"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sábado, 29 de novembro de 2014

PORTO ALEGRE - 29 DE NOVEMBRO






SEGUNDO MARCELO RUBENS PAIVA O COMUNISMO É UMA "MÚMIA"...rsss


É muito...realmente MUITO difícil escrever tanta besteira numa artigo só..Nesse sentido o Marcelo tem mérito..Por outro lado (e agora falando sério) o artigo merece resposta e vou prepará-la com cuidado..Quem escreve esse tipo de coisa está envolvido  com "desinformação"..Técnica perigosa e que pode, sim, dar bons resultados...No momento apropriado Marcelo vai ler minha opinião...

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

RACISMO NO SUS 2


RACISMO NO SUS 1


RESPOSTA DOS MÉDICOS À CAMPANHA DO GOVERNO CONTRA O RACISMO


Milton Pires

Tomou grande proporção a campanha do governo federal sobre o combate ao racismo no SUS. É mais um carimbo..mais uma acusação de “preconceito” contra uma classe que foi escolhida pelos petistas como a responsável pelo caos na saúde pública brasileira. Segue-se o mais antigo de todos os princípios: quando você é responsável por uma situação sem controle, crie uma polêmica sobre outro tema – todo mundo passa a prestar atenção nela e esquece a sua culpa.
Não vou tomar o tempo de vocês aqui descrevendo o que acontece nos hospitais brasileiros. Chega: ninguém aguenta mais e o texto não vai ser sobre isso. Trata-se de dizer simplesmente o seguinte: Agora nós médicos somos racistas..logo adiante seremos homofóbicos e machistas pois de preconceito contra nordestinos já fomos acusados. Cada novela da Rede Globo tem como vilão um médico picareta, incompetente, antipático ou alcoólatra mas sempre “com raiva de pobre” (isso se não for todas essas coisas juntas)..Até quando isso vai? A quem esse Partido da Papuda quer enganar?
Triste em tudo isso é observar, dentro da nossa própria classe, uma legião de ex-médicos, de colaboradores do petismo..dessa gente miserável que vive de comissões e cargos de confiança ocupando gerências, secretarias, conselhos e sindicatos para por “panos quentes” sobre nossa indignação cada vez que esse governo mensaleiro lança uma campanha contra nós.
Racismo, violência contra a mulher, agressão aos homossexuais não são, em hipótese alguma, o problema principal da sociedade nesse momento. Temos 70.000 homicídios por ano acontecendo no Brasil. A quantidade de dinheiro que o Partido do Foro de São Paulo nos roubou só pode ser estimada em termos de percentual do nosso PIB, nossa rede hospitalar está destruída e o respeito pela profissão acabou...até onde é necessário descer?? Quanto mais ainda temos que apanhar??
Pacientes brancos, pretos, amarelos e azuis estão morrendo no SUS por falta de literalmente TUDO enquanto esse governo de assassinos de prefeitos constrói portos em Cuba e clínicas no Oriente Médio...Especialidades da Medicina como Pediatria e Obstetrícia estão com “natalidade negativa” (os médicos estão se aposentando e ninguém mais quer seguir nessas áreas) pelo medo que temos dos processos, agressões e falta de condição de trabalho. Será que a sociedade brasileira não vê que nós, médicos, somos parte dela?? Que história é essa de falar “nos médicos e na população”..?? Desde quando nós deixamos de ser “população” no nosso próprio país?? Quem deu a esse partido associado às FARC o direito de dizer quem faz ou não parte da população??
Ninguém consegue ver que o Partido Mensaleiro está desesperado ??Que ele precisa jogar médicos contra pacientes, brancos contra negros, hetero contra homossexuais e, se for necessário, até gatos contra cachorros para escapar da prisão??
O PT finge não saber que a doença e a morte são mais democráticas do que ele mesmo..que elas não tem cor nem crença religiosa..que a doença não escolhe sexo nem idade e estará sempre aí como uma outra verdade que ele, PT, quer esconder: ninguém pode mentir para sempre. A hora dessa gente está chegando.

Porto Alegre, 28 de novembro de 2014. 

NOTA DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA SOBRE RACISMO


Qui, 27 de Novembro de 2014 16:58
O Conselho Federal de Medicina (CFM) repudia, em nota, o tom da campanha publicitária lançada recentemente pelo Ministério da Saúde para tratar do racismo no Sistema Único de Saúde (CFM). Para a autarquia, a campanha desconsidera os problemas estruturais do SUS, como o financiamento limitado, o fechamento de leitos, a falta de insumos e medicamento e a ausência de uma política de recursos humanos.
“São essas as causas do mau atendimento para a população, não importando questões de gênero, classe social ou etnia”, defende a nota. O texto argumenta ainda que o Código de Ética Médica já estabelece a não discriminação por razões vinculadas à herança genética. Leia a nota abaixo.

NOTA À SOCIEDADE
 
 
O Conselho Federal de Medicina (CFM) – em nome dos 400 mil médicos brasileiros – repudia o tom racista de campanha lançada pelo Ministério da Saúde, que desconsidera os problemas estruturais de atendimento que afetam toda a população.

Os médicos são contra qualquer tipo de preconceito na assistência a pacientes nas redes pública e privada. O Código de Ética Médica em vigor já estabelece que os médicos devem zelar para que “as pessoas não sejam discriminadas por nenhuma razão vinculada à  herança genética, protegendo-as em sua dignidade, identidade e integridade”.

Por outro lado, o CFM reitera sua preocupação com as condições de trabalho e de atendimento oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o qual tem sido penalizado pelo financiamento limitado, fechamento de leitos, falta de insumos e medicamentos, e ausência de uma política de recursos humanos. Na verdade, são essas as causas do mau atendimento para a população no SUS, não importando questões de gênero, classe social ou etnia.

É tarefa dos gestores de todas as esferas – federal, estadual e municipal – tomarem providências para resolver estas questões, cujo enfrentamento efetivo contribuirá, sem dúvida, para melhorar a qualidade da assistência e reduzir os indicadores de mortalidade e morbidade.

