"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quinta-feira, 22 de junho de 2017

GERAÇÃO PERDIDA NO BRASIL


"Preconceito" - só porque o Brasil vende carne PODRE, EUA suspendem importação de carne in natura do Brasil

EUA suspendem importação de carne in natura do Brasil:

Os Estados Unidos suspenderam nesta quinta-feira todas as importações de carne bovina in natura do Brasil devido a recorrentes preocupações sanitárias com os produtos, afirmou o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

O mercado de carne bovina brasileira nos Estados Unidos havia sido fechado em 2003 e só foi reaberto no ano passado.

A suspensão do USDA vai continuar até que o Ministério da Agricultura do Brasil “tome medidas corretivas” que o departamento americano considere satisfatórias, de acordo com comunicado.

A Secretaria informa também que, desde março, seu Serviço de Inspeção e Segurança de Alimentos inspeciona 100% de todos os produtos de carne que chegam do Brasil no país, e o órgão recusou 11% dos produtos de carne fresca.

O Ministério da Agricultura do Brasil ainda não se manifestou.

(Com Reuters)

VAGABUNDOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE DEMITEM MÉDICO QUE DENUNCIOU CAOS TOTAL NO HOSPITAL GERAL DE BONSUCESSO

Publicado em21/06/17 15:44Atualizado em21/06/17 17:43
Chefe da emergência do Hospital Federal de Bonsucesso é exonerado após denunciar falta de médicos


A Emergência do Hospital Federal de Bonsucesso não tem clínicos de plantão aos fins de semana e às segundas Foto: Guilherme Pinto/16.06.2017 / EXTRA
Marcella Ramos e Flávia Junqueira


Após denunciar seus superiores ao Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj) por crimes contra a vida, Julio Noronha foi exonerado, nesta quarta-feira, do cargo de chefe da divisão de emergência do Hospital Federal de Bonsucesso. Também nesta quarta-feira, os colegas de trabalho liberaram uma carta em apoio ao médico. O Ministério da Saúde ainda não esclareceu os motivos da exoneração.

— A minha demissão sumária pelo próprio ministro da Saúde é uma demonstração de fraqueza do ministério. A estratégia é clara: corta a cabeça de quem reclama, assustando os demais — declarou Noronha.

Em documento entregue ao Cremerj, Noronha responsabilizou a diretora-geral da unidade, Lucia Bensiman da Silva, e o diretor do Departamento de Gestão Hospitalar do Ministério da Saúde no Rio, Marcus Vinícius Fernandes Dias, pela falta de médicos em quantidade suficiente para garantir atendimento aos 60 pacientes internados na emergência.

Depois da denuncia, a diretora do hospital determinou a reorganização da escala de plantão. Agora, segundo a unidade, cada dia tem pelo menos quatro médicos. O Departamento de Gestão Hospitalar do Ministério da Saúde informou que solicitou a exibição da escala dos 94 médicos lotados na emergência e afirmou que o hospital dispõe de 892 médicos.

— Oitocentos e noventa e dois médicos é uma deslavada mentira. Ou o ministro da Saúde está mentindo ou está mal assessorado. Essa informação é errada — afirma Noronha.

Ele declara que, durante uma reunião com a direção, foi verificado que são 26 clínicos na emergência, e que cerca de 60% dos atendimentos são clínicos. Segundo Noronha, tirando os profissionais que estão de férias e licença, restam 22.

Não é a primeira vez que o médico é exonerado por fazer denúncias. Em 2012, foi exonerado do mesmo cargo após denunciar ao longo de todo o ano de 2011 a falta de infraestrutura do hospital.

— Eu passei por isso durante a vida inteira, nunca me submeti ao que eu achava que não era certo. Não estou me vangloriando, mas acho que a gente tem que ter paz de espírito para viver bem — declara. — Meu sentimento é de dever cumprido.

Em apoio ao colega, os médicos do hospital liberaram uma carta aberta à população do Rio de Janeiro que segue o padrão das afirmações de Noronha. "Quando uma denúncia que reflete apenas a realidade é feita, o médico é demitido. Pedimos ajuda, na verdade socorro. Por favor", diz um trecho da carta. Por receio, nenhum médico assinou com seu nome próprio o documento. Leia o texto na íntegra:

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Informo que o médico Dr. Júlio Noronha, Diretor da Divisão de Emergência do Hospital Federal de Bonsucesso foi exonerado do cargo ontem após ter feito uma denuncia e apresentar dados que comprovam a falta de RH (médicos, enfermeiros e outros) no setor de Emergência além de ter responsabilizado a atual Direção da Instituição pela não renovação de inúmeros contratos de médicos temporários (cerca de 55% de todo o Hospital é constituído de profissionais com contrato temporário com a União) que tiveram recentemente seu fim, em 40 dias 20 médicos tiveram o contrato extinto mesmo com intenção de permanecer na unidade de Emergência.

Estando agora a Emergência do HFB com déficit de médicos, contribui para o cenário atual de completa falta de condições de trabalho, que se soma à falta de materiais básicos, medicamentos, antibióticos, higiene e macas por exemplo.

O ministério da saúde responde com números fictícios e diz que existe médico suficiente, mas a realidade não se esconde e a população está vendo todos os dias na emergência do hospital federal de Bonsucesso. Sobram pacientes pelas cadeiras e macas pelos corredores e faltam médicos para prestar assistência adequada correndo riscos reais e morrendo diariamente na emergência do HFB.

Os médicos que por uma questão de ética denunciam, são punidos. É inadmissível que um agente público ao cumprir o seu papel de expor a irregularidade no serviço público seja punido com o afastamento de suas funções de coordenar do setor como se o problema fosse ele. No mesmo dia que o coordenador da emergência efetuou a denuncia pelos meios de comunicação de massas foi solicitada sua exoneração pela Diretora-Geral Lúcia Bensiman e publicado as pressas em diário oficial.

