"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quinta-feira, 31 de março de 2016

SOMOS TODOS BANDA LOKA


MANIFESTAÇÃO DO GRANDE ORIENTE DO BRASIL


"DESMEMBRAMENTO" DE INVESTIGAÇÕES

"A Justiça não vale NADA. Enfiem o processo no cú"
(Investigação com Ministro Teori Zavascki)

"Palestra de Lula na Nova Zelândia"
(Investigação com Dr.Sérgio Moro)

LULA TINHA RAZÃO - É UM STF DE COVARDES

 - Atualizado em 



Supremo Tribunal Federal (STF) realiza sessão extraordinária(Carlos Humberto/SCO/STF/Divulgação)
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmaram nesta quinta-feira decisão individual do relator da Operação Lava Jato na corte, Teori Zavascki, e mantiveram momentaneamente em Brasília a investigação em que o ex-presidente Lula foi grampeado no escândalo do petrolão. O veredicto de hoje afirma que cabe ao Supremo, e não a um juiz de primeira instância, decidir quem é competente para analisar o processo do petista em que autoridades com foro privilegiado, como a presidente Dilma, também são citadas.
Na prática, a decisão do STF deixa por ora o juiz federal Sergio Moro longe de todas as investigações envolvendo o petista e os grampos e mantém sob sigilo as conversas telefônicas em que o ex-presidente foi monitorado. Segundo Zavascki, o material investigatório envolvendo Lula e as autoridades com foro já foi recebido pelo Supremo.
Seguiram o entendimento de Teori Zavascki no julgamento desta quinta-feira os ministros Edson Fachin, Luis Roberto Barroso, Rosa Weber, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski. Marco Aurélio Mello divergiu e entendeu que procedimentos que envolvem pessoas sem foro, como Lula, devem continuar com Sergio Moro. Luiz Fux, por sua vez, afirmou que só devem ser paralisados os inquéritos que envolvem autoridades com foro privilegiado. Gilmar Mendes não participou do julgamento.
No dia 22 de março, Zavascki determinou que fossem enviados à corte todos os processos relacionados ao ex-presidente Lula na Lava Jato e criticou duramente a atuação do juiz Sergio Moro no episódio. O ministro valeu-se do argumento de usurpação de competência, tese segundo a qual Moro não poderia ter decidido nada sobre o caso porque nos grampos contra o petista aparecem autoridades com foro privilegiado, como a presidente Dilma Rousseff. Na avaliação de Zavascki, caberia unicamente ao Supremo decidir se o processo sobre Lula deve ou não tramitar em Curitiba.
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Quando julgar o mérito do caso, o que não foi feito hoje, o Supremo terá de decidir se desmembra o processo envolvendo o ex-presidente Lula e se remete as suspeitas contra o petista, que atualmente não tem foro privilegiado, à primeira instância. Nesta quinta, embora não tenha discutido especificamente este ponto, Zavascki sinalizou que pode votar pelo fatiamento do processo em que Lula é investigado por suspeitas de ter recebido favores de empreiteiras enroladas com o escândalo do petrolão e ocultado o patrimônio resultado dessas benesses. "Provavelmente se fará a cisão, como se tem feito na maioria das vezes. Não podemos abrir mão da competência de dizer que um ministro de Estado interferiu ou não, pressionou ou não, ou que a presidente da República promoveu ou não atos que importassem o comprometimento das investigações. Esse é um juízo que foi feito em primeiro grau, mas é um juízo inalienável do STF", disse o relator.
Grampos - Durante o julgamento desta quinta-feira, uma manifestação de Teori Zavascki deve provocar alerta entre os investigadores do petrolão. Isso porque ele afirmou que "será muito difícil convalidar a validade" como prova da conversa em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff debatem que o petista deveria assinar o termo de posse como ministro da Casa Civil "em caso de necessidade".
A afirmação de Zavascki ocorreu porque o juiz Sergio Moro havia determinado a interrupção dos grampos envolvendo Lula às 12h18 do dia 16 de março e a conversa entre Lula e Dilma ocorreu às 13h32, horário em que a interceptação já deveria ter sido suspensa. O relator do petrolão no STF ainda fez um alerta de que "já conhecemos a história" de grandes operações policiais anuladas por erros de juízes. Exemplo emblemático é a operação Castelo de Areia, que investigou um esquema de evasão de divisas, lavagem de dinheiro, crimes financeiros e repasses ilícitos para políticos envolvendo empreiteiros da Camargo Correa entre 2009 e 2011. A investigação foi anulada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que considerou as escutas ilegais porque elas foram autorizadas a partir de uma denúncia anônima.
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A conversa entre Lula e Dilma, aliás, é um dos mais claros exemplos, na avaliação do Ministério Público Federal, de que a nomeação do petista como ministro da Casa Civil tinha o propósito claro de blindá-lo nas investigações, transferindo a jurisdição de Curitiba, onde Sergio Moro julga os processos da Lava Jato, para o STF, tribunal que o próprio petista chamou nos grampos de "acovardado".
Na Operação Lava Jato, o tribunal já havia determinado o fatiamento de processos relacionados ao petrolão e decidido manter sob a alçada de Moro apenas investigados sem foro especial e com ligações explícitas com o esquema de corrupção instalado na Petrobras. Deixaram a 13ª Vara Federal de Curitiba, por exemplo, processos relacionados à senadora petista Gleisi Hoffmann (PR) e ao pagamento de propina conhecido como eletrolão. Com a posse de Lula na Casa Civil suspensa por ordem da justiça, o petista não tem hoje direito de ser julgado apenas no STF e sua situação deve se assemelhar no futuro a qualquer outro investigado comum do petrolão, como o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o empreiteiro Marcelo Odebrecht.
FONTE - REVISTA VEJA

