"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sábado, 30 de abril de 2016

"COMÍCIO" DE LULA E DILMA NO DIA DO TRABALHO (AMANHÃ)

Que fique claro: o que dois MARGINAIS QUADRILHEIROS como Lula e Dilma vão fazer amanhã, com dinheiro público, no Vale do Anhangabaú é a INCITAÇÃO À GUERRA CIVIL e ao CAOS TOTAL !!!
Milton Pires

Vaza áudio do MST para CAMPONESA falando até em matar e FARC

O APAGAR DAS LUZES DO REGIME PETISTA E O BRASIL EXPULSO DO “PARAÍSO”



Milton Pires

Faltando 11 dias para que Dilma Rousseff seja finalmente escorraçada do Palácio do Planalto, o Brasil assiste o mais deprimente e patético espetáculo político da sua história republicana. Temos comunistas argentinos dizendo, em plena tribuna do Senado Federal, que há um golpe em andamento no Brasil, temos doentes mentais defecando e urinando em plena Avenida Paulista, atores petistas cuspindo em fregueses de restaurante e uma presidente que já não diz mais “coisa com coisa” dando ordens para criar no Governo uma “terra arrasada”, um apocalipse administrativo capaz de lembrar a atitude dos russos quando seu país foi invadido primeiro por Napoleão e depois por Hitler.

Dilma assina documentos para que sejam gastas todas as reservas, todo dinheiro previsto no orçamento até o final de 2016. Chama a atenção o valor de aproximadamente cem milhões de reais disponibilizados para “propaganda” e que, pasmem, provocou ontem, em plena Comissão do Impeachment no Senado que escutava o Ministro Nelson Barbosa, o constrangimento de dizer “que não sabia nada sobre o assunto”.

De uma maneira geral, o que mais importa neste momento, para qualquer brasileiro, é a revelação da face obscura do Partido dos Trabalhadores – essa que demonstra não ter, no trato com a coisa pública, o mínimo de pudor, de postura republicana e de respeito pelo Estado de Direito.

Escrevi certa vez que a relação do PT com isso que chamamos de “Estado de Direito” era promíscua. Disse que o PT só tem interesse na Ordem Constitucional, no devido processo e na presunção de inocência quando estes lhe servem, quando o resultado lhe é favorável. Pois bem: o Partido Religião já entendeu que “vai perder” e agora mostra, perante o Brasil, a sua verdadeira cara.

Apesar do lado obscuro, há ainda outro fato, tão ou mais significativo, muito característico daquilo que se poderia chamar de “psicologia coletiva” do lulopetismo e revelador, neste seu apagar das luzes, da natureza transcendental do plano de Poder que esta organização criminosa tinha (e vai continuar tendo) para sociedade brasileira. Numa recente entrevista da “presidenta”, por ocasião da renovação do programa que trouxe escravos da Ditadura Castrista para atuarem como médicos aqui no Brasil, ela referiu-se ao Deputado Eduardo Cunha, como o “pecado original” presente no seu processo de impeachment.

Nada, digo eu, poderia ser mais patognomônico nestes últimos dias do seu Governo, do que a expressão “pecado original” sendo usada para descrever como Dilma e os militantes do Partido Religião interpretam a realidade política. Pecado original é, afinal de contas, algo que independente do seu autor, só pode ser cometido no “Paraíso” e a mensagem é uma só – “Estávamos todos nós no Paraíso Petista aqui no Brasil, criado pelo Grande Deus Bolivariano, quando, por nossa própria culpa, fomos todos expulsos”. Todo brasileiro que marchou no dia treze de março representa, na visão de Dilma Rousseff, “um pouco de Eduardo Cunha” e agora vai pagar sua dívida sendo “exonerado do Éden”.

Termino lembrando que Governos acabam com impeachments, mas as religiões continuam existindo. O PT pretende fazer da vida dos brasileiros, depois da “expulsão do paraíso”, um inferno aqui mesmo na sociedade em que todos vivemos. Não podemos acusá-lo de “traição” - o Partido está deixando muito clara quais são as suas intenções.


Porto Alegre, 30 de abril de 2016. 

​Isolaram o Palácio da Alvorada

​Isolaram o Palácio da Alvorada:

Está proibido se aproximar do Palácio do Alvorada. Seguranças e homens do Exército fecharam os dois acessos à residência oficial de Dilma...

