"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sábado, 31 de outubro de 2015

CAPA DA REVISTA VEJA "ENFURECE" VAGABUNDOS PETISTAS ! COMPARTILHEM !


Relatório do Coaf mostra movimentações milionárias nas contas de Lula, Palocci, Pimentel e Erenice

Um relatório da agência do governo de combate à lavagem de dinheiro revela que os quatro, entre outros petistas, movimentaram quase meio bilhão de reais em transações com indício de irregularidades

THIAGO BRONZATTO

31/10/2015 - 00h17 - Atualizado 31/10/2015 00h40

Revista ÉPOCA - capa da edição 908 - O dinheiro suspeito (Foto: Revista ÉPOCA/Divulgação)
Eis o quarteto que estrela o relatório: Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República, líder máximo do PT e hoje lobista; Antonio Palocci, ministro da Casa Civil no primeiro mandato de Dilma Rousseff, operador da campanha presidencial de 2010 e hoje lobista;Erenice Guerra, ministra da Casa Civil no segundo mandato de Lula, amiga de Dilma e hoje lobista; e, por fim, Fernando Pimentel, ministro na primeira gestão Dilma, também operador da campanha presidencial de 2010, hoje governador de Minas Gerais. O Relatório 18.340, ao qual ÉPOCA teve acesso, foi enviado à CPI do BNDES. As informações contidas nele ajudarão, também, investigadores da Receita, da PF e do MP a avançar nas apurações dos esquemas multimilionários descobertos nas três operações que sacodem o Brasil: Lava JatoAcrônimo e Zelotes. Essas investigações, aparentemente díspares entre si, têm muito em comum. Envolvem políticos da aliança que governa o país e grandes empresários. No caso da CPI do BNDES, os parlamentares investigam as suspeitas de que os líderes petistas tenham se locupletado com as operações de financiamento do banco, sobretudo as que beneficiaram o cartel de empreiteiras do petrolão.
SEGURO O ex-presidente  Lula e o relatório do Coaf (acima). Também foram identificadas operações de compra de títulos  de previdência  por R$ 6,2 milhões (Foto:  )
Ao todo, foram examinadas as contas bancárias e as aplicações financeiras de 103 pessoas e 188 empresas ligadas ao quarteto petista. As operações somam – prepare-se – quase meio bilhão de reais. Somente as transações envolvendo os quatro petistas representam cerca de R$ 300 milhões. Palocci, por exemplo, movimentou na conta-corrente de sua empresa de consultoria a quantia de R$ 185 milhões. Trata-se da maior devassa já realizada nas contas de pessoas que passaram pelo governo do PT. Há indícios de diversas irregularidades. Vão de transações financeiras incompatíveis com o patrimônio a saques em espécie, passando pela resistência em informar o motivo de uma grande operação e a incapacidade de comprovar a origem legal dos recursos.
FARTURA A empresa de Palocci movimentou as maiores quantias. O relatório (acima) mostra, entre seus clientes, a Caoa, suspeita de comprar uma medida provisória (Foto:  )
MISTÉRIO O governador Pimentel também fez aplicações de R$ 676 mil no mercado segurador sem prestar informações sobre a origem do dinheiro, segundo o Coaf (acima) (Foto:  )
LOBISTA Erenice, ex-ministra de Lula. Uma empresa de seu filho recebeu dinheiro de Fábio Baracat, suspeito de pagar propinas por contratos com o governo  (Foto:  )
O Coaf não faz juízo sobre as operações. Somente relata movimentações financeiras suspeitas de acordo com a lei e regras do mercado, como saques de dinheiro vivo na boca do caixa ou depósitos de larga monta que não tenham explicação aparente. O Coaf recebe essas informações diretamente dos bancos e corretoras. Eles são obrigados, também nos casos previstos em lei, a alertar o Coaf de operações “atípicas” envolvendo seus clientes. É obrigação do Coaf avisar as autoridades sobre operações suspeitas de crimes. A lavagem de dinheiro existe para esquentar recursos que tenham origem ou finalidade criminosa, como pagamentos de propina. Não cabe ao Coaf estipular se determinada transação é ilegal ou não. Cabe a ele somente informar a existência dessa transação às autoridades competentes, caso essa transação contenha características de uma operação de lavagem de dinheiro. Foi isso que o Coaf fez no caso do quarteto petista. Cabe agora à PF, ao MP e ao Congresso trabalhar detidamente sobre as informações reveladas pelo Coaf.
GRANDE FAMÍLIA Lula e família. Uma de suas empresas transferiu R$ 48 mil a Fernando Bittar, sócio de um dos filhos do petista e dono de um sítio abribuído ao ex-presidente (Foto:  )

'Freud com os Escritores' explora relação da psicanálise com a literatura; leia trecho

'Freud com os Escritores' explora relação da psicanálise com a literatura; leia trecho:

Divulgação
As relações da psicanálise com a literatura são o tema de "Freud com os Escritores"
As relações da psicanálise com a literatura são o tema deste livro
Leia mais (10/31/2015 - 11h30)

Freud com os escritores

J.-B. Pontalis e Edmundo Gómez Mango


As leituras preferidas de Sigmund Freud e as relações da psicanálise com a literatura são o tema deste livro. J.-B. Pontalis e Edmundo Gómez Mango se detêm sobre alguns dos mais célebres escritores europeus a fim de refletir sobre o diálogo que Freud estabeleceu com a obra de cada um deles. 

Meticuloso e apaixonado leitor de Shakespeare, Goethe, Schiller, Hoffmann, Heine e Dostoiévski, o criador da psicanálise também manteve contato pessoal ou se correspondeu com autores de sua época, como Arthur Schnitzler, Thomas Mann e Stefan Zweig. 

A crítica literária e a genealogia dos conceitos psicanalíticos se entrecruzam nos esclarecedores ensaios de Pontalis e Mango, que também examinam como a tensão entre ciência e literatura marca a escrita e o pensamento freudianos. 

É essa mesma tensão que faz do autor de A interpretação dos sonhos, além de um decifrador genial da alma humana, um dos maiores escritores de todos os tempos. 

