"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

HITLER E O PT


OS NOVOS “CONSELHOS REGIONAIS DE MEDICINA”


Milton Pires

Em toda nossa carreira profissional, o que nós, médicos brasileiros, mais costumávamos temer até a chegada do PT ao poder no Brasil, era o julgamento de nossos “pares”..dos nossos colegas de profissão. Sejam ou não médicos ligados às autarquias que controlam o exercício profissional da medicina no Brasil, somos (eu diria que éramos) todos muito sensíveis ao que pensamos um dos outros. Isso começa já na faculdade com as disputas pelas “monitorias e estágios” e se acentua na vida profissional daqueles que precisam conviver com milhares e milhares de colegas subempregados. Sobram médicos no Brasil, ao contrário do que afirma o governo e os jornalistazinhos petistas que trabalham para ele.
Meu objetivo nesse artigo, entretanto, não é esse. Comecei dizendo que temíamos as opiniões dos nossos colegas e dei a entender que isso hoje não é mais assim. Explico por que dizendo que os médicos hoje são vigiados por uma “nova polícia”..uma “nova autarquia ou conselho” - aquele formado pelos jornalistazinhos engajados na causa do partido.
A imprensa brasileira inteira, em nome da liberdade de informação, massacra qualquer médico que puder noticiando queixas de abuso, de faltas no trabalho, de “mais de um emprego público”..enfim: qualquer coisa que for possível. O tipo de “jornalista” que faz isso é sempre o mesmo. Não se trata de gente necessariamente filiada ao partido. Não se trata, diria eu, sequer de gente que vota no partido, mas sim de gente que pensa como o partido quer: acredita na função “social” do jornalismo e vê no policiamento e na denúncia fácil a realização do seus ideais. Alegam, esses revolucionários de iPhone, que os médicos “não constituem classe privilegiada”....e “que não estão acima da lei”...Dizem isso para esconder o dinheiro que vem recebendo do Governo Federal para fazer seu trabalho sujo e para massacrar em cada oportunidade qualquer médico brasileiro e o Conselho Federal de Medicina. Se o colega de Uberlândia faz toque retal e vaginal na paciente “bonitinha” de 18 anos é “porque tentou transar com ela”..Se não faz; é “porque tem raiva de paciente pobre”, né jornalistazinho petista ???
O jornalistazinho petista atravessa as noites nas redações da Folha de SP, da Zero Hora e do Globo sempre cheirando seu “pozinho”..sempre “tomando Red Bull” e procurando, com CONTROL + V e CONTROL + C, aquilo que possa usar para humilhar mais ainda nossa profissão e para justificar a entrada dos escravos e falsos médicos cubanos no Brasil.
Grande erro, ledo engano, comete o Partido Religião se pensa que essa gente está disposta a continuar atacando o Conselho Federal de Medicina e os médicos brasileiros de graça em 2015. O jornalistazinho petista não trabalha sem receber e não está disposto a continuar com isso se o dinheiro parar de correr. Noticias de pacientes acusando médicos custam caro, “companheiros”...O PT precisa pensar nos custos de sustentar essa legião de viciados em cocaína, Red Bull e música do Cold Play. Precisa colocar no papel quanto custa financiar essa gente que sai barbuda e de brinco numa orelha só dessas espeluncas que são as faculdades que cursaram. Delas, as faculdades, eles partem para “coisas” da internet conhecidas como “Brasil 247”.. “Portal Vermelho”... “Diário do Centro do Mundo” e tantas outras páginas e blogs onde o jornalistazinho petista consegue tirar o suficiente para pagar seu Red Bull e seu “pozinho”..
Às vezes fico me perguntando se não seria mais fácil que o PT propusesse logo que ele, PT, e os “jornalistazinhos” escrevessem o Código de Ética Médica a ser utilizado no Brasil. Seria mais prático, não seria? Nós médicos ficaríamos mais tranquilos do que estamos agora. Agora já não temos mais medo do Conselho Regional de Medicina e nem sequer do Ministério Público ou da Justiça Brasileira. Nosso terror ..nosso mais profundo respeito e submissão, precisa ser apresentado à Zero Hora, Folha de São Paulo, o Globo e a essas imundícies controladas pela esquerda que infestam a internet. São eles que podem destruir de uma hora pra outra tudo que construímos durante a vida, não é mesmo? São eles os Novos Conselhos Regionais de Medicina no Brasil dos vagabundos petistas.

Porto Alegre, 31 de dezembro de 2014.

UMA CUSPARADA NA CARA DE TODOS OS BRASILEIROS

Ex-amante de doleiro estelionatário envolvido com lavagem de dinheiro de vagabundos petistas posa nua para Revista Playboy cercada de dólares. Sem dúvida nenhuma, 2015 começa com uma cusparada na cara de todos os brasileiros e brasileiras..Taiana Camargo, ex-amante do doleiro Alberto Youssef, ilustrará a primeira capa de 2015 da Playboy. Na primeira imagem divulgada pela revista masculina, Taiana aparece de lingerie, deitada em uma cama, com várias notas de dólar ao seu redor. O ensaio foi realizado pela fotógrafa Autumn Sonnichsen. Antes de ser conmhecida na mídia como amante de Youssef, Taiana já trabalhou como assessora parlamentar, a pedido do doleiro, de quem ganhou até mesmo restaurantes de presente.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

RESPOSTA AO "JORNALISTA" KIKO NOGUEIRA NA MATÉRIA SOBRE O CFM EM QUE CITA O DR.MILTON PIRES

O que o Conselho Federal de Medicina ganha ao detonar a saúde pública em nova campanha?

