"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sábado, 31 de dezembro de 2016

URGENTE - TERRORISMO NO LITORAL DE SÃO PAULO

Informações de SP dão conta de que TERRORISTAS, alguns inclusive com formação em Universidades Públicas do Brasil, estão levando caixas de som e tocando, a todo volume, "coisas" como MC Daleste, Racionais, Luan Santana, Wesley Safadão, Anitta e outras armas de destruição cultural em massa...A chinelagem, a bagaceirice, a rafuagem... A "nata" da vagabundagem brasileira na sua mais perfeita expressão...

Luiz Fernando Toledo ,
O Estado de S. Paulo
31 Dezembro 2016 | 03h00

GUARUJÁ - Turistas que foram passar o réveillon no Guarujá, no litoral sul paulista, estão levando caixas de som de todos os tamanhos para debaixo de seus guarda-sóis. Em uma distância de menos de dez metros é possível ouvir Anitta, MC Daleste, Luan Santana, Racionais. Tudo ao mesmo tempo e em diferentes alturas.

A CONSULTA DO PACIENTE SEM HISTÓRIA.

Milton Pires.

- Bom dia, tudo bem??

- É ...se estivesse “tudo bem” eu não 'tava aqui né, doutor??

O que um ser humano, não necessariamente um médico, mas alguém capaz de fazer História, deveria responder é o seguinte:

- Seu pensamento só tem lógica, seu raciocínio só pode ser verdadeiro, se tudo aquilo que o senhor viveu até hoje e aquilo que ainda tem pela frente se resumisse a este momento ...a esta sua consulta agora...Não estou lhe perguntando nada sobre seu corpo nem sobre sua doença – essa pergunta é sobre sua VIDA. A VIDA é mais do que o corpo e mais do que a doença – ela é feita de História.

Animal algum que responde para um médico dentro de UPA como este paciente acima respondeu é capaz de se dar conta disso. Se fosse, não se preocuparia com o resultado de "Olaria x Criciúma", não assistiria “Faustão”, não votaria num marginal como Lula...não procuraria uma UPA com “coceira no pé” a uma hora da manhã do dia 31 de dezembro...

Apesar disso, há ainda aqueles que dizem que ele “não tem história”, que ele só é esse “animal” mal-educado porque “não teve chance”, porque alguém lhe tirou a História e a própria Esperança … que alguém lhe “deve alguma coisa”...que ele é “excluído”, “segregado”, “despossuído” por culpa até mesmo do “médico que lhe atende naquele momento”

O Ministério da Saúde pode colocar um médico ou dez a cada doze horas dentro de uma UPA. Jamais vai funcionar como deveria porque jamais deveria funcionar de maneira alguma.

UPAS existem para esconder que faltam Hospitais e Postos de Saúde no Brasil.

O problema do Brasil NÃO é a Saúde...é a Esperança e a Esperança NINGUÉM tira de NINGUÉM.

Ela desaparece sozinha porque a pessoa se entrega, ela desiste porque finalmente compreende que só pode existir Esperança onde existe Justiça e que ela mesma não tem História.



31 de dezembro de 2016

31 de Dezembro de 406: Os Vândalos cruzam o rio Reno e invadem a Gália

31 de Dezembro de 406: Os Vândalos cruzam o rio Reno e invadem a Gália:
Em 31 de Dezembro de 406, bandos de vândalos, de alanos e suevos cruzam o rio Reno, caminhando sobre o leito congelado, perto de Mogúncia, na actual Renânia (Alemanha). As tribos bárbaras prosseguem na direcção sudoeste e assolam a Gália (hoje, França) sem encontrar resistência.

No início do século V, o Império Romano  encontrava-se em decadência e mostrava-se incapaz de reagir. Em poucos anos, os germânicos ocupam a Espanha e o norte da África. Tal como eles, outros povos bárbaros invadem o sul da Europa: os visigodos, os ostrogodos e os francos. A Europa converte-se num mosaico de reinos bárbaros. 

Os vândalos invadem também a região da Mauritânia (hoje, Argélia e Líbia) e ocupam Cartago, a capital romana da África. 
Os vândalos dividiam-se entre as tribos de asdingos e silingos. Os silingos viviam na região conhecida como Grande Germânia, onde hoje é a Silésia (actuais Polónia e República Checa). No século II, os asdingos, liderados pelos reis Raus e Rapt, deslocaram-se para o sul, e atacaram os romanos na região do baixo Danúbio. Depois entraram num acordo de paz e estabeleceram-se a oeste, na Dácia (Roménia) e na Panónia (Hungria romana). 

Em 400 ou 401, os vândalos,  com os seus aliados (os alanos sármatas e os suevos germânicos), iniciaram uma deslocação para oeste, sob o comando do rei Godegisílio, possivelmente por causa de ataques dos hunos. Nessa mesma época, os asdingos já haviam sido cristianizados. Muitos, como antes os godos, adoptaram o Arianismo, uma crença que estava em oposição à principal corrente do Cristianismo do Império Romano, que depois cresceram como Catolicismo e Ortodoxia Oriental.   
  
Os vândalos viajaram para oeste, pelas margens do Danúbio sem muita dificuldade, mas quando alcançaram o Reno, encontraram a resistência dos francos, que habitavam e controlavam as possessões romanas, no norte da Gália. Cerca de 20 mil vândalos, inclusive Godegisílio, morreram na batalha. Com a ajuda dos alanos, porém, conseguiram derrotar os francos e, em 31 de Dezembro de 406, cruzaram o Reno para invadir a Gália. Sob o comando do filho de Godegisílio, Gunderico, os vândalos pilharam e saquearam no caminho, sempre em direcção sudoeste, através da Aquitânia. 

Em Outubro de 409, os vândalos cruzaram os Pirinéus, penetrando na Península Ibérica, onde receberam terras dos romanos. O meio-irmão de Gunderico, Genserico, começou a construir uma esquadra e, em 429, cruzou o estreito de Gibraltar, indo para leste, até Cartago. Genserico transformou o reino dos vândalos e alanos num estado poderoso no Mediterrâneo, conquistando a Sicília, a Sardenha, a Córsega e as Ilhas Baleares. A capital era Saldae, actual Bejaia, no norte da Argélia. 

Quando os árabes chegaram para conquistar o Magrebe e a Península Ibérica, mais de dois séculos mais tarde, trataram a região toda como terra dos vândalos, e  baptizaram-na  Al-Andalus.
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)
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Saque de Roma pelos Vândalos em 455.-  Heinrich Leutemann 
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Mapa mostrando a migração dos vândalos


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

A VAGABUNDAGEM, A MAIS PERFEITA CHINELAGEM DO BRASIL NA SUA EXPRESSÃO MAIS PURA

Jupitercleyson, Dieizo, Xaiene, Vaginete, Assaltantersson...todos ...todo mundo junto na praia, suando., mijando, assaltando, roubando, trepando...num apocalipse da cultura ocidental debaixo da linha do Equador..