Informo ainda, que para se manter no cargo, a Direção não gera notícias negativas na mídia colocando panos quentes nos problemas cotidianos. A Dra. Lucia Bensiman, tenta impor aos médicos que ainda resistem trabalhando nessas condições a fazer rodizio em 4 dias da semana pela completa e total falta de clínicos no setor, fato esse que logo mais irá se estender para Cirurgiões, Pediatras e Ortopedistas.

O CREMERJ já abriu Sindicância para investigar e esclarecer esse problema conforme notícia de hoje. Essa Direção esta ávida somente pelo poder, sem se importar com a vida dos pacientes que estão sem visita médica diária e sem o mínimo de suporte para doenças mais graves, lembrando que os pacientes acompanhados neste Hospital por natureza são portadores de doenças crônicas com grandes chances de complicação e de difícil manejo clínico. Não nos recusamos a atender a população, pelo contrário.

É unânime entre os profissionais que além de sobrecarregados fisicamente e mentalmente, as condições de trabalho, já penosas há muito tempo, chegaram a um ponto crítico e insustentável.Quando uma denuncia que reflete apenas a realidade é feita, o Médico é demitido.Pedimos ajuda, na verdade socorro. Por Favor.

ASS: MÉDICOS DO HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO. (21/06/2017)

COMENTÁRIO DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO

Atitude típica de vagabundos petistas. Mesmo que o MS não esteja mais sob controle direto destes animais, a atitude é típica deles. Não existe médico petista em todo Brasil que não tenha ficado com "inveja" da atitude que foi tomada nesse caso. Com relação ao CREMERJ e o Sindicato Médico do RJ, provavelmente vão "tirar o corpo fora" e deixar o colega demitido e aqueles que ficaram no hospital se ferrarem sozinhos.

Gleisi Hoffmann surta e faz acusação absurda contra o juiz Sergio Moro em pleno Senado; veja vídeo

Gleisi Hoffmann surta e faz acusação absurda contra o juiz Sergio Moro em pleno Senado; veja vídeo:



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Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
Com a aproximação do final do processo do tríplex de Lula, os petistas já se esforçam para criar sua nova narrativa. A senadora Gleisi Hoffmann ignorou os limites e, para dizer que Lula é um perseguido político, fez acusações absurdas aos procuradores da Lava Jato e ao juiz Sérgio Moro. 


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Desembargador Laercio Laurelli pede deposição de Temer e fechamento do c...

THE THAMES


Artist - James Tissot (1836–1902)

Title - The Thames

Date - circa 1876

Medium - oil on canvas

Current location - Private collection

22 de Junho de 1633: A Inquisição obriga Galileu Galilei a negar os modelos cosmológicos comprovados pelo autor de "Mensageiro Sideral" e "Duas Novas Ciências".

Arquivo: Galileo diante do Santo Office.jpg

No dia 12 de Abril de 1633 iniciava-se o processo contra Galileu Galilei. Galileu, possuindo muitos privilégios junto da cúria, em vez de ocupar uma cela, residia no apartamento do procurador fiscal, uma espécie de hospedaria do palácio do Santo Ofício, providência de excepcional deferência para um acusado de excepção.

Durante o processo, o comportamento do papa foi aparentemente parcial. Em vez de ter deixado o inquérito seguir o seu curso normal junto do Santo Ofício, chamou a si a instrução, ocultou as denúncias e nada deixou transparecer além da suspeita para justificar o processo, pois queria livrá-lo de uma condenação grave.

O cientista prestou declarações diante do Tribunal da Inquisição afirmando:

“Eu, Galileu, filho do falecido Vincenzo Galilei, florentino, de setenta anos de idade, intimado pessoalmente à presença deste tribunal e ajoelhado diante de vós, Eminentíssimos e Reverendíssimos Senhores Cardeais Inquisidores-Gerais contra a gravidade herética em toda a comunidade cristã, tendo diante dos olhos e tocando com as mãos os Santos Evangelhos, juro que sempre acreditei, que acredito, e, mercê de Deus, acreditarei no futuro, em tudo quanto é defendido, pregado e ensinado pela Santa Igreja Católica e Apostólica. Mas, considerando que (... ) escrevi e imprimi um livro no qual discuto a nova doutrina (o heliocentrismo) já condenada e aduzo argumentos de grande força em seu favor, sem apresentar nenhuma solução para eles, fui, pelo Santo Oficio, acusado de veementemente suspeito de heresia, isto é, de haver sustentado e acreditado que o Sol está no centro do mundo e imóvel, e que a Terra não está no centro, mas move-se ; desejando eliminar do espírito de Vossas Eminências e de todos os cristãos fiéis essa veemente suspeita concebida mui justamente contra mim, com sinceridade e fé verdadeira, abjuro, amaldiçoo e detesto os citados erros e heresias, e em geral qualquer outro erro, heresia e seita contrários à Santa Igreja, e juro que no futuro nunca mais direi nem afirmarei, verbalmente nem por escrito, nada que proporcione motivo para tal suspeita a meu respeito."

No dia 22 de Junho de 1633, numa sala do convento dominicano de Santa Maria Sopra Minerva, em Roma, encerrava-se um dos episódios mais discutidos da história. Galileu era considerado culpado, teve que abjurar publicamente o heliocentrismo (terá murmurado ironicamente: "eppur si muove" - "e, no entanto, ela move-se") e foi condenado a prisão perpétua, mas por ordem do papa, em vez de ser encarcerado nas celas do palácio do Santo Ofício, pôde imediatamente instalar-se na residência do embaixador e em seguida cumprir a pena sob a forma de prisão domiciliar em sua casa.