A revista Time escolheu os médicos que lutaram contra a epidemia de ebola como as pessoas do ano. “Eles se arriscaram e persistiram, se sacrificaram e salvaram”, diz a editora Nancy Gibbs. Havia pouco que pudesse ser feito para impedir que a doença se espalhasse. Os governos não estavam equipados, a OMS não admitia o problema, ela escreve.
Mas os profissionais no campo combateram ombro a ombro com enfermeiros, motoristas de ambulâncias e outros abnegados. “Pergunte a eles qual foi sua motivação e alguns falam em Deus; alguns em seu país; alguns sobre o instinto de enfrentar uma questão e não correr dela”, descreve Gibson.
Os colegas brasileiros foram a antítese disso. Ao longo do ano, protagonizaram cenas de xenofobia contra os cubanos, denunciaram a invasão bolivariana no Brasil (“estratégia semelhante já ocorreu na Venezuela e na Bolívia, com consequências graves para estes países e suas populações”, denunciou o Conselho Federal de Medicina, CFM), ameaçaram jogar uma bomba no Nordeste depois das eleições. Um doutor Milton Simon Pires, de Porto Alegre, chamou Dilma de “grande filha da puta” nas redes sociais, ganhando uma advertência carinhosa do Conselho Regional do Rio Grande do Sul.
A última jogada da categoria é uma campanha publicitária do CFM detonando a saúde pública. Fotos de corredores lotados e gente tratada como lixo são acompanhadas do seguinte texto: “De um lado falta quase tudo. Faltam leitos e medicamentos. Falta infraestrutura nos postos de saúde e hospitais. Faltam condições de trabalho e de atendimento. Falta estímulo para médicos e profissionais da saúde, que recebem baixos salários. Faltam recursos para a saúde e competência para gerir a verba pública. Falta respeito por parte dos planos de saúde, que cometem abusos contra médicos e pacientes.”
Na sequencia, mais retratos, desta vez de consultórios asseados: “Do outro, sobra dedicação e luta pela saúde. Apesar de a situação da saúde no Brasil ser muito grave, os Conselhos Federal e Regionais de Medicina mantêm o compromisso de seguir lutando pela valorização do trabalho médico e para que todo brasileiro tenha um atendimento digno. Em 2015, conte conosco e com os médicos brasileiros que, sem preconceito, lutam dia e noite para que a saúde do povo seja tratada com prioridade, qualidade e respeito.”
“Sem preconceito”. “Povo”. O CFM foi criado em 1951. Nestas sete décadas, o que fez em prol da medicina nacional? Nada. Não é seu papel, pode ser argumentado.
Qual é, então? A postura corporativista, elitista e sempre política ajuda a reforçar a certeza de que o CFM está interessado em diversas coisas e o paciente não é uma delas. Ganha do DCM a divisa de “categoria mala de 2014”.
RESPOSTA AO CABO ELEITORAL E MOLEQUE DE RECADOS DO PT - JORNALISTA KIKO NOGUEIRA
Muito interessante sua matéria. Curioso foi o que me passou pela mente ao ler. Fiquei pensando: quanto será que o partido paga a esse tipo de gente para atacar os médicos brasileiros. Disse ele que eu "chamei" Dilma de filha da puta e que (segundo ele) ganhei uma advertência carinhosa do CRM..rsss..rsss..Erra nos dois. Não chamei: CHAMO. E tem mais: não o fiz nem o faço como médico mas como cidadão brasileiro. Mais: não devo NENHUMA EXPLICAÇÃO ao CRM por isso e não levei advertência alguma de ninguém por aquilo que escrevi. Termino dizendo aquilo que postei na página imunda do Brasil 247: é típico da chinelagem petista defender o SUS e os médicos cubanos quando usa, ela mesma, a UNIMED ou qualquer outro plano de saúde. Os líderes dessa gente estão indo para cadeia. Seus dias estão contados. Com relação à postura "elitista e corporativista" dos médicos brasileiros, preocupe-se ele com a postura de prostituta de seus colegas das redações dos grandes jornais que escrevem aquilo que o PT quer, que desinformam, que mentem como quem respira - sem parar e sem sentir - e que, juntos, fazem mais mal a sociedade brasileira do que os médicos nazistas fizeram aos judeus. Em função de tudo isso, o Brasil 247 e o DCM ganham a divisa do Ataque Aberto de "mala cheia de dinheiro petista sujo das drogas e do tráfico de armas" de 2014

O FIM DA PETROBRAS EM 60 DIAS

29/12/2014
 às 19:56 \ Petróleo, gás e mineração

Procure no Aurelius: “default” da Petrobras

O Aurelius Capital Management, um fundo de investimentos de Nova York que detém títulos de dívida da Petrobras, está exortando outros credores da empresa a enviar um “aviso de default” pelo fato da estatal não ter publicado ainda seus números do terceiro trimestre.Graça Foster
Os contratos que regem os títulos de dívida (bonds) da Petrobras estabelecem que a estatal tinha até hoje para publicar seu resultado do terceiro trimestre — prazo que a empresa não cumpriu. A partir do “aviso de default”, a estatal tem 60 dias para publicar o balanço. Se não cumprir este prazo, a Petrobras entrará em “default técnico,” o que significa que ela está descumprindo os contratos com os credores — mesmo que continue em dia com seus pagamentos.
Um “default técnico” permite que credores que coletivamente detenham 25% de qualquer emissão de bonds da Petrobras possam se reunir em um grupo e exigir o resgate imediato de seus títulos, obrigando a Petrobras a fazer desembolsos bilionários num momento em que seu caixa é curto.
A exortação do Aurelius não tem nenhuma implicação relevante para a Petrobras neste momento, mas é mais um capítulo na escalada da tensão sobre a possibilidade da empresa entrar em default técnico.
A notícia sobre a carta do Aurelius a outros credores saiu com exclusividade na Bloomberg no final da tarde de hoje.
Para o Aurelius, o “aviso de default” é uma medida de precaução que todos os credores deveriam adotar neste momento. Na carta, o fundo diz ainda que a Petrobras ficará excluída do mercado de dívida internacional até a normalização de suas divulgações financeiras.
A Petrobras tem cerca de 53,6 bilhões de dólares em bonds no mercado internacional.
Em 12 de dezembro, a Petrobras disse que seus credores concordaram com o adiamento do balanço até o fim de janeiro. Na carta, o Aurelius diz que aquele “perdão” só é válido para uma das emissões de dívida da empresa.
Por Geraldo Samor