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CANCELEM ESTE LIXO


AQUILO QUE FHC PENSA, MAS NÃO TEM CORAGEM DE DIZER

"É difícil...A gente pega um país enorme, católico, heterossexual, conservador..destrói ele devagar, aos pouquinhos através da "social-democracia"..A gente começa a debochar de Deus, vai viciando as pessoas em drogas, vai fazendo elas darem o cú de vez em quando, ensina a rezar para as bicicletas, para o aquecimento global... preparando o terreno para deixar para o "filho petista" para que ele possa realizar nosso sonho de "revolução" e eles terminam estragando tudo e entregando para o PMDB...Recomeçar vai ser difícil: em 2018 o Bolsonaro é candidato, né?"
(Aquilo que FHC pensa, mas não tem coragem de dizer)

sexta-feira, 29 de abril de 2016

OPINIÃO DO EDITOR SOBRE "TAMANHO" DOS MINISTÉRIOS

O Brasil DEVERIA ter os seguintes Ministérios:
1. Justiça
2. Defesa
3. Saúde
4. Educação
5. Fazenda
QUALQUER coisa depois disso já é indício de vagabundagem, deveria ser EXTINTA e se deveria pensar 1000 vezes antes de criar. VAGABUNDOS PETISTAS CRIARAM 39 MINISTÉRIOS NO BRASIL !!!

A QUEDA DO PARAÍSO PETISTA

A frase de Dilma, hoje, dizendo que "Cunha é o pecado original" é mais um registro para História...Não é preciso ser um gênio para descobrir a mensagem, não é? Afinal de contas, "pecado original" é algo que só pode ser cometido quando se vive no Paraíso..O recado é este: "Todos nós estávamos no Paraíso Petista. Cunha liquidou com ele"