Sem a adoção de medidas contra esses problemas, os pacientes que recorrem à rede pública continuarão a ser testemunhar o desrespeito aos princípios constitucionais do SUS (universalidade, equidade, integralidade), o que configura uma agressão aos direitos individuais e coletivos e à dignidade humana.
 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA
Brasília, 27 de novembro de 2014

OS DOZE TRABALHOS DE DILMA

Glauco Fonseca
Foi por conta de tristeza e por penitência que o semideus Hércules submeteu-se à realização dos doze trabalhos. O herói havia tido um acesso de loucura e acabou matando sua esposa, Mégara e seus filhos, ateando fogo na própria casa, tudo por causa de um feitiço do qual foi vítima por parte de Hera, a esposa “oficial” de Zeus. Quando Hércules recuperou a razão, procurou o Oráculo de Delfos para buscar orientação sobre como enfrentar a tragédia. O Oráculo mandou-o se entregar em servidão a Euristeus, rei da cidade de Micenas, que ordenou a realização das famosas tarefas. Os doze trabalhos foram realizados para que Hércules se redimisse dos erros e crimes que havia cometido.Dilma tem em comum com Hércules apenas a tão necessária remitência que a presidente brasileira precisa perseguir depois de tantos erros cometidos nos anos Lula+Dilma e que, em caso de se avolumarem, levarão todos nós a um inferno dantesco. Mas esta é outra história.A Presidente Dilma terá trabalhos e desafios hercúleos pela frente. Alguns deles servirão para tentar salvar seu mandato antes e depois de tomar posse. Outros serão, talvez, ainda mais difíceis, pois foram promessas que, desta vez, serão cobradas por pelo menos 51 milhões de brasileiros. Eis os trabalhos: 
1)      Terá que derrotar a Hidra de Lerna que se tornou a Operação Lava Jato. Cada cabeça cortada, dá vida à outra e se Dilma for implicada no esquema, não governará;
2)      O Leão de Neméia de Dilma será a LDO mística que transforma déficit em superávit que, se não for aprovada pelo Congresso ou glosada pelo STF, fará com que ela encare um processo por crime de responsabilidade por ser incauta e perdulária.
3)      O Javali de Erimanto será o prêmio caso Dilma tenha suas contas de campanha aprovadas pelo TSE, cujo juiz responsável é ninguém menos do que Gilmar Mendes.
4)      A Corsa Cerinéia dos chifres de ouro e pés de bronze será uma explicação minimamente decente para as centenas de milhões de dólares doados a Cuba para construção do porto de Mariel, cujos empréstimos secretos são proibidos e não passaram pelo Congresso.
5)      As Aves do Estínfale que a Presidente terá de enfrentar serão as respostas que deverá dar à sociedade quanto as “medidas impopulares” que terá de tomar – e já está tomando – lembrando que tais medidas ela atribuía a seu demonizado adversário nas eleições de outubro.
6)      Domar o Touro de Creta será o desafio que Dilma e o PT terão de encarar, caso se comprovem os inúmeros e cretinos indícios de fraude eleitoral, uso ilegal da máquina e parceria insólita do TSE com uma tal de Smartmatic, empresa responsável pela infraestrutura de tráfego de dados das votações, a mesma que opera na Venezuela e em outros países bolivarianos.
7)      Desviar os cursos de dois rios para lavar as Cavalariças de Áugias, soterradas de fezes, será um dos trabalhos mais desafiadores para Dilma e seus incompetentes gestores petistas: Concluir as obras abandonadas da transposição do Rio São Francisco, cuja inauguração foi prometida para 2012.
8)      Capturar as Éguas carnívoras de Diomedes será um trabalho dificílimo para a presidente cujo idioma é entendido por pouquíssimas pessoas. Ela terá de explicar outros escândalos que já começam a pipocar, como o “Eletrolão”, a corrupção e Furnas e Itaipu e na Infraero, além do Pronaf e nos Fundos de Pensão dos Correios, da Caixa e do BNDES.
9)      Para as futuras saias justas que o Congresso Nacional submeterá o Executivo, tendo Eduardo Cunha na presidência da Câmara, Dilma precisará conquistar o Cinto de Hipólita, que Hércules só conseguiu por se deixar seduzir pela guerreira que cortou o próprio seio para melhor manejar o arco e flecha. Hipólita, bem como todas as demais amazonas, foram mortas por Hércules depois que seu intento foi obtido.
10)  Os bois de Gerião foram roubados por Hércules e destes, alguns foram surrupiados por um gigante chamado Caco. Dilma terá de fazer tossir sua vaca e seus bois para explicar que vai, por causa do déficit monstruoso, mexer – sim – nas conquistas e em direitos trabalhistas, ao contrário do que prometeu na campanha. Dilma piou e agora terá de mugir.
11)  Atlas e Hércules mentiram um para o outro no trabalho dos Pomos de Ouro. Hércules pediu que Atlas buscasse os pomos enquanto segurava o mundo para ele. Atlas trouxe os pomos mas não quis mais segurar a orbe nas costas. Hércules disse a Atlas que ele iria apenas entregar os pomos ao rei e já voltaria. Atlas confiou em Hércules e voltou a carregar o mundo. Hércules foi e nunca mais voltou. Dilma fez o mesmo quando demonizou a equipe econômica de Aécio e depois trouxe para seu ministério o mesmo perfil, diante do assombro do próprio PT e de seus próprios eleitores, que passaram eles a carregar Dilma e suas incontáveis mentiras nas costas.
12)  Por fim, Dilma terá de enfrentar seu próprio cão de três cabeças e cauda em forma de serpente que guarda a entrada do mundo dos mortos, permitindo a entrada de todos, mas não deixando ninguém sair. Terá de fazer um governo fisiológico, mercenário, permitindo a entrada de qualquer um que lhe dê voto no Congresso, terá de nomear Ministros e gestores sedentos por verbas e cargos, terá de governar da mesma forma que fez sua campanha: “fazendo o diabo”. 
Depois de concluídos os doze trabalhos, Hércules estava remidido. Dificilmente acontecerá o mesmo, entretanto, com Dilma Vana Rousseff.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

“Ato de repúdio ao Memorial destinado ao comunista Luiz Carlos Prestes"