As suas obras foram incluídas no Índex dos livros proibidos pela Igreja, juntamente com as de Kepler e Copérnico.
É necessário salientar que não foi somente pelos católicos que a tese de Galileu foi condenada, mas também pelos protestantes.
Lutero julgava que as ideias de Copérnico eram ideias de louco, que tornavam confusa a astronomia. Em 1662, a Faculdade de Teologia protestante da Universidade de Estrasburgo afirmou estar o sistema de Copérnico em contradição com a Sagrada Escritura. Em 1679, a Faculdade de Teologia protestante de Upsala (Suécia) condenou Nils Celsius por ter defendido o sistema de Copérnico. Ainda no século XVIII a oposição luterana contra o sistema de Copérnico era forte: em 1744 o pastor Kohlreiff, de Ratzeburg, pregava energicamente que a teoria do heliocentrismo era abominável invenção do diabo.
wikipedia (imagens)


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                          Galileu frente ao tribunal da Inquisição romana - Cristiano Banti

Senadora Ana Amélia apresenta PEC para acabar com indicações políticas para o STF e pede apoio da população; veja vídeo

Senadora Ana Amélia apresenta PEC para acabar com indicações políticas para o STF e pede apoio da população; veja vídeo:



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Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
A senadora Ana Amélia Lemos, em vídeo, explica Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que visa acabar com indicações políticas para o STF. Pela proposta, os ministros passarão a ter mandato e devem ser escolhidos a partir de uma lista tríplice, diminuindo o caráter político da escolha. 


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quarta-feira, 21 de junho de 2017

SENTENÇA DE CONDENAÇÃO CONTRA MARGINAL PETISTA DEVE SAIR A QUALQUER MOMENTO

Lula à espera da condenação

Ricardo Noblat
Caiu, ontem à noite, o que parecia ser um argumento poderoso da defesa de Lula para tentar absolvê-lo no processo em que ele é acusado de receber propina da construtora OAS por meio da posse de um apartamento tríplex na praia do Guarujá, em São Paulo.
Em suas alegações finais, a defesa afirma que a OAS transferiu os direitos econômicos e financeiros sobre o imóvel a partir de 2010 para um fundo gerido pela Caixa Econômica Federal. Assim, não teria como ceder a Lula a propriedade do imóvel ou prometer a sua posse.
Em nota oficial, a Caixa afirmou que não é dona dos direitos econômicos do imóvel. O FGTS adquiriu debêntures da OAS garantidos pela hipoteca do prédio, do qual o tríplex faz parte. Mas isso não impediria a comercialização dos imóveis.
A qualquer momento, o juiz Sérgio Moro poderá divulgar a sentença que condenará ou absolverá Lula. Nem Lula nem os que o cercam mais de perto apostam na absolvição. Se ela acontecesse, segundo alguns, seria como se Moro assinasse o atestado de morte da Lava Jato.
Da mesma forma, Lula e os seus não imaginam que Moro possa decretar a prisão do ex-presidente. Se Lula permaneceu solto até aqui, não haveria razão para prendê-lo antes de a segunda instância da Justiça confirmar ou rever a sentença de Moro.
Uma vez que seja condenado, Lula cumprirá uma extensa agenda pelo país a fora para receber a solidariedade da militância do PT. Haverá também eventos no exterior, alguns já acertados com partidos e entidades sindicais.
O PT torce para que o Supremo Tribunal Federal não decrete a prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). Se Aécio continuar solto e não for cassado pelo Senado, Lula só terá a ganhar, apresentando-se como a única vítima de fato da Lava Jato.

FAMILIARES DAS VÍTIMAS DA BOATE KISS SENDO PROCESSADOS PELO MINISTÉRIO PÚBLICO


Gilmar Mendes elogia as Forças Armadas por não 'causarem tumulto' e 'respeitarem as instituições' diante da crise no país

Gilmar Mendes elogia as Forças Armadas por não 'causarem tumulto' e 'respeitarem as instituições' diante da crise no país:



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Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes disse que as Forças Armadas são exemplo ao país pela conduta na "crise aguda" nacional. Nesta terça-feira, em seminário no Instituto Brasiliense de Direito Público, do qual é sócio, Mendes afirmou que, no combate ao crime, não se deve cometer um crime, e criticou o Ministério Público por "abusos" em todo o Brasil.
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Força-Tarefa da Lava Jato responde a 'baixaria' de Lula e seus advogados contra Deltan Dallagnol

Força-Tarefa da Lava Jato responde a 'baixaria' de Lula e seus advogados contra Deltan Dallagnol:



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Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin, apresentou, com grande estardalhaço, suas alegações finais no caso do tríplex. Em sua apresentação, afirma que o imóvel pertence à Caixa Econômica Federal - o que o banco nega - e faz graves acusações aos procuradores da Lava Jato, especialmente ao coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol, que foi comparado a Hitler. A força-tarefa, por meio de nota, rebateu as acusações e a tentativa de transformar o julgamento de um crime em um fato político. 
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21 de Junho de 1839: Nasce o escritor brasileiro Machado de Assis

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21 de Junho de 1839: Nasce o escritor brasileiro Machado de Assis:

Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro no dia 21 de Junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis. Perdeu a mãe muito cedo e foi criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que frequentará o autodidacta Machado de Assis.

Criado no morro do Livramento, consta que ajudava na missa na igreja da Lampadosa. Com a morte do pai, em 1851, Maria Inês, à época morando em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contacto com professores e alunos e é até provável que assistisse às aulas nas ocasiões em que não estava a trabalhar.

 

Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender.  Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a protecção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde os seus  pais trabalharam.



Aos 16 anos, publica o seu primeiro trabalho literário, o poema "Ela", na revista Marmota Fluminense, de Francisco de Paula Brito. A Livraria Paula Brito acolhia novos talentos da época, tendo publicado o citado poema e feito de Machado de Assis seu colaborador efectivo.



Com 17 anos, consegue emprego como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, e começa a escrever durante o tempo livre.  Conhece o então director do órgão, Manuel António de Almeida, autor de Memórias de um sargento de milícias, que se torna seu protector.



Em 1858 volta à Livraria Paula Brito, como revisor e colaborador da Marmota. Lá constrói o seu círculo de amigos, do qual faziam parte Joaquim Manoel de Macedo, Manoel António de Almeida, José de Alencar e Gonçalves Dias.



