"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA PETISTA "INVESTE" SERIAMENTE NA HISTÉRICA ANA JÚLIA

A matéria abaixo tem como fonte o site oficial da própria Organização Criminosa Petista. O "filhote de Gleisi Reuffman" é o assunto.

Estudante Ana Júlia é destaque em debate sobre PEC no Senado

Aluna do Paraná viralizou nas redes sociais e na mídia após discurso na Assembleia Estadual do PR. Ela defende ocupações como forma legítima de luta pela educação
 31/10/2016 16h48 - atualizado às 16h51

Estudante Ana Júlia discursa no Senado (Foto: Alessandro Dantas)
Estudante Ana Júlia discursa no Senado (Foto: Alessandro Dantas)
Convidada a participar de uma audiência pública realizada na Comissão deDireitos Humanos do Senado nesta segunda-feira (31), a estudante secundarista Ana Júlia Ribeiro, 16 anos, se tornou o centro das atenções.
Com um discurso muito firme e claro, ela defende as ocupações como ferramenta legítima de luta política para melhorar aeducação no país e contra os retrocessos promovidos pela PEC 241 e pela MP que implementa a reforma do ensino médio.
Ela foi comparada na web à ativista paquistanesa Malala Yousafzai, jovem paquistanesa que recebeu o Nobel da Paz pro defender a educação feminina. Ainda que não tenha recebido um reconhecimento tão grande, Ana Júlia Foi convidada para fotos com parlamentares da oposição e foi intensamente aplaudida em seu discurso a favor das ocupações.

A jovem falou de “mãos sujas” ao se referir aos parlamentares que defendem a PEC do teto de gastos. Para ela, quem votar a favor da medida estará se posicionando contra a educação por 20 anos.
“Em relação à PEC 55, a antiga PEC 241, eu quero dizer uma coisa: aqueles que votarem contra a educação estarão com as mãos sujas por 20 anos”, complementou a estudante, sob aplausos dos parlamentares e convidados da Comissão de Direitos Humanos.
“Nós vamos desenvolver métodos de desobediência civil, nós vamos levar a luta estudantil para frente, nós vamos mostrar que não estamos aqui de brincadeira, e que o Brasil vai ser um país de todos”, afirmou Ana Júlia.
A jovem explicou na reunião que métodos de “desobediência civil” são técnicas de “resistência pacífica”. “Resistir não é só ficar na escola. É não abaixar as cabeças para as ideias contrárias, é continuar lutando pelo movimento estudantil […] Nós vamos ocupar as ruas também”, enfatizou.
Estudante Ana Júlia Ribeiro discursa na Comissão de Direitos Humanos do Senado. (Foto: Alessandro Dantas)
Estudante Ana Júlia Ribeiro discursa na Comissão de Direitos Humanos do Senado. (Foto: Alessandro Dantas)
Ana Júlia ainda afirmou que o movimento estudantil está sofrendo uma “repressão violenta” por parte de pessoas contrárias aos protestos.
“Infelizmente, nós temos sofrido repressão de movimentos contrários. E a repressão está sendo violenta. Repressão que, na calada da noite, passa nas escolas. Repressão que passa com som alto, tocando o Hino Nacional, como se nós não respeitássemos o Hino”, destacou.
“Nós defendemos o direito que eles [os opositores das ocupações] têm de serem contrários. Nós vivemos em uma democracia e sabemos que é importante ter os dois lados. Mas nós abominamos a repressão violenta”, acrescentou.
Veja abaixo o discurso de Ana Júlia na Assembleia Legislativa do Paraná:

Da Redação da Agência PT de notícias

2 comentários:

  1. O ato de ocupar uma escola é, em si, violento.

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  2. Se a escola é pública, é de todos, e, portanto, não se pode fazer uso particular dela. Se há estudantes que não apoiam a ocupação, é porque estão sendo impedidos de ter aulas. O direito de participar da vida política do país e se manifestar não inclui o direito de impedir que outros alunos tenham aulas, ou que professores as deem. Isso é um grupo fazendo uso de um bem que é de todos. Acho que isso, seus atos, contrariam seu discurso.

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