Diário de Viagem, dia 3 - 30 de dezembro

Mentor Neto

Praia é lindo, né gente?
Estamos todos aqui.
Luli e as meninas foram antes, de madrugada, as 10h00.
Eu acordei cedo, logo depois do almoço e fui encontrá-las.
Estou de boné Vans e Havaianas porque agora sou/estou carioca.
Caminho gingando, imitando um rapaz na minha frente.
Baixo a bermuda para mostrar o cox, como ele.
Ele tem os cabelos pintados de prateado.
Tenho inveja.
Chego na praia, minhas filhas olham e riem.
- Baixa esse boné, pai. Tá parecendo um funkeiro.
No fundo fiquei orgulhoso delas entenderem a referência.
Estou carioca.
Super me adaptei. 
A praia está lotada. 
A diversão parece ser se amassar uns contra os outros e depois mergulhar num caldo de transpiração.
Alguns de nós cheiram muito mal.
Os nativos invadem minha bolha de privacidade com absoluta informalidade.
Ao nosso lado, num lugar onde caberia um siri médio, está uma família.
Duas mães e seus quatro filhos sem educação.
Todos gritam como araras no cio.
- Caio! Votaquigarouto! Que mehda!
Se houvesse vento perdigotos terminariam na minha cara. 
Fico feliz do ar não circular. 
A menina urina onde estiver, pá, e que se dane o mundo.
As mães tomam tanta cerveja que suspeito ser prescrição médica. 
O calor é tal que você vê a aura das outras vítimas a olho nu.
Ou são as almas deixando seus corpos e migrando para o Alasca.
Explicaria a quantidade de zumbis a minha volta.
A maré sobe e carrega as latas de cerveja da família monstro.
Não se abalam.
Para elas, ir à praia não é uma diversão. 
É um manifesto social.
Esfregam na nossa cara a diferença de classes.
A mãe cava um buraco na areia.
A menina senta e sim.
Isso.
Ao meu lado.
Juro por deus.
A mãe cobre de areia o resultado.
Para mim chega.
Desisto.
Você ganhou, Rio. 
Decidi que não vou mais sair do quarto até o final das férias. 
Não preciso de nada do mundo exterior.
Tenho ar condicionado, WiFi e imãs de pizzarias delivery.
Passo num mercadinho para comprar os mantimentos para meu retiro.
Fica ao lado de um ponto final de ônibus. 
Aquela família procriou.
Agora são centenas.
No Rio as pessoas vão ao mercadinho sem camisa. 
Se esfregam em mim sem nenhum pudor. 
Temo vomitar. 
Saio com as sacolas cheias nos braços justo quando começa a chover.
Caminho duas quadras cheio de sacolas e sob chuva forte. 
Encharcado, cansado, cheio de sacolas. 
Eu joguei tomatinho cereja na cruz.
O bom é que o ano só pode melhorar.

A SAÍDA DO QUADRÚPEDE PETISTA


A "GERAÇÃO UBER" NA POLÍTICA E NA IMPRENSA DO RIO GRANDE DO SUL


O Rio Grande do Sul, e especialmente Porto Alegre, está cheio de uma geração de jornalistazinhos alcoólatras, cheiradores de cocaína e NÃO PETISTAS. 

Esse tipo de gente odeia o PT e esteve, também, nas grandes manifestações do Parcão. 

Leram Ayn Rand e sua "Revolta de Atlas", estiveram em outros países, orgulham-se de jamais terem se ligado ao serviço público, são a favor do Uber...querem um Estado cujo tamanho não deve ser maior do que uma lojinha da Claro ou da Oi dentro do Iguatemi. 

Junto com "novos políticos não petistas" eles acreditam que a culpa pelo CAOS, pelo COLAPSO provocado pela Organização Criminosa Petista no Rio Grande do Sul poderá ser resolvido às custas do salário dos policiais, dos professores, dos médicos...Pensam que os funcionários públicos são responsáveis por isso..Na verdade, alguns pensam inclusive que "todo funcionário público gaúcho é petista" OU, no mínimo, "sindicalizado" (o que de fato é a mesma coisa)

Querem LIQUIDAR com os funcionários concordando com os cortes que Sartori está fazendo deixando os funcionários sem salário, não é??? Dão a entender, inclusive, que quem reclama é "petista"...

Não tem problema: vamos adiante ! 

Vamos apostar nesse caminho ! Vocês vão ver o PREÇO que isso vai custar a toda sociedade gaúcha....Incluindo vocês ! 

"A prefeitura deverá atrasar salários no ano que vem", diz Marchezan

"A prefeitura deverá atrasar salários no ano que vem", diz Marchezan:
























