"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sábado, 23 de setembro de 2017

A INTRANSIGÊNCIA, A ESQUERDA, O ESCORPIÃO E OS RATOS

O título deste artigo de sábado é longo, mas, após a leitura, tenho certeza que meus amigos – me refiro aos que usam os neurônios e tem um pouco de “sifragol” (gíria muito utilizada nos anos 80 para definir aqueles que enxergavam além do seu nariz, ou “se flagravam das coisas”; se davam conta do óbvio) – irão compreender o que eu quis dizer.

Começo pela intransigência que a esquerda costuma acusar aos seus adversários de agir.

Ora bolas, esta intransigência é vista a todo o momento exatamente nos atos e ações das pessoas que representam a esquerda (bolivariana e fanática) que infecta o meio de gente decente. Querem exemplos? Eu dou apenas alguns, pois eles existem aos “balaios”:

RIO de JANEIRO – quando a polícia entra nas “comunidades”, é abuso de autoridade. Agora, quando a bandidagem (aquela mesma que a novela da Globo (FORÇA DO QUERER) “glamourizou” e ensina como se defender) toma conta de uma “comunidade”, espalhando terror e chumbo, apela-se para quem? ...Ganha um doce quem acertar!... E a resposta é bem simples: Para a “autoritária e abusiva” polícia. Ou pior, para o exército. Aquele poder que tanto mal causou ao país, nos ANOS DA DITADURA...

Ah, quanta hipocrisia! Mas, espere que não para por aí.

BRASIL – Um ex-presidente, réu em vários processos (não só na JF de Curitiba), aparece – em rede nacional de TV - como uma “pobre vítima”, um “perseguido”. E mais: A propaganda, estrelada por simpatizantes, quer “vender” uma imagem de benfeitor dos pobres, ou alguém que não tem nada a ver com os milhões de desempregados do país.

BRASÍLIA – E os políticos “cara de pau”, como Lindenberg Farias, Gleise Hoffmann, e outros menos importantes, sobem nas tribunas e tem a coragem de defender o Lula da Silva.

Hipocrisia à parte, tente falar mal do ladrão de nove dedos e você verá o que é intransigência. Aliás, a mesma usada para atacar a família e os símbolos religiosos (Cristãos, é lógico. Ou alguém imagina que esta “corja” teria coragem de ignorar os muçulmanos, ou outros? Afinal só existiu um JESUS CRISTO, que ofereceu a outra face ao ser agredido...).

Esta intransigência (e os intransigentes, por consequência) ainda vai pagar pelo que faz.

Mas não é “de graça” que a esquerda (sempre covarde como ela só) seja o motor desta intransigência.

A história nos conta como a esquerda soe agir. A ela, não interessa o poder – apesar do lucro fantástico de cada ação criminosa – mas sim, tomá-lo de uma forma pouco ortodoxa, baseada na mentira de um apoio “social”, para depois instituir uma quadrilha e praticar saques em proveito próprio. Após ser publicamente desmascarada, esta esquerda “assume o papel de vítima” e começa a preparar um novo assalto. Mente que atua feito o Robin Hood para ganhar o apoio popular.

Historicamente, nenhum sistema de governo de esquerda dura no poder (a não ser na força e na opressão), porque – assim como o escorpião – não consegue esconder sua natureza por muito tempo. Igual à fábula do escorpião, que se afogou depois de atacar o sapo que lhe conduzia na travessia do rio.

Seguidores ferrenhos das lições de um sistema fracassado em todos os cantos do universo, a sua natureza é só uma: mentir que se preocupam com o povo e roubar tudo o que for possível. Ah, e quando são desmascarados, viram “injustiçados, incompreendidos, perseguidos”. As eternas vítimas de uma elite malvada...

Acham que me esqueci dos ratos. Não poderia. Se não, como explicar a criação do PSOL.

Do mesmo modo como o teólogo Leonardo Boff anunciou esta semana, muitos fundadores do PT e adoradores do Lula, já demonstraram arrependimento pelo seu passado e se tornaram grandes críticos do triste partido que, um dia, tomaram parte.

Conta a lenda que os ratos se apressam em abandonar o barco quando “pressentem” que este afundará.

Primeiro foi o grupelho que debandou para o PSOL. Depois, outros correram em busca de um abrigo na REDE, e em partidos cujas ideias pudessem ser “parecidas” com aquelas que sempre defenderam.

Só ficaram no barco os ratos que ninguém quer, ou que estão tão infectados por denúncias que “pega mal” acolhê-los agora.

Marcelo Aiquel – advogado (23/09/2017)

Waterfall in Smaland


Waterfall in Smaland - 1856 Marcus Larson #Swedish, 1825-1864

GRAVAÇÃO ESCUTADA POR TEMER AO LIGAR PARA ORCRIM-CARD


Intelectual de EXTREMA ESQUERDA escreve Carta para Paulo Henrique Amorim sugerindo INTERVENÇÃO MILITAR.


Professor Luiz Alberto Moniz Bandeira, em carta divulgada por Paulo Henrique Amorim afirmou no dia 1 de setembro de 2017 o seguinte:

"Meu caro Paulo Henrique, jornalista que tanto aprecio e respeito. A situação do Brasil me entristece. Os gringos estão conseguindo destruí-lo através da quinta-coluna que promove uma guerra jurídica, a transplantarem as leis dos Estados Unidos para o Brasil, caso típico do geodireito, o qual foi estudado em magnífica tese de um professor amigo meu. Só vejo uma saída para a crise política no Brasil: a intervenção militar.