PARA PSIQUIATRAS: ENTREVISTA EM 2015 COM DOENTE MENTAL QUE FEZ XIXI E COCÔ NA FOTO DO BOLSONARO

Entrevista – PRISCILLA TOSCANO – COLETIVO PI

Vou abrir a seção de Entrevistas com uma xará Priscilla Toscano.
São Paulo, SP - 09/02/2015 - Performance-Contornos, do Coletivo Pi, realizada na tarde de 09/02 no Dafam, Diretário Acadêmico da Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie, no Centro de São Paulo. Foto: Rodrigo Dionisio
São Paulo, SP – 09/02/2015 – Performance-Contornos, do Coletivo Pi, realizada na tarde de 09/02 no Dafam, Diretório Acadêmico da Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie, no Centro de São Paulo. Foto: Rodrigo Dionisio
A Priscilla é atriz, performer e produtora, de 31 anos, nascida em São Caetano do Sul, mas criada em São Bernardo do Campo, São Paulo. É formada em Artes Cênicas pela UNESP, e uma das fundadoras do Coletivo PI e do grupo Desvio Coletivo.
Bati um papo muito interessante com a Priscilla e divido aqui com vocês:
Pri fala um pouquinho de você: Desde pequena eu azucrinava minha mãe porque queria fazer teatro. De 12 para 13 anos, ela me matriculou numa oficina livre, da Prefeitura de Diadema, eu fazia cursos na prefeitura ou no clube perto de casa. Fui fazendo estes cursos, fruto de uma dessas oficinas surgiu um grupo amador o “Sine qua non”, onde fiz umas seis peças. O grupo era amador, mas muito organizado. Uma das peças conseguimos colocar no SESC Pompéia. Ai chegou um momento da vida onde eu precisava escolher o que fazer, fiz Secretariado no Ensino Médio, porque tinha que escolher um curso técnico junto com o ensino médio. Na minha classe só tinha mulher, convivi muito no meio feminino. Mas nunca parei de fazer teatro, fazia nos fins de semana. Consegui um estágio na General Motors, fui efetivada, fiquei três anos. Quase escolhi fazer Secretariado na faculdade, mas decidi por Artes Cênicas.
Como surgiu o Coletivo PIConheci a Pamela quando entrei na UNESP, estávamos na mesma turma. O PI vem de uma construção, eu e Pamela nos conhecemos há 10 anos, e são dez anos de uma amizade muito intensa, ela foi a primeira pessoa que se aproximou de mim na faculdade, foi uma afinidade instantânea. Durante a faculdade já começamos a esboçar ideias para trabalhar, para conseguir grana. A maior afinidade que temos é a cabeça empreendedora. Ok tem o mundo acadêmico, mas também temos um lado prático. Ficávamos na teoria até a página 20, depois tinha que colocar em ação. Quando a gente se formou em 2008, tínhamos vontade de fazer algo. Não sabíamos o que era intervenção urbana. A gente vem do teatro e de uma escola careta. A gente estudava teatro até os anos 50, parava no teatro do absurdo. Fala-se muito pouco em performance. Mas tivemos um amigo que estava dois anos na nossa frente da faculdade, o Júlio Razec, que já trabalhava com performance, é um grande estudioso do assunto. Se não fosse ele, o nosso contato com a performance teria sido muito tardio. Outra coisa que me ajudou a não ficar presa ao teatro foi um intercâmbio que eu fiz, pela faculdade, em Santiago de Compostela. Fomos eu e a Natália, que hoje está no PI. Voltei com outra cabeça. Em 2009 eu e a Pamela queríamos fazer algo e fomos atrás de um espaço, ainda presas na ideia de que um grupo tem que ter uma sede. A gente foi batendo em algumas portas até que chegamos num clube na Zona Norte de São Paulo e conseguimos uma sala. A sala era um depósito! A gente desocupou e limpou a sala. Íamos todos os dias para faxinar e revitalizamos aquele espaço. Acabou virando a sede do coletivo PI.
Como surgiram os primeiros trabalhos do PI? A nossa sede ficava perto da Rodoviária Tietê, a gente tinha que passar por ela para chegar ao PI. Queríamos fazer algo no entorno e a rodoviária era uma possibilidade. Ali surgiu de fato o Coletivo PI, porque estávamos indo para além da cena, usando de várias ferramentas para interferir. A gente começa então a transitar neste lugar de performance. Ai rolou. Em paralelo a este experimento, montamos um espetáculo para ocupar o espaço, mas a peça já começava na rua. Ficamos dois anos neste espaço. Em 2010 entrou a Natália. A gente foi se virando, dava oficina de graça para criança, adolescente e terceira idade. A gente precisava de dinheiro e pensávamos como a gente podia levantar o dinheiro para manter o espaço. Surgiu o Sarau do PI. A sala tinha virado um polo cultural, existia uma demanda, as pessoas iam até lá e perguntavam se a gente tinha algo a ver com o Teatro Alfredo Mesquita que estava fechado na época, e até por conta desta demanda a gente começou a fazer um movimento chamado Cena Norte, uma rede de artistas da Zona Norte. O Sarau comportava tudo o que cabia no espaço. A gente vendia bebida, mesmo não podendo – risos – passava o chapéu, mesmo sendo pouco a gente conseguia manter os custos do espaço e das atividades. A gente começou a fazer a roda girar, com muita dificuldade mesmo.
Você se dedica exclusivamente a atividade artística? Em 2010 eu e Pamela resolvemos fazer o concurso para dar aula na Prefeitura. Foi um plano. Se a gente passasse, a gente ia escolher uma escola na Zona Norte, perto da sede. Era uma forma da gente se manter, sem abandonar as atividades do PI. A gente passou. Eu exonerei ano passado.
E como caminhou o financiamento para os trabalhos do Coletivo? A gente sempre foi se inscrevendo nos editais, tentamos vários, em paralelo as atividades que iam acontecendo no PI. A gente nunca esperou ganhar um edital para começar algo. A rodoviária entrou em contato para uma nova intervenção, começamos a ganhar cachê, mesmo que pouco. A gente foi vendo que a iniciativa privada, se você souber lidar com ela, abre portas também. O primeiro edital nós ganhamos em 2011, foi o FUNARTE, Artes na Rua. A gente inscreveu um projeto de 50 mil no módulo de 20 mil. Cortamos o nosso cachê, isso foi um erro. Mesmo que pouco o artista tem que ganhar, tem que espremer no orçamento o cachê do artista e não cortá-lo. Depois disso a gente começou a engrenar, o projeto é um exercício. Quando você escreve um projeto para um edital, e não ganha, a tendência é abandonar, e isso é um erro, tem que insistir, ver aonde pode melhorar. O grupo escreve junto, mas cada uma tem um talento. A Pamela, por exemplo, escreve super bem, a Natália é muito boa na parte estética, faz a diagramação do projeto, e pro aí vai. Hoje o grupo não é mais três, somos seis, tem a Chai, o Jean e a Mari. Não ganhamos tantos prêmios assim, ganhamos o Proac primeiras obras, o edital de residência artística da Casa das Caldeiras, que não dá dinheiro, mas você pode ocupar o espaço. O que pra gente foi ótimo, porque tínhamos perdido a sede. Nota: o coletivo também foi contemplado pelo Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais, edital Funarte CEU das Artes e, recentemente, pela segunda vez o prêmio Funarte Artes na Rua 2014.
São Paulo, SP - 16/06/2015 - Intervenção Na Faixa, do Coletivo Pi, realizada em parceria com o Sesc nas imadiações da unidade Santo Amaro na manhã de hoje (16/06). Foto: Rodrigo Dionisio
São Paulo, SP – 16/06/2015 – Intervenção Na Faixa, do Coletivo Pi, realizada em parceria com o Sesc nas imediações da unidade Santo Amaro na manhã de hoje (16/06). Foto: Rodrigo Dionisio
Mas apesar de ganharem poucos prêmios e terem pouco tempo de vida, o grupo é bem conhecido! Isso é uma coisa importante de falar, é importante fazer a divulgação, ter facebook, uma página, insistir na divulgação. O facebook tá ai para isso é uma ferramenta fenomenal, as pessoa podem saber o que você está fazendo. Isso não tinha antes! Começamos a fazer também parcerias com o SESC, que é hoje a instituição que mais apoia a cultura neste país. Ajudou muito! E também nunca paramos de insistir na empresa privada. Fizemos um projeto com a Absolut. No começo ficamos receosas, mas tem que saber lidar. O projeto era incrível, em nenhum momento o que fizemos ficou associado à bebida alcóolica ou baladinha, o projeto tinha muita consistência. Há pouco tempo comecei a me dedicar exclusivamente ao grupo, mas, por enquanto sou a única, tem uma ansiedade de querer ver o grupo todo fazendo só isso e vivendo do que gosta, mas tem um tempo para isso acontecer, é um amadurecimento mesmo, é uma empresa.
Muitas vezes o artista não gosta de ver o seu trabalho associado a produto, empresa, como você lida com isso? Os artistas têm um pouco de medo de falar isso, vem como uma negatividade, então sou funcionário, a gente tem que encontrar um equilíbrio nisso, isso é uma discussão que não tem fim. Acho que o que da uma harmonia para o PI é que os seis tem essa mentalidade: encontrar um equilíbrio de qualidade de pesquisa e criação artística, que respeite nossos anseios individuais e a questão empresarial, de conseguir manter essa plataforma, porque se ela não existir não tem sentido. Tempo custa dinheiro, a gente se encontra toda semana para fazer um trabalho de corpo e um grupo de estudos, mas nos outros dias, cada um fica em casa para fazer a parte da produção. O ideal seria se encontrar mais? Com certeza, o ideal é o que a gente sempre tá buscando, mas hoje é o que podemos fazer. A produção da muito trabalho e tem que dividir as atividades com outras coisas, por enquanto nem todo mundo tá dedicado exclusivamente ao grupo.
Como surgiu o nome PI? Eu e a Pamela sempre fomos muito práticas. A gente queria um nome que não carregasse tanto simbolismo, foi o primeiro nome que veio na minha cabeça: performance e intervenção, PI. É um nome curto, que tem um som. Depois vieram os significados, um dos que mais gosto é que PI é o coeficiente da matemática que calcula a circunferência. Quando a gente faz uma roda, um círculo, a gente tá numa formação geométrica, onde todos podem se ver, estão todos na mesma posição, é democrático.
Porque intervenção urbana? Quando a gente começou a fazer intervenção na rua a gente viu a potência artística que isso tem. O espaço fechado é bem vindo, mas nunca foi o foco principal do PI. Ficar enquanto artista restrito ao espaço fechado é se restringir ainda a um espaço burguês, porque quem tem acesso a esses espaços? É uma posição política da gente. É isso que nos move enquanto artista poder trazer esse novo olhar não só para a cidade, mas para o comportamento do sujeito da cidade. Às vezes a pessoa se deparar com aquela imagem por um instante, mas talvez, aquele instante, tenha mais poder do que se ela ficasse três horas num teatro. Não é competir com as linguagens, mas esse é o nosso barato. A gente quer estar onde a vida acontece, e a vida acontece na rua.
E vocês já tiveram alguma dificuldade por ser mulher? A gente nunca teve uma história muito polêmica, já teve gente que não reagiu bem a algumas situações. Na “casa de Paulo”, performance que montávamos uma casa na rua, as pessoas ficavam assustadas, porque eram três mulheres levantando peso, fazendo esforço físico. Ouvimos também cantadas e elogios, fius fius da vida, “vai trabalhar” e coisas assim.
Obrigada Pri!