JOSÉ DIRCEU FOI VISITAR DILMA


Escrito por Leando Mazzini
Há poucos dias o ex-ministro o ex-apenado José Dirceu visitou a presidente Dilma Rousseff no Palácio da Alvorada, a residência oficial, antes das férias da chefe da nação. Uma fonte que trabalha no Palácio confirmou a passagem.
Foi uma longa conversa. Livre, leve e solto – por uma decisão de ministro do STF nomeado pela presidente Dilma – o apenado, que passou do regime semiaberto (dormir na prisão) para o domiciliar comemora a nova fase: praticamente um ano após a condenação já saiu da cadeia. Caso raro para muitas outras centenas de apenados humildes que mofam nas celas, já demonstraram levantamentos da Justiça.
É um mistério o teor da conversa da presidente com o ex-colega de governo. Sabe-se que Dilma deve parte de sua ascensão a ele. Foi Dirceu quem se esforçou, como então chefe da Casa Civil do primeiro governo de Luiz Inácio, a levá-la ao presidente. O labrador ‘Nego’, fiel guardião de Dilma e acompanhante de caminhada dela nas poucas horas vagas, foi presente de Dirceu. Mas nada disso deve ter entrado na conversa a dois.
Fato é que a visita sigilosa à presidente Dilma neste momento (um mensaleiro apenado recebido com especial dedicação no Palácio) pode também ter relação com o famigerado ‘petrolão’ – o esquema de corrupção descoberto pela PF na Petrobras. Renato Duque, o ex-diretor da estatal detido, era apadrinhado do grupo político no PT comandado por Dirceu. Duque era Dirceu e vice-versa no governo Lula dentro da Petrobras, quando Dilma já compunha o Conselho de Administração da petroleira.
É notória também entre gabinetes parlamentares e no PT a ingerência de José Dirceu na indicação de nomes de sua confiança nos conselhos dos fundos de pensão estatais – desfilou apadrinhados na Previ, Petros, Funcef, etc. Quando Dilma batia ponto no último andar do Ministério de Minas e Energia, o todo-poderoso aliado controlava do quarto andar do Palácio do Planalto uma rede de contatos que fazia jus ao mito que se criou em torno de sua figura. Ainda há, hoje, ‘Dirceusistas’ distribuídos por pontos estratégicos do governo em todas as esferas, com média ou muita influência. Entrelinhas, a presidente Dilma não receberia no Alvorada ou perderia seu tempo com apenas um ex-colega de Esplanada.
No pós-governo, demitido, Dirceu passou a usufruir de sua extensa rede de contatos para fechar contratos. Tornou-se consultor não declarado de grandes empresas nacionais e estrangeiras. Um abre-portas em qualquer órgão do governo federal. Com o PT no governo, o dinheiro entrou em sua conta. Um empresário do ramo de estaleiros chegou a pagar-lhe R$ 30 mil por mês para ter acesso a ministros e autoridades afins ao seus interesses, conta uma fonte do setor empresarial do Rio de Janeiro. Agora, Dirceu deve se retirar do escritório de José Gerardo Grossi, em Brasília, onde organiza a biblioteca – um trato com a Vara de Execuções Penais do DF – e retomar a ‘carreira’ de consultor.
Trabalho não faltará. Dinheiro, também não. Dirceu foi condenado a 10 anos e 10 meses de prisão, e já está na rua. Pagou multa de R$ 676 mil à Justiça para dela se livrar. Em abril de 2013, meses antes de ser condenado e preso, Dirceu fretou por mais de uma semana o jatinho Citation II, prefixo PT-LLU, e pousou em pelo menos cinco capitais (cada trecho gasta-se num avião executivo R$ 50 mil só de frete). A estratégia era divulgar a sua defesa, ciente da condenação, em auditórios dos diretórios do PT lotados de simpatizantes.
Deu certo. Um estrategista de primeira linha emplacou na consciência de milhares de militantes que é um preso político, perseguido e injustiçado. Ou a chefe da nação, pelo visto, caiu nessa. Ou é cúmplice de suas artimanhas no Poder.

fonte original - http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

PETISTAS CHEGANDO EM BRASÍLIA PARA A POSSE


O CHORO DE DILMA


MERVAL PEREIRA 28.12.2014 10h14m
Como se previa, o nome da presidente Dilma Rousseff apareceu finalmente num dos processos contra a Petrobras, o movido pela cidade de Providence, capital do estado americano de Rhode Island, que alega ter tido prejuízos na compra de ações da Petrobras devido ao esquema de corrupção na estatal brasileira.

Como uma das “pessoas de interesse da ação”, ela ainda não é ré no processo, mas poderá vir a ser se no decorrer das apurações ficar provado que ela sabia do que estava acontecendo na estatal quando assinou folhetos de propaganda para vender ações no mercado internacional, ou se tiver sido negligente.
Ela e mais algumas autoridades brasileiras e membros do Conselho de Administração da Petrobras que presidiu estão arrolados no processo, e mesmo que tenha imunidades que a impeçam de depor no processo, a presidente Dilma ficará no mínimo sujeita às pressões de escritórios de advocacia americanos em busca de um bom acordo.
É mais um percalço político para uma presidente que em vez de estar em lua de mel com seu eleitorado e os partidos que apoiaram sua reeleição, passa por maus momentos especialmente dentro de seu próprio partido, o PT. Já aparecem relatos de que a presidente Dilma estaria deprimida, e que teria até mesmo chorado recentemente, depressão atribuída por pessoas próximas às dificuldades por que vem passando na montagem de seu novo ministério. A presidente confessou depois que se sentia muito sozinha.
Diante da intenção de dar novos ares a um segundo mandato, fazendo um governo mais com a sua cara do que a de Lula ou do PT, a presidente teria sucumbido diante das pressões partidárias, e ela própria não estaria satisfeita com o resultado até aqui. Não combina com a imagem de Dilma esse choro quase-público, mas a humanizaria e daria pelo menos a sensação a nós outros que estamos de fora desse processo de montagem do novo governo a sensação de que a presidente pelo menos estaria tentando fazer algo de novo.A presidente confessou depois que se sentia muito sozinha.
Por que é estarrecedor ver-se o resultado final da parte já definida do ministério, fruto da mesma prática deletéria de escolher um partido para cada ministério, sem levar em conta a capacidade do escolhido ou sua especialização na área que comandará.
A situação é tão trágica que um partido como o PRB, da Igreja Universal, se sente em condições de ameaçar ir para a oposição caso o ministério dos Esportes não vá mesmo para o pastor George Hilton, um completo ignorante na área, tão ou mais que seu padrinho o pastor Marcelo Crivela, que confessou não saber nem mesmo reconhecer uma minhoca quando foi indicado para a pasta da Pesca.
O maior problema para Dilma parece ser mesmo o ex-presidente Lula, que não estaria nada satisfeito com a liberdade que ela ensaia na escolha do ministério, depois de ter conseguido convencê-la de que teria que colocar na Fazenda um economista ortodoxo e fiscalista para tentar se aproximar do mercado financeiro e dar segurança aos eventuais investidores.
A verdade é que Dilma jamais seria presidente da República se não tivesse passado na cabeça de Lula essa ideia magistral de lançar uma mulher, ainda por cima apresentá-la ao eleitorado como grande gestora. Os fatos o desmentiram, mas o imaginário popular ainda está dominado pela fantasia de que o PT é o partido que cuida melhor dos pobres e desemparados, o que bastou para uma vitória apertada.
Uma vitória eleitoral que trouxe uma derrota política para o PT, pois os fatos teimam em continuar desmentindo o que foi dito na campanha eleitoral, tendo como carro-chefe o escândalo da Petrobras que está destruindo a estatal por dentro sem que se tome uma providência para reverter o quadro.
Todos os aumentos de preços negados estão sendo anunciados dia após dia, e até mesmo a abertura de capital da Caixa Econômica já foi admitida pela presidente que acusava seus adversários de quererem acabar com os bancos públicos.
Para cúmulo de seus azares, a própria presidente Dilma dias atrás foi traída por um reflexo freudiano e anunciou que tomará “medidas drásticas” na economia, o mesmo que acusou seu adversário de tramar caso fosse eleito. A ponto de tê-lo inquirido no primeiro debate entre os dois: “Quais são as medidas impopulares que o senhor vai tomar se for eleito?”.
Só mesmo chorando.