OBRIGADO, 1964


quarta-feira, 30 de março de 2016

Comandante da "Força Nacional" percebe que estava sendo usado por Marginais e Pede Demissão

Demissionário, comandante da Força Nacional diz que governo e presidente não têm escrúpulos

POR GUILHERME AMADO
Márcio Alves
O coronel Adilson Moreira, que pediu demissão do comando da Força Nacional de Segurança, enviou um e-mail aos subordinados da corporação em que atribui a conflitos éticos a razão de sua saída.
No texto, ele afirma que o país é conduzido "por um grupo sem escrúpulos, incluindo aí a presidente da República". Dizendo-se envergonhado, Moreira acrescenta que sua saída foi uma exigência de sua família.

Leia a íntegra do texto:
"Caros TCs da FN,
Desejo lhes informar, que na data do dia 21Mar16, após reunião com a secretária e seu chefe de gabinete, solicitei a ela que me exonerasse do cargo no prazo máximo de 15 dias.
Como os senhores depositaram suas confianças em mim, solicitando minha permanência, nada mais justo do que lhes informar a minha decisão de não mais permanecer na FN.
Caríssimos, a única motivação que me prendia na FN era o desejo de não produzir nenhuma “solução de continuidade dos trabalhos”, sendo um facilitador das suas aspirações e assim mantive meu compromisso.
Fui a Santa Catarina em meados/fim de janeiro e solicitei a minha família a autorização para permanecer na FN até o fim dos Jogos Olímpicos e os convenci disso. Também informei ao meu amigo Nazareno de tal intenção, pois foi ele quem me trouxe para cá.
Somente aí aceitei o convite da secretária. No entanto, faço registrar, que o “conflito ético” de servir a um governo federal com tamanha complexidade política sempre me inquietou.
Agora em março não foi mais possível manter o foco na área técnica somente.
Minha família exigiu minha saída, pois não precisa ser muito inteligente para saber que estamos sendo conduzidos por um grupo sem escrúpulos, incluindo aí a presidente da República. Me sinto cada vez mais envergonhado. O que antes eram rumores, se concretizaram.
A nossa administração federal não está interessada no bem do país, mas em manter o poder a qualquer custo. Como o compromisso era de não causar solução de continuidade, solicitei para a secretária apontar em alguns dias um substituto.
Desse modo manterei nossa programação, sem “sobressaltos”.
Óbvio que passei por cima de algumas incoerências ao longo da caminhada aqui na FN, mas isso tudo fica no campo da experiência profissional. Entendo que nossos cronogramas estão muito ajustados e como tudo foi muito “socializado”, em termos de planejamento e execução, tenho a convicção de que tudo caminhe normalmente sem minha presença e com um novo Diretor.
O que posso dizer: MUITO, MUITO OBRIGADO PELA OPORTUNIDADE."
FONTE - O GLOBO

URGENTE ! MÉDICOS TRAIDORES DOS COLEGAS JÁ PODEM SER IDENTIFICADOS PUBLICAMENTE

Justiça determina que informações sobre supervisores do Mais Médicos sejam públicas

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Para a FENAM, a falta de transparência do governo é mais uma prova de simulação de ensino no programa 


Foto: Valéria Amaral 

30/03/2016

A Justiça Federal de Mato Grosso determinou que o Ministério da Saúde forneça os nomes dos médicos que fazem a tutoria e a supervisão dos profissionais do Mais Médicos no estado, além dos endereços de atuação de cada profissional. Em sua sentença, publicada em fevereiro, a juíza federal Vanessa Curti Gasquez defende que a lista detalhada não fique “restrita ao domínio do círculo do poder”.

O Cadastro Nacional de Supervisores só foi criado após o início do atendimento dos profissionais do programa Mais Médicos, em 2013. Na época, a Federação Nacional dos Médicos (FENAM) denunciou a fraude trabalhista ao Ministério Público do Trabalho, ao Tribunal de Contas da União e ao Supremo Tribunal Federal. As ações ainda estão em tramitação.