Trecho de Freud com os escritores
Durante toda a sua vida, Freud amou os livros. Ele próprio qualificou de "íntimas" suas relações com eles. Desde a mais tenra idade, comprava bateladas nos livreiros de rua vienenses - parece que seu pai o censurou por isso. Mais tarde, quando foi obrigado a exilar-se, levou consigo a mulher, Martha, a filha, Anna, a fiel criada Paula, o médico pessoal, o cão, um chow-chow, sua coleção de estatuetas... e parte de sua biblioteca. Os livros faziam parte de seu círculo mais querido.
Poucos dias antes de morrer, foi para um livro que voltou sua atenção. Não era qualquer um -La peau de chagrin [A pele de onagro], de Balzac: "Era justamente o livro de que eu necessitava; fala do encolhimento e da morte por inanição".
Sua biblioteca em Viena continha mais de 2 mil volumes. Foi catalogada após sua morte e dividida em duas partes: uma delas, a mais importante, foi despachada para Londres, para sua casa (alugada) em Maresfield Gardens, nº 20, que viria a ser o Freud Museum, onde os visitantes podem admirá-la; a outra foi vendida a um livreiro, até ser oportunamente resgatada pelo New York State Psychiatric Institute.
Em que consistia a biblioteca? Em obras pertencentes a todos os gêneros: ciências do espírito e da natureza, religiões, história, filosofia, etnologia, mitologia, biografias, relatos de viagem, literatura alemã e estrangeira. Alguns devem ter lhe servido de documentação para os próprios livros: por exemplo, A essência do cristianismo, de Feuerbach, para O futuro de uma ilusão, osCadernos de Leonardo da Vinci para Uma recordação de infância...
Naturalmente, Shakespeare tinha o melhor quinhão: edições inglesas e alemãs. Dostoiévski, cujos romances admirava embora depreciasse o homem, demasiado neurótico a seu ver, é igualmente bem-representado. Surpresa: as uvres complètes de Flaubert na edição Conard (dezoito volumes), Maupassant (vinte volumes) e Anatole France (21 volumes ilustrados). Inúmeras e caras aquisições de bibliófilo.
Dentre os autores de língua alemã, Goethe, Heine e, em lugar de destaque entre os escritores contemporâneos, Thomas Mann, Arnold e Stefan Zweig. Curiosamente, nenhum sinal de Schnitzler, a quem, não obstante, considerava o seu "duplo".
Em certos livros, há frases sublinhadas. Às vezes, encontramos também observações na margem: "Não, não! Burrice. Estúpido". Atento e exigente, o leitor Freud não era do tipo que lia na diagonal.
Ao percorrer o catálogo, como não ficar impressionado com a variedade dos interesses de Freud, sua curiosidade insaciável, a extensão de sua cultura? E como não se perguntar: ele, que escreveu tantos livros, tantos artigos, que enviou tantas cartas a seus inúmeros correspondentes e teve em análise tantos pacientes, sim, como encontrou tempo para ler tantos livros? A resposta poderia perfeitamente ser esta: ele era um homem do livro. Talvez para ele, como o sonho interpretado em sua obra inaugural, a Traumdeutung, que ele chamava de Traumbuch(livro do sonho, ou livro-sonho), talvez jamais terminássemos de ler o mundo. Um mundo que, depois de Babel, era povoado por todo tipo de línguas e dialetos, um mundo cuja língua secreta se chamava inconsciente.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

SOCORRO, PAPAI LULA !!


CRISE MILITAR GERADA PELA DEMISSÃO DO COMANDANTE MILITAR DO SUL

O GENERAL ANTONIO HAMILTON MARTINS MOURÃO FOI TRANSFERIDO PARA UM CARGO BUROCRÁTICO.
Gerou um ambiente de insatisfação a determinação do ministro Aldo Rebelo (Defesa) para que o comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, demitisse o general Antonio Hamilton Martins Mourão do comando Militar do Sul , além de transferi-lo para a Secretaria de Economia e Finanças do Exército, em Brasília.  Fontes militares informam que pode haver desdobramentos do episódio na manhã desta sexta-feira (30). A demissão é uma punição pelas declarações do general a oficiais da reserva, fazendo duras críticas à classe política e convocando os presentes para "o despertar de uma luta patriótica". Para o lugar de Mourão irá o general Edson Leal Pujol, que estava na Secretaria de Economia e Finanças do Exército. Com o novo cargo, eminentemente burocrático, o general Mourão perde a prerrogativa de falar para tropa. A decisão foi tomada depois de reunião do alto comando do Exército em Brasília, nesta semana. 
O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional questionou o ministro da Defesa sobre a fala do general, que teria dito que "ainda tínhamos muitos inimigos internos, mas que eles se enganavam achando que os militares estavam desprevenidos" e que teria feito uma provocação, incitando os militares ao dizer: "eles que venham!". Em claro desafio ao governo, como informou a coluna de Cláudio Humberto, do Diário do Poder, o Comando Militar do Sul fez uma homenagem póstuma ao coronel Brilhante Ustra, primeiro militar a ser oficialmente considerado um torturador. Esta postura do general Mourão acrescenta um ingrediente à crise política que o governo Dilma já vive. O Planalto havia deixado este assunto a cargo da Defesa porque não quer trazer mais esta questão para dentro do palácio.
FONTE - DIÁRIO DO PODER