É legal, quando o governo sai dos quadros constitucionais vigentes. Temer foi eleito vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff, cujo programa não era esse de reformas. E o Congresso não foi eleito com poderes constituintes para fazer congelamento de despesas por 20 anos, reforma política, trabalhista etc.. Agora só os canhões podem fazer reformas para evitar a venda do país a preço de liquidação. Energia é poder. E entregar o pré-sal, a Petrobrás, a Eletrobrás aos gringos é entregar a soberania nacional, a "muralha da pátria", como disse Ruy Barbosa na Conferência de Haya, em 1907.

Com um forte abraço do seu admirador,
Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira

VÍDEO DA CAMPANHA POLÍTICA PELA DITADURA GAY NO BRASIL - O Globo - O amor é a cura

O que você vai ver abaixo não é "amor" nem "ódio", não é "cura" nem "doença", nem "perversão", nem "opção"  - é  só POLÍTICA!

23 de Setembro de 63 a. C. * : Nasce Octávio César Augusto, primeiro imperador romano

23 de Setembro de 63 a. C. * : Nasce Octávio César Augusto, primeiro imperador romano:

Gaius Julius Caesar Octavianus (63 a. C.-14 d. C.), sobrinho-neto de Júlio César, cujo assassinato se encarregou de vingar, tornar-se-ia, mercê do seu génio político, o primeiro imperador romano. Como Júlio César, viria a fazer parte, logo após a sua morte, do panteão dos deuses de Roma.
Seu pai fora senador e pretor. Morrera, porém, quando Augusto tinha apenas quatro anos de idade. Assim, a sua entrada na vida pública contou sobretudo com o apoio de Júlio César, que, no seu testamento, o tomaria como filho adoptivo e herdeiro.
Com tal patrocínio, a carreira política de Augusto foi fulgurante desde o início. Em 43 a. C. formou com Lépido e Marco António o segundo triunvirato, tendo os três homens dividido entre si o governo do território do império. O triunvirato duraria oficialmente dez anos, mas a influência real de Lépido apagar-se-ia antes do termo desse período. Deste modo se tornava evidente a disputa entre Augusto e Marco António pelo domínio de Roma. Em 31 a. C., Augusto declara guerra a Cleópatra, a quem o seu adversário se aliara. Com a conquista do Egipto no ano seguinte, Marco António e a rainha suicidar-se-iam.
A partir de então, sem rivais a enfrentar, Augusto pôde começar, com um talento político e organizativo ímpar, a dispor de novo as estruturas do império de tal modo que garantia para si o controlo efectivo dos poderes essenciais ao mesmo tempo que mantinha as instituições republicanas. Assim, durante largos anos ostentou apenas os títulos de cônsul e tribuno, não havendo, contudo, dúvidas de que o seu poder era virtualmente ilimitado. Mais tarde assumiria também a direcção do culto religioso romano.
Enquanto os seus generais iam alargando os limites territoriais do império, sobretudo no continente europeu, Augusto consolidava o poder central e organizava a administração no que dizia respeito ao emprego de funcionários, à cobrança de impostos, à emissão de moeda e à manutenção da ordem pela frota e pelas legiões de Roma. Desta forma, o exercício do poder absoluto por Augusto coincidiria com uma época de paz e estabilidade interna no império (a chamada 
pax romana), época bem diferente do período conturbado das guerras civis que a precederam. Época áurea do império em vista da ordem social estabelecida e da extensão territorial alcançada, foi também notável pelas grandes obras realizadas (inúmeros templos foram erigidos, fez-se uma extraordinária rede de estradas) e pelas suas manifestações culturais, sobretudo no campo da literatura, em que se distinguiram autores como Virgílio, Horácio e Tito Lívio.
Augusto César preparou cuidadosamente a sucessão, tendo deixado o governo do império a Tibério Augusto, seu filho adoptivo.


*Não existem certezas quanto às datas
Octávio César Augusto. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. 
wikipedia (Imagens)
File:Statue-Augustus.jpg
A estátua Augusto de Prima Porta

Ficheiro:Augustus Bevilacqua Glyptothek Munich 317.jpg
Busto de Augusto com a coroa cívica

Áureo de Octávio, c. de 30a. C.




File:Octavian aureus circa 30 BCE.jpg




Assassinato de Júlio César,pai adoptivo de Octávio - Jean-Léon Gérôme

File:Jean-Léon Gérôme - The Death of Caesar - Walters 37884.jpg

23 de Setembro de 1862: Bismarck é nomeado governante da Prússia e inicia a unificação alemã

23 de Setembro de 1862: Bismarck é nomeado governante da Prússia e inicia a unificação alemã:

No dia 23 de Setembro de 1862, o rei da Prússia, Guilherme I, afrontado por uma grave crise política, nomeia chefe do seu governo um homem de pulso, o conde Otto von Bismarck.
Os jornais liberais de Berlim só lhe davam poucos meses no poder. No entanto, iria governar o conjunto da Alemanha durante 28 anos e mudar a correlação de forças na cena europeia.
Principal Estado da Alemanha do Norte, a Prússia tinha aprovado uma constituição e formado um regime relativamente liberal em 1848, sob o reinado de Frederico-Guilherme IV da dinastia Hohenzollem. Afectado de demência em 1858, teve de confiar a regência ao seu irmão mais novo, Frederico Guilherme, já com 60 anos, quem destitui o presidente do Conselho, Otto von Manteuffel, e tenta pôr fim às intrigas que paralisavam a acção governamental.
Pretendia também reforçar o seu exército, cuja inoperância ficara demonstrada aquando das crises europeias de 1848, 1852 e 1859. A partir dos anos 1860, o regente prepara, apoiado pelo chefe do Estado-Maior Helmut von Moltke e pelo ministro da Guerra Albert von Roon, uma nova lei militar. Tratava-se de poder mobilizar 500 mil homens em caso de guerra em vez de apenas 150 mil.
Em 2 de Janeiro de 1861, com a morte do seu irmão, o regente sobe ao trono com o nome de Guilherme I. Empenha-se no seu projecto de lei militar porém encontra ferrenha oposição dos liberais que forçam a convocação de eleições legislativas para Março de  1862. Os liberais denunciavam o custo do projecto – 4 milhões de thalers suplementares por ano – o que punha em risco o desenvolvimento económico e privava a indústria de preciosa mão-de-obra.
O rei ameaça abdicar. Von Roon  assusta-se com a perspectiva de que isto levaria ao trono o seu filho, que tinha a reputação de ser um liberal convicto. O ministro sugere então ao soberano o nome de Bismarck. O rei traz à baila o temperamento ardente do indicado e as suas convicções.  Bismarck passou anos acreditando poder ascender ao governo como Ministro das Relações Exteriores e mesmo como chefe de governo com o apoio de seu amigo von Roon. Todavia, o rei afastava a ideia por incompatibilidade de carácter com o impetuoso personagem.
Em 16 de Setembro de 1862, Bismarck recebe em Paris do seu ministro do Exterior Bernstorff um telegrama cifrado informando que o rei esperava-o com urgência em Berlim. Na manhã de 22 de Setembro é introduzido no gabinete do monarca no castelo de Babelsberg, perto de Potsdam. 
O rei  mostra-lhe o acto de abdicação sobre a mesa e  diz-lhe : “Não quero mais reinar se não puder fazê-lo assumindo a responsabilidade diante de Deus, segundo minha consciência e diante de meus súbditos. Não encontro nenhum ministro disposto a dirigir o meu governo. Eis porque resolvi abdicar”.
A que Bismarck responde: “Desde Maio manifestei-me pronto – Vossa Majestade sabe – a assumir a responsabilidade do poder”.
- O senhor está disposto a sustentar os projectos militares sem modificá-los ? 
- Sim, Majestade.
- Sob que condições ?
- Nenhuma.
- É meu dever, então, prosseguir em minha luta com o senhor. Por conseguinte, não abdico.
O conde Otto von Bismarck, 47 anos, é nomeado ministro de Estado e ministro-presidente, outrora intitulado chefe de governo.
Até à morte em 1888, Guilherme I iria manter a sua confiança malgrado a incompatibilidade de génio e as acaloradas discussões entre os dois. Uma semana após a nomeação, em 30 de Setembro de 1862, Bismarck manifestaria publicamente a sua férrea vontade de unificar a Alemanha em torno da Prússia. Ao assistir a uma sessão parlamentar, pediu cortesmente a palavra para em seguida exclamar: “A Alemanha não está interessada no liberalismo da Prússia e sim na sua força (...) Após os tratados de Viena, as nossas fronteiras não se mostram favoráveis ao desenvolvimento do nosso Estado. Não serão os discursos e os votos da maioria que irão resolver as grandes questões de nossa época, como em 1848 chegamos a acreditar. Essas questões serão resolvidas sim a ferro e fogo”.


As palavras tiveram enorme repercussão e indicavam que o país caminharia para a militarização e a guerra. Bismarck percebe que tinha ido longe demais e, às pressas, vai ao encontro do rei. Após uma acesa discussão, a primeira de uma longa série, o monarca  deixa-se convencer pelos argumentos do seu ministro, que ganha carta branca para conduzir os seus projectos : reforma militar, guerra contra a Áustria e depois contra a França, acompanhadas do cumprimento de um sonho, a unificação da Alemanha em torno da monarquia prussiana.
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)
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Bismarck, Roon (centro) e Moltke (direita), os três líderes da Prússia

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Otto von Bismarck

Professor de direita não pode dar aula na UFF?

Professor de direita não pode dar aula na UFF?:

Por Lucas Berlanza

O movimento UFF Livre divulgou prints de uma conversa de teor gravíssimo no grupo do Centro Acadêmico de Filosofia da universidade de Niterói, no Facebook. Como temos feito algumas vezes com o que nos chega do UFRJ Livre, julgamos fundamental que as torpezas que se passam em nossas universidades sejam vastamente divulgadas. Esta é uma trincheira – nisso convertida pelos ideólogos que a tomaram de assalto – em que precisamos prestar sempre redobrada atenção, na exata medida da influência que exerce hoje na (de) formação dos nossos agentes intelectuais e culturais.

Tudo começa quando uma estudante que integra o grupo diz que um dos coordenadores do curso lhe havia enviado um e-mail. Transcrevemos o conteúdo do texto abaixo, sem as típicas formatações e abreviações do “internetês”, e voltamos em seguida:

“Carla, eu não participo do grupo do CAFIL no Face porque acho que professor não deve interferir no movimento estudantil, mas acho que seria importante saberem que as provas didáticas públicas do concurso para professor de Filosofia Política serão como abaixo: (seguem os horários).”