Assim que abrir o expediente à frente prefeitura de Porto Alegre, nesta segunda-feira, Nelson Marchezan (PSDB) se prepara para adotar medidas duras. Na manhã desta sexta-feira, ele adiantou a intenção de publicar um decreto de congelamento de gastos e de chamar fornecedores com pagamentos em atraso para conversar.
Apesar de classificar como "preocupante" a situação financeira da administração municipal, o prefeito eleito garantiu que a crise não inviabilizará as promessas de campanha — entre elas, a abertura de oito postos de saúde até as 22h, medida que pretende colocar em prática ainda em 2017.
Leia mais:
Marchezan afirma que situação das finanças da Capital é pior do que a estadual
Briga por IPTU expõe ruído na gestão de Marchezan
A seguir, leia os principais trechos da entrevista concedida a ZH e Rádio Gaúcha.
Como será a sua rotina como prefeito?
Acho que sou um pouco workaholic (viciado em trabalho), mas quero poder programar uma rotina de forma que eu não perca o contato com a rua, que não fique apenas dentro do gabinete e que eu possa interagir com os secretários nas suas áreas de atuação reais.
Vai continuar caminhando pela cidade como fez na propaganda eleitoral?
Sim, essa é a ideia. Vamos estabelecer um padrão de atividade que não seja marqueteiro, apenas para dar satisfação à imprensa, mas que seja realmente útil e que me mantenha ligado ao mundo real.
Na Europa, muitos prefeitos vão trabalhar de bicicleta ou de transporte público. Isso passa pela sua cabeça?
Passa pela minha cabeça usar o transporte público para efetivamente entender como ele funciona melhor, para estar ligado na vida real das pessoas. Também posso  andar de bicicleta, porque eu gosto e o meu filho gosta . Já pensei, eventualmente, em dar uma corrida no Centro, mas acho que no início não vai dar, porque vou ter muito trabalho.
Quais serão as suas primeiras medidas?
A gente está planejando alguns decretos de organização das despesas e a formação de grupos de trabalho para algumas análises específicas.
Vai haver decreto de congelamento de gastos?
Deve vir alguma coisa, sim, congelando gastos passados, despesas futuras e despesas muito específicas que acabam tendo um afrouxamento ao longo do tempo.
Congelar gastos passados significa decretar uma moratória da dívida ou algum tipo de renegociação com os credores?
Não vamos tomar essa decisão nos primeiros dias, mas imaginamos um volume elevado de despesas pendentes e sabemos que não haverá caixa para pagar tudo em janeiro. Então, vamos ter de fazer escolhas. No primeiro momento, vamos suspender algumas despesas correntes e chamar os fornecedores para ver o que faremos com os pagamentos em atraso.
Pode citar alguma despesa que será cortada?
Por exemplo: carros alugados, que custam mais de R$ 30 milhões por ano. Alguns veículos são imprescindíveis, como as vans que carregam os processos da Procuradoria-Geral do Município. Esses veículos, a priori, continuarão sendo locados, mas, de resto, a regra será usar táxi. Vamos fazer um convênio com os taxistas.
O senhor prometeu reduzir CCs. Isso começa a partir desta segunda?
A gente prometeu que terá apenas os CCs necessários, e a redução será muito maior do que as pessoas têm expectativa.
Já é possível estimar tamanho da redução?
Passamos de 37 para 15 secretarias e vamos analisar caso a caso. Provavelmente em dois meses já teremos apresentado não só o número de CCs necessários, mas também concretizado a reorganização das secretarias, diminuindo as funções gratificadas. São milhares. O que nos parece é que poderemos reduzir muito.
Mas esses cortes serão suficientes para fazer frente às despesas?
Não, esses são apenas exemplos. Vamos ter de cortar muito mais. Vamos ter medidas de ampliação de receitas e também de busca de incentivos privados, a partir de concessões e parcerias.
O prefeito José Fortunati insinuou que o senhor está "vendendo o caos" nas finanças para posar de "salvador da pátria". O que tem a dizer sobre isso?
Com relação à frase do prefeito Fortunati, entendo a angústia dele. A prefeitura realmente tem problemas financeiros , e ele vai ter de apresentar essas dificuldades. Essa angústia talvez tenha levado o prefeito a usar essas palavras que, do meu ponto de vista, são inadequadas.
O senhor tem projetado rombo de R$ 1,1 bilhão nas contas da prefeitura em 2017. Isso pode ameaçar o cumprimento de alguma das promessas de campanha?
Todos os compromissos de campanha estão garantidos. O que nos assusta não é isso. O que nos assusta são as atividades corriqueiras de custeio, como a compra de medicamentos, de merenda para escolas. Já há fornecedores sem pagamento para dívidas menores de R$ 8 mil. É preocupante.
A crise não pode acabar inviabilizando a abertura de oito postos de saúde até as 22h, como foi prometido?
Não, porque essa é uma ação que gera outras economias. É bom para o sistema como um todo, porque tira a demanda dos hospitais e traz a solução para mais perto das pessoas, de forma mais rápida.
O senhor já conversou com o secretário da Saúde sobre isso? Passou alguma orientação?
Ele tem o compromisso de cumprir o nosso plano de governo. Ainda não dá para falar de prazos, mas a ideia é abrir a maioria desses postos o mais rápido possível, de preferência os oito ainda neste ano. Posso dizer que no primeiro semestre já teremos uma boa parte deles funcionado.
De zero a 10, quais as chances de atrasar salários em 2017?
É 10. Estou sendo bem realista. A prefeitura deverá atrasar salários em 2017, infelizmente, por uma situação que não fomos nós que criamos. E também não quero analisar quem criou. Mas a realidade é matemática. Temos de fazer de tudo para que não aconteça. Se nada for feito para alterar a relação entre receita e despesa, a prefeitura não vai pagar os salários (em dia em 2017).
Valeu brigar pelo IPTU com o prefeito José Fortunati , se a ampliação do desconto até fevereiro vai acabar se traduzindo em perda de receita na sua gestão?
A ampliação de desconto foi para incentivar que as pessoas não pagassem em dezembro , mas no ano certo. Continuo entendendo que o grande problema do Brasil é o fato de que as despesas não se enquadram nas receitas públicas. Gestores municipais, estaduais e federais quebraram o Brasil por não obedecerem a lei. Do meu ponto de vista, as receitas futuras não podem ser usadas pelos gestores que estão deixando o cargo .
Mesmo o TCE dizendo que está certo?
É uma interpretação do setor público para o setor público. Definitivamente não concordo e acho que é por essas interpretações com uma certa frouxidão que o Brasil está na atual situação.
Então no próximo ano não haverá desconto?
O que eu disse é que no último ano de gestão é vedada a antecipação de uma receita da próxima gestão. Se não, não há compromisso do gestor com planejamento financeiro.
Mas o senhor disse que era contra qualquer renúncia fiscal, não?
O que disse é que não pretendia dar o desconto neste ano, porque temos grandes dificuldades previstas para 2017. Se no ano que vem, para antecipar alguma despesa, isso se enquadrar no fluxo de caixa e for necessário, é evidente que vamos dar o desconto. Mas digo ao contribuinte: o que precisamos é entregar o serviço.
Está no seu horizonte atualizar a tabela do IPTU?
Sim. A gente deve propor a atualização da tabela do IPTU ainda este ano.
E o ISS, pode sofrer algum reajuste?
Não, o que pode ocorrer é uma reorganização para incentivar algum setor e gerar empregos, que também é um dos nossos compromissos. Agora, a questão de aumento de alíquotas, na situação que a gente vive hoje, não é ideal. Não é o que a gente pensa.
Costuma ser difícil aprovar alterações no IPTU. O senhor terá apoio na Câmara?
Tenho o compromisso de fazer o melhor por Porto Alegre e espero que esse seja o compromisso de todos os vereadores.
Mas o seu projeto de reestruturação administrativa teve a votação adiada. Isso não é um sinal de que as relações com o Legislativo serão difíceis?
Acho que não. Todos os vereadores viram a realidade de Porto Alegre. Acho que há o mínimo de sensibilidade da realidade. Temos muitas chances de ter uma relação ótima com a Câmara, nesses termos.
A escolha de um vereador do PTB para comandar a Secretaria da Infraestrutura e Mobilidade Urbana tem relação com essa derrota na Câmara, já que o PTB não deu quórum para a votação?
Isso é bom que fique muito claro: nós não escolhemos um vereador do PTB. Escolhemos o Sabino. Ele não vai entrar por ser do PTB, do PP ou do PSDB. Ninguém entra no governo por ser de um partido.
Haverá convocação extraordinária da Câmara em janeiro?
Da minha parte, não.
Mas não vai atrapalhar ficar com a estrutura antiga?
Não é o ideal e não é o que gostaríamos. Mas a transição foi boa , então não há problema em deixar algumas pessoas da atual gestão em atividade para evitar pendências na área administrativa.
E a demora na definição dos nomes da equipe, embaralha a arrancada da gestão?
Atrapalha, mas atrapalha menos do que botar pessoas desqualificadas, incompetentes, descomprometidas e com problemas legais. A escolha tem sido feita de forma artesanal e não automática, como é o padrão.
O senhor passou boa parte da campanha criticando a EPTC. Por que até agora não indicou um substituto para o atual diretor, Vanderlei Cappellari?
A EPTC ainda não chegou à pauta porque a questão da educação, da saúde e da segurança foi mais importante até agora. A EPTC será, sim, uma prioridade. Mas entendemos que há outras, que são um pouco mais prioridade na vida das pessoas.
Está mantida a regra de avaliação dos secretários a cada três meses e de substituição, caso não estejam indo bem?
A gente gostaria de ter apresentado já agora na posse as metas para os primeiros cem dias dos secretários . Como a situação financeira ainda é bastante nebulosa e como muitos secretários não estão diretamente relacionados à gestão municipal, vamos estabelecer as metas nesses primeiros meses. E eles sabem que se não conseguirem entregar isso, vão contribuir para a gente buscar outras pessoas.
Quando as metas serão anunciadas?
Primeiro vamos fazer um diagnóstico de cada área para então verificar as ações necessárias, estabelecer prazos e metas de resultados.
O senhor se comprometeu a terminar as obras em andamento, mas talvez não sobre dinheiro para tudo. Qual será a obra prioritária?
Temos desde obras com valores menores, em creches e postos de saúde, até obras grandes como obras de infraestrutura viária. Não temos condições de afirmar agora, até porque algumas têm recursos externos que podem ser agilizadas. As outras sabemos que terão falta de verbas e vamos ter de buscar alternativas, quem sabe até com ajuda da iniciativa privada.
A prefeitura manterá o Carnaval no Porto Seco e o apoio financeiro ao Carnaval da Cidade Baixa, mesmo com a crise?
Os secretários da Cultura e da Fazenda vão iniciar essa conversa na semana que vem, com toda a transparência. Provavelmente, nos anos seguintes esses eventos terão de ser feitos com financiamento privado e, neste ano, provavelmente serão muito reduzidos, por uma questão de prioridades.
Em fevereiro, o reajuste das tarifas de ônibus e lotações entrará novamente em pauta. Qual será a sua posição?
A gente vai fazer um diagnóstico técnico da situação e vai buscar alternativas reais, sem demagogia.
Existe a possibilidade de cancelar a licitação do transporte público?
Parece que há interesse das empresas. Então, se está ruim para elas e se a gente pode buscar outra alternativa, talvez isso ocorra de comum acordo.
Em relação ao Mercado Público, o senhor imagina fazer uma concessão ou algum tipo de parceria?
Houve uma evolução nisso, quando os permissionários contratavam limpeza, etc. Era mais barato e funcionava melhor. Quando voltou para o RS, ficou mais caro e pior. A ideia é que a gente possa levar lá para dentro pessoas especializadas em gestão de shoppings. O Mercado poderia funcionar domingo e diariamente até mais tarde. Com estacionamento, até mesmo à noite.
O senhor pretende levar adiante a ideia de um estacionamento subterrâneo no Centro?
Se depender da gente, vamos ter estacionamento subterrâneo no centro e vamos estimular estacionamentos pagos para desafogar as vias e deixar mais espaço para o trânsito, para a bicicleta e o pedestre.
Já foi possível avançar em relação ao que vai ocorrer com a Carris?
Não, ainda estamos escolhendo uma pessoa qualificada para a área e para fazer esse diagnóstico. Ou a Carris, para ter alguma chance, começa a se viabilizar financeiramente, ou a gente vai privatizá-la.
Fasc e DEP estiveram no centro de dois escândalos recentes. O senhor vai ter um olhar especial a essas duas áreas?
Todos os órgãos vão ter. Estamos buscando, através do banco de talentos, pessoas qualificadas para as áreas financeiras desses órgãos. Também faremos um levantamento de todos os apontamentos de órgãos como Ministério Público e Tribunal de Contas para que possamos cumpri-los.
Como está funcionando o banco de talentos?
É uma coisa nova e bem interessante. É diferente de tudo o que já foi feito no Brasil. Até agora, mais de mil currículos já foram cadastrados lá, a maioria de pessoas da área pública.
Os projetos arquitetônicos e a licença de instalação para as obras de revitalização do Cais Mauá estão na prefeitura à espera de liberação. O senhor vai agilizar isso?
A nossa ideia é fazer com que a prefeitura seja mais ágil. Sabemos das dificuldades burocráticas e de tudo que Porto Alegre perdeu por isso. Vamos colocar todos os esforços nesse sentido.