Destinamos este texto aos Excelentíssimos Vereadores da Câmara Municipal de Porto Alegre em 27/11/2014, data do 79º aniversário da derrocada da intentona Comunista na Praia Vermelha, Rio de Janeiro.
No último dia 08 de novembro, um grupo de cerca de 40 cidadãos brasileiros promoveu uma manifestação em comemoração aos 25 anos da Queda do Muro de Berlim e em homenagem às mais de 100 milhões de vítimas do comunismo, nazismo e fascismo, em frente às obras do Memorial Luiz Carlos Prestes. A principal reivindicação foi em respeito à Liberdade, a Democracia e a Verdade.  E a verdade precisa ser dita.
Causa-nos repúdio termos no coração de Porto Alegre um monumento que referencia a “foice e martelo”, símbolo associado aos piores regimes totalitários no mundo, responsáveis por mais de 100 milhões de mortes, prisões e tortura, regimes que se opõe a liberdade e a democracia, valores que tanto defendemos. Tomemos a Coreia do Norte como exemplo: país onde nenhuma liberdade individual é tolerada e que vive sob o regime da “foice e martelo”.
Tampouco podemos concordar com o dispêndio de dinheiro do contribuinte para homenagear um assassino cruel como Luiz Carlos Prestes, líder da Coluna Prestes, que teve mais de 1000 vítimas (somente em Pernambuco foram contabilizados 720 mortos, segundo o historiador Glauco Carneiro). Eliane Brum, jornalista autora do livro: Coluna Prestes: o avesso da lenda, percorreu os 25 mil quilômetros da Coluna Prestes arrecadando depoimentos de quem vivenciou os tempos da rebeldia desse grupo. O que foi revelado é um mundo miserável de invasões, abusos e mortes. Além disto, Prestes foi o mandante da execução sumária de Elvira Cupelo, de codinome Elza Fernandes, uma jovem inocente de apenas 16 anos.
Essa é uma história sempre bem escondida e nada divulgada do assassinato da jovem companheira de Miranda, secretário geral do PCB em 1936. Presos entre outros dirigentes do PCB, após a intentona comunista, Elza foi libertada por ser menor de idade, ficando presos seu companheiro Miranda e seu irmão Cupelo entre outros. Antes da prisão de Prestes, dirigentes do PCB foram sendo presos e a suspeita recaiu sobre Elza. Ela ficou em "prisão domiciliar" decidida pelo PCB em Guaratiba e depois transferida a uma casa em Guadalupe, após o tribunal constituído pelo PCB decidir sobre sua morte, mesmo sem nenhuma comprovação de que pudesse ter denunciado ou soubesse dos locais onde outros dirigentes estavam escondidos.
 Como o assassinato -justiçamento- não era executado, pois não havia unanimidade no parecer de “culpa” e nem provas, Prestes em um bilhete de próprio punho exigiu o cumprimento da "pena", em seguida executada de forma bárbara, por estrangulamento com fio, tendo seu corpo sido partido e enterrado no quintal da casa onde estava.
Toda a documentação, as fotos do instituto médico legal, o bilhete de Luiz Carlos Prestes e os depoimentos estão disponíveis para consultas, num processo de quase 2 mil páginas do tribunal de segurança da época. Mesmo anos e anos mais tarde, Prestes nunca quis comentar este fato e quando perguntado pedia para não falar.

Segue a carta de Prestes:
“Fui dolorosamente surpreendido pela falta de resolução e vacilação de vocês. Assim não se pode dirigir o Partido do Proletariado, da classe revolucionária.” … “Por que modificar a decisão a respeito da “garota”? Que tem a ver uma coisa com a outra? Há ou não há traição por parte dela? É ou não é ela perigosíssima ao Partido…?” … “Com plena consciência de minha responsabilidade, desde os primeiros instantes tenho dado a vocês minha opinião quanto ao que fazer com ela. Em minha carta de 16, sou categórico e nada mais tenho a acrescentar…” … “Uma tal linguagem não é digna dos chefes do nosso Partido, porque é a linguagem dos medrosos, incapazes de uma decisão, temerosos ante a responsabilidade. Ou bem que vocês concordam com as medidas extremas e neste caso já as deviam ter resolutamente posto em prática, ou então discordam mas não defendem como devem tal opinião.”
Ante tal intimação e reprimenda, acabaram-se as dúvidas. Lauro Reginaldo da Rocha, um dos “tribunos vermelhos”, respondeu a Prestes:
“Agora, não tenha cuidado que a coisa será feita direitinho, pois a questão do sentimentalismo não existe por aqui. Acima de tudo colocamos os interesses do P.”
O “Tribunal Vermelho”, composto às vezes por duas ou três pessoas, julgava, sumariamente, todos os que desejavam abandonar as fileiras da organização, desiludidos com a ideologia, ou aqueles que se tornavam suspeitos de uma possível delação. Os “juízes” desse tribunal variavam de acordo com o contato com as vítimas.
A partir de 1934, os comunistas perpetraram crimes com requintes de perversidade, em nome de sua ideologia, para eliminar não só os representantes da lei que os combatiam, mas, também, para justiçar alguns de seus próprios companheiros. Os ”justiçamentos”, abaixo relacionados, sugerem que muitos outros podem ter sido cometidos, sem que seus autores e suas vítimas chegassem ao conhecimento público.
Lista de vítimas de Luiz Carlos Prestes e seu grupo:
Tobias Warchavski – 1934 - Tinha 17 anos e cursava a Escola Nacional de Belas Artes.
Walter Fernandes da Silva – 1935 - Ao tentar salvar o amigo (Tobias) passou a ser suspeito.
Afonso José dos Santos – 1935 - O “Tribunal Vermelho” do PCB, já na clandestinidade, depois da derrota da Intentona Comunista, julgou-o, condenando-o à morte.
Maria Silveira - “Neli” – 1940 - Elizário Alves Barbosa e Maria Silveira, “Neli”, eram namorados e, também, militantes do PCB. Residiam em São Carlos,SP. Acabado o namoro, Elisário acusou-a de não merecer mais a confiança do partido. O “Tribunal Vermelho” condenou-a à morte, no Rio de Janeiro.
Domingos Antunes Azevedo - “Paulista” – 1941 - Preocupado com a possível descoberta do assassinato de “Neli”, o “Tribunal Vermelho” decidiu eliminar o motorista de táxi que transportou seus executores. O cadáver foi atirado à margem da estrada.
Durante a luta armada, nas décadas de 60 e 70 o tribunal revolucionário, usando o nome da "democracia pela qual eles lutavam" , "julgou", condenou  e executou o " justiçamento"  de cerca de 30 pessoas ("O Globo" 31/01/2005) entre agentes da lei, militares estrangeiros, civis e companheiros de organizações subversivo-terroristas.
Sugerimos aqui que o Memorial Luiz Carlos Prestes seja transformado em “MEMORIAL PELAS VÍTIMAS DE REGIMES TOTALITÁRIOS NO MUNDO”, destinando-se para os mais de cem milhões de vítimas de regimes que não respeitam a dignidade humana e nem a liberdade, à Elza Cupelo e as demais vítimas do Tribunal Vermelho e da Coluna Prestes.
Além destes fatos cabe destacar que a lei Nº 10.695, de 17 de junho de 2009 foi descumprida em seus prazos e deve ensejar a revogação da concessão, com outra destinação ao prédio físico.
Diz a lei em seu artigo 3°: "Se for dada ao imóvel destinação diferente daquela prevista pela Lei, a concessão de uso poderá ser rescindida independentemente de ato especial e sem direito à indenização de qualquer espécie. Da mesma forma, ficará facultado ao Poder Executivo revogar a concessão de uso se, no prazo de três anos - a contar da data de aprovação e licenciamento do projeto arquitetônico -, não ocorrer a conclusão das obras da nova sede da FGF e do Memorial Luiz Carlos Prestes. Esse prazo (para rescisão da concessão de uso) poderá ser prorrogado, uma única vez, por mais três anos. A concessão de uso terá prazo de vigência de 60 anos, podendo ser prorrogada por igual período uma única vez. "
Ora, durante dois anos, o terreno de 11 mil metros quadrados foi explorado comercialmente como estacionamento com 250 vagas. Portanto, existem argumentos jurídicos para pedir que a concessão seja rescindida por descumprimento do art. 3º da lei, no momento em que foi feito um estacionamento.
Urge, também, um exame que contemple mudar a lei e colocar a administração de qualquer memorial que restar ao final, em mãos de pessoas ou entidades que respeitem direitos humanos, nossa democracia, nossos valores e nossa cultura.
Solicitamos aos excelentíssimos vereadores da casa que deem a devida atenção ao tema e que se sensibilizem com as referidas informações, em respeitos aos familiares das vítimas de Luiz Carlos Prestes e aos valores da democracia e da liberdade que permeiam a constituição brasileira.