Diante desse comunicado, a “estudante” (vulgo militonta) sustenta o seguinte junto a colegas de centro acadêmico:

“Diante deste informe, e da conjuntura geral do crescente movimento neonazista, Bolsonaros, MBL e afins, pensei que seria importante elaborarmos algumas poucas perguntas para fazermos aos candidatos a fim de depois sintetizarmos num pequeno relatório geral de cada candidato e encaminhar ao departamento para que possamos assim evitar a entrada no Departamento de Filosofia da UFF algum professor de Filosofia Política com posicionamento fascista, nazista, misógino, machista, racista, homofóbico, transfóbico e outros tantos posicionamentos políticos opressores, violentos e que não respeitam a diversidade da vida e da humanidade. O que vocês acham?”

Fôssemos inteiramente estranhos ao cenário e viéssemos, digamos, de um outro planeta, e poderíamos ver a melhor das intenções em evitar que espaços importantes sejam ocupados por fascistas, nazistas ou defensores de violências de quaisquer tipos. O contexto, entretanto, denuncia: o que se quer é adornar o tradicional ingresso dos profissionais ao cargo público de professores na universidade com um autêntico tribunal ideológico, conferindo ao movimento estudantil mais um poder que extrapola suas atribuições.

Eis o que temos: um concurso público passa a ser encarado como uma seleção de aliados para a politização completa da universidade! A partir do momento em que, por ser eleitor de alguém da família Bolsonaro ou por defender o MBL, o liberalismo, o conservadorismo “e afins” – “e afins”, afinal, pode querer dizer qualquer coisa -, o candidato passa a ser automaticamente um fascista ou nazista e haverá pressão para que não seja aprovado, a legitimidade está comprometida! A UFF, sob o pretexto de defender a “diversidade da vida e da humanidade”, acatando tal procedimento e não se posicionando enfaticamente perante tais absurdos, estará aplaudindo a mais explícita afronta a essa mesma pluralidade. Só não enxergará tal constatação óbvia ao ler o texto quem estiver cego pela má intenção e cegueira voluntária, próprias de um comportamento de gangue.

Na seção de comentários, a aluna complementou sua publicação, dizendo que perguntou ao professor se “existe alguma implicação ilegal de após cada candidatx (sic, a maldita ideologia de gênero deformando a linguagem não poderia faltar!) fazer a prova nós abordarmos (já fora de sala) e nos apresentamos enquanto Cafil e perguntarmos se poderiam responder a algumas perguntas?”. O professor teria respondido que “isso dependeria exclusivamente da banca” e que “como as provas são públicas, eu acho importante o pessoal assistir, se desejar. Não que eu ache que vá haver alguma mutreta, mas é que a publicidade existe para isso mesmo”. “Isso mesmo”, naturalmente, não envolve a constituição de um tribunal ideológico estudantil…

Os estudantes chegam à conclusão de que podem e devem formular uma lista de perguntas para submeter aos candidatos, seguidas de um “O que você pensa sobre isso?”. Um deles pensou em algumas possibilidades, que estão transcritas no print, mas destacamos aqui: “Você é a favor do aborto?”, “Recentemente têm aparecido casos de evangélicos destruindo centros de Umbanda. O que você pensa sobre isso?”, “O que a figura de Hitler (ao que alguém sugeriu substituir por Bolsonaro) representa pra você na história da humanidade?”, “O Brasil é o país com uma das piores distribuições de renda no mundo. O que você pensa sobre isso?”, “O Brasil é o país com os maiores índices de violência contra a mulher, feminicídio, homofobia e transfobia. O que você pensa a respeito disso?”, “Num país de origem étnica indígena onde posteriormente se confluíram múltiplas origens étnicas, o que você acha sobre a maioria dos representantes políticos serem apenas homens e brancos?”.

Basta. Não precisamos nos alongar mais nesse lixo. Se os leitores tiverem o mínimo de honestidade intelectual, sabem que respostas são esperadas e quais as implicações de cada uma, dentro do raciocínio torto dessa gente. Sobre a questão da Umbanda, nem há o que discutir; é o tipo de pergunta que só aparece devido à crença em uma terrível sanha destrutiva do credo alheio enraizada na sociedade brasileira. Ninguém razoável aprovará mesmo a destruição de instituições de fé. Vejamos então o restante…

Se o candidato for contra o aborto, ele não é alguém que se opõe à matança de bebês, mas sim um fascista contra a “liberdade de escolha da mulher de matar o seu filho”, o que, então, o torna inapto a dar aulas. Se o candidato disser que a solução para a distribuição de renda não é o socialismo e o Estado Leviatã, é um neoliberal insensível e não está apto a dar aulas. Se o candidato rejeitar a concessão de privilégios de qualquer tipo a grupos considerados “minorias” pela gritaria politicamente correta, é uma aberração homofóbica ou misógina e não deve dar aulas. Se ele considerar que não se combate o racismo com cotas, é um defensor da revogação da Lei Áurea e deveria ser banido da sociedade. Alguém duvida disso? Onde a sanidade de um tal patrulhamento? Onde a razoabilidade?

Senhoras e senhores, isso é típico de quem se recusa a admitir que a divergência cause tumulto em seu feudo. A extrema esquerda se recusa a admitir que estamos levantando a voz contra ela. Eles acreditam que as universidades pertencem a eles! Pois brademos NÃO! Os verdadeiros defensores da pluralidade e do debate aberto somos nós, e viemos para ficar. Estudantes vermelhos fascistóides terão que aceitar isso, porque não nos iremos calar.