MARGINAIS PETISTAS CONFIRMAM MOTIVOS PARA DEMITIR MOURÃO

30/10/2015

Defesa confirma que EXONERAÇÃO de GENERAL foi uma “resposta” às reclamações contra o COMANDANTE militar do SUL.
É de se estranhar que o Ministério da DEFESA informe que um GENERAL será sancionado e publique a íntegra de um documento que questiona atitudes de um militar que ocupa um altíssimo posto na hierarquia das Forças Armadas. Normalmente as decisões relacionadas a assuntos desse tipo são reservadas. Mas, esse caso parece que inaugura uma nova política em relação a esses procedimentos administrativos.
O site da DEFESA informa sobre o recebimento do requerimento, publicado aqui por Sociedade Militar, e diz que a resposta já foi encaminhada para o SENADO.
“ Aldo Rebelo informou ao senador que determinou ao Comando do Exército que tomasse as providências, com brevidade e o rigor que o caso requer, para apurar os fatos relacionados aos questionamentos apresentados no requerimento, e que adotasse as medidas necessárias, visando a assegurar que o Exército Brasileiro continue a se pautar no estrito cumprimento de sua missão constitucional e a transitar no seio da Nação com elevada credibilidade que a sociedade confere as suas Forças Armadas
gen pujolRebelo também deixa bem claro que a exoneração do general MOURÃO ocorre realmente em decorrência das repercussões de suas declarações.
A Defesa informa que ainda na semana passada o General Villas Bôas já havia antecipada ao Ministro que elaboraria documento sugerindo que Mourão seja exonerado de suas funções.
“Na semana passada, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, antecipou ao ministro Aldo Rebelo que tomaria as providências… ”
É importante deixar claro que as nomeações para os cargos de generais não são feitas pelo Comandante do Exército, são de alçada da Presidente da República. O Comandante apenas INDICA os militares que prefere para ocupar cada cargo.
Segundo informa o Ministério da Defesa, o novo comandante Militar do Sul, sugerido pelo Comandante do Exército, será o general Edson Leal Pujol, ex-comandante das tropas no Haiti.
Original/Completo em http://www.sociedademilitar.com.br/wp/2015/10/defesa-confirma-que-exoneracao-de-general-foi-uma-resposta-as-reclamacoes-contra-o-comandante-militar-do-sul.html

Nomes de filósofos por ordem cronológica.

Por Samir Gorsky

Filosofia antiga.

Tales de Mileto (c. 624-546 a.C.). 
Anaximandro de Mileto (c. 610-545 a.C.).
Anaxímenes de Mileto (c.585-528 a.C.). 
Pitágoras (c. 580 a.C. - 500 a. C.). 
Xenófanes de Colófon (c. 576-480 a.C.). 
Parmênides de Elea (c. 540-470 a.C.). 
Heráclito de Éfeso (c. 535-475 a.C.). 
Anaxágoras de Clazomena (c. 500-428 a.C.). 
Empédocles de Agrigento (c. 495-435 a.C.). 
Zenão de Elea (c.490-430 a.C.). 
Leucipo de Ábdera (c.490-420 a.C.). 
Meliso de Samos (c. 485-425 a.C. 5). 
Protágoras de Ábdera (c. 480-410 a.C.). 
Sócrates (469-399 a.C.). - Fundador da ética.
Demócrito de Ábdera (c.460-360 a.C.), atomista. 
Antistenes o cínico (n. c.450 a.C.).
Antifon o Sofista (Antifonte de Atenas) (séc. 5-o a.C.) 
Aristipo de Cirene (c. 435-355 a.C.). 
Platão (427-347)
Diógenes o cínico (413-323 a.C.).
Aristóteles (384-322 a.C.). 
Teofrasto de Eresos (372 - 285 a.C.). 
Pirro de Elis (c.360-270 a.C.), cético. 
Aristoxeno de Tarento (4-o século a.C.) 
Epicuro de Samos (341-270 a.C.). 
Zenão de Citio (c. 336-264 a.C.), estoico. 
Arcesilao de Pitane (315-240 a.C.). 
Carnéades (c.214-129 a.C.). 
Clemente de Alexandria, patrístico (c. 150-216). 
Aristóbulo (200 ou 100 a.C) 
Cícero. M. T... (106-43 a.C.), estoico. 
Gaio ou Caio (c. 100 - 180), do Direito Romano. 
Caro, Lucrécio (98-55 a. C.) 
Espartaco (+71 a.C.), e luta social.
Epicteto, estoico (50 - 138). 
Andrônico de Rodes (sec. 1-o a.C.). 
Arius Didimus (último séc. a.C.), estoico. 
Nigidio Fígulo (+ 45 a.C.).
Filo de Alexandria (c. 20 a.C. - c. 40 d.C.). 
Sêneca. Lucius A.., (2-65 d.C.), estoico. 
Mussônio Rufo (1-o séc. d.C.), estoico. 
Possidônio de Apaméia( c. 135-51), estoico. 
Sexto Empírico (2- séc.).
Numênio de Apaméia (fim do 2-o século). 
Badarayana (entre 150-300), do vedanta brâmane. 
Panécio, estoico (c. 180- c. 110). 
Origenes (c.185 -c. 255), cristão.
Constantino (Imperador 306 a 337). 
Basílio Magno (c.330-379), patrístico
Prisciliano (345-385), gnóstico.
Proclo (Proklos) (410-485).
Anaxarco de Abdera.
Antíoco, estoico.
Eudoro, estoico de Alexandria.
Hipácia.