MERVAL PEREIRA - Merval Pereira é colunista do GLOBO e comentarista da CBN e da Globo News. É membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Filosofia. Em 2009 recebeu o prêmio Maria Moors Cabot da Universidade de Columbia de excelência jornalística, a mais importante premiação internacional. Também é membro do Board of Visitors da John S. Knight Fellowships da Universidade Stanford.

sábado, 27 de dezembro de 2014

MACACOS E "MACACOS"

Chamou nego de "macaco"?? Se for ela, queima a casa, mata, bate, expõem na imprensa até se mudar de Porto Alegre. Se for ele, é o líder sagrado da Revolução na Coreia do Norte..está desculpado pelos vagabundos petistas e pela turminha da cocaína e do Red Bull da redação da Folha, da ZH, do Globo...kkkkkkk

CAMPANHAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE E DO PT










EVITAR O IMPEACHMENT A QUALQUER CUSTO

Um deputado do PT propôs transformar as manifestações golpistas em crime hediondo. Pulemos o registro da demagogia e da desonestidade intelectual, porque isso já é intrínseco ao modus operandi do partido. O que vale registrar é a tática definida daqui para a frente contra o cerco do petrolão: construir uma narrativa de injustiça contra os defensores do oprimido. O governo popular acabou. Iniciará uma Presidência-fantasma em 1º de janeiro, com sua credibilidade apodrecida e um único objetivo: não ser enxotado pelo impeachment. Não será fácil. A bravata do tal deputado fica no terreno do folclore. Cultivar o fantasma do golpe é um dos truques preferidos dos companheiros. É bem verdade que eles têm o plano – e aí não é folclore – de controlar a imprensa, com o mesmo argumento de que a burguesia quer derrubar o governo popular a golpes de manchete. Se Chávez, Kirchner e sua turma conseguiram, por que não tentar no Brasil? Enquanto isso, aproveitam para dizer que os protestos contra o governo podre são atos pela volta da ditadura.

Não percamos mais tempo com isso. O grande herdeiro da ditadura militar no Brasil é o PT. Tanto Dilma quanto os mensaleiros vivem eternamente da mitologia da resistência aos milicos, um heroísmo canastrão do qual extrairão até a última gota de propaganda maniqueísta. As redes sociais do Planalto não param de espalhar releases e notinhas sobre os anos de chumbo e os valentes mocinhos da época – viraram os bandidos de hoje, mas essa parte não aparece no release. O PT ama a ditadura militar. Vive dela.

Essa é a parte mais tosca da estratégia de resistência – não mais aos militares, mas aos democratas que querem seu dinheiro roubado de volta. A parte não tão tosca do plano é a que ultrapassa a militância para contar com os inocentes úteis, uma classe em franca expansão no Brasil, para alegria dos companheiros. Entre as vozes a favor, que defendem Dilma para se sentir progressistas (não é piada, elas existem aos montes), surge o postulado central para tentar salvar o pescoço do governo: relativizar a corrupção da Petrobras.

Novamente é preciso ressalvar: não é piada. Um crescente número de pessoas que se acham sérias e não estão (ainda) a soldo do petismo deu para dizer por aí que o petrolão é normal. Quer dizer: uma coisa bem brasileira, arraigada no Estado patrimonialista e toda aquela sociologia de beira de praia. É o mesmo recurso estilístico sacado por Lula no mensalão: caixa dois todo mundo faz. Um empresário chegou a escrever que hoje se rouba até menos na Petrobras que em outros tempos. Vamos explicar aos ignorantes ou mal-intencionados (a esta altura, dá no mesmo): o PT não ficou igual aos outros; o PT não é corrupto como os outros, nem um pouco menos, nem um pouco mais; o PT é o único, sem antecessor na história do Brasil, que montou um sistema de corrupção no Estado brasileiro, de dentro do Palácio do Planalto, para enriquecer o partido e se eternizar no poder.

O ex-ministro-chefe da Casa Civil e homem forte do presidente foi preso por montar um duto entre as estatais e o caixa do partido governante. Privatizou na fonte o dinheiro do contribuinte. Não há precedente no país. Ao raiar do governo petista, foi montada uma diretoria na Petrobras para um saque bilionário em benefício do grupo político governante, como está demonstrado pela Polícia Federal a partir das investigações sobre o doleiro Alberto Youssef.

Deu para entender, queridos inocentes úteis? O roubo não é a velha esperteza de uns oportunistas com cargos na máquina. O roubo é um projeto político de poder. Que aliás, graças a seres compreensivos como vocês, dá certo há 12 anos.

E agora? O Brasil se sujeitará ao esquema por mais quatro anos? Só os inocentes inúteis podem crer que essa forma de dominação sofrerá uma metamorfose redentora em 1o de janeiro. Eles não sabem fazer de outro jeito. Dilma já tenta legalizar o rombo fiscal, diante de um Brasil abobado. Nem o mensalão, nem a queda de sete ministros no primeiro ano de governo – nada modificou em um milímetro o esquema parasitário.

Vocês estão esperando o quê? Que um companheiro bata na sua porta informando-lhe com ternura que veio buscar suas calças?

Escrito por Guilherme Fiuza - Revista Época

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Petrobras: a caminho da falencia?