Médico que fornece falso atestado justifica que é socialista: 'trabalhador é uma vítima'

Médico que fornece falso atestado justifica que é socialista: 'trabalhador é uma vítima':

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Imagem: Reprodução / TV Vanguarda
O médico Ildemar Cavalcante Guedes, flagrado emitindo um atestado falso depois combinar o diagnóstico com paciente, admitiu a fraude, afirmou que é um profissional de índole socialista e que fornece os atestados para "ajudar quem precisa".
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Presidente do CFP tira selfie com Maduro e minimiza ocorrido

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

BOLSONARO DESMENTE A REVISTA "VEJA" - VERGONHA

Depois das Notícias sobre o General Mourão, essa é a MAIS IMPORTANTE da Semana


Quem votar com Temer cometerá Suicídio Político
“Quem votar com Temer de novo cometerá suicídio político”:

O líder do PDT na Câmara, Weverton Rocha, afirmou a O Antagonista que o otimismo do governo em relação à tramitação da segunda denúncia “é bastante exagerado”.

“Dizerem que já ganharam é uma estratégia para tentarem ficar mais tranquilos. Mas muita gente que votou com (Michel) Temer na primeira denúncia ainda não recebeu o que o governo prometeu e está disposto a dar o troco.”

Para o deputado, o presidente e sua tropa de choque não têm mais o que oferecer para conquistar os votos de quem leu a denúncia e “constatou a gravidade das acusações de Rodrigo Janot”.

“Eu quero saber também se os deputados vão encarar o desgaste que estão tendo nas bases (nos estados) por ainda apoiarem este governo aí. Quem votar com Temer de novo cometerá suicídio político.”

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COMENTÁRIO - Assino junto depois de CADA PALAVRA que ele disse.

NÃO É PIADA: A FONTE É A REVISTA VEJA Petição requer que Mulher-Maravilha seja bissexual nos filmes



Petição requer que Mulher-Maravilha seja bissexual nos filmes:

Uma petição online, criada nos Estados Unidos, requer que a Warner Bros. retrate a Mulher-Maravilha como bissexual na franquia de filmes estrelada pela atriz Gal Gadot. A iniciativa acontece durante a semana em que se é comemorado o dia da celebração bissexual, em 23 de setembro.

De acordo com o site americano Refinery 29, a responsável pela petição foi Gianna Collier-Pitts, ativista do GLAAD – uma ONG americana que monitora como a população LGBT é retratada na mídia. Gianna afirmou que a bissexualidade da heroína não é uma novidade para os fãs da DC Comics: “O escritor da HQ Wonder Woman: Rebirth, Greg Rucka, confirmou que Diana teve relacionamentos com outras mulheres. Então, porque é tão difícil passar isso para a tela?”, provocou.

A ativista se referiu a uma entrevista do criador da nova série de quadrinhos para o site Comicosity, em que explicou que não há o conceito de ser gay em Themyscira, terra natal da Mulher-Mulher habitada apenas por amazonas. “Aquele lugar supostamente é o paraíso e você pode viver com alegria.  Em um contexto em que você é completamente feliz, parte das suas necessidades individuais é ter um parceiro para relações românticas e sexuais. E a única opção que tem lá, são mulheres”, afirmou Rucka na época.

A atriz Gal Gadot já se posicionou sobre assunto em uma entrevista para a revista Variety em outubro de 2016: “Não conversamos sobre isso durante a produção do filme, mas li os comentários do Greg Rucka e concordo completamente com ele. Ela não se relaciona com outra mulher nesse filme, mas não é esse o foco. Ela é uma mulher que ama pessoas, independente do sexo, e pode ser bissexual ”, afirmou.

No texto da petição, que pode ser assinada no site Change.org, Gianna faz um apelo: “Tudo que peço é que a Warner Bros. reconheça diretamente Diana Prince pelo o que ela é, sempre foi e pelo o que o seu personagem poderia representar para milhões de pessoas”.

ESTÃO SOLTOS! Gilmar Mendes é sorteado relator de habeas corpus dos irmãos Batista

Gilmar Mendes é sorteado relator de habeas corpus dos irmãos Batista:


Rosinei Coutinho / SCO/STF
Irmãos Batista estão presos na Operação Tendão de Aquilles, que investiga transações financeiras irregulares

Os habeas corpus dos irmãos Joesley e Wesley Batista terão relatoria de Gilmar Mendes no Supremo Tribunal Federal (STF). Os pedidos para revogar as prisões preventivas dos donos da JBS foram apresentados à Corte nesta sexta-feira (22). O ministro foi escolhido por sorteio.
São dois pedidos de habeas corpus, um para Wesley e outro para Joesley. Mesmo que o ministro tome uma decisão favorável aos irmãos, somente Wesley seria solto, uma vez que contra Joesley pesam os pedidos de prisão preventiva expedidos pelas Justiças do Distrito Federal e de São Paulo. A defesa dos Batista já teve os pedidos de liberdade negados em primeira e segunda instâncias.
Os habeas corpus, que incluem pedido de liminar (decisão provisória), são referentes ao processo decorrente da Operação Tendão de Aquiles, na Justiça de São Paulo, que investiga irregularidade em transações financeiras da empresa dos irmãos pouco antes da revelação das delações. Os irmãos teriam usado informações privilegiadas para lucrar no mercado financeiro.
Joesley está preso desde o dia 10 de setembro, após pedido de prisão provisória, que tem prazo de cinco dias, do ministro Edson Fachin. Ele se entregou à Polícia Federal (PF) em São Paulo e foi transferido para Brasília no dia seguinte.
Wesley foi preso três dias depois em desdobramento da Operação Tendão de Aquiles. Joesley for transferido de volta para São Paulo para sua audiência de custódia. Ele permanece preso em São Paulo desde então.