Filosofia Medieval

Origenes (c.185 - c. 255), cristão.
Agostinho de Hipona (354-430), patrístico. 
Lao Tse, ou Lao Zi (sec. 6-o ou 5-o a.C.), do taoísmo.
Boécio (c.470-524), cristão. 
Cassiodoro. Flavius... (c. 477-c.570). 
Pseudo-Dionisio (entre 485 e 535).
Justiniano (527-565), último imperador Oriente-Ocidente.
João Filopono (ou de Alexandria) (6-o. séc.). 
Isidoro de Sevilha (c.560-636). 
Mahomé (571-632). 
Beda, o Venerável (673-735). 
João Damasceno (c.675-749). 
Alcuino de York (c. 735-804), escolástico. 
Shankara (ou Shamkara) (c. 8-o séc. d.C.), do vedanta. 
Rabano Mauro (776-856).
Al-Kindi. Abu Yusuf ibn Ishaq... (c.796-873). 
João Scoto Erígena (c. 800-870). 
Fócio (820-891), platônico. 
Radberto Pascasius (século 9-o).
Abu Ishap Ibn Al-Harawi (séc. 9-o). Místico. 
Abu Zayd Al-Balji (final do s. 9-o). 
Isaac Israelli (c. 851- c. 950), judeu. 
Al-Farabi.(c. 870-950), místico (sufi). 
Hatim Al-Razi (... - 933), da filosofia árabe. 
Abu Mansur Al-Maturidi ( -944), de Samarcanda. 
Muhamad ibn Abenmasarra (883-931), mutazilita. 
Ben Josef al Fayyum (ou Saadia Gaon) (892-943).
Abu Zakariyya Yahya Yahyaa Ibn 'Adi (-974), jacobita. 
Gerbert de Aurillac (Silvestre II) (935-1003), realista. 
Abu Jayr Ib Al-Jammar (942- ), árabe. 
Abu Hayyan Al-Tawhidi (séc. 10°). 
Abu Ishaq al-Nawbajto, (séc. 10-o), iraniano. 
Abu-i-Hasan Muhammad Ibn Yusuf al-'Amiri, (séc. 10-o), iraniano. 
Abu Yazid Ahmad Ibn Sahl Al-Balji (século 10-o). 
Maquart. F.( - X), escolástico. 
Abu-i-Costume Katib (fim do séc. 10-o). 
Avicena, ou Ali Ibn Sina (Abu Ali al-Husayn...) (980-1037). 
Abu 'Ali Muhammad... ibn al-Haytam (c.965-1039), cientista. 
Pedro Damião (1007-1072), escolástico intransigente. 
Abu-Bakr al-Baqillani, (? - 1013), filósofo árabe. 
Abu Ishaq al-Isfara-Ni, (? - 1027), iraniano. 
Abu Ya'far Amada Ibn Muhammad Alsmnnani ( -1052) árabe. 
Pselos. Miguel... (1018-1080). 
Ibn Gabirol, Salomon (ou Avicebron) (c.1020 - c.1070). 
Ítalos. João... (c.1025-após 1082), neoplatônico. 
Santo Anselmo, (1033-1109). 
Bernardo de Chartres ( - c.1124), realista. 
Miguel de Éfeso (séc. 11), aristotélico. 
Roscelino de Compiégne (c. 1050-1120), nominalista. 
Odon de Tournay, ou de Cambray ( - 1113), realista. 
Algazali (Algazel, ou ainda GazalI) (1058-1111).
Gilbert de la Porrée (Pictaviensis) (c.1076-1154). 
Abelardo, Pedro, (1079-1142), realista moderado
Avempace (Ab bakr Muhammad...). (c.1.080-1138). 
Abu-i-Barakat al-Bagdadi (c.1085-1164), judeu islâmico. 
Thiery (ou Teodorico) de Chartres ( - 1155). 
Hugo de Saint Victor, místico (c. 1096-1141). 
Pedro Lombardo (c.1100-1160). 
Tufail.(Abu Bakr Muhammad...) (c.1110-c.1185). 
João de Salisbury (c. 1120-1180). 
Allain de Lille (c.1120-1202), escolástico. 
Averróis (Abul-l-Walid ... ibn Rusd) (1126-1198). 
Maimônides. Moisés Ben...(Rabi Moses) (1135-1204). 
Amaury de Benes ( -1207), panteista. 
Gautier ou Gualter de Saint Victor, místico séc 12. 
Ricardo de Saint Victor, (sec. 12), místico. 
David de Dinant (entre séc. 12 e 13), panteísta. 
Roberto Grosseteste (c.1168-1253), agostiniano. 
Ibnarabi (1165-1240), místico sufi. 
Felipe, o Chanceler (c. 1170-1236), secular. 
Alexandre de Hales (c.1180-1245), agostiniano. 
Guilhaume d'Auvergne (c. 1190-1249). 
Alberto Magno (1196-1280), escolástico aristotélico. 
Robertus de Kilwardby (c. 1200-1279), agostiniano. 
Pedro Hispano (entre 1205 e 1210 - 1277), aristotélico. 
Guilherme de Saint-Amour ( ? - 1272), secular. 
Rogério Bacon (c.1214-1294), agostiniano. 
Guilherme de Moerbecke (1215-1286), tomista. 
Henrique de Gand (c. 1217-1293), agostiniano moderado. 
Ramon Marti (1220-1224), tomista. 
Tomás de Aquino (1225-1274) aristotélico. 
Pedro Tarantaise (1225-1276), tomista. 
Gilles de Lessines (c.1230-1304). 
Siger de Brabante (c. 1235-1284), averroista. 
Mateus de Aquasparta (1235-1302), agostiniano. 
Ptolomeu de Lucques (1238-1326), tomista. 
Abulafia. Abraham (1240-1290). 
John Peckham (c. 1240 - 1292), agostiniano. 
Pedro João Olivi, ou Pierre de Jean Olieu (c. 1248-1298), agostiniano. 
Ricardo de Clapwel (sec. 13), tomista.
Guilherme de Ware, ou Guarro ou Warro) ( - depois de 1300). 
Godofredo de la Fontaine (- falecido após 1303). 
Pedro d'Auvergne ( - + 1304), secular tomista. 
Gilles de Roma, (1247-1316), tomista. 
Pedro João Olivi, ou Pierre de Jean Olieu (c. 1248-1298), agostiniano. 
Ricardo de Middleton (c. 1249 - c. 1307-8), agostiniano. 
Pedro de Maricourt (séc. 13), agostiniano. 
Rogério Marstons (séc. 13), agostiniano. 
João, e Geraldo de Sterngassen (sec. 13), tomista. 
Pedro de Abano (Pietro d'Abano) (1257-1315), aristotélico. 
Eckhart. Mestre... (c.1260-1328), mistico. 
Dante Alighieri (1265-1321), de contexto tomista. 
Mayron. Francisco... ( -m. 1325, ou 1327), escotista. 
Giotto (1266-1337), pintor humanizante. 
João Duns Scotus (1266-1308).
João de Paris, ou Quidort (c. 1269-1306), tomista. 
Pedro Auriol (ou de Aurilac) (c. 1280 - 1322), escotista. 
Ockam. Guilherme de... (c.1280-c.1349), nominalista. 
Pedro de Áquila ( - 1347), escotista. 
Johan van Ruysbroeck (1293-1381), místico. 
Guilherme de la Mare (1298 - ), agostiniano. 
Gregório de Rimini ( - 1358), nominalista. 
Nicolau d'Autrecourt (c. 1300 - depois de 1350), nominalista
Jean Buridano (c.1300-c.1358), nominalista. 
João Tauler (c. 1300-1361), místico.
Durandus d'Aurillac, dito Durandel (c. 1300-1380), tomista. 
Petrarca (1304-1374), literato humanista. 
Nicole de Oresme (c.1310-1382). 
Boccacio (1313-1375), literato humanista. 
Ibn Khaldung (ou Ibn Jaldun) (1332-1406), da fil. Árabe. 
Pedro de Cândia (c. 1340-1410), escotista. 
Thomas de Sutton (.... + c. 1350), tomista. 
Pedro de Aylly (ou de Alliaco) (1350-1420), nominalista. 
Marchia. F. de (sec. 14). Teoria do impetus. 
Jean de Gerson (1363-1429). 
Capréolo. João (c.1380-1444), tomista. 
Gêmistos. Geórgios... dito Plethon (c. 1389- c. 1464). 
Bessarion. Cardial Basílio... (1395-1472). 
Nicolau de Cusa (Nikolaus Krebs) (1401-1464), místico. 
Valla. Lourenço... (1407-1457), humanista. 
Gabriel Biel (c. 1425-1495), nominalista. 
Marsilio Ficino (1433-1499), helenizante platônico. 
Abravanel. Isaac... (1437-1505). 
Silvestre de Ferrara. (1444-1526), tomista. 
Vitória. Francisco... (1486-1546), tomista. 
Melanchton, Philip... (1497-1560), educador.
Lípsio. Justo... (1547-1606), helenizante estoico. 
Abu Bisr Mattµ Al Qannay, filósofo árabe. 
Abu Hamza Al-Isbahani, (Idade Média). 
Alberto de Saxe (ou De Saxônia), escolástico nominalista. 
Als ob (Vahinger) 
Bernardo de Alvérnia, ou de Clermont, tomista. 
Cornoldi. João M., escolástico. 
Ephrem. P., escolástico. 
Guilherme de Heytesbury (Hentisberus), nominalista. 
Leão XIII, Papa e renovação escolástica. 
Longpré. P. Ephrem, escolástico. 
Müller. Fritz... e Haeckel. 
Régnon. Th. De..., escolástico. 
Reinaldo de Piperno, tomista. 
Taggart. John Mc... 
William ou Guilherme de Ockam (vd Ockam). 