“Essa determinação da Justiça é mais uma prova de que programa é uma simulação jurídica de ensino, uma vez que os médicos estão prestando atendimento à população, sem qualquer supervisão ou situação de aprendizado. É preciso ter transparência dos nomes dos tutores, supervisores e o custo para manutenção dos mesmos. Se identificarem irregularidades no pagamento destes profissionais, os recursos seja devolvido aos cofres públicos ”, denuncia o presidente da FENAM, Otto Baptista.

A juíza federal lembrou em sua decisão que a Constituição Federal prevê que todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral. Para ela, a noção de interesse público é incompatível com o segredo da informação e o que se faz em seu nome está sujeito ao controle social.

Em 2014, um levantamento do TCU identificou fragilidades na supervisão por meio de tutoria, apontando que dos 13.790 médicos participantes da época, pelo menos 4.375 (31,73%) não tinham supervisores. 

Fonte: Valéria Amaral 

FONTE DA NOTÍCIA - FENAM

blog do Jornalista Polibio Braga: Reitor da Ufrgs promove ato abusivo e ilegal para ...


blog do Jornalista Polibio Braga: Reitor da Ufrgs promove ato abusivo e ilegal para ...:  O reitor é filiado ao PT desde 1981. Seu número de título de eleitor é 029052990485.

Embora legalmente proibido de encampar atos político-partidários, o atual reitor da Ufrgs resolveu assinar a convocatória para o ato público que realizará hoje em apoio ao governo Dilma e ao PT.

Trata-se de uma ilegalidade e uma afronta aos professores, servidores e alunos que querem o fim do atual governo federal ou que simplesmente não tomaram lado algum publicamente. 

O evento é denominado "Grande Ato em Defesa da Democracia e Legalidade", quando na verdade o título mais correto seria "Grande Ato pela Violação da Democracia e da Legalidade", porque é disto que se tata.

O Estatuto da Ufrgs proíbe que a universidade tome posições político-partidárias.

Trata-se de uma afronta praticada conscientemente pelo reitor Carlos Alexandre Neto, que foi denunciado esta manhã junto á Procuradoria Geral da Ufrgs. O número da denúncia é 23078.006929/2016-10.

O reitor Carlos Alexandre também será acionado civelmente pelo que promove.

EM DEFESA DA PEDIATRA DE PORTO ALEGRE.


Milton Pires

Uma das características da classe médica brasileira foi, até recentemente, a falta de união e o egoísmo. Foram a falta de união e o egoísmo dos colegas que permitiram, ao Regime Petista, trazer ao país os escravos da ditadura cubana para trabalharem como médicos. Não houve, na época, sindicato nem autarquia federal capaz de convocar uma Greve Geral dos Médicos brasileiros. Petistas disfarçados, dentro destas entidades, alegaram que “a população como um todo” não poderia ser prejudicada, e o “Mais Médicos” passou.
Como médico intensivista e atuando dentro de um hospital de Porto Alegre controlado pelo PC do B eu “paguei meu preço” por “abrir a boca”. Todos conhecem (ou deveriam conhecer) meu caso. Não é o momento de escrever fazendo “choradeira”
O objetivo destas linhas é denunciar a humilhação, a exposição pública e o assédio moral (tão parecidos com aquele que eu mesmo sofri) de uma pediatra de Porto Alegre que se recusou a dar continuidade ao atendimento de uma criança porque a mãe é ligada ao PT.
Desde presidentes de sindicatos até apresentadores de programas infantis, populares entrevistados nas ruas (todo mundo) estão dando a sua “opinião sobre o caso”. A médica é a “bola da vez” é o Milton Pires a ser sacrificado no altar do “direitos humanos” da “proteção às crianças” e outras expressões que a Organização Criminosa que atende pela alcunha de “Partido dos Trabalhadores” gosta de usar quando lhe é conveniente.
Não interessa se a médica estava no seu consultório particular, não interessa se NÃO era uma emergência, não interessa se a médica avisou por escrito e com antecedência antes de desmarcar a consulta: o Partido Religião foi atacado e resolveu dar a resposta. Invoca, ele Partido, o Código de Ética Médica alegando ser dever do médico “Tratar o ser humano sem civilidade ou consideração, desrespeitar sua dignidade ou discriminá-lo de qualquer forma ou sob qualquer pretexto.” mas omite (covardemente como é típico de todo petista) que o médico exercerá sua profissão com autonomia, não sendo obrigado a prestar serviços que contrariem os ditames de sua consciência ou a quem não deseje, excetuadas as situações de ausência de outro médico, em caso de urgência ou emergência, ou quando sua recusa possa trazer danos à saúde do paciente;
Digo, em termos breves, que a colega precisa, neste momento, do apoio de toda classe médica brasileira e sustento que se os médicos do Hospital Sírio Libanês que atendem Dilma e Lula tivessem um terço de sua coragem e de sua dignidade a Medicina Brasileira não teria descido ao patamar que desceu. Não existe código “de ética” nem estrutura deontológica capaz de substituir o primordial direito à liberdade de pensamento que cada cidadão (médico ou não médico) tem o direito de ter.
O PT destruiu o Brasil, destruiu nossa profissão, assediou e liquidou com a carreira de milhares de médicos e, acima de tudo, é responsável pela morte diária de milhares de pacientes no SUS – o mesmo SUS em que a mãe petista certamente não gostaria de ver seu filho atendido.
A pediatra de Porto Alegre não está sozinha. Os verdadeiros médicos brasileiros estão com ela.