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Sou atriz, advogada e gestora cultural. Reuni as três atividades neste espaço virtual, para criar um lugar de divulgação e compartilhamento de trabalho das mulheres artistas. Acredito na importância deste espaço para destacar essas mulheres e sua  relação com a arte. Também acredito na profissionalização da(o) artista e da(o)  produtor(a) cultural, por isso trago no blog informações jurídicas, que estão  envolvidas na atividade artística, além de informações de produção e gestão cultural.  Idealizei e  executei o seminário “Mulheres Artistas na Ditadura”, na Caixa Cultural São Paulo, em 2014

Moça que Defecou na Foto de BOLSONARO é Professora de Criança - Madelein...

PREFEITURA DE SÃO PAULO CONTRATA "MULHER COCÔ"

Feminista “cagona” vai receber R$ 17 mil da prefeitura de São Paulo por trabalhos artísticos

A feminista Priscilla Toscano, que ficou conhecida por ter defecado em foto do deputado federal Jair Bolsonaro, foi contratado pela prefeitura de São Paulo, que está sob o mandato do prefeito Fernando Haddad do PT, para realizar trabalhos artísticos.
As informações foram divulgadas pelo Diário Oficial. O valor total da contratação é de R$ 17.600,00 (dezessete mil e seiscentos reais) para trabalhar por um período de 7 meses.