Petrobras: a caminho da falencia?: Ainda a propósito da matéria abaixo do Estadão, novamente transcrita. Dificilmente a Petrobras escapará de uma multa milionária, talvez até de 7 digitos, com a possibilidade de ser proibida de operar empréstimos e emissōes no mercado americano, com o que ela estará inevitavelmente condenada à falência, pois será obrigada a amortizar imediatamente todos os seus credores. Ou seja, nós é que teremos de pagar os custos das ações criminosas dos neobolcheviques mafiosos que nos governam. Quanto vai custar tudo isso? Impossível dizer, inclusive porque o pré-sal parece condenado, não só pelo preço baixo do petróleo, mas tambem pela impossibilidade de financiamento. Trata-se do maior CRIME ECONOMICO companheiro, aliás um dos maiores do mundo.

Paulo Roberto de Almeida 

Cidade dos EUA abre processo contra Petrobrás e Graça Foster

ALTAMIRO SILVA JÚNIOR - O ESTADO DE S. PAULO 
25 Dezembro 2014 | 23h 37

Depois de investidores, agora é a vez de uma cidade processar a Petrobras nos Estados Unidos. Na véspera de Natal, a capital do estado de Rhode Island, Providence, entrou com uma ação coletiva contra a estatal, duas de suas subsidiárias internacionais e vários membros de sua diretoria, incluindo a presidente Maria das Graças Foster. A ação foi iniciada no Tribunal Distrital de Nova York com o argumento de que investidores adquiriram papéis da petrolífera com preços inflados porque a companhia firmou contratos superfaturados à base de propina.

O processo, de número 14 CV 10117, há a acusação de a Petrobras ter contabilizado as propinas reveladas na operação Lava-Jato como custos relacionadas à construção e instalação de sua infraestrutura e os registrou como parte do valor dos seus ativos. Diferentemente das outras ações coletivas impetradas contra a companhia nos EUA, no processo, Providence também quer ser ressarcida pelo prejuízo com os títulos de renda fixa lastreados em dívida da Petrobras.

Por isso o processo também acusa a Petrobras International Finance Company (PIFCo) e a Petrobras Global Finance B.V. (PGF), subsidiárias da estatal brasileira baseadas respectivamente em Luxemburgo e em Roterdã, na Holanda, envolvidas na emissão de títulos da empresa. A ação menciona, por exemplo, que PifCo vendeu US$ 7 bilhões em títulos em fevereiro de 2012 e que a PGF ofereceu US$ 19,5 bilhões em notas em maio de 2013 e em março de 2014. Ao todo, a petrolífera levantou US$ 98 bilhões no mercado internacional, acusa a cidade de Providence.

O tempo coberto pelo processo também é maior que o dos anteriores: entre 21 de novembro de 2014 e 22 de janeiro de 2010, em vez do 20 de maio estipulado nas outras ações. Além das subsidiárias e da presidente Graça Foster, são relacionados como réus na ação Almir Barbassa, diretor-financeiro, e José Raimundo Brandão Pereira, que ocupava a gerência executiva de marketing e comercialização da Petrobras até abril deste ano. Ao todo, a ação relaciona 13 pessoas e 15 instituições financeiras, como os gigantes Morgan Stanley, HSBC Securities, e o Itaú BBA nos EUA. Os bancos são citados como réu porque atuaram como garantidores dos valores mobiliários emitidos pela companhia.

A cidade de Providence alega gerenciar “centenas de milhões de dólares em ativos em nome de milhares de beneficiários associados com a cidade, incluindo funcionários públicos na ativa e aposentados, assim como seus dependentes.” A cidade queixosa alega que comprou títulos da Petrobras e foi prejudicada no período coberto pela ação coletiva.

“Antes e durante o período coberto por esta ação coletiva, a Petrobras empreendeu seu plano para aumentar sua capacidade de produção. Esses planos envolviam a aquisição e a construção de novas unidades e de ativos de produção petrolífera. Por exemplo, em 2006, a companhia comprou participação de 50% em uma refinaria em Pasadena, Texas, por US$ 360 milhões, com objetivo de dobrar a capacidade da refinaria, de 100 mil barris por dia. Em 2010, a Petrobras modificou o plano de construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) — projeto originalmente lançado em 2004 para a construção de complexo de refinaria petroquímica com capacidade de processar 150 mil barris por dia, com custo de US$ 6,1 bilhões —, expandindo o custo total para estimados US$ 26,87 bilhões”, elencou o documento. “Os planos de expansão da Petrobras também exigiram investimentos substanciais de capital. Para satisfazer esse necessidade de capital, a Petrobras se submeteu a diversas ofertas de papéis, vendendo mais de US$ 98 bilhões em títulos registrados na NYSE, incluindo notas e American Depositary Shares (“ADSs”) representando ações ordinárias e preferenciais”

Segundo dados disponíveis no sistema de informações jurídicas Bloomberg Law, o processo foi iniciado no dia 24 de dezembro e a Petrobras ainda não foi notificada sobre ela. Com esse processo, já são pelo menos 11 ações coletivas contra a Petrobras nos EUA. A Justiça do país prevê que, posteriormente, esses processos similares serão unificados em apenas uma ação. (O Globo).

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Solidariedade x Caridade no Brasil

Existe uma gigantesca diferença entre "solidariedade" e "caridade"..A solidariedade se faz em grupo; a caridade sozinho..A solidariedade precisa ser mostrada; a caridade se faz em silêncio..A solidariedade nos liberta de uma "culpa" que, real ou imaginária, para seu alívio necessita de testemunha. A caridade não nos livra de nada e seu único testemunho é Deus..Um dia a humanidade inteira vai entender que TODA "solidariedade" é política..e que a caridade é cristã..Essa democracia ocidental decadente, que caminha para uma ditadura cultural conseguiu confundir uma coisa com a outra e não falta gente dentro da Igreja para dizer que Jesus foi comunista, que viveu praticando "solidariedade" e que o cristianismo nasceu como uma espécie de ONG. Conseguiram: o verdadeiro sentido do Natal se perdeu...é por isso que nós, brasileiros, gostamos tanto de ser "solidários"..para podermos esquecer que um dia fomos cristãos..
Milton Pires.

Solidariedade é o que vem para "remediar"..Caridade é o que vem para prevenir..a primeira olha para o passado. A segunda, para o futuro..É por isso que um AMERICANO faz caridade ..e um brasileiro SOLIDARIEDADE...NÃO EXISTE CARIDADE NO BRASIL ..