#JornalDaJoice: A INTERVENÇÃO NO RJ E OS PLANOS DE DORIA E DEM EM 2018

Vídeo impressionante mostra sequência de disparos na Rocinha

Vídeo impressionante mostra sequência de disparos na Rocinha:

Um vídeo captado da janela de um morador horrorizado na rua do Valão, na favela da Rocinha, mostra a movimentação de bandidos armados disparando contra a polícia do Rio de Janeiro. A quantidade de disparos é impressionante. Nas imagens dá para ver inúmeros bandidos atirando e se protegendo atrás das casas da comunidade.

A troca de tiros começou nesta sexta-feira depois que policiais do Batalhão de Choquefizeram um cerco a criminosos em uma área de mata no entorno da Rocinha. A polícia militar realiza operações no local desde o último domingo, 17, quando facções rivais iniciaram um confronto pela disputa de pontos de droga.

Anexos originais:


Antropólogo investiga ligações entre corruptos e intelectuais em livro

Baseado em inúmeros pensadores de direita, autor procura entender papel de intelectuais na atual crise que o país atravessaAntropólogo investiga ligações entre corruptos e intelectuais em livro:

Divulgação


Baseado em inúmeros pensadores de direita, autor procura entender papel de intelectuais na atual crise do país
Leia mais (09/22/2017 - 12h30)

URGENTE: Mariz deixa a defesa do presidente Temer

URGENTE: Mariz deixa a defesa do presidente Temer:

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Imagem: Felipe Rau / Estadão
O criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira decidiu renunciar à defesa do presidente Michel Temer.
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Advogado deixa defesa de Temer por conflito ético com Funaro




Advogado deixa defesa de Temer por conflito ético com Funaro:

O advogado Antonio Claudio Mariz de Oliveira decidiu nesta sexta-feira deixar a defesa do presidente Michel Temer (PMDB) frente à nova denúncia que tramita na Câmara dos Deputados. Ele já advogou, no passado, para o operador Lúcio Funaro, que em sua delação comprometeu o presidente com acusações de corrupção. “Eu permaneço como advogado pessoal dele [Temer], mas não posso defendê-lo nesse caso, porque já defendi o Funaro. E eu acredito que eticamente seja conflitante, uma vez que a delação dele é uma das que embasam a denúncia”, afirmou a VEJA.

Mariz disse que Michel Temer ainda não definiu quem será seu advogado em relação à acusação apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), mas que ele se comprometeu a sugerir uma lista de nomes ao presidente, da qual deve sair o novo defensor. Durante a tramitação da primeira denúncia feita pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot, Antonio Mariz fez sustentações orais na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e no plenário da Câmara, proporcionando argumentos jurídicos para os parlamentares que estavam decididos a defender Temer.

Questionado, ele disse que não atuou em favor de Lúcio Funaro em nenhum processo específico, mas dando consultoria ao operador no início das investigações contra ele, entre 2014 e 2015. Apontado como uma espécie de ‘banqueiro informal’ do PMDB, Funaro foi preso em julho de 2016 e, em sua colaboração, acusou o presidente de receber e intermediar propinas, conforme antecipou VEJA há duas semanas.

As declarações do operador foram utilizadas pela PGR para corroborar a tese da existência de uma “organização criminosa” do PMDB da Câmara, que teria Temer como líder. Na peça apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) e remetida à Câmara dos Deputados, Janot afirma que o grupo aumentou suas atividades ilícitas após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e a ascensão de Temer à Presidência.

O presidente não tem prazo para definir um novo advogado. No entanto, com a chegada da acusação ao Congresso, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) deve determinar a notificação dele sobre a denúncia, passando a contar um prazo de dez sessões para que Temer apresente a sua defesa. Ele pode fazer a sustentação oral na CCJ pessoalmente ou através de seu novo defensor.

Investigação confirma que Dilma usou e-mail secreto para alertar marqueteiros sobre risco de prisão

Investigação confirma que Dilma usou e-mail secreto para alertar marqueteiros sobre risco de prisão Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/investigacao-confirma-que-dilma-usou-mail-secreto-para-alertar-marqueteiros-sobre-risco-de-prisao-21855844#ixzz4tPPWkOAM stest:
 
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Imagem: Thiago Freitas / Ag. O Globo
Em 6 de setembro, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disparava uma de suas últimas flechadas antes de se despedir do cargo. Ele denunciou os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e o ex-ministro Aloizio Mercadante, acusados de tentarem atrapalhar as investigações da Lava-Jato. Detalhes da denúncia conhecidos agora revelam que, segundo Janot, as investigações conseguiram provar trocas de mensagens e telefonemas mostrando que Dilma alertou o casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura do risco de prisão.
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21 de Setembro de 1558: Morre Carlos V, Imperador do Sacro Império Romano-Germânico

21 de Setembro de 1558: Morre Carlos V, Imperador do Sacro Império Romano-Germânico:

Monarca da família dos Habsburgos, foi imperador do Sacro Império Romano-Germânico (como Carlos V) e rei de Espanha (como Carlos I). Nasceu em Gand a 24 de Fevereiro de 1500, filho de Filipe, duque da Borgonha, senhor da Flandres e arquiduque da Áustria. Herdou do seu pai os Países Baixos e o Franco Condado. Quando, em 1516, morre Fernando de Aragão, o seu neto Carlos (V) torna-se Carlos I de Espanha. Devido à incapacidade de reinar de Joana, a Louca, sua mãe e filha dos Reis Católicos, Carlos tomou posse de Castela e suas dependências na América, de Aragão, do reino de Napóles e da Sicília, para além de portos-chave no Norte de África (Trípoli, Oran, Bougie)
Em 1519, é eleito Imperador Germânico, ganhando a Francisco I, que chegou a fazer prisioneiro, e a Carlos de Espanha. Teve depois que dominar inúmeras revoltas no interior dos seus vastos Estados (os comunerosem Castela, 1520-22; o povo de Gand, 1539-40; os príncipes alemães protestantes, 1546-1555), para além de estar constantemente em guerra com a França de Francisco I e contra o avanço do Império Otomano.