FONTE ORIGINAL DA NOTÍCIA - ILISP

NOTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO

Para que a Mulher Cocô seja EXONERADA, assine a petição AQUI

CFM CRITICA "RENOVAÇÃO" DE CONTRATO DOS ESCRAVOS CUBANOS

CFM critica medida provisória que prorroga permanência dos intercambistas no Mais MédicosImprimirE-mail

Sex, 29 de Abril de 2016 16:15
O Conselho Federal de Medicina (CFM) critica, em nota, a edição de medida provisória que prorroga a permanência dos intercambistas cubanos no programa Mais Médicos, os quais deveriam ter seus períodos de permanência no Brasil encerrados ainda este ano. Para a autarquia, a presidente Dilma Roussef ignora o grande contingente de médicos formados no Brasil, com diplomas válidos, que nos últimos editais têm demonstrado interesse em integrar o programa e estão prontos para “assumir a missão de cuidar e tratar da saúde do nosso povo”. O texto também critica o envio de recursos para fora do país. “Com essa MP, o Brasil, que passa por um período de grave recessão, continuará a enviar bilhões de reais para o exterior, por meio da Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), ao invés de assegurar que esses recursos fiquem em sua integralidade dentro de nossas fronteiras. Ao fazer isso, o Governo daria emprego para nossos profissionais que, por sua vez, com seus rendimentos, ajudariam a aquecer a economia de Estados e Municípios”, explica o CFM.
Leia a nota abaixo.
 
A VERDADE SOBRE O MAIS MÉDICOS

 
A Presidência da República insiste em tomar medidas populistas na área da saúde, sem discutir as propostas com as entidades médicas e nem avaliar impactos para a sociedade como um todo, a partir de um mínimo de planejamento ou responsabilidade com os atos empreendidos.

Isso mais uma vez aconteceu, nesta sexta-feira (29), com o anúncio de prorrogação de permanência dos intercambistas cubanos dentro do programa Mais Médicos, sem a necessidade de se fazer a revalidação de seus diplomas.

Com a Medida Provisória, que será publicada na segunda-feira (2), o Governo ignora fatos recentes em favor de 7 mil profissionais que foram trazidos de Cuba e que deveriam ter seus períodos de permanência no Brasil encerrados ainda esse ano. Fica evidente a interferência de compromissos partidários e ideológicos em detrimentos dos interesses nacionais.

Ao privilegiar esse grupo, a presidente Dilma Rousseff e sua equipe no Ministério da Saúde ignoram, por exemplo, o grande contingente de médicos formados no Brasil, com diplomas válidos que atestam sua competência e conhecimento, que têm demonstrado interesse em integrar o Programa Mais Médicos. Todos estão prontos para assumir a missão de cuidar e tratar da saúde de nosso povo. 

A prova é que, desde 2015, as vagas oferecidas nos editais do Mais Médicos têm sido preenchidas, em sua quase totalidade, por jovens brasileiros dispostos a ocupar postos de trabalhos em municípios grandes e pequenos, independentemente da precariedade do vínculo e das más condições oferecidas para o pleno exercício da medicina.

Estes homens e mulheres formados no País aceitam o desafio em face de seus compromissos com a sociedade e também pelo melhor incentivo financeiro, com vistas à evolução pelo acesso em futuras pós-graduações, enfrentando, assim , escassas condições laborais e riscos profissionais. Ignorá-los, configura evidente desrespeito para com os trabalhadores brasileiros.

Também deve ser ressaltada a falta de lógica econômica contida no anúncio. Com essa MP, o Brasil, que passa por um período de grave recessão, continuará a enviar bilhões de reais para o exterior, por meio da Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), ao invés de assegurar que esses recursos fiquem em sua integralidade dentro de nossas fronteiras. Ao fazer isso, o Governo daria emprego para nossos profissionais que, por sua vez, com seus rendimentos ajudariam, a aquecer a economia de Estados e Municípios.

Entre 2013 e 2015, dos R$ 5,3 bilhões alocados para o custeio do Mais Médicos o correspondente a R$ 3,6 bilhões foi repassado para Cuba, com a intermediação da OPAS. Isso representa 67% de tudo que foi gasto. Em 2016, até o momento, dos R$ 2,9 bilhões previstos para a iniciativa já saíram do País mais de R$ 700 milhões, o que corresponde a 30% do seu orçamento.

Além disso, falta ao Governo considerar alertas feitos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que questiona os resultados alardeados pelo Ministério da Saúde. Além das irregularidades contratuais, o TCU chegou à conclusão, por exemplo, que em 49% dos primeiros municípios atendidos pelo Mais Médicos houve redução, e não incremento, no número de profissionais após a chegada dos intercambistas.