UMA CIDADE AMERICANA INTEIRA ENTRA COM AÇÃO COLETIVA CONTRA VAGABUNDOS PETISTAS


http://oglobo.globo.com/economia/petroleo-e-energia/cidade-americana-de-providence-entra-com-acao-coletiva-contra-petrobras-graca-foster-nos-eua-14910906

RIO — Depois de investidores, agora é a vez de uma cidade processar a Petrobras nos Estados Unidos. Na véspera de Natal, a capital do estado de Rhode Island, Providence, entrou com uma ação coletiva contra a estatal, duas de suas subsidiárias internacionais e vários membros de sua diretoria, incluindo a presidente Maria das Graças Foster. A ação foi iniciada no Tribunal Distrital de Nova York com o argumento de que investidores adquiriram papéis da petrolífera com preços inflados porque a companhia firmou contratos superfaturados à base de propina.
O processo, de número 14 CV 10117, há a acusação de a Petrobras ter contabilizado as propinas reveladas na operação Lava-Jato como custos relacionadas à construção e instalação de sua infraestrutura e os registrou como parte do valor dos seus ativos. Diferentemente das outras ações coletivas impetradas contra a companhia nos EUA, no processo, Providence também quer ser ressarcida pelo prejuízo com os títulos de renda fixa lastreados em dívida da Petrobras.
Por isso o processo também acusa a Petrobras International Finance Company (PIFCo) e a Petrobras Global Finance B.V. (PGF), subsidiárias da estatal brasileira baseadas respectivamente em Luxemburgo e em Roterdã, na Holanda, envolvidas na emissão de títulos da empresa. A ação menciona, por exemplo, que PifCo vendeu US$ 7 bilhões em títulos em fevereiro de 2012 e que a PGF ofereceu US$ 19,5 bilhões em notas em maio de 2013 e em março de 2014. Ao todo, a petrolífera levantou US$ 98 bilhões no mercado internacional, acusa a cidade de Providence.
O tempo coberto pelo processo também é maior que o dos anteriores: entre 21 de novembro de 2014 e 22 de janeiro de 2010, em vez do 20 de maio estipulado nas outras ações. Além das subsidiárias e da presidente Graça Foster, são relacionados como réus na ação Almir Barbassa, diretor-financeiro, e José Raimundo Brandão Pereira, que ocupava a gerência executiva de marketing e comercialização da Petrobras até abril deste ano. Ao todo, a ação relaciona 13 pessoas e 15 instituições financeiras, como os gigantes Morgan Stanley, HSBC Securities, e o Itaú BBA nos EUA. Os bancos são citados como réu porque atuaram como garantidores dos valores mobiliários emitidos pela companhia.
A cidade de Providence alega gerenciar “centenas de milhões de dólares em ativos em nome de milhares de beneficiários associados com a cidade, incluindo funcionários públicos na ativa e aposentados, assim como seus dependentes.” A cidade queixosa alega que comprou títulos da Petrobras e foi prejudicada no período coberto pela ação coletiva.
“Antes e durante o período coberto por esta ação coletiva, a Petrobras empreendeu seu plano para aumentar sua capacidade de produção. Esses planos envolviam a aquisição e a construção de novas unidades e de ativos de produção petrolífera. Por exemplo, em 2006, a companhia comprou participação de 50% em uma refinaria em Pasadena, Texas, por US$ 360 milhões, com objetivo de dobrar a capacidade da refinaria, de 100 mil barris por dia. Em 2010, a Petrobras modificou o plano de construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) — projeto originalmente lançado em 2004 para a construção de complexo de refinaria petroquímica com capacidade de processar 150 mil barris por dia, com custo de US$ 6,1 bilhões —, expandindo o custo total para estimados US$ 26,87 bilhões”, elencou o documento. “Os planos de expansão da Petrobras também exigiram investimentos substanciais de capital. Para satisfazer esse necessidade de capital, a Petrobras se submeteu a diversas ofertas de papéis, vendendo mais de US$ 98 bilhões em títulos registrados na NYSE, incluindo notas e American Depositary Shares (“ADSs”) representando ações ordinárias e preferenciais”
Segundo dados disponíveis no sistema de informações jurídicas Bloomberg Law, o processo foi iniciado no dia 24 de dezembro e a Petrobras ainda não foi notificada sobre ela. Com esse processo, já são pelo menos 11 ações coletivas contra a Petrobras nos EUA. A Justiça do país prevê que, posteriormente, esses processos similares serão unificados em apenas uma ação.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/petroleo-e-energia/cidade-americana-de-providence-entra-com-acao-coletiva-contra-petrobras-graca-foster-nos-eua-14910906#ixzz3Mwxcb36D 
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

VAGABUNDOS PETISTAS DIZEM QUE ESTUPRO FAZ PARTE DA "FORMAÇÃO" MÉDICA

A violência no currículo da Faculdade de Medicina da USP

Quando o país vê médicos saírem às ruas contra um programa governamental que pretende levar atendimento aos brasileiros das regiões mais distantes, onde eles próprios não querem nem passar, é evidente que não se trata apenas de corporativismo, descompromisso social e falta de ética, mas também de problemas na própria formação.


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Estupros e assédio a estudantes na faculdade mais procurada do país expõem mazelas do curso que deveria formar mais médicos e menos monstrosEstupros e assédio a estudantes na faculdade mais procurada do país expõem mazelas do curso que deveria formar mais médicos e menos monstros
Este 2014 foi o ano em que a Faculdade de Medicina teve enfim expostas mazelas de um ambiente protegido pela omissão, a negligência e o complexo de superioridade daqueles que deveriam zelar pela reputação desse centro de excelência em pesquisa. Agora em 16 dezembro, a situação desencadeou a instalação de uma CPI na Assembleia Legislativa – algo raro num legislativo que teve, ao longo dos últimos 20 anos de controle tucano, dezenas de pedidos de investigação jogado para debaixo do tapete.

Semanas antes, em audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo, no último dia 11 de novembro, médicos, professores, estudantes e parlamentares ouviram os relatos de alunos que sofreram violência física, sexual, assédio moral e homofobia nos trotes e festas do curso mais concorrido da principal universidade brasileira, a USP. E o que mais revolta: sofreram ainda difamação, perseguição e pressões para silenciar, numa agressão psicológica igualmente perversa.

Claramente nervosa, a estudante Marina Souza Pikman contou que foi estuprada em 2011, ainda caloura, numa festa tradicional da faculdade, por um trabalhador terceirizado da instituição. A consciência foi recobrada muito tempo depois, no Hospital das Clínicas, para onde foi levada. Por duvidar do que tinha acontecido, recusou-se a fazer exame de corpo de delito, mas acabou convencida por amigos a tomar antirretrovirais, procedimento comum em casos de estupro para tentar prevenir a infecção por HIV. Depois de muito tempo soube que o tal homem pagou para entrar na barraca onde ela estava desacordada.