Anexos originais:

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URGENTE - CÁRMEN LÚCIA SUSPENDE 13º SALÁRIO INTEGRAL DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DO RS

Presidente do STF suspende liminares que garantiam 13º integral a servidores do RS
30 dezembro 2016 - 19:10






Segundo o entendimento da ministra Cármen Lúcia, estado apresentou documentos suficientes para comprovar a situação de dificuldade financeira

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, suspendeu 16 liminares proferidas pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS), Luiz Felipe Silveira Difini, determinando o pagamento integral do 13º a diversas categorias de servidores.
Segundo o entendimento adotado pela ministra, o estado apresentou documentos suficientes para comprovar a situação de dificuldade financeira, indicando que o pagamento implica descumprir “as demais obrigações com os cidadãos”.
“Sem desconsiderar e lamentar o impacto dessa medida na vida dos servidores e pensionistas do Estado, pelo quadro econômico financeiro do ente federado apresentado nos autos impõe-se, pela potencialidade lesiva dos atos decisórios em face dos interesses públicos relevantes assegurados em lei, a suspensão das decisões”, afirmou a ministra.
Cármen Lúcia ponderou que o adiamento do 13º é medida excepcional, adotada pelos governantes quando se comprova impossibilidade de se custear despesas mínimas para serviços básicos previstos na Constituição Federal. Ela também frisou que a medida só deve ser cogitada depois que forem adotados todos os ajustes e procedimentos necessários à redução dos gastos do Poder Público.
No caso em questão, segundo a ministra, o governo do Rio Grande do Sul demonstrou que as liminares concedidas pelo presidente do TJ impunham gastos de R$ 700 milhões, de um total de R$ 1,23 bilhão necessários para pagar o 13º de todos os servidores. Em caixa para essa finalidade, no dia 20 de dezembro, o governo dispunha de R$ 23 milhões.
O Executivo apresentou, no início da semana, o plano de pagamento em 12 parcelas mensais, corrigidas pela poupança, sempre no último dia útil de cada mês. Ao se defender, o governo apontou ainda que foram encaminhadas diversas propostas à Assembleia Legislativa na busca do equilíbrio das contas públicas, como fusão de secretárias, extinção de fundações, limitação ao teto de pagamento de pensões acumuladas a outros ganhos, reduções de benefícios fiscais e combate à sonegação.
O presidente do TJ proferiu, entre 21 e 26 de dezembro, um total de 16 liminares favorecendo sindicatos e associações. O governo explica que as liminares foram concedidas durante o recesso, o que impossibilitou recurso interno no próprio TJ, levando o caso para o STF.
fonte - RÁDIO GUAÍBA DE PORTO ALEGRE