Devido à dimensões do seu império, Carlos V foi um soberano itinerante: quando abdica, em Bruxelas, em Outubro de 1555, afirma que, no seu reinado, fizera 9 viagens à Alemanha, 16 a Espanha, 4 a França, 2 a África, 2 a Inglaterra, 7 a Itália e 10 aos Países Baixos.Vários foram os seus êxitos maiores para a construção da sua monarquia imperial: vitória de Pavia, em 1525, que lhe rende o Milanês (região de Milão), em detrimento da França; eleição do seu irmão Fernando como rei da Boémia e da Hungria, em 1526 (a quem, aliás, já a partir de 1522, cedia o governo dos territórios austríacos e dos legados Habsburgos); conquista de Tunes, em 1535; vitória de Mühlberg, em 1547, que ataca em cheio a liga protestante alemã; por último, a mais importante, a conquista de imensos territórios na América. Aqui, residia a força e o poder universal de Carlos V, baseados não no título imperial, mas no facto de ser senhor efectivo de importantes territórios exteriores ao Império Germânico. Há, no fundo, um império dito de Carlos V, o "Império onde o sol nunca se punha".Na América, base do Siglo de orode Espanha e das riquezas do séc.XVI, Carlos V criou os vice-reinos do México (1535) e de Lima (1542). No seu reinado, os Espanhóis exploram o Panamá (1513) e atingem o Iucatão. Fernão de Magalhães e Del Cano circum-navegam o Mundo. Conquistam o Império Inca a partir de 1524; atingem a Florida (1528), Buenos Aires e o Mississípi (1538). Coronado chega à Califórnia (1539). Em 1545 abrem-se as Minas de Potosí (Bolívia), um dos pilares da economia de Carlos V.


Teve 3 derrotas no seu império: não recuperou a Borgonha à França; não destruiu o Império Otomano; não reconstituiu a unidade católica na Alemanha.Senhor de grande parte da Europa e de quase toda a América, possuidor de intermináveis riquezas, abdicou em 1555 do senhorio da Borgonha para Filipe II (seu filho e de D. Isabel de Portugal, com quem teve também D. Joana, mãe de D. Sebastião) e, em 1556, também lhe dá a coroa espanhola e suas dependências. No mesmo ano, entregou a Fernando a coroa imperial e retirou-se para o mosteiro jerónimo de Yuste, onde morreu a 21 de Setembro de 1558, depois de ter construído o maior império da Terra.




Carlos V. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)
800px-Titian_-_Portrait_of_Charles_V_Sea
Retrato de Carlos V, Imperador do Sacro Império Romano Germânico
File:Emperor charles v.png
O Imperador Carlos V por Juan Pantoja de la Cruz, cópia de um retrato de Ticiano
Arquivo: Empire of Charles V.png
Os domínios de Carlos V

TCHAU, IOLANDA



TCHAU, IOLANDA:

Dilma Rousseff, codinome Iolanda, se danou.
Rodrigo Janot denunciou-a por ter usado um e-mail clandestino para se comunicar com João Santana e obstruir a Lava Jato. O documento sigiloso, obtido por O Globo, revela agora que os peritos da PGR comprovaram o fato. De acordo com a denúncia de Rodrigo Janot , “os dados telemáticos obtidos (…) confirmaram a existência dos e-mails em questão”.The post TCHAU, IOLANDA appeared first on O Antagonista.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Liminar que autoriza psicólogos atender homossexuais