A liderança da associação atlética a desencorajou a denunciar por falta de provas e “por sua culpa” ao ter se excedido na bebida. “Diziam que isso tudo podia vazar, e que eu ia destruir a atlética. Um ex-presidente de lá chegou a dizer que a gente precisava abafar para proteger a vítima e também para não destruir a festa. Eu procurava testemunhas, mas elas se esquivavam. Diziam que eu tinha que deixar isso para trás, tocar a minha vida para a frente e que eu não ia conseguir provar”, relatou. Mesmo assim, registrou boletim de ocorrência. Envergonhada e evitando as pessoas, ficou um mês longe das aulas e recorreu ao Grupo Psicológico de Apoio ao Aluno (Grapal), onde faz tratamento até hoje contra o trauma.

“As vítimas deveriam entrar com ações na Justiça contra a universidade e a escola de Medicina, a quem cabe a responsabilidade por tudo o que acontece ali dentro”, defende o professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) e autor de livros sobre o trote universitário, Antonio Ribeiro de Almeida Junior. “Tratam-se de quadrilhas que assim devem ser tratadas pela lei.” De acordo com ele, professores, dirigentes, diretores, reitores e até ex-alunos estão por trás dos grupos trotistas, cuja atuação configura o ato não como brincadeira para a integração dos novatos, mas um mecanismo de manutenção da hierarquia no meio médico que deve ser assimilada já no início da formação. “Quem recebe no primeiro ano tem de se calar senão é expulso, num silêncio que lembra as organizações mafiosas, que depois vai acobertar práticas indecentes. Trote não é brincadeira. Divide alunos, causa perdas, tira alunos do campus. A cultura da violência é baseada na impunidade, na cultura do abuso”, afirma, lembrando o caso de uma menina na Esalq que, além de ter sido estuprada por oito rapazes, passou por agressões psicológicas ao ser chamada de pizza “porque dava para oito”.

Outro aspecto chocante é que, em vez de zelar pela segurança e integridade das vítimas e punir os agressores, que geralmente passam anônimos e incólumes em todos esses casos, a direção se preocupa apenas com a preservação do nome da faculdade. Conforme o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo, Adriano Diogo (PT), dias antes da realização da audiência pública, ele e outros parlamentares foram pressionados diretamente pelo diretor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), o professor titular do Departamento de Cirurgia José Otávio Costa Auler Junior, para que não realizassem o debate sobre as violações aos direitos humanos naquela instituição. “Exaltado, sem me deixar falar, ele dizia que a reunião não deveria ser realizada porque iria jogar na lama o nome da instituição e que ele iria tomar providências contra os abusos”, disse Diogo. A audiência acabou realizada na marra.

“Apelar à direção não vai funcionar porque ela faz parte do esquema”, disse o professor do Instituto de Matemática e Estatística da USP e diretor da Associação dos Docentes Francisco Miraglia. “Só a democratização da universidade, em especial da Faculdade de Medicina, é que vai resolver esse problema que tem raízes na estrutura autoritária e militarizada da USP, que permite o lucrativo mercado das festas privadas aqui dentro, mas que criminaliza os estudantes.” Em meio à grande repercussão, no final de novembro Auler proibiu festas dentro da faculdade.

Fonte: Rede Brasil Atual 


COMENTÁRIO DO EDITOR - Bandidos do Portal Vermelho aproveitando-se de supostos casos de abuso sexual nas festas da Faculdade de Medicina para aproveitar mais ainda a chance de atacarem os médicos brasileiros. Vejam que, na reportagem, os marginais que escrevem fazem questão de dizer que isso trata-se de um problema na "formação dos médicos" e estabelecem ligações com a decisão dos profissionais brasileiros de se recusarem a participar do programa "Mais Escravos" que os vagabundos petistas trouxeram ao Brasil. Impressionante a capacidade dessa ralé mentir afirmando que estuprar mulheres faz parte do "currículo" da Medicina da USP e falam ainda numa estrutura "autoritária e militarizada" da Universidade que lucra com esse tipo de festa. Quem lê esse tipo de coisa deve pensar que nós, na Faculdade de Medicina, passamos pelas cadeiras de Introdução ao Estupro, Estupro 1, Estupro 2..e Estupro Avançado..

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

MÉDICOS CORRUPTOS DENTRO DO GOVERNO BRASILEIRO

23/12/2014 18h21 - ATUALIZADA EM: 23/12/2014 19h10 - POR ESTADÃO CONTEÚDO

DENÚNCIA DE PROPINA NO BRASIL PODE AFETAR FUSÃO DE US$ 13 BI NOS EUA

SEGUNDO NYT, COMPANHIA ENVOLVIDA É ACUSADA DE PAGAR A MÉDICOS QUE TRABALHAM PARA O GOVERNO BRASILEIRO

Médico - maior (Foto: Shutterstock)
O pagamento de propinas no Brasil e no México pode afetar nos Estados Unidos uma fusão de US$ 13,3 bilhões entre duas empresas de equipamentos médicos, de acordo com o jornal The New York Times, que obteve documentos confidenciais das denúncias. Uma das companhias, a Biomet, é acusada de pagar propinas a médicos que trabalham para o governo brasileiro para conseguir vender equipamentos.
No caso do Brasil, a denúncia foi feita por um delator anônimo por correio eletrônico. A legislação dos EUA favorece denúncias de corrupção em empresas e premia o investidor com parte da multa que a companhia tem que pagar para a Justiça.
Em abril, a norte-americana Zimmer Holdings anunciou a compra da sua rival Biomet, em um negócio de US$ 13,3 bilhões. As duas empresas fornecem equipamentos ortopédicos, cirúrgicos e odontológicos e têm sede no Estado de Indiana, nos EUA. "Os rumos da fusão agora dependem em parte do resultado das investigações", afirma o Times, destacando que a Biomet é investigada pelo Departamento de Justiça e pela Securities and Exchange Commission (SEC, que regula o mercado de capitais norte-americano).
A multa a ser paga pela Biomet, destaca o jornal dos EUA, pode afetar o valor do negócio. O Times lembra que o Departamento de Justiça anunciou nesta segunda-feira (22/12) o maior acordo já feito envolvendo corrupção no exterior, o da francesa Alstom, que concordou em pagar US$ 772 milhões para resolver uma investigação de pagamento de propinas e subornos em vários países.
Na ocasião, a Biomet cancelou os contratos com os distribuidores. Em outubro de 2013, de acordo com o Times, uma denúncia anômica chegou aos EUA afirmando que o esquema continuava com outros distribuidores. No México, a acusação é de suborno de oficiais da alfândega para agilizar a importação de produtos.
A Biomet pertence a um grupo de investidores privados que inclui os fundos de private equity Blackstone Group, Kohlberg Kravis Roberts (KKR) e TPG Capital. Na época do anúncio do negócio, a previsão era de que a operação entre as duas empresas fosse concluída no primeiro trimestre de 2015.