30 de março de 2016. 

NOTA DE ESCLARECIMENTO DO SIMERS

30/03/2016

Em relação à entrevista concedida pelo presidente do Sindicato Médico do RS (SIMERS), Paulo de Argollo Mendes, ao jornal Diário Gaúcho nesta quarta-feira, 30, sobre o episódio que envolve a negativa de atendimento entre uma médica e o filho de uma vereadora, esta entidade esclarece:
– A declaração confirma o posicionamento do SIMERS a respeito do cumprimento do Código de Ética Médica, o qual garante que “o médico exercerá sua profissão com autonomia, não sendo obrigado a prestar serviços que contrariem os ditames de sua consciência ou a quem não deseje, excetuadas as situações de ausência de outro médico, em caso de urgência ou emergência, ou quando sua recusa possa trazer danos à saúde do paciente”;
– O SIMERS reforça sua posição apartidária e de respeito a todos os cidadãos.
Para conhecer o Código de Ética Médica acessehttp://www.cremers.org.br/pdf/codigodeetica/codigo_etica.pdf.

CÚMPLICE DE BANDIDOS


ONU "SE METE" NA CRISE BRASILEIRA E AVISA QUE AMÉRICA LATINA PODE SE TORNAR UM "CAOS"

ONU acredita que CRISE BRASILEIRA pode crescer a ponto de transformar TODA a América Latina em um caos.

Hoje as pesquisas no Brasil informam que finalmente Dilma “é 10”. Sim, a presidente tem aprovação de apenas 10% da sociedade brasileira. Não ha mais qualquer dúvida de que será retirada. Resta observar se haverá alguma reação ilícita por parte de seu “exercito” de facões e foices. Se houver será rapidamente neutralizado.
Foi bastante estranha a intromissão do Secretário geral da ONU nas questões brasileiras. O comentário do Sul-coreano Ban Ki Moon, vindo de pessoa com cargo tão significativo, soa na verdade como uma advertência.
Ban Ki Moon disse: “Por enquanto, esse é um problema político doméstico. Mas o Brasil é um País muito importante e qualquer instabilidade política no Brasil é uma preocupação social para nós”
Por que “POR ENQUANTO”?
Ele disse ainda: “Peço que os líderes adotem soluções harmoniosas e tranquilas”.
A opinião na ONU é de que o problema no Brasil poderia contaminar governos sul-americanos com “sistemas democráticos frágeis”.
Pela declaração, em tom de advertência, ONU acredita que o problema no Brasil se encaminha para se tornar preocupação MUNDIAL.
Será que a Organização das Nações Unidas acredita que se a esquerda no BRASIL for derrubada isso pode gerar o caos não só no país, mas também na região, já que ha várias grandes nações governadas por aliados e membros do chamado Foro de São Paulo, como Venezuela, Bolívia e CUBA?
Revista Sociedade Militar
Read more http://www.sociedademilitar.com.br/wp/2016/03/onu-acredita-que-crise-brasileira-pode-crescer-a-ponto-de-transformar-toda-a-america-latina-em-um-caos.html

MARGINAL PETISTA INSISTE COM O "CASO" DA PEDIATRA E LEVA MAIS UMA RESPOSTA

O MARGINAL petista está "insistindo": "Sim, mas a criança?? O que ela tem a ver com isso, seu fascista???"
RESPOSTA - A criança NÃO tem NADA a ver com isso e não vai ficar "sem médico", seu genocida comunista ! Por que as "outras crianças" podem consultar com pediatra no SUS e a filha da sua "companheira" de Partido não pode??? Ela é uma criança "especial e melhor do que as outras do Brasil" ????

Resposta a Um Marginal Petista sobre a Questão da Pediatra de Porto Alegre

Um MARGINAL petista acaba de escrever:
"Hoje os médicos não querem atender crianças porque a mãe é petista, amanhã não vão atender porque a mãe é negra ou judia e vão alegar "objeção de consciência"
RESPOSTA - Pessoas da raça negra ou de origem judaica NÃO são marginais que destruíram o Brasil e liquidaram com a Medicina; vocês são ! Coloque-se no seu devido lugar de BANDIDO e não subestime a inteligência das pessoas.