Filosofia Moderna.

Pietro Pomponazzi (1462-1524), aristotélico. 
Picco della Mirandola (1463-1494), platônico. 
Nicoló Machiavelli (1469-1527), filósofo social. 
Erasmo de Rotterdam. Desiderius (1469- 1536), humanista. 
Moore. Thomas..., ou Th. Morus (c.1478-1535), utopista. 
Lutero. Martinho... (1483-1546). 
Cano. Melquior (1509-1560).
Calvino. João (1509-1564). 
Ramée. Pedro de la... (1515-1572), humanista. 
Piccolomini. Francesco... (1520-604), aristotélico
Domingo Bañes (1528-1604), tomista 
Montaigne. Michel Eyquem de... (1533-1592), cético. 
Molina, Luis de (1536-1600), jesuíta. 
Charron. Pierre... (1541-1603), cético. 
Bruno. Giordano... (1548-1600), naturalista, monista. 
Philippe de Mornay (1549-1625), filósofo social. 
Althusius. Johannes... (1557-1638), fil. do direito. 
Bacon. Francis... (1561-1626), empirista. 
Campanella Thomás (1568-1639), naturalista, neoplatônico. 
Grotius. Hugo... (1583- 1645), filósofo do direito.
Cherbury. Herbert de... (1583-1648), deista. 
Jansenius (Cornelius) (1585-1638), teólogo, jansenismo.. 
Hobbes Thomas...(1588-1679), empirista. 
João de Santo Tomás (1589-1644), tomista. 
Gassendi. Pierre... (1592-1655) atomista.
Descartes. Renée... (1596-1650). 
Digby. Kenelm... (1603-1665), cartesiano. 
Arnauld. Antoine... (1612-1694), jansenista. 
Henry Moore (1614-1687). Platônico de Cambridge. 
Cudworth. Ralph... (1617-1688), platônico de Cambridge. 
Mauro. Silvestre, (1619-1687), escolástico.
Clauberg. Johann... (1622-1665), cartesiano. 
Pascal. Blaise... (1623-1662), jansenista
Geulincx. Arnold... (1624-1669), ocasionalista. 
Nicole. Pièrre... (1625-1695), jansenista. 
Bossuet. Jacques (1627-1704), cartesiano eclético. 
Huet. Pierre-Daniel... (1630-1721), cartesiano, fideista. 
Louis de la Forge (1632-1666), cartesiano. 
Locke. John...(1637-1704), empirista. 
Malebranche. Nicolau... (1638-1715), ontologista. 
Goudin. Antônio.(1639-1695). 
Fénelon. Fr. (1641-1715). Cartesiano dissidente. 
Newton. Isaac... (1642-1727). 
Leibniz. Godofredo Guilherme (1646-1716). 
Bayle. Pierre... (1647-1706). Cético. 
Bernard de Mandeville (1670-1733). Da escola moralistas economistas ingleses. 
Clarke. Samuel... (1675-1729). Espiritualista. 
Collins. Anthony....(1676-1729), deista. 
Berkeley. George... (1685-1753). Idealista. 
Montesquieu. Barão de... (1689-1755). 
Hutcheson. Francis... (1694-1747). da Escola Escocesa.
Voltaire (1694-1778). 
La Mettrie. Julien-Offroy de ... 1709-1751), monista materialista. 
Reid. Thomas... (1710-1796), da escola escocesa. 
Hume. David.. (1711-1777). Fenomenista. 
Boscovich. Ruggero Giuseppe(1711-1787), atomista. 
Rousseau. Jean-Jacques... (1712-1778). Romântico. 
Diderot. Denis... (1713-1784). Livre-pensador. 
Baumgarten. Alexander Gottlieb (1714-1762). 
Condillac. Etienne Bonnot, abbé de (1714-1780). Empirista. 
Helvetius (Schweitzer), Claude Adrien... (1715-1771), sensista. 
Alembert. Jean le Rond d'... (1717-1783), enciclopedista. 
Kant. Immanuel... (1724-1804), criticista. 
Condorcet. Marquês de... 1743-1794). Livre-pensador. 
Jacobi. F. H. ... (1743-1819), sentimentalista realista.
Herder. Johann Gottfried von... (1744-1803). 
Bentham. Jeremy... (1748-1832),da escola dos moralistas e economistas ingleses 
Cabanis. Pierre-Jean-Georges (1757-1808). Empirista. 
Reinhold. Karl Leonhardt... (1758-1823), kantiano. 
Fichte. Johann Gottlieb...(1762-1814), idealista. 
Biran. Mainde de (1766-1824), eclético. 
Hegel. Georg Johann Friedrich... (1770-1831). 
Hoelderlin. Friedrich(1770-1843), poeta idealista
Coleridge. Samuel Taylor... (1772-1834), romântico idealista. 
Feuerbach . Anselmo von... (1775-1833), Jurista. 
Herbart. Johann Friedrich... (1776-1841), do criticismo realista. 
Buzzetti. Vicente... (1777-1824), escolástico. 
Lammenais. Feliicité de... (1782-1854). 
Cousin. Victor (1792-1867), eclético. 
Carlyle. Thomas (1795-1881), idealista. 
Fichte. Immanuel Hermann... (1796-1879), kantiano. 
Rosmini. Antônio(1797-1855), ontologista. 
Comte. Auguste... (1798-1857), positivista. 
Littré.Émile (1801-1881), positivista. 
Martineau (1802-1876), positivista. 
Feuerbach. Ludwig Andreas... (1804-1872). 
Mill, Stuart (1806-1873), positivista. 
Read. Carveth (1806-1931), positivsta.
Bauer. Bruno (1809-1882), da direita hegeliana. 
Balmes. Jaime (1810-1848), espiritualista. 
Liberatore. Matteo (1810-1892), escolástico. 
Kleutgen. Joseph (1811-1883),escolástico. 
Darwin. Charles (1812-1882), evolucionistas. 
Kierkegaard. S... (1813-1855). 
Renouvier. Charles... (1815-1903), idealista. 
Lotze . Rudolf Hermann (1817-1881), do criticismo realista. 
Marx, Karl (1818-1883). Materialista.
Congreve. R. (1818-1899), positivista. 
Renan. Ernest (1823-1892), positivista. 
Lafitte. Pierre (1823-1903), positivista. 
Durkheim. Emile (1823-1917), positivista. 
Palmieri. Domenico (1829-1909), escolástico.
Gonzales. Zeferino (1831-1894), escolástico. 
Lachelier. Júlio... (1832-1918), idealista. 
Dilthey.Wilhelm (1833-1912), historicista. 
Dühring. Eugen... (1833-1921), positivista. 
Haeckel. Ernst Heinrich... (1834-1919), evolucionista. 
Caird. Edward (1835-1908), idealista. 
Green. Thomas Hill... (1836-1882). 
Laas. Ernst (1837-1885), positivista. 
Mach. Ernst (1838-1916). Empíriocriticista. 
Brentano. Franz (1838-1917), fenomenologista. 
Lepidi. Alberto... (1838-1922), escolástico. 
Peirce. Charles Sanders (1839-1914), pragmatista. 
Ribot. Théodule A. (1839-1916), positivista. 
Cantoni. César (1840-1906), idealista. 
Liebmann.Otto... (1840-1912), neokantiano. 
James. William, (1842-1910) Pragmatista.
Cohen. Hermann... (1842-1918), neokantiano. 
Avenarius. Richard (1843-1896), positivista. 
Nietzsche. Fr... (1844-1900), pré-existencialista.
Denifle. Henrique... (1844-1905), escolástico. 
Ehrle. Francisco (1845-1934), escolástico. 
Jodl. Friedrich (1846-1914), positivismo. 
Bradley. Francis Herbert (1846-1924), idealista. 
Eucken. Rudolf (1846-1926), neo-idealista hegeliano
Bosanquet. Bernhard... (1848-1923), idealista. 