Começa a publicar obras românticas e, em 1859, era revisor e colaborava com o jornal Correio Mercantil.   
O seu primeiro livro foi impresso em 1861, com o título Queda que as mulheres têm para os tolos, onde aparece como tradutor.  No ano de 1862 era censor teatral, cargo que não lhe rendia qualquer remuneração, mas possibilitava-lhe  ter acesso livre aos teatros. Publica o seu primeiro livro de poesias em 1864, sob o título de Crisálidas.



Agosto de 1869 marca a data da morte do seu amigo Faustino Xavier de Novais, e, menos de três meses depois, em 12 de Novembro de 1869, casa-se com Carolina Augusta Xavier de Novais.



Nessa época, o escritor era um típico homem de letras brasileiro bem-sucedido, confortavelmente amparado por um cargo público e por um  casamento feliz que durou 35 anos. D. Carolina, mulher culta, apresenta Machado aos clássicos portugueses e a vários autores da língua inglesa.A sua união foi feliz, mas sem filhos. A morte da sua esposa, em 1904, é uma sentida perda, tendo o marido dedicado à falecida o soneto Carolina, que a celebrizou.



O seu primeiro romance, Ressurreição, foi publicado em 1872.  Com a nomeação para o cargo de primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, estabiliza-se na carreira burocrática que seria o seu principal meio de subsistência durante toda sua vida.

  
Em 1881, com a posse como ministro interino da Agricultura, Comércio Obras Públicas do poeta Pedro Luís Pereira de Sousa, Machado assume o cargo de oficial de gabinete.
Publica, nesse ano, um livro extremamente original, pouco convencional para o estilo da época: Memórias Póstumas de Brás Cubas -- que foi considerado, juntamente com O Mulato, de Aluísio de Azevedo, o marco do realismo na literatura brasileira.

  
Apoiou a ideia de Lúcio de Mendonça de criar uma Academia Brasileira de Letras e no dia 28 de Janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, cargo que ocupou até sua morte, ocorrida no Rio de Janeiro em 29 de Setembro de 1908.

 Fontes:www.releituras.com
 wikipedia (imagens)


Machado de Assis

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de pé: Rodolfo AmoedoArtur AzevedoInglês de SousaBilac,VeríssimoBandeiraFilinto de AlmeidaPassosMagalhães,BernardelliRodrigo OctavioPeixoto; sentados: João Ribeiro, Machado de Assis,Lúcio de Mendonça e Silva Ramos

terça-feira, 20 de junho de 2017

#JornalDaJoice: A JOGADA DO STF PARA LIVRAR AÉCIO

TORNOZELEIRA "ANDREA NEVES"


Temer indicou doações de R$ 20 mi com dinheiro do FI-FGTS, afirma Funaro

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Temer indicou doações de R$ 20 mi com dinheiro do FI-FGTS, afirma Funaro:

Doleiro preso desde julho de 2016 disse à PF que presidente 'intermediou' pagamento para a campanha do ex-deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) e à chapa presidencial de 2014

JUIZ NEGA QUEIXA-CRIME DE DRÁCULA CONTRA JOELVIS & JOPRESLEY

JUIZ NEGA QUEIXA-CRIME DE TEMER CONTRA JOESLEY:

O juiz Marcus Vinicius Reis Bastos, da 12ª Vara do Distrito Federal, rejeitou a queixa-crime de Michel Temer contra Joesley Batista por suas declarações à revista Época...




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Irmã e primo de Aécio ficarão presos em casa; STF adia decisão sobre tucano


Irmã e primo de Aécio ficarão presos em casa; STF adia decisão sobre tucano:

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira, 20, remover a prisão preventiva e aplicar a prisão domiciliar em relação aos três investigados no inquérito que envolve o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) que foram presos na Operação Patmos - Andréa Neves, irmã do tucano, Frederico Pacheco de Medeiros, primo dele, e Mendherson Souza Lima, ex-assessor parlamentar de Zezé Perrella (PMDB-MG). Também previsto para a sessão, os julgamentos dos dois recursos em relação a Aécio Neves foram adiados, ainda sem data prevista, para que o relator Marco Aurélio Mello analise um novo recurso apresentado pela defesa na manhã desta terça-feira em busca de levar ao plenário a decisão sobre o tucano.

O primeiro julgamento foi em relação a Mendherson Souza Lima, filmado pegando parte do total de R$ 2 milhões que, de acordo com as investigações da Procuradoria-Geral da República, foram entregues pela JBS a pedido do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). Ele, Frederico Pacheco e Andrea Neves são apontados como auxiliares do tucano na denúncia oferecida pelo crime de corrupção passiva.

O último e desempatador voto foi do ministro Luiz Fux, que na semana passada havia votado pela manutenção da prisão de Andréa Neves, mas agora disse entender que a prisão de Mendherson - e, por extensão, de Andrea - poderia ser revogada. Fux apontou a necessidade de medidas para impedir a possibilidade de destruição de provas, "porque ainda não temos um juízo completo sobre as demais atividades criminosas".

De acordo com o voto de Fux, a 1ª Turma decidiu aplicar a Mendherson prisão domiciliar, proibição de contato com os investigados, proibição de se ausentar do País, entrega do passaporte e monitoramento eletrônico com tornozeleira. Junto com ele, votaram os ministros Marco Aurélio Mello e Alexandre de Moraes; ficaram vencidos Luís Roberto Barroso e Rosa Weber, que queriam a manutenção da prisão.

Houve certa confusão causada por Fux, que primeiro não havia proposto a prisão domiciliar. Só depois de a decisão ter sido tomada e de um intervalo de 30 minutos na sessão, é que o ministro corrigiu seu próprio voto e incluiu a prisão domiciliar entre as medidas cautelares diferentes da prisão.