Sobre o "Caso" da Pediatra de Porto Alegre e a Mãe Petista

Se os médicos do Hospital Sírio Libanês tivessem UM TERÇO da Coragem e da Dignidade da Pediatra de Porto Alegre, a Medicina Brasileira não teria sido levada à vergonha em que se encontra. MARGINAIS como Lula, Dilma e José Genoíno deveriam buscar atendimento nas UPAS de São Paulo.

Até uma cobra, depois de morta, inspira medo, quanto mais um governo que ainda se mexe.

Até uma cobra, depois de morta, inspira medo, quanto mais um governo que ainda se mexe.: O governo Dilma ainda não está morto - Ricardo Noblat
O primeiro governo da presidente Dilma foi um desastre, e mesmo assim ela se reelegeu. O segundo, mal começou e começou mal. De alguns meses para cá, só existe formalmente, paralisado pelas crises que assolam o país, a investigação da Lava-Jato e o processo de impeachment.
Nem por isso deve ser considerado morto. Até uma cobra, depois de morta, inspira medo, quanto mais um governo que ainda se mexe. O Titanic bateu no iceberg, adernou, a orquestra parou de tocar, a maioria dos passageiros foge em botes salva-vidas, mas ele ainda não foi a pique.
O comandante imagina que pode evitar a tragédia anunciada. E, nesse caso, é bom lhe dar ouvidos. Dilma só tem uma forma de reparar o estrago que ameaça o navio, apostando que em seguida conseguirá leva-lo até o primeiro porto à vista: comprar apoios políticos no varejo.
Ela está certa. E, desde ontem, parece disposta a pagar qualquer preço pelos 172 votos necessários de um total possível de 513 para sepultar o impeachment na Câmara dos Deputados. A gula dos políticos é grande, sempre foi e sempre será. E Dilma acha que tem como saciá-la.
A Fundação Nacional de Saúde, por exemplo, é um órgão do Ministério da Saúde que tem muito dinheiro a ser gasto ou desviado. Seu presidente, indicado pelo vice Michel Temer, foi demitido há poucos dias. O cargo, ontem, foi oferecido ao Partido Trabalhista Nacional (PTN).
Só ouviu falar do PTN, além do seu minúsculo eleitorado, quem lembra da eleição do presidente Jânio Quadros no remoto ano de em 1960. Sim, Jânio, aquele político genial descabelado e demagogo, que vivia de porre e que renunciou a governar o país depois de seis meses de empossado.
Na eleição de 2014, o PTN elegeu apenas quatro deputados federais e 14 estaduais. Pois seus quatro votos na Câmara estão valendo ouro para Dilma. O governo espalha que já conta no momento com cerca de 190 votos contra o impeachment. Chute. Certos mesmo são 100 a 110.
Por isso decidiu correr atrás de quem lhe garanta mais um, mais um, mais um. Na verdade, o dono do voto não precisará, sequer, comparecer à sessão de votação do impeachment. Ou poderá comparecer e abster-se de votar. Caberá à oposição arregimentar 342 votos para derrubar Dilma.
Sem 342 votos, Dilma permanecerá na presidência à espera que a Justiça Eleitoral julgue quatro ações que pedem a impugnação da sua e da eleição de Temer. Não há data para isso. O mais provável é que a Justiça só decida no início de 2017. O país se arrastará até lá.
Há dois partidos nos quais o governo confia sua sorte: o PP e o PR do mensaleiro Valdemar Costa Neto, em prisão domiciliar. Os dois, juntos, têm 90 deputados. Ao PP está sendo oferecido o Ministério da Saúde, ao PR, o Ministério das Minas e Energia, ambos ainda em mãos do PMDB.
Se o governo obtivesse em troca a certeza de que os dois votariam fechados contra o impeachment, ficaria a um passo da salvação. Aos 90 votos do PP e do PR, se somariam os 58 do PT, e pelo menos mais alguns colhidos no PC do B, PDT, PSB, e demais partidecos.
Não será fácil, mas impossível não é. Há muitos fatores que conspiram contra uma eventual vitória do governo – as ruas, a rejeição a Dilma, a Lava-Jato, a situação das grandes empreiteiras e dos seus donos, e a expectativa de poder que Temer representa.
Fora o juiz Moro, ninguém sabe que novas revelações poderão complicar ainda mais a vida de Dilma. O que Dilma tem para dar a políticos que a detestam, Temer tem em dobro. Não fosse a Lava-Jato, as empreiteiras nem teriam deixado o impeachment chegar ao ponto em que chegou.
O impeachment deverá ser votado na Câmara entre os próximos dias 14 e 21. Daqui até lá, haverá traições à farta – à Dilma e a Temer. É improvável que seja apertada a vitória de um ou de outro. No dia marcado, a maioria dos deputados votará com quem tenha mais chances de vencer.
Dilma Rousseff (Foto: Jorge William / Agência O Globo)