Filosofia Contemporânea.

Loisy. Alfred (1850-1940), modernista. 
Mercier. Deziré-Joseph (1851-1926), escolástico.
Mattiussi. Guido (1852-1925), escolástico. 
Baeuemker. Clemens (1853-1924), escolástico. 
Oswald Wilhelm (1853-1932), positivista. 
Natorp. Paul... (1854-1924). Neokantiano. 
Royce. Josiah (1855-1916), idealista. 
Hamelin. Octave (1856-1907), idealista. 
Gardeil. Ambroise (1859-1931), escolástico. 
Husserl. Edmund (1859-1938), fenomenologista. 
Bergson. Henry (1859-1941). 
Dewey. John... (1859-1952), pragmatistas. 
Blondel. Maurice... (1861-1949), filosofia da ação. 
Külpe. Osvald (1862-1915), realista crítico. 
Münsterberg. Hugo... (1863-1916). 
Rickert. Heinrich... (1863-1936).
Cornelius. Hans... (1863- 1947), neokantiano. 
Baumgartner. Mathias... (1865-1933). 
Croce. Benedeto... (1866-1952), hegeliano 
Deploiage. Simon (1868-1927), escolástico. 
Pègues. Thomas (1868-1936), escolástico. 
Dantec. Felix Le... (1869-1917). 
Brunschwicg. Leon... (1869-1944), idealista. 
Cohn. Jonas... (1869-1947). 
Geyser. Joseph (1869-1948), escolástico. 
Marechal.Joseph (1870-1944), escolástico. 
Moore. George Eward (1873-1958). 
Cassirer. Ernst (1874-1945). 
Gentile. Giovane... (1875-1944), hegeliano. 
Grabmann. Martin (1875-1949), escolástico
Bauch. Bruno (1877-1942). 
Descoqs. Pierre (1877-1946). 
Lagrange. Reginal Garrigou (1877-1964), escolástico. 
Russel. Bertrand (1879-1970), neopositivista. 
Keyserling. Conde von (1880-1946). 
Pelster. Fr.. (1880-1956), escolástico.
Hartmann. Nicholai... (1882-1950), da nova ontologia. 
Maritain. Jacques... (1882-1973), escolástico. 
Jaspers. Karl (1883-1969). 
Boyer. Charles (1884-1965), escolástico. 
Gosselin. Bernard (1886-1962), escolástico. 
Heidegger. Martin (1889-1976), existencialista. 
Carnap. Rudolf (1891-1970), neopositivista. 
Raeymaecker. Louis de... (1895-1970), escolástico. 
Acker. Leonardo van (1896-1986), escolástico. 
Ryle. Gilbert... (1900-1976), neopositivista.
Popper. Karl Raymund (1902-1994), neopositivista. 
Copleston. Frederich Charles (1907 ), escolástico. 
Derisi. Octavio Nicolas... (1907- ). 
Ayer. Alfred Julius(1910- ), neopositivista.