Em agosto de 2013, nesses municípios havia 2.630 médicos, que somados aos 262 bolsistas que chegaram pelo Programa, totalizavam 2.892 médicos. Em abril de 2014, porém, se contabilizou apenas 2.288 profissionais. Constatou-se ainda diminuição no número de consultas médicas em 25% dos municípios cadastrados.

Para o TCU, a existência dessas falhas de fiscalização pode levar a novas e falsas publicidades atreladas a um pleito legitimo dos brasileiros, que foi desvirtuado pelos gestores do SUS.

Finalmente, ressalte-se que as soluções para os dilemas da assistência à saúde no Brasil não serão encontradas na importação de médicos com diplomas obtidos no exterior e sem revalidação ou com a formação em massa de médicos em escolas de medicina de qualidade suspeita. Os problemas são estruturais.

O alegado pleito da Frente Nacional de Prefeitos e da Associação Brasileira de Municípios, usado pelo Governo para justificar a MP, apenas ressalta o grau de dependência desses gestores da União. Endividados, eles querem o Programa não por suas qualidades, mas, principalmente, para se verem livres do pagamento de médicos, que são custeados pelo Ministério da Saúde.

O País precisa de medidas sérias, consistentes e responsáveis, como a criação de uma carreira de Estado e oferta de boas condições para o exercício da medicina, aumento da participação federal no financiamento pela saúde e adoção de mecanismos eficientes de gestão, controle e avaliação das políticas públicas.

Sem isso, a imensa maioria dos dependentes exclusivamente do SUS continuará morrendo de causas evitáveis e o Brasil continuará com menos médicos e menos saúde.


CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)

Eterno Picareta Petista e Defensor de Dilma traz Mais Escravos Cubanos para Saúde de Porto Alegre

Porto Alegre recebe mais 11 profissionais brasileiros do Mais Médicos

Capital tem 125 médicos do programa que atuam em 81 unidades da atenção básica
  • 29/04/2016
  • 16:56
  • Atualização: 17:08

O prefeito José Fortunati acompanhou nesta sexta-feira, em Brasília, junto com o presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Marcio Lacerda, prefeito de Belo Horizonte, o anúncio da prorrogação da permanência de médicos brasileiros formados no exterior e de estrangeiros do Programa Mais Médicos. Durante solenidade, no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff assinou uma Medida Provisória (MP) que prorroga por três anos o prazo que permite a atuação desses profissionais na atenção básica dos municípios do país. A MP é uma resposta ao pedido da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) que, preocupada com o fim do contrato dos intercambistas, encaminhou ofício ao governo federal solicitando a continuidade do programa. Fortunati, que é vice-presidente de Relações Institucionais da FNP e presidia a entidade quando foi lançado o Mais Médicos, em 2013, destacou a importância da permanência dos profissionais na atenção básica para garantir o atendimento especialmente nos bairros mais carentes. “Além da renovação do convênio, Porto Alegre vai receber mais 11 médicos, todos brasileiros. Isso garante um serviço qualificado especialmente naquelas áreas da cidade onde temos dificuldade de colocar profissionais, como Bom Jesus, Restinga, Ilhas, etc. Com o programa, temos médicos em todas as unidades básicas de saúde”, disse o prefeito. Ele lembrou que o programa garante a cobertura de 52,5% da Estratégia de Saúde da Família. Na Capital, 350 mil pessoas são atendidas nas unidades básicas diretamente pelos profissionais do Mais Médicos. Ao assinar a MP, a presidente também ressaltou a necessidade de manter os avanços conquistados com o programa Mais Médicos. “Com a Medida Provisória igualamos o tempo de atuação dos profissionais estrangeiros ao dos médicos brasileiros, podendo prorrogar o período por mais três anos, o que é importante para atenção básica, garantindo a continuidade do vínculo e do cuidado. Uma das consequências da MP é a garantia da continuidade da assistência à população”, afirmou Dilma Rousseff. A FNP, preocupada com o fim do contrato dos médicos intercambistas do programa federal e com a atenção básica de saúde no país, encaminhou ofício sobre o tema para os ministros da Saúde e da Secretaria de Governo, Marcelo Castro e Ricardo Berzoini, no dia 26 deste mês. No documento, a entidade pedia a imediata edição de Medida Provisória (MP) para garantir a continuidade do programa, com a permanência dos profissionais nos municípios, para evitar o retrocesso dos avanços já conquistados. O ofício foi um dos encaminhamentos da 69ª Reunião Geral da FNP, realizada no Rio de Janeiro/RJ, no mês passado. Durante a solenidade em Brasília, o secretário-geral do Ministério da Saúde, Hêider Aurélio Pinto, falou sobre o protagonismo dos prefeitos que evidenciaram a necessidade de mais profissionais de saúde na atenção básica com a campanha “Cadê o Médico?”, lançada em 2013. Hêider afirmou que Fortunati teve um papel fundamental na campanha que demonstrou a carência generalizada de profissionais nos municípios brasileiros, em especial no interior e na periferia das grandes cidades. A Capital tem 125 médicos do programa que atuam em 81 unidades da atenção básica. Em 60 dias chegam mais 11 profissionais, todos brasileiros. Eles garantem a cobertura de 52,5% e a qualificação de 98 equipes de Saúde da Família. Benefício para 700 mil moradores e atendimento direto a 350 mil pacientes. Os primeiros profissionais do Mais Médicos iniciaram os trabalhos em Porto Alegre no dia 23 de setembro de 2013. Ao todo, em todas as etapas do programa, foram solicitados 138 médicos, sendo que 125 já estão atuando. São médicos formados no Brasil e também na Argentina, Espanha, França, Honduras, Venezuela e Cuba.
FONTE - CORREIO DO POVO 