Porto Alegre, 27 de novembro de 2014


CARTA AOS SUPERVISORES E TUTORES DO PROGRAMA MAIS MÉDICOS


Milton Pires

Prezados “senhores”..escrevo senhores, não colegas, porque não consigo mais usar essa expressão ao me dirigir a vocês. Cada um de vocês – ex-médicos – vai entrar para história da infâmia nos anais da Medicina Brasileira. Vocês traíram tudo que juraram e esqueceram tudo que aprenderam. Suas vidas mesquinhas são regidas por um código muito distinto daqueles da nossa profissão: imperam entre vocês os interesses do Partido e uma lógica esquizofrênica na qual o bem o mal são apena convenções.
Já escrevi uma vez que não se pode servir a Deus e ao Diabo ao mesmo tempo: estava enganado. Tal frase não se aplica àqueles que sequer acreditam em algo além da Revolução Bolivariana do Foro de São Paulo e que fizeram do seu ateísmo, da sua descrença e do seu relativismo moral as bases de fundação do PT no Brasil.
Nada pode ser mais baixo..nada pode ser mais degradante do que um médico petista. Vocês viram, dia após dia, nossa profissão ser destruída, nossos valores jogados no lixo e a história de nossas vidas desrespeitada por um partido que resolveu lançar nas costas dos médicos brasileiros a culpa pelo caos na saúde pública. Eu lhes pergunto portanto, onde está sua “consciência de classe” ? Onde está o respeito pelos seus colegas e pelos padrões mínimos do exercício profissional que vocês, seus covardes, juraram defender?
Assim como as prostitutas francesas ficaram marcadas pela sua colaboração com os nazistas, vocês serão lembrados entre os verdadeiros médicos desse país como uma legião de bandidos que nos traiu, às vezes por uma bolsa de 5 mil reais, para satisfazer um regime que mata prefeitos, compra deputados e rouba eleições. Todo médico brasileiro de verdade tem hoje vergonha de vocês e deveria lhe virar as costas e mudar de calçada ao encontrá-los nas ruas do país.
Quando cada um de nós tinha 18 anos de idade estávamos em frente a cadáveres...Perdemos festas e finais de semana, varamos noites estudando..entregamos nossa saúde física e emocional para atendermos aos preceitos de uma boa formação e agora vocês, seus bandidos petistas ex-médicos, tem a coragem de vir falar em “ética” de quererem ser reconhecidos como iguais entre nós ? Nojento é saber que cada um de vocês jamais levaria suas esposas e filhos ao atendimento dos cubanos para quem vocês servem de babás. Dois pesos duas medidas: isso é aquilo que caracteriza cada verdadeiro petista e vocês, antes de serem médicos, são petistas – desse estigma jamais se livrarão. Enquanto vocês engordam suas contas com verba federal, milhões de brasileiros agonizam no chão dessas imundícies chamadas unidades de pronto atendimento...milhões morrem por falta de leito de UTI e de cirurgias..Um exército de zumbis vaga pelo centro de São Paulo sob os efeitos de crack..médicos levam socos e tapas, cuspidas na cara, são ameaçados de morte, dormem em camas com pulgas e comem aquilo que moradores de rua não aceitariam enquanto um partido de assassinos reforma portos em Cuba e constrói clínicas no Oriente Médio !
Deus me livre de chamá-los de colegas ...de reconhecer em vocês alguma moral ou no seu trabalho algum valor...Medicina de verdade pra vocês não tem significado algum; em primeiro lugar vem a “revolução”, não é? Pois bem: nós, médicos de verdade, faremos a nossa...

Porto Alegre, 27 de novembro de 2014.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

PEDIDO DE IMPEACHMENT DA PRESIDENTE DA REPÚBLICA


E AGORA? COMO É QUE FICA, COMPANHEIRO??



HORAS E MINUTOS


SPIDERS


Campanha mobiliza a população contra o racismo no SUS - Portal Vermelho

Campanha mobiliza a população contra o racismo no SUS - Portal Vermelho

Aaaa...vejam só: agora sim os problemas do SUS serão resolvidos. Era tudo uma questão de "racismo". Se o "racismo" for resolvido, as pessoas não vão morrer por falta de leitos, por atrasos nas cirurgias nem por ficarem agonizando em cadeiras ou no chão dos hospitais..não veremos mais viciados em crack vagando pelas ruas, os médicos não vão ser agredidos por pacientes nem vão se desrespeitados pelos outros profissionais...Tudo depende de resolver a questão do "racismo" no SUS...rssss...rsssss

terça-feira, 25 de novembro de 2014

E AGORA, COMPANHEIRO?

Como é que vai ficar para "companheirada" que estava servindo de babá de cubano??


Leia a íntegra da Resolução abaixo.