Pacientes esperam oito dias por transferência e nove horas para consulta em UPAs do Rio

Atualizado em 29/03/16 08:43 
Unidade na Penha ficou lotada
Unidade na Penha ficou lotada Foto: Foto do leitor / via WhatsApp

Bruno Alfano, Elisa Clavery e Marina Brandão

Quase nove horas para ser atendido e até oito dias para ser levado a uma unidade adequada a casos com risco de vida. Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Penha, Zona Norte do Rio, paciente que chegou às 8h40, nesta segunda-feira, só foi atendido às 17h14m. Já na UPA Bangu, Zona Oeste da cidade, o ritmo lento deixava por um triz a vida de pacientes à espera de transferência.
É o que atesta laudo sobre a saúde de Paulo Roberto Moreira Mata, de 53 anos. Embora em janeiro o governador do Rio tenha afirmado que as UPAs não manteriam pacientes internados por mais de 24 horas, Paulo estava num leito da unidade desde a última quinta-feira, com um problema não diagnosticado no fígado associado a insuficiência dos rins. Por isso, precisava de acompanhamento de um nefrologista e sessões de hemodiálise. Segundo o documento assinado por médico da UPA, o estado do paciente era crítico, “necessitando imediata transferência para UTI (...) em virtude do risco acentuado de evolução para óbito”.
Na mesma unidade, Nair Nanis Reina Santos, de 78 anos, aguardou oito dias para conseguir uma vaga em outra unidade. Após a longa espera, os dois pacientes conseguiram transferências depois que o EXTRA entrou em contato com a Secretaria estadual de Saúde para cobrar explicações.

Nem a Justiça garante vaga em hospital

A família de Paulo Mata conseguiu duas liminares na Justiça determinando a transferência do paciente para um CTI. Mas nem a decisão judicial resolveu o problema.

Foto: Arquivo pessoal

— Ele havia sido diagnosticado com dengue por causa das plaquetas baixas. Mandaram ele se hidratar em casa e voltar de vez em quando para fazer exame de sangue. Numa dessas, viram que ele precisava ser internado — afirmou a filha do paciente, Paula Mata, de 24 anos. — Só no dia seguinte começaram a desconfiar que não era dengue. Ainda demoraram para emitir o primeiro laudo, que a gente precisava para entrar na Justiça.
A primeira decisão saiu na madrugada de sexta-feira. A juíza de plantão, Angélica dos Santos Costa, determinou que o estado promovesse a imediata transferência para um Centro de Terapia Intensiva (CTI) de um dos hospitais da rede pública ou da particular. Sem a transferência, a família voltou a recorrer à Justiça. A multa imposta na segunda decisão era de R$ 3 mil por hora. Além disso, apontou três hospitais privados como opções.
A família ainda tentou entrar em contato com hospitais federais e fez até um boletim de ocorrência na busca por uma vaga. Só ontem à noite, quase 70 horas depois da primeira liminar, Paulo conseguiu uma vaga, no Hospital estadual Getúlio Vargas, Penha.
— Na UPA, meu pai não conseguiu se alimentar direito, ficou no soro. Apesar da gravidade do problema, não foi medicado para os danos no fígado, não teve acesso à hemodiálise que podia ter salvado a vida. É um absurdo o que estamos passando! É preciso chamar a atenção para as dificuldades que os cidadãos têm enfrentado para ter saúde — afirmou Paula.

Internada em UPA por mais de uma semana

Diagnosticada com infecção urinária grave, complicada por diabetes e um acidente vascular cerebral (AVC), a aposentada Nair Nanis Reina Santos, de 78 anos, ficou internada oito dias na UPA de Bangu antes de ser transferida para um Centro de Tratamento Intensivo (CTI). O caso já tinha parado na Justiça, que, no último dia 24, determinou a transferência urgente da paciente, em até 12 horas, sob pena de multa de R$1 mil por hora de atraso. Contudo, Nair só foi transferida na noite desta segunda-feira, depois que a Secretaria estadual de Saúde foi procurada pelo EXTRA.
— Ela estava urinando pus. Não sei como não perdi minha mãe, que está muito debilitada por causa do AVC. É uma senhora de idade e ficou mais de uma semana sem o tratamento que precisava — denuncia o filho, Nilton Nanis Santos, de 55 anos. — Os funcionários da UPA cuidaram bem dela, mas a unidade não tem estrutura para tratá-la.


A aposentada foi levada ontem para o Hospital estadual Alberto Torres, em Niterói. Na decisão, a Justiça determinou, ainda, que o estado arque com medicamentos e exames, devido à condição financeira da família de Nair.