CFM e AMB se posicionam contra a redução do número de médicos nas UPAS e chamam atenção para os riscos da decisão do Governo


Qui, 29 de Dezembro de 2016 16:12

A possibilidade de redução no número mínimo de médicos necessários ao funcionamento das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no País, anunciada pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (29), foi alvo de críticas por parte do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Médica Brasileira (AMB). Em nota divulgada no mesmo dia, as duas entidades alertam para os riscos gerados pela medida, “penalizando ainda mais os médicos e os demais membros das equipes de saúde e, principalmente, a população que busca assistência de urgência e emergência”.

O CFM e a AMB informam que tomarão todas as providências cabíveis contra essa medida que, “na essência, representa o predomínio da lógica econômica em detrimento dos direitos individuais e coletivos previstos na Carta Magna de 1988”.

Para as entidades, essa mudança de parâmetros comprometerá a qualidade do trabalho médico e da assistência oferecida aos brasileiros “em momentos de extrema vulnerabilidade”. Para CFM e AMB, os gestores públicos – nos âmbitos do Ministério da Saúde e das Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde – devem encontrar fórmulas que permitam o funcionamento pleno desses serviços, “sem distorções que coloquem em risco a vida e o bem-estar dos brasileiros em momentos de extrema vulnerabilidade”.

NOTA Á SOCIEDADE SOBRE ANÚNCIO DE REDUÇÃO DO NÚMERO MÍNIMO DE MÉDICOS NAS UPAS


Diante do anúncio do Ministério da Saúde de mudanças nas regras mínimas para funcionamento das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no País, feito nesta quinta-feira (29), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Médica Brasileira (AMB) externam publicamente posição contrária à decisão e preocupação com o impacto dessa medida para a qualidade da assistência médica oferecida aos brasileiros que dependem da rede pública.

1) A redução no número mínimo de médicos para cada UPA - de quatro para dois profissionais - traz como consequência imediata o aumento da sobrecarga já existente no atendimento nesses serviços, penalizando ainda mais os médicos e os demais membros das equipes de saúde e, principalmente, a população que busca assistência de urgência e emergência;

2) De acordo com a Resolução CFM nº 2.079/14, que dispõe sobre a normatização do funcionamento das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24h e congêneres, bem como do dimensionamento da equipe médica e do sistema de trabalho nessas unidades, “todo paciente com agravo à saúde que tiver acesso à UPA deverá, obrigatoriamente, ser atendido por um médico, não podendo ser dispensado ou encaminhado a outra unidade de saúde por outro profissional que não o médico”;

3) Além disso, essa Resolução, que disciplina o atendimento médico nas UPAS em seus aspectos éticos e técnicos, ressalva aos gestores que devem garantir qualidade e segurança assistencial ao paciente e ao médico nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), o que, evidentemente, ficará comprometido com parâmetros insuficientes;

4) Cabe ao Ministério da Saúde e às Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde encontrarem fórmulas que permitam o funcionamento pleno desses serviços, sem distorções que coloquem em risco a vida e o bem-estar dos brasileiros em momentos de extrema vulnerabilidade.

O CFM e a AMB tomarão todas as providências cabíveis contra essa medida que, na essência, representa o predomínio da lógica econômica em detrimento dos direitos individuais e coletivos previstos na Carta Magna de 1988.

Brasília, 29 de dezembro de 2016.

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)
ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA (AMB)

DESABAFO DE UMA MÉDICA E NOTA DO EDITOR



Dra. Lisieux Eyer de Jesus.

"Sabem, não vai adiantar. De novo não vai adiantar. Só como prova de honestidade. Só como prova de não-inércia. Só como prova de não lavar as mãos. Só como atestado de ter sido honesta, e dito alguma coisa.

Ontem nosso ministro da saúde (que não devia estar lá, como a grande maioria das pessoas nomeadas para este cargo) determinou que UPAs podem funcionar com 1 médico sozinho a cada 12 horas, isso à escolha do gestor (traduzindo: prefeitos podem escolher este modelo de funcionamento, de acordo com a expectativa de gastos).

O alvo é atender, numa conta simples (considerando atendimentos em um ritmo constante de dia e de noite, o que não é verdade, e considerando profissionais robóticos que não têm cansaço mental, não sentem stress e não têm que urinar ou comer e que pacientes de emergência precisam uniformemente de uma única avaliação médica, sem revisão) 4 pacientes a cada hora, em torno de 80 pacientes por turno de 24h. Isso porque as pessoas têm que "cair na real" e isso "é o que é possível" e "é melhor do que nada". Quinze minutos para cada um. Desde atestado para ontem até infarto agudo do miocárdio.

Isso depois de ouvir que o Ministério da Saúde "economizou" milhões recentemente (isso não quer dizer economizou, quer dizer não gastou atendendo ninguém, não se iludam).

As pessoas não são gado, que a gente tange para onde quer que ele vá. As pessoas não recebem atendimento de saúde pública de graça, elas pagam por isso (uma das maiores cargas tributárias do mundo).

Pessoas não ficam doentes por igual. Precisam de carinho e atenção, precisam falar de seus problemas, além de alguma medicação "no default".

Ser médico não é ser um "prestador de serviço" ou um "colaborador" como gosta de dizer a bíblia da mediocridade empresarial colorida com auto-ajuda. Medicina não é técnica (embora precise dela).

Só não digo que é burrice porque é planejado e planificado. Porque de fato o sr Ricardo de Barros (como todos eles, com pouquíssimas exceções) está se lixando para os pacientes e para os médicos e profissionais de saúde.

Porque toda esta gente nos descartaria juntos, médicos e enfermeiros porque já foram sugados até o bagaço e não servem mais e pessoas/pacientes em geral, porque têm que se virar com o que têm. Não comerão nem pão nem brioches. O rei mandou para o povo comida podre que sobrou das tropas, como reza a lenda histórica da França sob os Luízes, antes da revolução.