Depois de discutir a situação de Mendherson, a 1ª Turma resolveu estender a decisão a Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves, por entender que a situação era semelhante. Com relação a Frederico Pacheco de Medeiros, houve um novo e breve julgamento, diante da proposta do ministro Luís Roberto Barroso de que lhe fosse aplicado apenas o recolhimento noturno, mas a maioria entendeu por aplicar a prisão domiciliar, assim como feito a Andréa e a Frederico.

Discussão

Uma das discussões que surgiram foi trazida pelo ministro Alexandre de Moraes, que, até ser indicado em fevereiro pelo presidente Michel Temer (PMDB) para o Supremo Tribunal Federal, era filiado ao PSDB - partido do qual Aécio é presidente licenciado. Moraes afirmou que, apesar de haver indícios de crimes cometidos pelos investigados incluindo Mendherson, o pedido de prisão feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) se baseia no crime de organização criminosa, e não no de corrupção passiva.

Para Moraes, "os fundamentos que levaram à decretação da prisão não mais existem nesse inquérito" depois que a PGR ofereceu denúncia em relação ao crime de corrupção passiva e pediu desmembramento da investigação com a abertura de um novo inquérito para investigar as suspeitas de lavagem de dinheiro, constituição e participação em organização criminosa e obstrução à investigação de organização criminosa.

"Se há elementos que justifiquem obstrução de justiça, possibilidade de continuidade de cometer crimes, esse novo pedido de prisão deve ser pedida em um novo inquérito. Não é possível manter a prisão de uma investigação por fatos de outra investigação, e fatos que deixaram de ser, no momento, denunciados", disse Alexandre de Moraes.

"Ele próprio (o procurador-geral Rodrigo Janot) pediu para retirar deste inquérito, pediu a abertura de outro inquérito. Não é possível a manutenção de uma prisão preventiva decretada com base clara e especificamente em organizações criminosas se esse inquérito que, mais futuramente vamos analisar o recebimento da denúncia, não trata disso, trata-se de corrupção passiva", disse.

Moraes admitiu que, diante de indícios do crime de corrupção passiva, é possível "por si só ter a decretação da prisão preventiva", mas a PGR não procedeu desta forma.

Discordando da argumentação de Moraes, os ministros Rosa Weber e Luís Roberto Barroso afirmaram que a prisão não tem relação com o inquérito aberto e com a denúncia aberta, mas, sim, com a investigação de uma maneira mais ampla em relação aos supostos delitos de Aécio Neves e seu assessores, com fatos descobertos na Operação Patmos, que ainda não foram totalmente esclarecidos, e que ainda há risco de cometimento de crimes caso o investigado seja posto em liberdade.

A subprocuradora-geral da República, Cláudia Sampaio Marques, não pediu palavra em meio a essa discussão. No momento em que se manifestou, antes do voto dos ministros, havia destacado a gravidade dos fatos e a semelhança em relação à votação da semana passada, quando a 1ª Turma decidira manter Andréa Neves presa.

Autor do voto final, Fux disse que via "paradoxos" no caso e que estava em busca de um "meio-termo". O ministro explicou que o principal acusado, Aécio Neves, está solto, e os auxiliares, não.

"A minha proposição é muito explícita no sentido de inibir toda forma de intromissão na produção da prova dos demais delitos. A minha sugestão seria substituir a preventiva por cautelares", disse, afirmando que essa era a posição dele especificamente em relação ao crime que está sendo investigado, que, na visão dele, é o de corrupção passiva, "mas considerando que há delitos conexos que podem sofrer influencia se os partícipes ficarem livres".

"Se o MP formulou a denúncia por corrupção e não formulou pedido de prisão em relação aos demais fatos, significa que ainda está em curso essa investigação, e em segundo lugar é possível que a atuação dos partícipes livres possa de alguma maneira instruir na instrução probatória futura. Mas isso não foi o objeto da decretação da prisão pelo ministro Fachin. Então, eu me vi instado a pesquisar se havia elementos caracterizadores de provas em relação a esse delito, e vi que não. Entretanto, entendo que os crimes conexos eles são julgados simultaneamente, mas não há ainda denúncia oferecida", disse Fux argumentando seu voto.

Irmã e primo de Aécio ficarão presos em casa; STF adia decisão sobre tucano

Irmã e primo de Aécio ficarão presos em casa; STF adia decisão sobre tucano:

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira, 20, remover a prisão preventiva e aplicar a prisão domiciliar em relação aos três investigados no inquérito que envolve o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) que foram presos na Operação Patmos – Andréa Neves, irmã do tucano, Frederico Pacheco de Medeiros, primo dele, e […]

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Fachin retira de Moro competência de processos que envolvem Lula e Odebrecht

Fachin retira de Moro competência de processos que envolvem Lula e Odebrecht:

Fachin retira de Moro competência de processos que envolvem Lula e Odebrecht
O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), tirou do juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, três casos contra o ex-presidente Lula que tiveram origem nas delações premiadas de executivos e ex-funcionários da Odebrecht. Duas investigações foram encaminhadas à Justiça Federal do Distrito Federal, enquanto a outra foi remetida para a Justiça Federal de São Paulo.

Um dos casos diz respeito ao suposto tráfico de influência do ex-presidente, que, em troca de vantagens indevidas, teria atuado em favor da empreiteira em negociações referentes a Angola, mesmo que em prejuízo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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O pedido de investigação sobre o assunto teve origem nos depoimentos de Emílio Odebrecht e Marcelo Bahia Odebrecht, controladores do grupo, e de mais três ex-funcionários da empresa.

Fachin determinou a remessa das provas referentes ao caso para a Justiça Federal do Distrito Federal, por se tratarem "de fatos que supostamente se passaram na capital da República", escreveu o ministro no despacho divulgado nesta terça-feira (20).

"Assim, do cotejo das razões recursais com os depoimentos prestados pelos colaboradores não constato, realmente, relação dos fatos com a operação de repercussão nacional que tramita perante a Seção Judiciária do Paraná", escreveu Fachin.

Com isso, o ministro acatou um recurso da defesa de Lula.