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
RESOLUÇÃO Nº 2, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2014


Disciplina a responsabilidade ética dos médicos supervisores e tutores acadêmicos no âmbito do "Projeto Mais Médicos para o Brasil"

O CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL - CREMERS, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958, e CONSIDERANDO a Lei n.º 12.871, de 22 de outubro de 2013, que instituiu o "Programa Mais Médicos";

CONSIDERANDO que o art. 15 da Lei n.º 12.871, de 22 de outubro de 2013, define que integram o "Projeto Mais Médicos para o Brasil" o médico participante, que será submetido ao aperfeiçoamento profissional supervisionado; o supervisor, profissional médico responsável pela supervisão profissional contínua e permanente do médico; e o tutor acadêmico, docente médico que será responsável pela orientação acadêmica;

CONSIDERANDO que o art. 16 da Lei n.º 12.871, de 22 de outubro de 2013, estabelece que o médico intercambista exercerá a Medicina exclusivamente no âmbito das atividades de ensino, pesquisa e extensão do "Projeto Mais Médicos para o Brasil"; 

CONSIDERANDO que a Lei n.º 12.871, de 22 de outubro de 2013 não retira a competência legal dos Conselhos Regionais de Medicina para fiscalizar a conduta ética dos médicos supervisores e tutores acadêmicos no âmbito do "Projeto Mais Médicos para o Brasil", bem como para conhecer, apreciar e decidir os assuntos atinentes à ética profissional, impondo as penalidades que couberem;

CONSIDERANDO que a Portaria Interministerial n.º 1.369, de 08 de julho de 2013, declara no seu art. 2º que o "Projeto Mais Médicos para o Brasil" tem a finalidade de aperfeiçoar médicos na atenção básica em saúde em regiões prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS), mediante oferta de curso de especialização por instituição pública de educação superior e atividades de ensino, pesquisa e extensão, que terá componente assistencial mediante integração ensino-serviço;

CONSIDERANDO que a Resolução CFM n.º 1.832/2008, a qual dispõe sobre as atividades, no Brasil, do cidadão estrangeiro e do cidadão brasileiro formados em Medicina por faculdade estrangeira, reforça que os atos médicos decorrentes do aprendizado somente poderão ser realizados nos locais previamente designados pelo programa e sob supervisão direta de profissionais médicos de elevada qualificação ética e profissional, que assumirão a responsabilidade ética solidária pelos mesmos;

CONSIDERANDO o disposto no Capítulo XII da Resolução CFM n.º 1.931/2009, que estabelece normas éticas sobre ensino e pesquisa médica;

CONSIDERANDO o que consta no Código de Ética Médica - Resolução CFM n.º 1.931/2009 - a qual define como infrações éticas causar dano ao paciente, por ação ou omissão, caracterizável como imperícia, imprudência ou negligência; delegar a outros profissionais atos ou atribuições exclusivos da profissão médica; deixar de assumir responsabilidade sobre procedimento médico que indicou ou do qual participou, mesmo quando vários médicos tenham assistido o paciente; deixar de assumir a responsabilidade de qualquer ato profissional que tenha praticado ou indicado, ainda que solicitado ou consentido pelo paciente ou por seu representante legal; atribuir seus insucessos a terceiros e a circunstâncias ocasionais, exceto nos casos em que isso possa ser devidamente comprovado, entre outras normas de conduta ética;

CONSIDERANDO que a Resolução CFM n.º 1.494/98 disciplina a autorização especial para a prática de atos médicos de demonstração didática por parte de médicos estrangeiros, quando convidados por universidades brasileiras, organismos oficiais, associações e instituições culturais e científicas, implicando no cumprimento, perante o Conselho Regional de Medicina, de uma série de obrigações, sobretudo de assunção formal de responsabilidade pelos atos médicos praticados por parte do diretor técnico da instituição;

CONSIDERANDO o disposto na Resolução CREMERS n.º 05/2013, a qual normatiza a atuação dos médicos incluídos no "Projeto Mais Médicos no Brasil" do Governo Federal no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul;

CONSIDERANDO o Processo-Consulta CFM Nº 3.426/2001 PC/CFM/Nº 13/2002, no qual se destaca que a relação entre o médico residente e seu preceptor deve ser respeitosa, exigindo qualidade ética e profissional do preceptor no exercício de sua atividade, que tem responsabilidade compartilhada com o residente, na prática do ato médico durante o treinamento do Programa de Residência Médica;

CONSIDERANDO o Despacho SEJUR n.º 174/2014, do Conselho Federal de Medicina, no qual se analisa a possibilidade do intercambista fornecer atestado médico, assim como a sua atuação restrita e limitada ao âmbito do "Projeto Mais Médicos para o Brasil"; 

CONSIDERANDO que nos autos da Ação Ordinária n.º 5017613-48.2014.404.7100/RS foi determinado à União que forneça ao CREMERS os nomes dos tutores e supervisores médicos que ocupam tais funções no programa 'Mais Médicos', bem como os respectivos endereços (Hospital, Posto de Saúde, Clínica, Policlínica) em que os médicos intercambistas desenvolvem suas atividades, resolve:

Artigo Primeiro: Os médicos supervisores e tutores acadêmicos que atuam no "Projeto Mais Médicos para o Brasil", deverão, no prazo de 15 (quinze) dias, informar e comprovar perante o CREMERS:
a) o ato administrativo de nomeação para o cargo de supervisor ou tutor acadêmico;
b) os nomes dos intercambistas que estão sob sua responsabilidade no âmbito do Programa;
c) o domicílio no qual exercem suas atividades profissionais, bem como o domicílio profissional dos intercambistas sob sua responsabilidade;
d) o plano de preceptoria e tutoria acadêmica necessário para o aperfeiçoamento profissional e aprendizado do intercambista, na medida em que a atuação deste se restringe às atividades de ensino, pesquisa e extensão;
e) a forma/método de implementação do plano;
f) as horas diárias destinadas ao exercício da atividade, inclusive devendo ser informado se a supervisão e tutoria acadêmica ocorrem à distância ou de modo presencial;
g) a declaração oficial da(s) Prefeitura(s) Municipal(is) atestando os locais onde o médico supervisor e tutor acadêmico exercem suas atividades, bem como os respectivos intercambistas.

Artigo Segundo: Os médicos preceptores e tutores acadêmicos, diante da responsabilidade ética compartilhada que possuem em relação aos atos médicos dos intercambistas, e tendo o "Projeto Mais Médicos Para o Brasil" o objetivo de formação, atuação supervisionada e ensino, detêm - respectivamente - a obrigação ética de exercerem a supervisão profissional contínua e permanente e orientação acadêmica em relação aos atos médicos praticados.
Artigo Terceiro: A responsabilidade ética compartilhada poderá implicar a eventual responsabilização dos médicos supervisores e tutores acadêmicos por infrações éticas cometidas pelos intercambistas, a ser apurada no âmbito do CREMERS conforme as circunstâncias do caso concreto, caso deixem de observar os deveres de supervisão profissional contínua e permanente e orientação acadêmica em relação aos atos médicos praticados.