O CRIME DE QUEM DENUNCIA UM CRIME..

Sindicância »Médicos serão investigados por denunciar aborto

Publicação: 22/12/2014 08:28 Atualização:

O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) vai abrir sindicância para apurar os casos em que médicos denunciaram mulheres por aborto. Na edição deste domingo, o jornal O Estado de S.Paulo revelou que 33 mulheres foram presas no Brasil em 2014 - por ano, em média 1 milhão de abortos ilegais são realizados no País. Em São Paulo, das 12 detentas pelo menos sete foram presas por causa da quebra de sigilo médico.
O presidente do Cremesp, João Ladislau Rosa, classificou as denúncias como “assustadoras” e se surpreendeu com a atitude de colegas da categoria. Rosa promete que vai averiguar os inquéritos policiais que tiveram a participação de médicos como autores ou testemunhas da denúncia. “Já providenciamos todos os documentos que comprovem a participação de médicos nesses casos apontados na reportagem. A nossa obrigação agora é entendermos o que de errado está acontecendo”, afirmou.
Segundo o Código de Ética da Medicina, é vedado ao médico “revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão”. O terceiro parágrafo do documento também afirma que, “na investigação de suspeita de crime, o médico estará impedido de revelar segredo que possa expor o paciente a processo penal”.
“Todos os profissionais envolvidos serão convocados pelo Cremesp e, em 2015, vamos ouvi-los no conselho para dar explicações sobre a sua atuação”, disse Rosa. Após os depoimentos, os membros da sindicância vão avaliar qual a punição. “Dentro do conselho, vamos definir caso a caso”, disse.
A pena para esse tipo de conduta pode variar entre uma advertência pública até a suspensão por 30 dias ou a cassação do direito de exercer a função médica. A previsão é de que a sindicância dure pelo menos três meses.

COMENTÁRIO DO "EDITOR" - Vejam só que interessante: pela Lei atual, se o médico faz aborto em TODAS as situações, é crime. Se não faz e denuncia quem faz; agora também é..Em outras palavras: parece que é "crime denunciar o crime"..É isso ou eu entendi errado?? Aí vem o Partido Religião..o nosso Grande Papai e diz: "pessoal, vamos parar com as briguinhas".."Vamos liberar GERAL o aborto..pronto: aí ninguém mais vai ser incriminado por fazer nem por denunciar, né??"

DEPÓSITOS DE RESTOS HUMANOS NO HPV EM PORTO ALEGRE

Depósito de restos humanos no hospital Presidente Vargas é investigado por vereadores

Funcionários registraram, em vídeo, o depósito com o mau acondicionamento dos materiais

Humberto Trezzi
humberto.trezzi@zerohora.com.br

Corpos de dezenas de bebês mortos no parto ou antes mesmo de nascer têm um destino insólito no Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas, em Porto Alegre: vão parar num depósito. Caixas, sacos e baldes acondicionam restos dos natimortos numa sala situada nos fundos do Centro Obstétrico, como denunciam servidores. Esses funcionários fizeram, em vídeo, imagens do depósito e as enviaram à Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara Municipal da Capital. O caso está sendo investigado pelos vereadores.
Os restos humanos do Presidente Vargas costumam ser submetidos a um exame anatomopatológico para determinar a causa da morte. Isso era feito, mediante convênio, pelo Hospital Conceição, mas desde junho o acordo foi rompido e, desde então, placentas e fetos se acumulam no depósito. Algumas, em geladeiras. Outras, conservadas em vidros com formol e caixas. Mesmo a imersão em produtos químicos não impede a proliferação de moscas e o mau-cheiro, asseguram os servidores.
— Nossa preocupação é evitar que as moscas contaminem o centro cirúrgico — pondera um servidor.
Desde julho seriam pelo menos 60 fetos descartados, fora outros materiais, como biópsias feitas em gestantes. Eles deveriam ser enviados a exame em horas ou dias, para evitar deterioração.
O Presidente Vargas vive uma crise crônica nesta década. Semana passada, a diretora-geral, a diretora-técnica e o diretor-administrativo do hospital pediram demissão. Referência em obstetrícia, o estabelecimento é cenário, há pelo menos três anos, de leitos vazios, alas desativadas e aparelhos estragados. No quarto andar, da Pediatria, apenas cinco dos 38 leitos estão disponíveis, relata o vereador Thiago Duarte (PDT), que também é obstetra e atua no Presidente Vargas. No terceiro andar, seis dos 12 leitos da UTI Pediátrica estão aptos a receber pacientes.
— Eu sabia que fetos e placentas não vinham sendo encaminhados para exame, mas ignorava que estavam em tão más condições. É uma irregularidade criminosa — define o vereador Thiago.
A crise teve ponto alto em 2011, quando quase 300 funcionários do hospital foram demitidos, por determinação da Justiça. O Judiciário considerou irregular o convênio mantido pelo Presidente Vargas com a Fugast (Fundação de Gastroenterologia), pelo qual eram contratados servidores. Com isso, houve fechamento de setores por falta de pessoal. Desde então há falta de pessoal. Em agosto, a emergência pediátrica do Presidente Vargas chegou a ser fechada para atendimento externo, mas reabriu em novembro.
Vice-presidente do Sindicato Médico-RS (Simers), Maria Rita de Assis Brasil destaca outro aspecto do descarte irregular no hospital: a ausência do resultado da biópsia nas gestantes que perderam os filhos.
— Elas podem estar com câncer e nem saber, já que os testes não são feitos desde julho.
Desde 2000, o Presidente Vargas é administrado pela Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, oferecendo 100% do atendimento pelo SUS. O secretário Carlos Casartelli, por meio da assessoria de imprensa, assegura que a situação está para se normalizar, porque já foi firmado novo convênio para análise patológica do material do Presidente Vargas. Será com o Hospital de Clínicas. Até lá, o descarte do material humano será providenciado.​