Outro caso trata da suposta atuação de Lula e também da ex-presidente Dilma Rousseff em favor da liberação de recursos do BNDES para a construção das Usinas Hidrelétricas de Jirau e de Santo Antônio, ambas em Rondônia. Os petistas também teriam agido para acelerar licenças ambientais, segundo o depoimento de Emílio Odebrecht e de Henrique Serrano de Prado, ex-executivo da área de energia. A investigação foi remetida por Fachin também ao Distrito Federal.

Um terceiro caso trata do suposto pagamento de uma mesada pela Odebrecht a José Ferreira da Silva, o Frei Chico, líder sindical e irmão de Lula, segundo relatos dos ex-executivos da empresa Hilberto Mascarenhas Filho e Alexandrino Alencar. Os repasses seriam feitos como um modo de prestigiar o ex-presidente, declararam os colaboradores. Fachin determinou que a investigação sobre o assunto seja remetida à Justiça Federal de São Paulo, também a pedido da defesa de Lula.

Nas três situações, a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra a retirada dos processos de Moro, alegando que guardam relação com as investigações da Lava-Jato conduzidas no Paraná.

À época em que os casos foram remetidos a Moro, no início de abril, o ex-presidente Lula negou qualquer ilegalidade, afirmando que as acusações eram "frívolas" e "sem nenhuma materialidade".

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*Agência Brasil

Anexos originais:


Fachin tira de Moro três processos sobre Lula e um de Eduardo Cunha

Fachin tira de Moro três processos sobre Lula e um de Eduardo Cunha:

Reprodução
Fachin autorizou que processos de Lula e de Cunha saíssem das mãos do juiz Sérgio Moro
 


O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), tirou do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, três casos contra o ex-presidente Lula que tiveram origem nas delações premiadas de executivos e ex-funcionários da Odebrecht. Além disso, um processo do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha também será enviado à Justiça Federal do DF, e não ao Paraná, conforme pedido das defesas de Lula e de Cunha.

No caso do ex-presidente, um dos processos diz respeito ao suposto tráfico de influência do ex-presidente, que em troca de vantagens indevidas teria atuado em favor da empresa em negociações referentes a Angola, mesmo que em prejuízo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O pedido de investigação sobre o assunto teve origem nos depoimentos de Emílio Odebrecht e Marcelo Bahia Odebrecht, controladores do grupo, e de mais três ex-funcionários da empresa.

Fachin determinou a remessa das provas referentes a esse caso para a Justiça Federal do Distrito Federal, por se tratarem “de fatos que supostamente se passaram na capital da República”, escreveu o ministro no despacho divulgado nesta terça-feira (20).

Outro caso trata da suposta atuação de Lula e também da ex-presidente Dilma Rousseff em favor da liberação de recursos do BNDES para a construção das Usinas Hidrelétricas de Jirau e de Santo Antônio, ambas em Rondônia. Eles também teriam agido para acelerar licenças ambientais, segundo o depoimento de Emílio Odebrecht e de Henrique Serrano de Prado, ex-executivo da área de energia. A investigação foi remetida por Fachin também ao Distrito Federal.

Um terceiro caso trata do suposto pagamento de uma mesada pela Odebrecht a José Ferreira da Silva, o Frei Chico, líder sindical e irmão de Lula, segundo relatos dos ex-executivos da empresa Hilberto Mascarenhas Filho e Alexandrino Alencar. Os repasses seriam feitos como um modo de prestigiar o ex-presidente, declararam os colaboradores. Fachin determinou que a investigação sobre o assunto seja remetida à Justiça Federal de São Paulo, também a pedido da defesa de Lula.

Nas três situações, a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra a retirada dos processos de Moro, alegando que guardam relação com as investigações da Lava Jato conduzidas no Paraná.

Já no processo relacionado a Cunha, executivos da Odebrecht relataram que ele os chamou para sua residência oficial, em 11 de fevereiro de 2015, quando ainda era presidente da Câmara. Cunha teria sugerido que a empresa contratasse a empresa de investigação privada Kroll para identificar inconsistências de dois delatores da Lava-Jato: Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef.

Com informações da Agência Brasil

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MPF pede prisão de Lula e cobra multas que somam R$ 87 milhões em caso do tríplex do Guarujá

Fachin retira de Moro três processos contra Lula

Fachin retira de Moro três processos contra Lula:



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Imagem: Reprodução / Redes Sociais
O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), tirou do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, três casos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que tiveram origem nas delações premiadas de executivos e ex-funcionários da Odebrecht.
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Juízes repudiam declarações de Gilmar Mendes e avisam: não se dobrarão a ameaças de qualquer espécie

Juízes repudiam declarações de Gilmar Mendes e avisam: não se dobrarão a ameaças de qualquer espécie:



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Imagem: Reprodução / Redes Sociais
A APAMAGIS (Associação Paulista de Magistrados) e a FRENTAS (Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público) manifestaram seu repúdio às declarações do ministro Gilmar Mendes, do STF, que atacou o Judiciário e o Ministério Público.
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20 de Junho de 1492: Surge o primeiro globo terrestre, apelidado "Maçã do Mundo"

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20 de Junho de 1492: Surge o primeiro globo terrestre, apelidado "Maçã do Mundo":

Em Nuremberga, no dia 20 de Junho de 1492, ou seja, algumas semanas antes da descoberta do "Novo Mundo", o cartógrafo e navegador Martin Behaim conclui a construção do primeiro globo terrestre. Em colaboração com o pintor Georg Glockenthon, Behaim  construiu-o entre 1491 e 1493 aquando da sua permanência em Nuremberga, denominando-o  “Erdapfel”, ou seja, “maçã do mundo”. O original está hoje em exibição no Germanisches Nationalmuseum de Nuremberga e é uma das obras de arte mais descritas da Europa.