Punição a general que fez proselitismo político foi correta e segue normas das Forças Armadas, diz Reinaldo Azevedo

Há assuntos que me dão um tantinho de preguiça porque são de outra era. Mas, se querem que fale a respeito, então falo. Recebi algumas mensagens indignadas, cobrando a minha solidariedade, porque o Comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, destituiu do Comando Militar do Sul o general Antonio Hamilton Martins Mourão.
Se, até hoje, há quem ainda não tenha entendido o que eu penso e me lê por engano, a culpa não é minha. Sempre sou bastante claro. Quando começou aquele papo furado sobre revisão da anistia, eu me insurgi contra a proposta porque fere a lei, não porque tivesse simpatia por torturadores. O fato de eu reconhecer, e já escrevi umas 500 vezes, que as esquerdas pré-64 não queriam democracia não significa que eu condescenda com golpes, aquele ou outro qualquer. Eu admitir que Dilma participou de grupos terroristas não implica que eu ache que a tortura lhe foi merecida.
Sou democrata, liberal e civilista. Ponto. Gente armada não pode fazer proselitismo político, nem a favor de quem gosto nem contra quem não gosto. Numa conversa com militares da reserva, o general convocou o “despertar de uma luta patriótica” e falou o seguinte sobre a hipótese do impeachment de Dilma: “A mera substituição da presidente da República não trará mudança significativa no ‘status quo'”. Mais: “A vantagem da mudança seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção”. Para o militar, “a maioria dos políticos de hoje parecem privados de atributos intelectuais próprios e de ideologias, enquanto dominam a técnica de apresentar grandes ilusões”.
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Em que país democrático do mundo um general da ativa, com tropas sob o seu comando, emite opiniões dessa natureza? Resposta: em nenhum! Eu posso até concordar cem por centro com ele no mérito, mas eu não envergo aquele uniforme, não carrego aquelas insígnias, não posso dar ordem de ataque a ninguém.
Gente armada não tem de ficar emitindo opinião política. Ponto final. Como todos sabem, eu sou contra até a existência de sindicatos de polícias e congêneres.
Alguém lembrará que o Artigo 142 da Constituição atribui aos militares a tarefa subsidiária de garantir a ordem interna. É verdade. Mas não dá para citar apenas um pedaço do caput do texto. Fiquemos com ele inteiro:
“Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”
Olhem aqui: EU NÃO QUERO ESSA PRESIDENTE DA REPÚBLICA. QUERO QUE ELA SEJA IMPICHADA. ENQUANTO NÃO FOR, SEGUE TENDO AUTORIDADE SOBRE AS FORÇAS ARMADAS. Eu respeito instituições.
“Ah, mas o Comandante do Exército cedeu à pressão do ministro da Defesa, Aldo Rebelo, que é do PCdoB!” E daí? Enquanto ele for ministro da Defesa, tem a autoridade que o cargo lhe confere. No lugar de Villas Bôas, eu teria feito o mesmo. No lugar de Rebelo, eu teria feito o mesmo.
Mais: o Comando Militar do Sul fez uma homenagem póstuma ao coronel Brilhante Ustra, acusado de torturar presos durante a ditadura. O Comandante da 3ª Divisão de Exército, general José Carlos Cardoso, subordinado a Mourão chegou a expedir convites para a cerimônia realizada em Santa Maria, cidade natal de Ustra, que morreu dia 15 de outubro.
Não dá! Uma coisa era rever a anistia a Ustra. Fui contra. Escrevi contra. Sou contra a revisão, reitero. Outra, disinta, é homenageá-lo. Torturadores não cumpriram missão nenhuma em favor das Forças Armadas. Só as desonraram. De resto, que eu saiba, descumpriram mandamentos de um ente que tem na disciplina e a hierarquia os seus pilares. Ou se leva a sério os códigos que as regem ou não.
A democracia é fogo, né? Eu não gosto de Dilma e quero crer que boa parte dos militares também não. Mas pode acontecer de entrar um presidente de que eu goste, e eles não. Ou de que eles gostem, e eu não. Em qualquer dos casos, não quero que recorram às armas fora do comando constitucional.
Não sou vivandeira. Não flerto com desordem militar. O general vai para um cargo burocrático. Saiu até barato. “Ah, nunca mais vou ler você! Eu defendo que os militares deem um murro na mesa”.Ok. A Internet é tão vasta, né?
Democrata, liberal, conservador, civilista e legalista. Serve? Se servir, ótimo! Se não, boa viagem! Leitor que gosta de golpe e simpatiza com anarquia militar não me interessa.
“Ah, Reinaldo quer ser bem visto pelas esquerdas…” Eu quero que elas se danem! Perguntem o que pensam a meu respeito. A verdade é bem outra: os esquerdistas vibram quando idiotas defendem intervenção militar ou flertam com anarquia em quartel porque isso faz parecer que elas estão certas e confere verossimilhança à mentira estúpida de que impeachment é golpe.

NOTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO - Gostei muito texto do Reinaldo - é um exercício de hipocrisia e de cinismo como pouca vezes se pôde ver igual. A diferença, para mencionar apenas uma, entre eu e ele já começa quando ele diz - "No lugar de Villas Boas e Rebelo eu teria feito o mesmo" - Eu JAMAIS estaria no lugar de nenhum destes dois; ele sim. Diz ele, ainda, que não "flerta com desordem militar" e que "não quer recorrer às armas fora do comando constitucional". Vejam que, para Reinaldo, ainda existe "Constituição" mesmo quando deputados, gente do MST e do PC do B ameaça os brasileiros de morte e Lula fala em "colocar o Exército do Stédile na rua"..

Ele se diz "democrata, liberal e civilista" e acredita nas "instituições" - só não diz que estas "instituições" foram completamente tomadas e aparelhadas pelo Partido que ele mesmo, Reinaldo, diz combater. Reinaldo Azevedo vai continuar SEMPRE neste raciocínio circular e tentando enganar seus leitores sobre o que se passa no Brasil e como se livrar do PT. Jamais vai fazer a diferença entre "vontade" e "necessidade" de agir militarmente contra os marginais petistas e ler aquilo que ele escreve se tornou, há muito, a mais pura perda de tempo. 