REINALDO AZEVEDO - Os bandoleiros primitivos do lulopetismo



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Stédile, do MST: bolsista do Orçamento da União.
Texto de Reinaldo Azevedo, publicado hoje na Folha:


O PT merece ser banido da política não só em razão dos seus crimes, mas também de sua determinação de não reconhecer a ordem que o instituiu. Há algum tempo, escrevi nesta coluna que é a democracia que legitima o PT; não é o PT que legitima a democracia, como parecem crer os companheiros. Seus protagonistas são uns farsantes; seus intelectuais, uns trapaceiros da teoria. E é fácil demonstrar.

Observem como os petistas e seus ditos pensadores fazem questão de ignorar os crimes cometidos pelo partido –inclusive o de responsabilidade, que traz as digitais de Dilma Rousseff– para tratar, em vez disso, de uma suposta luta que estaria sendo travada entre "conservadores e progressistas", "entre direitistas e esquerdistas"; "entre coxinhas e mortadelas".

De súbito, as forças, então, que perderam quatro eleições seguidas para o PT –fartamente financiado, por dentro e por fora, pela melhor e pela pior elite econômica– teriam adquirido uma inteligência superior, que oscila do maquiavélico ao macabro, e passa todas as horas do dia a conspirar para desfechar o tal "golpe".

Com que propósito? Bem, segundo, inclusive, alguns colunistas desta Folha, o objetivo seria marginalizar os pobres, os oprimidos, os deserdados. Por alguma razão que ainda não conseguiram explicar –e estou doido para debater com um deles na TV Folha–, os marginalizados seriam representados pelo partido que protagonizou o mensalão, o "aloprados 1 e 2" e o petrolão.

Queria revisitar com eles as correntes do marxismo para saber em que momento o crime comum, a safadeza e a roubalheira são capítulos da luta de classes, a defunta senhora. Stalin era um assassino em massa; ladrão não era. Quem chegou mais perto de teorizar a respeito foi Eric Hobsbawm em "Rebeldes Primitivos" – que, por óbvio, não eram financiados por empreiteiras nem se acoitavam nas dobras do Estado– esses são os bandoleiros primitivos de agora.

Leio o que escrevem um tanto constrangido. Como é que não se envergonham? Faça você mesmo, leitor: digite na área de busca do Google, sem aspas e sem vírgulas, as palavras "artistas, intelectuais, divulgam, manifesto, pró-Dilma". Os motivos para defender o voto na petista em 2014 são rigorosamente os mesmos esgrimidos agora contra o impeachment. É sempre Chapeuzinho Vermelho contra o Lobo Mau. O PT já havia recorrido a esse expediente em 2010 e 2006.

Tanto nos confrontos eleitorais como na batalha do impeachment, a vitória do adversário significaria não um contratempo, mas um retrocesso, uma derrota das forças do progresso e do desenvolvimento social, uma marcha involutiva da história. Os que hoje deslegitimam a posse constitucional de Michel Temer não hesitaram em deslegitimar as próprias urnas. Não é que tenham aceitado o resultado; eles aceitaram a vitória.

João Pedro Stédile e Guilherme Boulos, só para encerrar o texto com caricaturas emblemáticas, prometiam não deixar Aécio Neves em paz caso o tucano vencesse a eleição de 2014. Agora, prometem infernizar a vida de Temer.

Os petistas não aceitam mesmo é a democracia e o Estado de Direito, que, por sua vez, continuarão a abrigar o PT porque é de sua natureza –até o limite, claro!, em que o partido não busque solapá-los. E se isso acontecer? Ora, recorreremos aos instrumentos que o regime oferece para combater a subversão da ordem democrática.