Parágrafo Único. A responsabilidade ética dos médicos supervisores e tutores acadêmicos abrange os atos comissivos praticados por esses no exercício das suas funções.

Artigo Quarto: Constitui obrigação ética dos médicos supervisores e tutores acadêmicos orientarem os intercambistas de que não podem emitir atestados de condições de saúde, doenças e possíveis sequelas ou de óbito, exceto em casos de morte natural em localidade em que não haja médico.
Parágrafo Único. Sendo os intercambistas estudantes que atuam sob supervisão, poderão emitir atestados médicos em conjunto com o médico preceptor, desde que este tenha verificado pessoalmente o óbito ou prestado assistência ao paciente, responsabilizando-se eticamente pelo declarado.

Artigo Quinto: Os médicos supervisores e tutores acadêmicos são obrigados eticamente a orientar os intercambistas que somente estão autorizados a atuar dentro das atividades restritas do "Projeto Mais Médicos Para o Brasil", que englobam, exclusivamente, a atenção básica à saúde e que as atividades por eles exercidas detêm natureza acadêmica, com o objetivo de aprendizagem, pesquisa e extensão, não podendo exercer a Medicina em sua plenitude.
Parágrafo Único. Este dever ético contempla o de fiscalização, devendo os médicos supervisores e tutores acadêmicos comunicar ao CREMERS, ao Ministério Público Federal e ao Ministério da Saúde qualquer atuação dos intercambistas que extrapole os limites disciplinados pela Lei n.º 12.871, de 22 de outubro de 2013.

Artigo Sexto: O descumprimento das determinações e obrigações éticas disciplinadas por esta Resolução, ou de qualquer norma ética eventualmente incidente, poderá implicar a responsabilização dos médicos supervisores e tutores acadêmicos a ser apurada, conforme o caso concreto, no âmbito do CREMERS, dentro de suas atribuições legais.

Artigo Sétimo: Tomando ciência o CREMERS de possível ilícito ético que, em tese, configure crime, infração administrativa ou civil, oficiará o Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual e o Ministério da Saúde, para apurar, dentro de suas respectivas competências, as responsabilidades dos intercambistas, médicos supervisores e tutores acadêmicos e administradores Municipais, Estadual e Federal.

Artigo Oitavo: Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação.

FERNANDO WEBER MATOS - Presidente do Conselho
ISAIAS LEVY – Primeiro Secretário
RAUL ANTÔNIO RAMOS VALLANDRO - Gerência




segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Uma coisa é uma coisa..Outra coisa é outra coisa..

Órgão Oficial do Estado do Rio Grande do Sul NEGA-SE a aceitar Atestados emitidos por profissionais do Programa Mais Médicos..É.. parece que eles só servem para atender a "população comum" do SUS, não é mesmo ??? rsss..rsss..rsss..Aí não tem "problema nenhum"..


A RELAÇÃO ENTRE O PIB E O ROMBO


O QUE O PT ROUBOU EM TERMOS DE PRODUTO INTERNO BRUTO

Lula passou oito anos (e Dilma quase quatro) gabando-se das proezas da Petrobras. Nunca antes neste país houve empresa tão exemplarmente eficaz, recitou a dupla desde 2003. A autossuficiência na extração de petróleo garantiu a carteirinha de sócio da OPEP. A descoberta do pré-sal ─ uma dádiva de Deus, segundo o ex-presidente ─ permitiria enfeitar o Brasil Maravilha com deslumbramentos adicionais que matariam de inveja os imperialistas ianques e os comunistas de araque da China. Para a estatal que valia R$ 380 bilhões em 2010, o céu era o limite.
A ladroagem colossal desmoralizou a tapeação. Hoje avaliada em R$ 181 bilhões, a companhia devastada pela corrupção e pela incompetência foi expulsa da discurseira delirante de Lula e do palavrório ininteligível de Dilma. Mas a fábrica de espantos não interrompeu a produção, avisa a façanha recente: se a Petrobras fosse um país, e calculasse o Produto Interno Bruto com base no produto do roubo, não faria feio no ranking do Fundo Monetário Internacional que rastreia a situação econômica de 187 nações.
Segundo a Polícia Federal, as fortunas engolidas pelo maior esquema de corrupção de todos os tempos somam US$ 10 bilhões de dólares. Como atesta o quadro abaixo, o resultado do saque sem precedentes supera o PIB de 52 países. Nunca antes neste planeta uma quadrilha apadrinhada pelo governo roubou tanto. O recorde não será batido tão cedo. Já teria sido celebrado por Lula em  muitos comícios se a Polícia Federal não estivesse por perto.