O Globo de Behaim, também conhecido como Globo de Nuremberga, seguiu a ideia de um globo construído por volta de 1475 para o papa Sisto IV, porém melhorando a representação e incluindo meridianos e a linha do Equador. Este globo, de cerca de 50 centímetros de diâmetro, encontra-se conservado na sua cidade natal.
A rotundidade da Terra, posta em evidência dois mil anos antes, não era já dúvida para ninguém. Entretanto, houve necessidade de mais meio século para compreender, a partir de Copérnico, que a Terra é que gira em torno do Sol e é só um planeta no meio de outros.
É certo que os Sumérios, devotados à astronomia e que viviam na Mesopotâmia 3 mil anos antes de Cristo, representavam a Terra como um disco chato pousado sobre um oceano sem limites.
Foi somente no século V a.C., no tempo de Péricles, que filósofos gregos como Pitágoras e Parménides começaram a representar a Terra sob a forma de uma esfera, cuja representação lhes parecia coerente com a curvatura do horizonte.
Por volta de 230 a.C., o astrónomo e matemático Eratóstenes confirma brilhantemente a rotundidade da Terra e, ademais, mede a sua circunferência com incrível precisão. Num primeiro momento, atenta no solstício de verão o momento em que o Sol está no seu zénite e se reflectia nas águas de um poço muito fundo na cidade de Syene, hoje Assuão, Egipto, que ficava exactamente no limite da zona tropical e no mesmo meridiano de Alexandria. Num segundo tempo, no mesmo dia do ano e no mesmo momento mede em Alexandria, a mil quilómetros a norte, a sombra projectada por uma vara na vertical.
Conhecendo a distância entre as duas cidades e desprezando a diferença de inclinação dos raios solares, deduz que nosso planeta tem uma circunferência de 250 mil estádios, ou seja, praticamente 40 mil quilómetros, medida muito próxima da actualmente admitida.
Geografia de Cláudio Ptolomeu, um grego de Alexandria, retoma as conclusões dos sábios que lhe antecederam. Graças a essa obra bem conhecida dos eruditos da Idade Média, a rotundidade da Terra iria ser ensinada nas universidades ocidentais a partir do século XIII e somente religiosos sectários ou ignorantes a negariam ou ignorariam.
Em 1410, o teólogo francês Pierre d'Ailly publica uma obra de cosmografia de grande difusão: Imago Mundi. Continuamente reeditada e enriquecida durante todo o século XV, sintetiza a visão medieval do mundo.
Segundo a Imago Mundi, as terras emergentes, todas reagrupadas na metade norte do globo terrestre, estão cercadas por um imenso rio, o “Mar Oceano”, salpicado de ilhas cada qual com uma singularidade, com habitantes como pigmeus, ciclopes, cinocéfalos — homens com cabeça de cão — antropófagos, etc. O equador marca o limite que é impossível ao homem ultrapassar.
À época de Cristóvão Colombo, os eruditos, navegantes e geógrafos conheciam tão bem o Imago Mundi quanto a geografia de Ptolomeu. Indagavam-se somente sobre a extensão do “Mar Oceano” que supostamente separava a Europa da Ásia.
Ora, Ptolomeu, na sua célebre Geografia, estabeleceu para a circunferência da Terra um valor claramente inferior ao de Eratóstenes, da ordem de 180 mil estádios ou 33 mil quilómetros.
Com base nisso, o astrónomo florentino Paolo Toscanelli produziu em 1468, para atender o rei de Portugal, uma carta que mostrava a Europa separada do Extremo Oriente por um oceano de somente 10 mil quilómetros de extensão. Esse mapa induziria Colombo a erro, subestimando drasticamente a distância que separava, a oeste, a Europa do Extremo Oriente. De todo modo, o navegador genovês ousaria empreender a viagem que o levaria a descobrir um Novo Mundo.
Fontes:Opera Mundi
wikipedia (imagens)
O Globo de Nuremberga

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Martin Behaim

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Investigação da PF conclui que houve corrupção em caso de Temer e Loures

Investigação da PF conclui que houve corrupção em caso de Temer e Loures:



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Imagem: Marlene Bergamo / Folhapress
Relatório preliminar da Polícia Federal referente à investigação sobre o presidente Michel Temer e seu ex-assessor Rodrigo Rocha Loures conclui que houve a prática de corrupção passiva.

As informações foram entregues ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta segunda (19).
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URGENTE: RELATÓRIO DA PF É CONCLUSIVO SOBRE CORRUPÇÃO DE TEMER



EXCLUSIVO: RELATÓRIO DA PF É CONCLUSIVO SOBRE CORRUPÇÃO DE TEMER:

O Antagonista apurou que o relatório parcial entregue pela Polícia Federal ao STF hoje é "conclusivo" com relação ao crime de corrupção de Michel Temer...

URGENTE: RELATÓRIO DA PF É CONCLUSIVO SOBRE CORRUPÇÃO DE TEMER


O Antagonista apurou que o relatório parcial entregue pela Polícia Federal ao STF hoje é "conclusivo" com relação ao crime de corrupção de Michel Temer.
Além da ação controlada e de outras provas que existem nos autos, laudos periciais de duas conversas entre Ricardo Saud e Rocha Loures reforçam a conclusão da PF sobre o envolvimento do presidente da República.
Sobre o crime de obstrução, ainda está pendente a perícia da conversa entre Temer e Joesley Batista, que deve ficar pronta ainda esta semana. Por isso, a PF pediu mais cinco dias para enviar a análise adicional.

O PAÍS QUE MATA HOSPITAIS


The state lottery office, by Vincent Van Gogh.

Von Gogh's cousin the artist Anton Mauve (1838-88) had given Van Gogh some drawing lessons before his move to The Hague. Later when Van Gogh arrived in the city he again took up with Mauve, who initially helped him to find a studio. It was not long, however, before Van Gogh became involved with a local prostitute called Clasina Maria Hoornik (Sien), who was pregnant and already had a small child. The artist moved her and her family in with him and established some semblance of a domestic life. However, Van Gogh's family were appalled by the relationship, Mauve ceased to help him and he found himself ousted by members of the local community of artists. It was an relationship doomed to fail, and fraught with class issues for the artist, who struggled with the elitist attitudes of his contemporary cultural counterparts. 