Nunca pensei que falaria isso, mas se tivesse um filho não gostaria que ele fosse médico no Brasil. Porque gostaria que ele fosse uma pessoa feliz. Porque gostaria que ele dormisse à noite. Porque gostaria que ele fosse respeitado como pessoa. Porque gostaria que ele não fosse impedido de realizar seu trabalho, que já é árduo sem ser atrapalhado. Porque ninguém quer fazer do seu filho uma espécie de Prometeu, que tem seu abutre garantido todo dia.

Depois de 30 anos de carreira eu digo isso tristemente.

Eu, que passei 8 horas sem fazer xixi porque estava operando. 12 horas sem comer porque não deu tempo. Madrugada sob a mira da arma de um policial ansioso pela salvação de seu colega baleado.

Eu, que já cheguei inúmeras vezes desidratada em casa depois de ser obrigada a operar numa sala de cirurgia sem ar condicionado, no verão do Rio de Janeiro (vestindo um capote estéril de brim com mangas compridas e máscara facial, embaixo de um foco com quatro lâmpadas e usando uma lupa que se enevoava com o vapor d´água).

Eu, que já atendi um paciente em pós operatório com intermação porque estava internado numa sala de recuperação sem ar condicionado a 42 graus de temperatura (alguém imaginaria intermação como complicação cirúrgica?).

Eu, que acreditei no país e no trabalho (e foi por isso que fiquei - ingenuidade minha, imprevidência minha). Eu, que ajudei a formar gerações de profissionais que, eu tenho certeza, são honestos e moralmente decentes.

Eu, que perdi a batalha quando não dá mais tempo para refazer a estratégia."

NOTA DO EDITOR 

Muito bom: só faltou dizer que foram MÉDICOS BRASILEIROS que colaboraram (e ainda colaboram) para que isso acontecesse. Perdi meu emprego em Porto Alegre, liquidei minha carreira, fiquei conhecido como "louco" lutando contra esse tipo de gente e os médicos continuam falando mal dos políticos sem fazer o "mea culpa"

 - O BRASIL ESTÁ CHEIO DE MÉDICOS FILHOS DA PUTA LIGADOS AO PT OU TRABALHANDO PARA ESTA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA OU PENSANDO QUE AQUELES QUE ESTÃO NO MINISTÉRIO DA SAÚDE NÃO SÃO PETISTAS. 

(Dr.Milton Pires)

DRA.ROSANGELA MORO DESMENTE ESQUERDA VAGABUNDA PETISTA QUE DIZ QUE ELA "SE MUDOU" PARA OS ESTADOS UNIDOS

A extrema-esquerda petista decidiu lançar uma narrativa dizendo que a esposa de Sérgio Moro, Rosangela Wolff Moro, havia se mudado para os Estados Unidos.
Porém, a mentira foi desmascarada por ela, que disse: “NÃO, não, não!!!!!!. Absolutamente errados!!!! NOTÍCIA EQUIVOCADA!! Acredito no Brasil! E nos brasileiros!! Acredito e desejo que 2017 seja um  Ano melhor”.
capturar
A narrativa havia sido criada pelos petistas no intuito de validar outra narrativa, igualmente ficcional: a de que Moro estaria “a serviço da CIA”.
Veja o print do blog do petista Esmael Moraes, que lançou a mentira:
esmael
Leia a narrativa de Esmael:
“O Blog do Esmael obteve informação exclusiva nesta quarta (21) segunda qual a primeira-dama da Lava JatoRosangela Wolff Moro, mulher do juiz federal Sérgio Moro, já está residindo nos Estados Unidos.
No último domingo (18) a 1ª dama da Lava Jato visitou a capital paranaense (clique aqui).
Pelas informações extraoficiais colhidas, a Senhora Moro mudou-se da República de Curitiba para a terra do Tio Sampor “motivos de segurança”.
O juiz Sérgio Moro já conseguiu licença de um ano na Universidade Federal do Paraná, onde leciona Direito Processual Penal, para morar e estudar no país de Donald Trump.
De acordo com maledicentes línguas, o magistrado teria acelerado a decisão de partir para os EUA depois da eleição do novo reitor da UFPR Ricardo Marcelo Fonseca.”
FONTE JORNAL LIVRE

"PESQUISA" PARA VER QUEM QUER LULA NA CADEIA...rsss


"Filosofia é a ferramenta que sempre permite nos questionarmos"; leia trecho

"Filosofia é a ferramenta que sempre permite nos questionarmos"; leia trecho:
Divulgação
Filósofo espanhol narra a história da Filosofia e a trajetória e as ideias de grandes pensadores
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Leia mais (12/26/2016 - 10h32)

Coleção reúne a obra completa de Machado de Assis com acabamento de luxo

Coleção reúne a obra completa de Machado de Assis com acabamento de luxo: É a editora Nova Aguilar que publica a obra completa do cronista, poeta, romancista, contista, dramaturgo e crítico literário Machado de Assis.
Leia mais (12/27/2016 - 15h24)

Empresa de filho de Lula recebeu R$ 103 milhões, aponta laudo da PF

Empresa de filho de Lula recebeu R$ 103 milhões, aponta laudo da PF:
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Imagem: Sérgio Lima / Folha Imagem
Os principais financiadores da empresa Gamecorp, que pertence a um dos filhos do ex-presidente Lula, injetaram na firma ao menos R$ 103 milhões, de acordo com laudo elaborado na Operação Lava Jato. A cervejaria Petrópolis e empresas ligadas à Oi são os principais remetentes desses recursos.

Companhias como a Oi Móvel e a Telemar Internet, ligadas à empresa de telefonia, colocaram um total de R$ 82 milhões na empresa, em valores não corrigidos.
Mais informações »

30 de Dezembro de 1922: Vladimir Ilitch Ulianov, Lenine, proclama a fundação da URSS