Queixas de superlotação e demora

Quando chegou à UPA da Penha, às 8h40m de ontem, o auxiliar de expedição Sérgio Castro, de 36 anos, não imaginou que seriam quase nove horas de espera até que fosse atendido, às 17h14m. Com dores nas articulações e coceira, Sérgio recorreu à unidade assim que percebeu os sintomas, pela manhã.

Foto: Arquivo pessoal

— Depois de todo esse tempo, fiquei 40 segundos dentro do consultório e tomei umas injeções que não sei o que são. Nem uma receita a médica me passou. Se não melhorar, não tenho remédios para tomar depois — queixou-se.

Foto: Arquivo pessoal

Além das horas de espera, a superlotação do local e a falta de higiene foram outros motivos que levaram a auxiliar de serviços gerais Valéria Araújo, de 45 anos, a fazer uma denúncia ao WhatsApp do EXTRA (21 996441263).
— O tempo de espera só aumenta. E, sem ar-condicionado, com o espaço lotado, é um calor absurdo! Aí, sim, as pessoas passam mal.
Um dos primeiros a chegar à unidade, o comerciante Wallace França, de 30 anos, reclamou ainda da falta de proatividade dos médicos:
— Os consultórios estavam vazios. Eles não estavam atendendo ninguém, ficavam falando no celular, saíam da sala, voltavam. Assim vai demorar mesmo.

Estado: procura cresceu

A Secretaria estadual de Saúde (SES) afirmou que a UPA Penha “registrou expressivo aumento na procura por atendimento nesta segunda-feira”. No entanto, não apresentou os números que demonstrassem esse aumento. A pasta afirmou que a equipe médica atuou com cinco médicos — mas a escala apresentada no site da secretaria estadual previa seis profissionais. Não foi informado por que um profissional faltou.
Quanto ao tempo de internação de pacientes em UPAs 24h, a secretaria argumentou que “não há nenhum decreto que proíba a permanência por um determinado período de tempo. A redução do tempo de permanência de pacientes em UPAs se dará por meio de uma série de medidas que a SES irá adotar, com a reorganização do atendimento na rede de urgência e emergência”.
Além disso, a Central Estadual de Regulação confirmou que o paciente Paulo Roberto Moreira Mata seria transferido para o Hospital Estadual Getúlio Vargas para dar continuidade ao tratamento. Já a paciente Nair Nanis Reina Santos seria transferida para o Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo.
Leia, na íntegra, a resposta da secretaria:
Sobre transferências de pacientes:
A Central Estadual de Regulação (Reuni-RJ) informa que o paciente Paulo Roberto Moreira Mata será transferido para o Hospital Estadual Getúlio Vargas para dar continuidade ao tratamento. Já a paciente Nair Nanis Reina Santos será transferida para o Hospital Estadual Alberto Torres.
Quanto ao tempo de internação de pacientes em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24h, a Secretaria de Estado de Saúde esclarece que não há nenhum decreto que proíba a permanência por um determinado período de tempo. A redução do tempo de permanência de pacientes em UPAs se dará por meio de uma série de medidas que a SES irá adotar, com a reorganização do atendimento na rede de urgência e emergência.
Sobre atendimentos na UPA Penha:
A coordenação da UPA Penha esclarece que não procede a informação de que havia apenas um médico atendendo os pacientes. A equipe médica atuou nesta segunda-feira (28/03) com cinco clínicos e realizou 200 atendimentos, entre 7h e 19h. Cabe acrescentar ainda que a unidade registrou expressivo aumento na procura por atendimento nesta segunda-feira. A escala de plantão é disponibilizada no site da Secretaria de Estado de Saúde.
Cabe deixar claro que, ao chegar à unidade, todos os pacientes são submetidos à classificação de risco e a prioridade de atendimento se dá aos casos mais graves.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/pacientes-esperam-oito-dias-por-transferencia-nove-horas-para-consulta-em-upas-do-rio-18971979.html#ixzz44OpUqQrm

PARABÉNS AO SIMERS E AO PAULO DE ARGOLLO MENDES

"Ela tem que se orgulhar disso", diz presidente do Simers sobre pediatra que negou atendimento a filho de vereadora divulgação/SIMERS
Em entrevista ao Diário Gaúcho, o presidente da entidade, Paulo de Argollo Mendes, defendeu a profissionalFoto: divulgação / SIMERS

"Ela tem que se orgulhar disso", diz presidente do Simers sobre pediatra que negou atendimento a filho de vereadora

A médica, Maria Dolores Bressan, deixou de atender o filho da vereadora suplente do PT na Capital, Ariane Leitão por questões partidárias