What is particularly evident in this painting is the suggestion that the group of huddled people milling around the lottery office could have spent their last pennies in a vain hope of winning. The figures are bowed and shuffling, and rather than a scene of expectant excitement, it is one of despondency.

Artist: Vincent van Gogh (1853–1890)

Title English: The State Lottery Office ('The Poor and Money') 


Date: June 1883

Medium: watercolor

Dimensions: 38 × 57 cm (15 × 22.4 in)


Current location: Van Gogh Museum

19 de Junho de 1911: Adopção da nova Bandeira Nacional

Bandeira de Portugal


19 de Junho de 1911: Adopção da nova Bandeira Nacional:

Após a instauração da República, um decreto da Assembleia Nacional constituinte datado de 19 de Junho de 1911, aprovou uma nova a Bandeira Nacional que substituiu a anterior.
A Bandeira Nacional é dividida verticalmente em duas cores - verde escuro e vermelho - ficando o verde do lado da tralha ou do mastro. Ao centro, sobreposto à união das cores, tem o escudo das armas nacionais, orlado de branco, sobre a esfera armilar, em amarelo e avivada de negro.
O comprimento da bandeira é de vez e meia a altura da tralha. A divisória entre as duas cores fundamentais é feita com dois quintos do comprimento total ocupados pelo verde e os três quintos restantes pelo vermelho. O emblema ocupa metade da altura, ficando equidistante das orlas superior e inferior.
Assim, no entender da Comissão responsável pela Bandeira Nacional, o branco representa «uma bela cor fraternal, em que todas as outras se fundem, cor de singeleza, de harmonia e de paz» e sob ela, «salpicada pelas quinas (...) se ferem as primeiras rijas batalhas pela lusa nacionalidade (...). Depois é a mesma cor branca que, avivada de entusiasmo e de fé pela cruz vermelha de Cristo, assinala o ciclo épico das nossas descobertas marítimas».
O vermelho «nela deve figurar como uma das cores fundamentais por ser a cor combativa, quente, viril, por excelência. É a cor da conquista e do riso. Uma cor cantante, ardente, alegre (...). Lembra o sangue e incita à vitória».
Para o verde - que não tinha tradição histórica em Portugal -, foi dada como explicação que na preparação da Revolta de 31 de janeiro de 1891, o verde terá surgido no «momento decisivo em que, sob a inflamada reverberação da bandeira revolucionária, o povo português fez chispar o relâmpago redentor da alvorada».
Relativamente à esfera armilar, que já fora adoptada como emblema pessoal de D. Manuel I, estando desde então sempre presente na emblemática nacional, consagra «a epopeia marítima portuguesa (...) feito culminante, essencial da nossa vida colectiva».
Por sua vez, sobre a esfera armilar entendeu a Comissão fazer assentar o escudo branco com as quinas, consagrando «o milagre humano da positiva bravura, tenacidade, diplomacia e audácia que conseguiu atar os primeiros elos da afirmação social e política da lusa nacionalidade».
Finalmente, a Comissão entendeu «dever rodear o escudo branco das quinas por uma larga faixa carmesim, com sete castelos», considerando que estes são um dos símbolos «mais enérgicos da integridade e independência nacional».
wikipédia (imagens)
Publicada por Carla Brito à(s) 08:18 

domingo, 18 de junho de 2017

ENÉIAS NARRANDO À DIDO A QUEDA DE TRÓIA


1815 - "Énée Racontant à Didon les Malheurs de la Ville de Troie". "Enéas

Fala a Dido Sobre a Queda de Tróia" (by Pierre-Narcisse Guérin).

Descripción: Óleo sobre lienzo. 292 x 390 cm.
Localización: Museo del Louvre. París
Autor: Pierre-Narcisse Guérin

DEFINIÇÃO DE VAGABUNDO PETISTA - O SUPER-VAGABUNDO


ROUBOU? VAI PARA CADEIA !!!


JOESLEY CONTA COMO COMBINOU PROPINA COM BANDIDA VAGABUNDA PETISTA - DILMA ROUSSEFF - DENTRO DO PALÁCIO DO PLANALTO


O ANTAGONISTA - JOESLEY DIZ QUE TRATOU DE PROPINA COM DILMA NO PALÁCIO:


Em sua entrevista à Época, Joesley Batista disse que tratou com Dilma Rousseff da conta corrente de propina que mantinha com o ex-ministro Guido Mantega e cujo saldo era de R$ 300 milhões, a maior fonte de receita do PT em 2014.
“Confirmei com a Dilma porque ela me pediu R$ 30 milhões para o [governador de Minas Gerais, Fernando] Pimentel. Aí me senti na liberdade de explicar.”
A conversa, segundo Joesley, foi "no Palácio do Planalto", "na mesa redonda do gabinete presidencial".
“Expliquei: acabou o dinheiro. Ela ouviu e falou: ‘Tá bom. Pode fazer’. Foi o último dinheiro. Estava no final da campanha."

'Temer é corrupto, fato. Mas Joesley ficou bilionário durante o governo Lula corrompendo só o futuro vice da Dilma? Estranho', indaga Hélio de la Peña

'Temer é corrupto, fato. Mas Joesley ficou bilionário durante o governo Lula corrompendo só o futuro vice da Dilma? Estranho', indaga Hélio de la Peña:



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Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
A entrevista do delator Joesley Batista à revista Época, em que afirmou que o presidente Michel Temer é o "chefe da quadrilha mais perigosa do País", causou uma onda de indignação entre a população, que espera explicações sobre as benesses que o BNDES concedeu aos irmãos Batista nos governos Lula e Dilma. O humorista Hélio de La Peña, do Casseta & Planeta, resumiu o sentimento popular: "Temer é corrupto, fato. Mas Joesley ficou bilionário durante o governo Lula corrompendo só o futuro vice da Dilma? Estranho..."
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