General Enzo é suspeito de estar envolvido em corrupção e desvio de recursos


General Enzo é suspeito de estar envolvido em corrupção e desvio de recursos

Militares das forças armadas estão atentos às últimas notícias que pipocam em vários blogs e sites da internet sobre a possibilidade de corrupção no exército brasileiro. Segundo a investigação do Ministério Público, são 25 oficiais envolvidos no caso, entre eles estão sete generais. As suspeitas são de que os oficiais integram um esquema que fraudou licitações, superfaturou contratos, fez pagamentos em duplicidade e pode ter desviado dos cofres públicos ao menos 15 milhões de reais entre 2003 e 2009, segundo os cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU).
Leia também:
Comandante do Exército deve explicar ao MP por que não cassa medalhas de mensaleiros
Apenas um dos envolvidos no escândalo, o major Washington Luiz de Paula, acusado de montar a rede de empresas fantasmas beneficiadas no esquema, acumulou uma fortuna pessoal que surpreendeu os investigadores. O militar tem renda bruta de cerca de 10 mil mensais, mas acumulou fortuna de mais de 10 milhões de reais.
Bandalheira fardada
O inquérito que apura o caso revela, ainda, que o major citado movimentou mais de 1 milhão de reais em sua conta em apenas um ano. Fadado a decidir se indicia ou não o chefe do Exército, o procurador-geral Roberto Gurgel terá ainda de tomar uma posição também sobre o foro privilegiado dos generais, que só podem ser julgados pelo Superior Tribunal Militar (STM), onde até agora um único general foi condenado, e posteriormente absolvido no Supremo Tribunal Federal (STF).
O desdobramento jurídico do escândalo é abafado e protelado há anos. Até o governo petista teme o estouro de uma “crise militar” capaz de afetar a estabilidade da gestão Dilma Rousseff. Na visão do governo, se o General Enzo for enfraquecido, afetando a hegemonia dos engenheiros militares, quem ganha mais força é a ala dos combatentes – cujos integrantes, em maioria, mais militarizados, são severos críticos dos petistas e suas provocações – como a “Comissão Nacional da Verdade” e sua insistencia em derrubar a Lei de Anistia.
Carta Capítal deixa clara a suspeita petista sobre o conflito dentro do EB: “O conflito chegou a um militar a quem se atribui a construção do meticuloso dossiê de denúncias de bandalheiras no Departamento de Engenharia e Construção (DEC) do Exército. Um vírus inoculado a partir do contato com o quase sempre suspeito Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), cujos casos recentes de corrupção levaram à queda do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento.
A revista insiste que existe realmente um clima de guerra interna: “Neste momento, o suposto denunciante, segundo fontes militares, estaria recebendo pressão dos dois lados. Dos engenheiros, para que não insista com novas denúncias. Dos combatentes (artilharia, infantaria e cavalaria), para que denuncie mais e, se possível, entregue supostas gravações telefônicas em seu poder, de conversas comprometedoras entre os militares denunciados”.
O caso é grave e tende a sair do controle. Pelo menos 25 militares são suspeitos de integrar um esquema de fraudes em licitações, com pagamentos em duplicidade. O Ministério Público Militar denunciou que o sistema desviou pelo menos R$ 15 milhões dos cofres públicos, entre 2003 e 2009 – conforme números do Tribunal de Contas da União. Escrita pelos repórteres Mauricio Dias e Rodrigo Martins, só faltou a longa reportagem da Carta Capital (“Farra na Caserna”) ter recebido o título nada distintivo de “Mensalão do EB”. A matéria da Carta Capital destaca que Gurgel terá de tomar uma posição também sobre o foro privilegiado dos generais. Pela interpretação até agora em vigor, eles só podem ser julgados pelo Superior Tribunal Militar (STM), onde até agora um único general foi condenado, e posteriormente absolvido no Supremo Tribunal Federal (STF). Mas o Ministério público militar defende tese diferente: “Se um general comete um crime militar, é processado e julgado pelo STM. Se o crime é comum, o processo corre na Justiça Federal”.
Sempre favorável aos governos petistas de Lula e Dilma, a Carta Capital joga pesado com o Procurador-Geral para, na verdade, atingir o Comandante do EB: “Diante da gravidade das denúncias de corrupção a envolver oficiais-generais do Exército, talvez Gurgel se anime a desengavetar o tema. Ou será o caso de se pensar ao contrário? Em razão disso é que tudo poderá permanecer deitado eternamente nesse berço esplêndido: a gaveta do senhor procurador-geral. Por trás da emersão dessas denúncias existe um problema imperceptível para a sociedade civil: um conflito latente entre os oficiais engenheiros e os oficiais combatentes”.
Carta Capital informa que uma auditoria do Tribunal de Contas da União, concluída no fim de junho, revela que o General Enzo Peri teria beneficiado empresas ligadas a militares e ex-militares com dispensas de licitação entre 2003 e 2007, quando ele chefiou o DEC – Departamento de Engenharia e Construção do EB. Cargo que Enzo só deixou ao assumir o Comando do Exército no governo do presidente Lula, sendo mantido na função por Dilma Rousseff. Aliás, a falta da tradicional rotatividade no comando da Força é uma das críticas dos oficiais “combatentes”.

DERRUBEM IMEDIATAMENTE O GOVERNO CIVIL


O governo do PT e seus movimentos sociais que estão encastelados no MEC, secretarias estaduais e municipais de educação, por um lado insatisfeitos por não conseguir a tão propalada educação pública e gratuita de qualidade, e por outro vendo o avanço da escola privada no número de alunos, vêm seguidamente invadindo a liberdade de ensinar do povo brasileiro. Enquanto a escola pública perdeu 2% dos alunos em 2011, na comparação com 2010, a escola privada cresceu 20%. Uma ofensa para os burocratas do MEC, já que isso evidencia o reconhecimento da eficiência, da boa gestão e da diversidade da escola privada no Brasil – basta melhorar um pouco a renda que o primeiro investimento da família é na educação dos filhos, e educação de qualidade é na escola privada, que se tornou o sonho de consumo da sociedade.
Pelo artigo 209 da Constituição brasileira, a educação é livre à iniciativa privada, devendo ser autorizada e podendo ser avaliada pelo poder público. Nos últimos dez anos, o MEC e seus burocratas emitiram milhares de portarias e enviaram grande número de projetos de lei ao Congresso, sempre alegando que a escola privada precisa ser avaliada. Na prática, eles vêm invadindo a liberdade da escola privada e anulando o direito dos brasileiros a uma opção que não seja a escola única e una – a escola pública.
A cartada final está no Congresso Nacional, com o Projeto de Lei n.° 4.372/2012, que pretende criar mais um órgão público, o Instituto Nacional de Supervisão e Avaliação do Ensino Superior (Insaes). Trata-se da maior aberração jurídico-política dos burocratas do MEC e com grande risco para a democracia brasileira, caso seja aprovada. Está na Câmara com prioridade e o governo tem pressa. O projeto reserva para a escola privada uma verdadeira estatização. Nem as universidades federais que são mantidas pelo MEC com nossos impostos sofrem tantas interferências e ingerências, mas para a iniciativa privada a proposta do governo prevê de multas a intervenção, com toques de perversidade, como o pagamento de altíssimas taxas para sustentar a burocracia e comprometer a gerência financeira das escolas. Tudo isso aliado a um tratamento excessivamente rigoroso dispensado às escolas privadas, diferentemente do que se vê com o ensino público – afinal, se o mesmo rigor proposto para as escolas particulares fosse aplicado às escolas públicas, a qualidade delas melhoraria.
O governo não percebe, não entende ou não quer entender que a educação privada é feita de milhares de pequenas instituições de educação infantil, ensino fundamental e médio, cursos técnicos e faculdades espalhadas por esse imenso Brasil e que contribuem decisivamente para o pouco desenvolvimento que temos nos últimos anos; que empregam formalmente milhares de educadores de nível superior; que colaboram decisivamente para o desenvolvimento das cidades onde atuam.
A estatização da escola privada está a caminho e corremos um grande risco de entrar para a história por acabar com a única escola democrática do Brasil, a escola particular. Outros países enfrentaram o mesmo dilema. E, onde se preservou o pluralismo de ideias, o respeito à iniciativa privada e o direito à liberdade de escolha, venceu a democracia. Esta é a grande lição que os burocratas do MEC se recusam a aprender.
Ademar Batista Pereira é presidente da Federação dos Estabelecimentos Particulares de Ensino da Região Sul (Fepesul) e do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR).
FONTE DA NOTÍCIA - http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/conteudo.phtml?id=1305888
A NOTÍCIA É DE 2012 Fui buscá-la DEPOIS de escutar, na Rádio Guaíba, uma entrevista dada a poucos instantes sobre esse assunto (A Intervenção do Estado no Ensino Privado).. Passo, a partir desse momento, a pregar ABERTAMENTE e antes de qualquer impeachment, a DERRUBADA IMEDIATA do Governo Civil.