30 de Dezembro de 1922: Vladimir Ilitch Ulianov, Lenine, proclama a fundação da URSS:
No dia 30 de Dezembro de 1922, é fundada a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), incluindo a Rússia, a Ucrânia, a Bielorússia, repúblicas da Ásia Central e a Transcaucásia (subdividida em 1936 nas repúblicas da Geórgia, Arménia e Azerbaijão). O poder central estabelecido em Moscovo passa a comandar todos os órgãos da imensa nação soviética. O governo socialista instaura a “ditadura do proletariado” e  atribui a si a missão de destruir as antigas classes dominantes, a burguesia e a aristocracia.
Politicamente, a URSS esteve formada, de 1940 a 1991, por 15 repúblicas constituídas ou autónomas - Arménia, Azerbaijão, Bielorússia, Estónia, Geórgia, Cazaquistão, Quirguízia, Letónia, Lituânia, Moldávia, Rússia, Tadjiquistão, Turcoménia, Ucrânia e Uzbequistão – aparentemente agrupadas numa união federativa. Entretanto, até ao final da União Soviética, as repúblicas tinham realmente pouco poder. A Rússia - oficialmente, República Socialista Federal Soviética Russa (RSFSR) - era apenas uma das repúblicas constituintes, apesar de os termos “Rússia”, “URSS” e “União Soviética” serem utilizados nos noticiários indistintamente.
A União Soviética foi o primeiro Estado erigido com base no socialismo científico marxista e o primeiro Estado proletário da História. Até 1989, o Partido Comunista controlou indirectamente todos os níveis de governo; o Politburo efectivamente governava o país e o seu secretário-geral era o líder mais poderoso da nação. A economia soviética, propriedade do Estado, era dirigida centralizadamente pelos membros da máquina estatal que elaborava os planos de desenvolvimento. A agricultura era dividida em três tipos de propriedade: propriedades  estatais (sovkhozes), propriedades colectivas (kolkhozes) e pequenos lotes de propriedade privada.
A URSS foi o Estado que sucedeu ao império czarista russo e ao governo provisório de curta duração chefiado por Aleksandr Kerensky. Durante o período que se seguiu ao triunfo da revolução bolchevique em 1917, o novo regime teve de adoptar drásticas medidas para enfrentar a invasão de 13 países e do exército branco da burguesia interna para defender a sua revolução. Uma das providências mais duras foi a submissão forçada dos camponeses aos objectivos militares e em favor dos operários urbanos. Milhões de camponeses da região do rio Don, na Ucrânia, morreram de inanição entre 1918 e 1920, quando o exército confiscou os grãos necessários à manutenção dos trabalhadores nas cidades. Esta política que seria levada ao extremo num período posterior, o da colectivização forçada e da implementação dos planos quinquenais.
A URSS havia começado com a conquista do poder pelo Congresso dos Sovietes, dirigido pelo partido bolchevique. Toda a terra seria nacionalizada e seria constituido o Conselho dos Comissários do Povo , que actuaria como primeiro governo dos trabalhadores e dos camponeses presidido por Lenine. Os sovietes garantiram o direito à igualdade e à autodeterminação das inúmeras nacionalidades.
Mas as potências mundiais estrangeiras não viam com bons olhos o triunfo da revolução bolchevique e decidiram sufocá-la. Apesar dos reveses iniciais, os bolcheviques conseguiram repelir os ataques dos invasores e do exército branco no início de 1920, quando o incipiente Exército Vermelho iniciou a contra-ofensiva. A guerra com a Polónia terminou com a assinatura, em 1921, do Tratado de Riga, e a Guerra Civil, após a expulsão das tropas de ocupação japonesas da Sibéria Oriental, no final de 1922.
 Entre 1918 e 1921, num período denominado de “comunismo de guerra”, o Estado assumiu o controlo de toda a economia. Este processo e a inexperiência dos dirigentes provocaram ineficiência e confusão na economia. Em 1921, houve um retorno parcial à economia de mercado com a adopção da NEP (Nova Política Económica), que produziu um período de relativa estabilidade e prosperidade.
No plano político, o tratado de paz com a Polónia, as declarações de independência da Finlândia, Estónia, Letónia e Lituânia e a anexação da Bessarábia pela Roménia reduziram significativamente as dimensões do antigo Império Russo, estabelecendo o que os governos dos países da Europa Ocidental chamaram de "cordão sanitário", separando a Rússia comunista do restante da Europa. Lenine aceitou temporariamente essa quarentena e tratou de reparar os danos causados pela guerra civil.
Em 1922, a Alemanha reconheceu a União Soviética (Tratado de Rapallo), sendo seguida pela maioria dos Estados ocidentais - com excepção dos Estados Unidos, que só fizeram o mesmo passados dois anos. A constituição adoptada em 1924 baseava-se teoricamente na ditadura do proletariado e era economicamente fundada na propriedade pública da terra e dos meios de produção de acordo com a proclamação revolucionária de Outubro de 1917.
Só em 1928 teve início um período de economia planificada dirigido pelo Comité de Planificação Estatal (GosPlan, criado em 1921), colocando em prática o primeiro dos planos quinquenais aplicados por Estaline. Os objetcivos básicos eram transformar a URSS de um país agrícola numa potência industrializada, completar a colectivização da agricultura, transformar profundamente a natureza da sociedade e preparar-se militarmente contra agressões externas que se avizinhavam.
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)

5_May_1919-Trotsky_Lenin_Kamenev.jpg

TrotskyLenine e Kamenev no segundo congresso do PCUS (1919)
1200px-Flag_of_the_Soviet_Union.svg.png

A Bandeira da URSS

FOTO FEITA NUMA FAVELA DO RIO DE JANEIRO ESTE ANO



Especificações
Peso 14 kg (30,9 lb) (M1919A4)
Comprimento 964 mm (38 in) (M1919A4)
1 346 mm (53 in) (M1919A6)
Cartucho .30-06 Springfield
7.62×51mm NATO
.303 Britânico
7,92 x 57 mm Mauser
6.5×55mm
7.62×54mmR
8×63mm
7.65×53mm
7.5×54mm Francês
Ação Recuo refrigerado a ar/recuo curto
Cadência de tiro 400 - 600 disparos/minuto
Velocidade de saída 850 m/s
Alcance máximo 1,400 m
Sistema de suprimento Fita de pano ou metal com 250 cartuchos

Esta foto é interessante porque, mesmo depois dela, tem gente falando que "existem instituições funcionando" no Brasil, e que estamos numa "democracia" e que "intervenção militar é coisa de maluco" como disse o tal General Vilas Boas. Pergunto: em qual país do Mundo existe polícia capaz de se aproximar deste vagabundo da foto?? NADA pode se aproximar dele..nem PM, nem BOPE, nem Força Nacional...Para pegar esse cara, só a Infantaria ou os Fuzileiros Navais - não há outro jeito. 

Evening Exodus at Victoria Station -Yoshio Markino (1869-1956)


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO RS PREPARANDO-SE PARA GREVE TOTAL


28/12/2016


ASDEP pronuncia-se sobre o novo parcelamento de salário


A Associação dos Delegados de Polícia do Rio Grande do Sul, tendo em vista o anúncio de novo parcelamento salarial, agravado pelo não pagamento do décimo terceiro na data constitucionalmente prevista, orienta seus associados a reunirem-se nas suas regiões policiais, sob a coordenação dos respectivos representantes da ASDEP, a fim de que sejam discutidas medidas a serem tomadas pela categoria com o objetivo de demonstrar a inconformidade da classe pelo tratamento ilegal que tem sido imposto a todos os servidores do Executivo. A Diretoria solicita que a ata da referida reunião seja encaminhada até o dia 06 de janeiro de 2017, ocasião em que as sugestões serão analisadas, podendo ser implementadas novas ações.

