 days after that. The authors of this study concluded that:
"The exact mode of transmission to the control monkeys cannot be absolutely determined, although the pattern of pulmonary antigen staining in one of the control monkeys was virtually identical to that reported in experimental Ebola virus aerosol infection in rhesus monkeys, suggesting airborne transmission of the disease via infectious droplets... Fomite or contact droplet transmission of the virus between cages was considered unlikely. Standard procedures in our BL4 containment laboratories have always been successful in the prevention of transmission of Ebola or Marburg virus to uninflected animals. Thus, pulmonary, nasopharyngeal, oral, or conjunctival exposure to airborne droplets of the virus had to be considered as the most likely mode of infection... Our present findings emphasize the advisability of at-risk personnel employing precautions to safeguard against ocular, oral, and nasopharyngeal exposure to the virus."
Another NHP to NHP (monkey-to-monkey) study was published in July of this year. Rhesus monkeys were infected with Ebola via intramuscular injection and they were terminated on day 6 after becoming unresponsive, but without developing vomiting, diarrhea, or apparent respiratory illness. Ebola virus was detected in their blood, and genetic fragments of Ebola were found in their nose, mouth, and rectum, but no intact infectious Ebola virus was found. Control Cynomolgus monkeys were caged 1 foot away from the infected Rhesus monkeys but did not become infected with Ebola. This experiment is not a helpful comparison in human to human Ebola infections which are characterized by GI (vomiting & diarrhea) and respiratory (cough and expectoration of sputum) shedding of the intact infectious virus. The monkeys in this year’s study simply died too fast, not allowing time for them to shed infectious Ebola particles. It goes without saying that monkeys which do not shed infectious Ebola particles cannot transmit Ebola to other monkeys. Had this year’s rhesus monkeys been infected by the nasal route, as was the case in a pig-to-monkey experiment in 2012, or if they had lived up to 13 days as in the 1995 study, allowing time for intact infectious Ebola virus to appear, and thus more closely matching human Ebola disease, then we may well have seen monkey-to-monkey airborne transmission of Ebola. The authors of this study concluded that:
“NHPs [non-human primates such as monkeys] are known to be susceptible to lethal EBOV infection through the respiratory tract [just like humans] putting the onus of the transmission on the ability of the source to shed infectious particles.”
We know that airborne transmission of Ebola occurs from pigs to monkeys in experimental settings. We also know that healthcare workers like Dr. Kent Brantly are contracting Ebola in West Africa despite CDC-level barrier protection measures against physical contact with the bodies and body fluids of Ebola victims, so it only makes sense to conclude that some -- possibly many -- of these doctors, nurses, and ancillary healthcare workers are being infected via airborne transmission. It makes perfect sense that sick humans, as they vomit, have diarrhea, cough, and expectorate sputum, and as medical procedures are performed on them, have the ability to shed infectious Ebola particles into the air at a similar or higher level compared to Sus scrofa(wild boar) in the pig-to-monkey study.
Dr. Brantly acquired Ebola while strictly following CDC guidelines (simple mask, goggles, or face shield, gloves, gown, leg covering, shoe covers), so it is likely he became infected by inhaling contaminated droplet nuclei into his lungs or having them settle into his conjunctival (eye) sacs despite the use of CDC level protection against direct contact. Dr. Brantly apparently did not use a full-face respirator with P-100 filters, but rather a simple or N-95 face mask. An interviewer noted that
“Brantly says he isn't sure how he got infected. He's certain he didn't violate any [CDC] safety guidelines.”
It is pretty clear from the current West African Ebola outbreak, particularly in the case of Dr. Kent Brantly and the doctors and nurses working with Dr. Callahan in previous Ebola epidemics, that Ebola-infected human beings are very good at shedding Ebola particles, particularly in the hospital setting. People gravely ill with Ebola are in no way comparable to the Ebola-infected monkeys described in this year’s experimental laboratory setting.
Aerosol-generating medical procedures such as surgical operations, endotracheal intubation, airway suctioning,and the operation of mechanical ventilators or BiPap devices place healthcare workers at very great risk, and I suspect even bathing patients is likely to generate infectious airborne droplets into the air. “Casual contact” or spending hours in the same room with Ebola patients also places medical personnel at significant risk, even with the CDC-recommended protective measures listed above. In retrospect it is clear that Dr. Brantly was not at “low risk”, as the CDC would have us believe. As Dr. Michael V. Callahan observed first-hand, and as the case of Dr. Brantly demonstrates, the current CDC guidelines are inadequate for preventing nosocomial transmission of Ebola from patients to medical workers.
It is not feasible for all medical workers in the United States to use "spacesuits" with a self-contained breathing apparatus air supply, as used in BL4 labs and at hospitals specially equipped for Ebola, but at a minimum, the American healthcare system should immediately upgrade respiratory / eye protection to full face mask respirators with P-100 filters for known or suspected cases of Ebola.
The primary mode of person-to-person Ebola transmission is through direct contact with the body or body fluids of Ebola victims, but it is unwise to ignore the airborne mode. Current evidence supports healthcare workers using a higher level of airway and eye protection than is currently recommended. Although less airborne than Influenza, it is reasonable to conclude that the West African strain of Ebola is at times spread by airborne means since over 170 medical workers have been infected to date, with 81 dead. These victims were using CDC level protective measures against direct contact with the bodies and body fluids of Ebola patients, leaving airborne transmission as the remaining alternative mode. Simple face masks, and N-95 masks as well, are not good enough to filter out Ebola contaminated airborne particles, and they do not have silicon rubber seals against the face to prevent entrainment (leaking) of contaminated room air in clinic and hospital settings. Likewise, goggles and face shields are inferior in eye protection compared to full face respirators with P-100 filters. Since CDC-level respiratory/eye precautions for Ebola are inadequate for healthcare workers in West Africa, I assume they will also be inadequate in the United States.
If Ebola comes here via infected individuals from affected overseas areas, and spreads from these cases to American medical personnel, the damage to our society would be greatly magnified. Not only would we lose doctors, nurses and other medical workers who could no longer provide care to Ebola victims (not to mention loss of care for the normal influx of patients), the medical team would its self become sources of Ebola transmission to others. Considering the deadly virulence of the Ebola virus, with a 50-90% death rate, it be behooves us to err on the side of safety rather than on the side of risk by increasing the level of respiratory and eye protection for our medical teams.

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