Jeniffer Gularte
A pediatra que se negou atender uma criança de um ano e um mês, na Capital, porque o menino é filho de uma militante do Partido dos Trabalhadores (PT) teve o comportamento aprovado pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers). Em entrevista ao Diário Gaúcho, o presidente da entidade, Paulo de Argollo Mendes, defendeu a profissional: 
— Ela tem a nossa admiração — disse Paulo de Argollo, em entrevista ao Diário Gaúcho. 
O caso ganhou repercussão na semana passada quando Ariane Leitão, vereadora suplente na Capital e secretária de Políticas para as Mulheres do Rio Grande do Sul durante a gestão Tarso Genro, publicou uma mensagem que teria sido enviada pela pediatra Maria Dolores Bressan
No texto, a média explica: "...Tu e teu esposo fazem parte do Partido dos Trabalhadores (ele do Psol) e depois de todos os acontecimentos da semana e culminando com o de ontem, onde houve escárnio e deboche do Lula ao vivo e a cores, para todos verem (representante maior do teu partido), eu estou sem a mínima condição de ser Pediatra do teu filho". 
Procurada pelo Diário Gaúcho, Maria Dolores preferiu não se manifestar. 
– Declarações sobre o caso serão dadas pelo Sindicato Médico — limitou-se a dizer a médica. 
Ariane denunciou Maria Dolores ao Conselho Regional de Medicina (Cremers). A médica tem 15 dias para apresentar defesa após notificação. 
A seguir, trechos da entrevista do presidente do Simers: 
Diário Gaúcho – Como que o sindicato vê a atitude da médica? 

Paulo de Argollo Mendes – É absolutamente ética. O código de ética médico tem um artigo que estabelece como deve se dar a relação entre médico e paciente. Tem coisas muito claras. Por exemplo, se é uma urgência ou se tu és o único médico da cidade, tu atendes e ponto. Não tem condicionais, é a tua obrigação. Tu não és o único médico da cidade e o paciente tem a possibilidade de escolher outros profissionais, daí tu tens que ser honesto, tem que ser leal com o teu paciente. Se tem alguma coisa que te incomoda e que tu achas que vai prejudicar a tua relação com o teu paciente, se tu não vais se sentir confortável, se não vai ser prazeroso para ti atender aquela pessoa, tu deves dizer para ela francamente: olha, prefiro que tu procures um colega. 
Diário – O médico deve atender apenas pessoas com quem ele se dá bem? 

Paulo – Não, eu acho que ele deve evitar atender as pessoas que percebe que, por algum motivo, não vai se dar bem. 
Diário – O senhor acha que isso pode influenciar no atendimento? 

Paulo – Inconscientemente até pode influenciar. O médico sempre procurar ser o máximo possível imparcial. 
Diário – O senhor já presenciou outros casos semelhantes? 
Paulo – Eu não me recordo de um caso tão rumoroso como esse. 
Diário – Isso não é comum? 
Paulo – Não. Eu acho que, às vezes, o médico evita de ser muito direto. Acho que essa médica foi extremamente honesta. 
Diário — Ela está abalada com a repercussão? 
Paulo – Não. Acho que ela está surpresa. 
Diário – Positiva ou negativamente?
Paulo –
 Nem positivo, nem negativamente. Só admirada. 
Diário – Ela demostra arrependimento? 

Paulo – Não. Não tem porque se arrepender. Ela tem que se orgulhar disso. Tem que se orgulhar de ter cumprido o código de ética, ter sido clara, honesta. 
Diário – A criança foi prejudicada? 

Paulo – Absolutamente não. Existem milhares de médicos em Porto Alegre que podem dar um atendimento tão bom quanto esta doutora.
Diário — E se acontecesse com o senhor? 

Paulo — Eu gostaria muito que o médico fosse franco, que ele não fosse um fingido, ficasse fingido que tem prazer e alegria em me atender quando, na verdade, ele está representando um papel. 
DG — O que acontece fora do consultório influencia na consulta?

Paulo — Não que interfira na consulta, mas interfere no relacionamento entre as pessoas. Porque não foi por causa de uma consulta, o procedimento da médica ocorreu fora do consultório, não inteferiu na consulta, mas no relacionamento entre dois adultos maduros e esclarecidos. Essa moça é até vereadora, ou suplente de vereadora, não é uma analfabeta ou uma pessoa com deficiência. São dois adultos inteligente e aptos que devem ter um relacionamento maduro, tranquilo, sereno e até 
NOTA DO EDITOR - Sou um crítico FEROZ do SIMERS e, mesmo assim, desta vez dou a ele e ao Paulo de Argollo Mendes os meus PARABÉNS ! Se os médicos do Hospital Sírio Libanês tivessem UM TERÇO da Coragem e da Dignidade da Pediatra de Porto Alegre, a Medicina Brasileira não teria sido levada à vergonha em que se encontra. MARGINAIS como Lula, Dilma e José Genoíno deveriam buscar atendimento nas UPAS de São Paulo.
Milton Pires - CREMERS 20958