Até lá, considerando o que foi deliberado na última Assembleia-Geral, orientamos todos os Delegados de Polícia para que suspendam, imediatamente, as operações policiais.

Comunicamos, finalmente, que a ASDEP continua mantendo contatos políticos na busca de soluções para a grave situação vivenciada pelos policiais civis, além de buscar as alternativas judiciais cabíveis.


Porto Alegre, 28 de dezembro de 2016.

Nadine Tagliari Farias Anflor,
Presidente da ASDEP/RS. 

SE ISSO FOR VERDADE, AÍ É MELHOR PEDIR A VOLTA DE DILMA ROUSSEFF - AÍ ESTÁ JUSTIFICADO DESISTIR DE TUDO


SERVIDORES DA SAÚDE DO ESTADO DO RJ DECRETAM GREVE - Quer consultar pelo SUS? Vai para Copacabana na Noite do Revellion !!!


 - ATUALIZADA ÀS 
Servidores da Saúde decretaram greveDivulgação


Rio - Os servidores da secretaria estadual de Saúde entrarão em greve a partir de segunda-feira devido ao não pagamento de parte das categorias. Os funcionários, incluindo enfermeiros, médicos, agentes da Vigilância Sanitária e os da área administrativa, alegam falta de condições de ir ao trabalho.
A decisão pela greve foi deliberada em assembleia realizada nesta sexta-feira. As categorias já enviaram ofício à secretaria informando a greve. Eles só podem começar o movimento 72 horas após a comunicação à administração.
Hoje, parte dos servidores da pasta, abrangendo mais de 4 mil, receberam os salários de novembro integralmente. O crédito, segundo a Saúde, foi feito com recursos próprios da pasta.
NOTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO: 
Força TOTAL aos Servidores ! Parada TOTAL ! Greve GERAL em toda parte até a PRISÃO de Lula, Dilma e dos MARGINAIS que Governam os Estados Brasileiros. Quer consultar pelo SUS?? Vai para o Revellion em Copacabana buscar atendimento !!! 

GOVERNO FEDERAL QUER FAZER UPAS FUNCIONAREM COM 2 MÉDICOS

A resposta dos médicos para uma atitude assim virá sem plano nem intervenção de "sindicato" algum - será uma fuga de profissionais maior ainda do que aquela que já existe. UPA com dois médicos significa UM MÉDICO trabalhando sozinho a cada 12 horas, sem respaldo, sem equipamento, sem SEGURANÇA, exposto a uma verdadeira LEGIÃO de animais que se apresentam como "usuários" do SUS e que são na verdade bandidos de todos os tipos misturados com brasileiros honestos e trabalhadores desesperados por algum tipo de atendimento. A UPA foi criada para ser uma solução política; não uma solução técnica. Atende-se numa UPA tudo aquilo que é grave demais e deveria estar num hospital ou é trivial demais e deveria estar num posto de saúde.

Lígia Formenti ,
O Estado de S. Paulo
29 Dezembro 2016 | 14h53
BRASÍLIA - Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) poderão funcionar com um número menor de médicos do que o mínimo exigido atualmente. A mudança, anunciada hoje pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, é a estratégia encontrada pela pasta para tentar colocar em operação unidades que estão construídas e que estão fechadas por falta de interesse dos municípios.
No modelo mais simples, UPAs poderão funcionar com apenas dois profissionais. Metade do que o obrigatório no modelo em vigor. “É melhor dois médicos do que nenhum”, respondeu o ministro, ao ser questionado se a alteração não colocaria em risco a qualidade de atendimento. “O Brasil precisa cair na real. Os municípios não têm capacidade de contratar médicos. É melhor do que UPA fechada”, concluiu.
Atualmente, existem no País três tipos de UPAs. A mais simples, classificada de nível I, tem de ofertar 4 médicos, 7 leitos e fazer, pelo menos, 150 atendimentos por dia. A de nível 2 exige a presença de 6 médicos, responsáveis por realizar 250 atendimentos diários. O nível mais alto tem de apresentar no mínimo 15 leitos, 9 médicos e fazer uma média diária de 350 atendimentos.

Foto: Felipe Rau| Estadão
Ricardo Barros, ministro da Saúde
Ricardo Barros, ministro da Saúde
A nova regra, que será publicada amanhã no Diário Oficial, amplia as opções de UPAs para oito níveis. No mais baixo, serão necessários apenas dois médicos, que deverão se dividir para trabalho em turnos 12 horas. As exigências para UPAs do maior porte da tabela não foram alteradas. Elas poderão funcionar com um mínimo de 9 médicos.
Falta de interesse. Estão em funcionamento no País 520 UPAs. Outras 165 unidades concluídas não foram inauguradas. De acordo com ministério, por falta de interesse dos municípios em colocá-las em operação. Há ainda outras 275 UPAs em construção. Segundo o ministro, em 170 unidades pelo menos 90% das obras já foram concluídas, mas prefeitos evitam inaugurá-las, justamente por não ter condições de custear o serviço. Barros espera que com a mudança prefeitos sintam-se motivados a inaugurar as unidades.
As UPAs são estruturas de complexidade intermediária entre as Unidades Básicas de Saúde e o atendimento de emergência dos hospitais. De funcionamento 24 horas, oferecem, por exemplo, aparelhos de imagem e exames de diagnóstico, além de leitos para internação. Assim que o programa foi criado, o ministério recebeu uma extensa lista de municípios interessados em participar do programa. No entanto, diante da necessidade de municípios ofertarem uma contrapartida - incluindo aí o pagamento de profissionais - o programa emperrou. Muitos prédios foram construídos e, mesmo com equipamentos, ficaram sem uso.
Há pelo menos seis meses o governo tenta encontrar uma solução para o problema. Entre as propostas apresentadas estava dar outro destino para instalações. O Tribunal de Contas da União, no entanto, não permitiu a mudança.
A alternativa encontrada, no entanto, vai na contramão do que é defendido por especialistas em redes de saúde: concentrar o atendimento mais complexo, como exames de imagem, para evitar ociosidade de equipamentos. No modelo apresentado pelo ministério será possível, por exemplo, que o município opte por fatiar o atendimento de uma UPA que já está em funcionamento com outra, que está para ser inaugurada. A regra permite que a capacidade de atendimento de uma UPA que já está em funcionamento seja reduzida, com menor exigência de profissionais. Amplia-se o número de prédios (e de fachadas), os aparelhos (e custos) envolvidos, mas não o número de profissionais disponíveis para fazer o atendimento.

O número de atendimento mínimo exigido de cada médico foi mantido.