domingo, 23 de novembro de 2014

COMO SABER QUEM É MÉDICO TUTOR NO MAIS MÉDICOS

PARA SABER QUEM SÃO OS TUTORES POR ESTADO NO PROGRAMA MAIS MÉDICOS

http://maismedicos.saude.gov.br/new/web/app.php/maismedicos/supervisor

TUTORES DO PROGRAMA MAIS MÉDICOS NO RIO GRANDE DO SUL



ALESSANDRA CRISTINA PEREIRA DOS SANTOS
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
ALESSANDRA DE BRITO ARAÚJO
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
ALESSANDRA WLADYKA CHARNEY
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
TUTOR
ALEXANDRE SOBRAL LOUREIRO AMORIM
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
TUTOR
ALINE POLESSO TROVISCAL
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
ANDERSON WEBER BOCCA
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
ANDREIA DA SILVA SAFFER
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
ANGELA MOREIRA VITÓRIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
ANTONIO MARCOS DE ALMEIDA
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
ARI VIEIRA LEMOS JUNIOR
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR


CAMILA FURTADO DE SOUZA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
CAMILA GIUGLIANI
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
CEZAR AUGUSTO LAZZARI
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
CLAUDETE CAMBRUZZI DA SILVA
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
CLAUDIELE TUBINO DA SILVA
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
CLAUNARA SCHILLING MENDONÇA
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
TUTOR
CRISTINA ROLIM NEUMANN
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
TUTOR
CYNTHIA GOULART MOLINA BASTOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
DALVAN TADEU BRUM
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
DANIELA MONTANO WILHELMS

DIEGO GRANDO
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
DOUGLAS GAVA DE BONA SARTOR
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
EDUARDO JOSE SOMENZI DE CASTRO
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
ELBIO BALCEMÃO ESTEVE
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
ELISABETH KALIL NADER
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
ELISE NUNES COUTO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
ELOISA IGLESIAS MARQUES
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
ERNO HARZHEIM
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
TUTOR
ESTHER REGINA LOPES
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
ETIANI AUGUSTO MESSERSCHMIDT



Nome


Instituição de Ensino


Estado

Perfil

EVANDRO LUCAS DE BORBA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
FABIO LUIS RAMBO BATTIROLA
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
FABIO ZORTHEA
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
FELIPE ANSELMI CORRÊA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
FELIPE SILVEIRA DA COSTA
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
TUTOR
FERNANDA MARIA LIMA HARTMANN
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
FRANCISCO JORGE ARSEGO QUADROS DE OLIVEIRA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
GUSTAVO CARVALHO E SILVA
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
HALISSON ROMUALDO BASTOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
HUGO JORDÃO DOS SANTOS ABREU
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL

ILIANE REZER BERTÃO
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
ITEMAR MAIA BIANCHINI
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
IURY MACHADO POLO
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
JANE MARIA REOS WOLFF
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
JOAO CELESTINO TRINDADE QUADROS
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
JOEL FELIPE GUTIERREZ LINDENBAUM
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
JORGE ABIB CURY
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
JORGE LEANDRO DICKEL
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
JORGE LUIZ BRATKOWSKI
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
JOSE MIGUEL SILVA DORA

JOÃO DEODATO LUNARDI
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
JOÃO HENRIQUE GODINHO KOLLING
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
JOÃO WERNER FALK
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
JULIA NUNES MALLMANN
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
JULIANA NUNES PFEIL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
JURACI ALMEIDA CESAR
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
LETICIA RODRIGUES PORCIUNCULA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
LUCIA TRAJANO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
LUCIANO TONETTO DOS SANTOS
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
LUIS FELIPE BENASSULY GUAPYASSU MACHADO

MARCELO FERNANDES CAPILHEIRA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
MARCELO RODRIGUES GONÇALVES
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
MARCONI OLIVEIRA FERNANDES
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
MARCOS VINICIUS DA ROSA ROPKE
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
MARCUS COLISSE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
MARGARITA SILVA DIERCKS
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
TUTOR
MARIA AURORA DROPA CHRESTANI CESAR
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
MARIA DA GLÓRIA ACCIOLY SIRENA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
MARIA DE LOURDES STEENBOCK CHAVES
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
MARIA ELIZABETH DE OLIVEIRA URTIAGA
SECRETARI

MARIA LAURA VIDAL CARRETT
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
MARIA SUZANA DOS SANTOS LOPES
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
MARTHA FARIAS COLLARES
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
MARTIN TABORDA DA SILVA
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
MARY CLARISSE BOZZETTI
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
MAURO BINZ KALIL
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
MAURÍCIO MORAES
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
MOISES PAULO HOCHMANN
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
MÁRCIA VIEIRA DA SILVEIRA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
MÔNICA GUZINSKI RODRIGUES

NATAN KATZ
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
NELSON ARTUR FRANCESCHINI
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
PATRICIA LEAL DA C VALLE URBANETTO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
PEDRO BAPTISTA DE AVILA GARCIA
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
RAFAEL SELBACH SCHEFFEL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
RANGEL VINICIUS TESSARO GUEDES
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
RICARDO DE CASTILHOS
HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SA
RS
SUPERVISOR
RICARDO SOUZA HEINZELMANN
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
TUTOR
ROBERTA DE VARGAS GUADAGNINI BIGARELLA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
ROBERTO NUNES UMPIERRE
UN

RODRIGO CAPRIO LEITE DE CASTRO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
RONALD SELLE WOLFF
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
SANDRO SCHREIBER DE OLIVEIRA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
TUTOR
SILVIA MARISTELA PASA TAKEDA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
SIMARA DO PRADO FAGUNDES
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
SUSANA VALÉRIA DALCASTAGNÊ
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR
SÔNIA MARA PALACIO GUIDO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
TARSO PEREIRA TEIXEIRA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
RS
SUPERVISOR
VINÍCIUS DE OLIVEIRA SCHNEIDER
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
RS
SUPERVISOR