Motorista de MARIGUELA derruba GENERAL Mourão

Motorista de MARIGUELA derruba GENERAL Mourão, Comandante Militar do SUL.
Informações indicam que o Requerimento para o Ministério da DEFESA, apresentado na Comissão de Relações Exteriores e Defesa por iniciativa do Senador Aloisyo Nunes, que fez parte da esquerda armada, militando na ALN, teria sido a “gota d´água” para a queda do General Antonio Hamilton Martins Mourão, agora ex-Comandante Militar do Sul.
A informação sobre a transferência de MOURÃO, que os jornais chamaram de DEMISSÃO, ainda que envolta em polêmica, ocorre em uma época considerada padrão para as movimentações de generais, já que as promoções são anunciadas em novembro. Provavelmente, se tocar no assunto, o Comando do Exército dirá que é uma movimentação de rotina.
O senador Aloysio Nunes apresentou requerimento aprovado pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa questionando as declarações do General Mourão e a possibilidade de que venham a “comprometer a ordem democrática”
Veja o documento.
REQUERIMENTO DA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DEFESA NACIONAL Nº 86, de 2015
 Requeiro, nos termos regimentais, seja solicitado ao Ministro da Defesa com base no artigo “Luz Amarela”assinado pelo historiador José Murilo de Carvalho, no jornal O GLOBO, de hoje, que responda as seguintes perguntas:
1 – as declarações atribuídas ao Comandante do Comando Militar do Sul, no artigo são verdadeiras?
2 – se foram, é atribuição de Comandante Militar incitar a tropa com afirmações: “Eles que venham?”
3 – em outra cerimônia militar, celebração do dia 31 de março de 1964, o Comandante Militar do Sul diante de oficiais da reserva, segundo a matéria, celebrou o impedimento de que o país caísse “nas mãos da escória moral que, anos depois, o povo brasileiro Isto aconteceu?
4 – qual a postura do Ministério da Defesa em relação a estas declarações? 5 – há previsão nos procedimentos éticos das Forças para coibir manifestações que comprometam a ordem democrática?  Autoria: Senador Aloysio Nunes Ferreira resolveu por bem colocar no poder”.
Robson A.DSilva – Revista Sociedade Militar

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

MOTIVO DA EXONERAÇÃO DO GENERAL MOURÃO

Governo vai exonerar Comandante Militar após homenagem, em Santa Maria, a coronel acusado de tortura

Conforme a Folha de S.Paulo, ministro da Defesa já avisou a presidente Dilma Rousseff da intenção

O Ministério da Defesa vai exonerar do Comando Militar do Sul o general Antônio Mourão, de acordo comreportagem do jornal Folha de S.Paulo. Segundo a matéria, o motivo foram as críticas feitas pelo militar ao governo Dilma Rousseff e o fato de ele ter determinado uma homenagem póstuma a um chefe da repressão na ditadura. Mourão, conforme cita o jornal, é um dos mais respeitados comandantes militares do Exército e deve ser transferido para um cargo burocrático, em Brasília.
A Folha relata que, em 17 de setembro, Mourão disse, uma palestra, em Porto Alegre, que a maioria dos políticos não detém capacidade intelectual. Além disso, complicou a situação do oficial uma homenagem póstuma prestada pelo Exército ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, em Santa Maria. O Comando local informou que a determinação partiu do comandante militar do Sul, com a orientação de manter a homenagem restrita à caserna.
O Correio do Povo tentou contato com o Comando Militar do Sul, mas os integrantes da Assessoria de Comunicação ainda não deram retorno. Ustra, nascido no município do Centro do Estado, tornou-se o primeiro integrante do regime militar (1964-1985) reconhecido como torturador pela Justiça brasileira. O militar morreu em 15 de outubro, aos 81 anos, em Brasília. Ustra chefiou o DOI­Codi, um dos principais centros de tortura e repressão aos adversários do regime militar (1964/1985).
Segundo a Folha apurou, o ministro Aldo Rebelo (Defesa) já avisou a presidente da intenção. Para o ministro, Mourão perdeu a condição de comando com a sequência de fatos. A exoneração vai ser um teste político para Rebelo, que é do PCdoB, partido que notabilizou-­se durante a ditadura por promover uma guerrilha contra o governo militar, salientou o jornal.
fonte - CORREIO DO POVO 

MARGINAIS PETISTAS DEMITEM O COMANDANTE MILITAR DO SUL


CANALHA COMUNISTA DEMITE COMANDANTE MILITAR DO SUL

O Comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, decidiu demitir o general Antonio Hamilton Martins Mourão do comando Militar do Sul e transferi-lo para a Secretaria de Economia e Finanças do Exército, em Brasília. O general Mourão, assim, perde o poder de falar para tropa. A decisão foi tomada depois de reunião do alto comando do Exército em Brasília, nesta semana.
A mudança foi em virtude das declarações dadas por ele em fala a oficiais da reserva, quando fez duras críticas à classe política e convocou os presentes para "o despertar de uma luta patriótica".

Em Destaque

A fala do general foi questionada nesta quinta-feira, 29, pelo senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), presidente da Comissão de Relações Exteriores, que questionou o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, sobre a fala do general, que teria dito que "ainda tínhamos muitos inimigos internos, mas que eles se enganavam achando que os militares estavam desprevenidos" e que teria feito uma provocação, incitando os militares ao dizer: "eles que venham!".
No início desta semana, outro problema. O Comando Militar do Sul fez uma homenagem póstuma ao coronel Brilhante Ustra, questionado pela Comissão da Verdade como torturador durante o regime militar. O Comando do Sul chegou a expedir convite para a cerimônia.
Esta postura do general Mourão acrescenta um ingrediente à crise política que o governo Dilma já vive. O Planalto havia deixado este assunto à cargo da Defesa porque não quer trazer mais esta questão para dentro do palácio.
Para o lugar do general Mourão irá o general Edson Leal Pujol, que estava na Secretaria de Economia e Finanças do Exército.