O PT vai ter de aprender a respeitar a lei, que também tem marra.

Próximo passo: extinguir o PT

Próximo passo: extinguir o PT:
Brasil  06:43

Enquanto o Senado debatia o impeachment, a Lava Jato demonstrava que Dilma Rousseff foi eleita com dinheiro roubado da Petrobras.
Nós já sabíamos disso.
Mas as denúncias contra Feira, Dona Xepa, Vaca e Marcelo Odebrecht destrincharam o esquema de propina do PT como jamais havia sido feito.
A Lava Jato tem todos os elementos, a partir de agora, para extinguir o partido.

Dilma acorrentada

Dilma acorrentada:


Eliane Cantanhêde, do Estadão, disse que “há um temor, na oposição, de que Dilma articule um ‘gran finale’ para o processo de impeachment e para seus anos de governo. Algo como se acorrentar à mesa presidencial e forçar uma retirada à força do palácio. Algo teatral e dramático para ilustrar sua indignação, gerar imagens fortes e corroborar a narrativa do golpe”.
Acabou o rivotril?

Multidão de 150 manifestantes protestam contra saída de Dilma em Porto Alegre

Multidão de 150 manifestantes protestam contra saída de Dilma em Porto Alegre: Uma multidão de 150 estudantes e renegados sociais foram ontem à noite na Esquina Democrática para defender Lula e a organização criminosa do PT.

Trata-se de um "aquecimento" para o 1o de maio, quando os manifestantes pretendem arrebanhar mais apoiadores. (POLÍBIO BRAGA)

quarta-feira, 27 de abril de 2016

"Abandonai toda esperança, vós que entrais"


Legião de pederastas, sapatonas, pedófilos, alcoólatras, maconheiros de todos os tipos que, sendo petistas recalcados e assediadores morais dos funcionários públicos, ocupam "cargos de confiança" e "gerências" nos Hospitais, UPAS e Postos de Saúde do Brasil com vínculo FEDERAL - Preparem-se, ABERRAÇÕES, a hora de vocês aproxima-se.
"Abandonai toda esperança, vós que entrais"

O FIM DO GOVERNO DOS MARGINAIS


Traidor dos Médicos, dos Pacientes e "até" do PMDB, deve deixar Ministério da Saúde

27/04/2016 15h23 - Atualizado em 27/04/2016 15h51

Castro pedirá demissão do cargo de ministro da Saúde, diz assessoria

Deputado pelo PMDB-PI estava na pasta desde outubro do ano passado.
Outros 5 ministros já tinham saído após partido ter rompido com governo.

Nathalia Passarinho e Filipe MatosoDo G1, em Brasília

Ministro da Saúde, Marcelo de Castro, falou sobre protocolo para casos de microcefalia, em Goiânia (Foto: Vanessa Martins/G1)O ministro da Saúde, Marcelo de Castro, durante
evento em Goiânia (Foto: Vanessa Martins/G1)
A assessoria do Ministério da Saúde informou que o ministro Marcelo Castro pedirá demissão do cargo nesta quarta-feira (27).
Eleito deputado federal pelo PMDB-PI em 2014, ele se licenciou do mandato e estava no comando da Saúde desde outubro do ano passado.
Em março deste ano, o PMDB decidiu romper com o governo da presidente Dilma Rousseff e entregar os cargos no Executivo. mas Castro permaneceu.
Além de Marcelo Castro, outros cinco ministros peemedebistas também já pediram demissão de seus cargos: Celso Pansera (Ciência e Tecnologia), Mauro Lopes (Aviação Civil), Eduardo Braga (Minas e Energia), Henrique Eduardo Alves (Turismo) e Helder Barbalho (Portos).
Com isso, o único ministro do PMDB que ainda permanece no governo é Kátia Abreu (Agricultura), que é amiga pessoal da presidente Dilma Rousseff e se licenciou do mandato de senadora para assumir a pasta em 1º de janeiro de 2015.
O líder do PMDB da Câmara, Leonardo Picciani (RJ), afirmou ao G1 que recomendou a Marcelo Castro que deixasse o ministério, diante da posição de ampla maioria da bancada do partido em defesa ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, a demissão deve ser publicada no "Diário Oficial da União" nesta quinta (28).
O próprio Picciani votou contra a continuidade do procedimento de afastamento de Dilma, mas orientou a bancada a votar a favor, na sessão da Câmara que decidiu, por 367 votos a favor e 137 contra, enviar o  processo ao Senado.
“Ele [Marcelo Castro] pede demissão hoje e deve ser publicada amanhã. Eu tinha sugerido a ele que deixasse a pasta, já que a maioria da bancada se colocou favorável ao impeachment na votação que teve na Câmara”, afirmou.