Carta para as Forças Armadas escrita por um brasileiro indignado

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Carta para as Forças Armadas
Senhores Militares, sei que a situação do nosso país é crítica, e precisamos fazer algo para sairmos dela. Também sei que nossas instituições estão corroídas, pela corrupção, pelo conluio, pela ganância de nossos políticos, e ministros da alta corte, que querem se perpetuar no poder, com altos salários, mordomias, e propinas.
Chegamos a uma encruzilhada, onde os corruptos poderosos estão tentando sufocar as investigações, de corajosos juízes e procuradores da república, e minando orçamento da Polícia Federal. É uma luta injusta, pois eles fazem as leis, eles as executam, e eles tem a alta corte para protege-los. Com certeza, eles darão um jeito, de não serem presos, serem reeleitos, e continuarem a saquear a população brasileira. Não é pessimismo, apenas uma constatação.
Nosso país sangra, com o descaso dos governantes, pessoas morrendo por falta de remédio, por falta de atendimento, nossa educação é uma das piores do mundo, a infraestrutura que começa obras, e nem termina, só para superfaturar para gerar propinas, veja a transposição do Rio São Francisco, tão necessária para o povo do Nordeste, mas infelizmente parou. A violência então nem se fala, estamos numa guerra civil.
Nosso país está a deriva, e vocês sabem disso, uma judiação, um país com tanta riqueza, sendo saqueado covardemente por um bando de mercenários. Sei que vocês, mais do que ninguém se seguram para não agir, e botar esses corruptos na cadeia. A intervenção é uma ação extrema, e complexa, principalmente que a de 64, até hoje vocês recebem críticas, e muitas delas injustas. Nosso país está precisando de Ordem para ter Progresso, de Organização e Disciplina para podermos caminhar para um futuro melhor. De respeito e honestidade para resgatarmos os valores éticos e morais, tão necessários para um povo que quer viver feliz e em paz. Precisamos resgatar o amor a Pátria, exaltar nossa bandeira, chega de baderna e sacanagem.
Acredito que a população está enxergando tudo isso, está mais amadurecida e clamando por justiça, e também as Forças Armadas estão mais preparadas para uma possível Intervenção, com o mínimo de danos colaterais. Não vejo outra alternativa nesse momento, senão vocês fazerem essa transição, fechando o Congresso, STF, e destituindo o presidente e seus ministros, e colocando muita gente na cadeia, depois de um julgamento justo, mas sem ficar recorrendo indefinidamente como acontece hoje. Convocar uma constituinte com pessoas que não possam se eleger durante 10 anos, mudando várias coisas na Constituição, que na atual protegem os poderosos. Como exemplo, o fim do foro privilegiado, fim de nomeação para ministros do STF, salários mais baixos para os políticos, fim de várias mordomias que eles tem, que são um verdadeiro absurdo, quando um juiz pedir vistas de um processo, ele ter um prazo definido e não muito longo para devolver, e por aí vai, enfim acabar com a impunidade, e tornar o estado mais enxuto, transparente, e eficiente. Aí marcar novas eleições, com candidatos fichas limpas, campanhas com pouco dinheiro, e mais pautadas em ideias.
Sou um brasileiro indignado, não tenho nenhum partido político, não tenho candidato, sou totalmente isento para expressar minha opinião, e quero um país melhor para meus filhos, o Brasil das pessoas de bem vão aceitar uma Intervenção, por mais complicada que seja, mas do jeito que está não pode ficar. Precisamos agir, ficar assistindo essa nojeira, nosso país sendo representado por criminosos, somos uma piada internacional, tem pessoas que se pisarem fora do Brasil serão presas, mas aqui estão protegidas, é um escárnio. A população está cansada, humilhada, massacrada, ignorada, desprezada, e roubada.
Generais Heleno, Paulo Chagas, Mourão, Villas Boas, tenho convicção nas suas boas intenções, e peço para que ajam, não temos outra opção, pois se depender dos corruptos, iremos ladeira abaixo. E contem comigo, acredito nos valores das Forças Armadas, tão necessários para formação de nossos jovens, que estão crescendo, achando que o crime compensa. Precisamos deixar um legado para nossos jovens. Parafraseando Martin Luther King, ‘O que me preocupa não é grito dos maus, mas o silêncio dos bons’. Vamos juntos construir um país justo, honesto e feliz. Muito obrigado pela atenção.

Vladimir Sampaio

O país da piada pronta! Líder do MTST pede a prisão de General do Exército


O país da piada pronta! Líder do MTST pede a prisão de General do Exército


O líder do MTST (aquele movimento que adora invadir propriedade alheia), Guilherme Boulos, ficou desesperado com a fala do General Mourão

Conforme já dissemos anteriormente, há dois tipos de pessoas que ‘BORRAM as calças’ quando ouvem a palavra EXÉRCITO: políticos corruptos e comunistas.
Ahhh … petistas também têm medo de outra coisa: CARTEIRA DE TRABALHO.Boulos usou o twitter para pedir a prisão do General que prometeu colocar ordem no país (de acordo com a Constituição) caso os 3 poderes continuem inertes com relação à corrupção.
“Cadeia para o general Mourão, que sugeriu golpe militar! Em 64, um outro Mourão, general Olimpio Mourão Filho não foi parado a tempo…” tuitou o comunista.
Pode deixar, prezado Boulos […] vamos prender todo mundo que atrapalha vocês  […] o MPF, a Polícia Federal, o juiz Sérgio Moro, os generais do exército.
Acorda meu filho!

POLÍCIA POLITICAMENTE CORRETA

NOTA CFM – ABP : Análise da assistência psiquiátrica no Brasil


Qua, 20 de Setembro de 2017 14:07
Uma série de irregularidades na condução de programas e políticas públicas na área de assistência psiquiátrica foi apontada nesta segunda-feira (20) em nota pública assinada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e pelo Conselho Federal de Medicina. Os problemas foram constatados a partir de relatório feito pelo atual coordenador-Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Quirino Cordeiro Júnior, que apresentou sua análise em reuniões da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) e do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

ACESSE AQUI A ÍNTEGRA DA NOTA ABP-CFM

Ao dar visibilidade ao documento, a ABP e o CFM “reiteram seu compromisso com a boa e ética execução de políticas públicas de saúde, em especial na área psiquiátrica”. Contudo, ambas as entidades salientam que condução das atividades devem ser baseadas em evidências científicas; respeito ao direito dos pacientes e de seus familiares pelo acesso ao melhor tratamento; obediência aos Direitos Humanos; monitoramento constante de resultados; e comprometimento dos gestores com a aplicação responsável dos recursos públicos.

Problemas - Na exposição, ele enumerou um conjunto de problemas detectados e com índicio de relação com a condução das ações nessa área em gestões anteriores. Entre os pontos destacados estão: a existência de inúmeros serviços que recebem recursos federais, mas não comprovam a oferta da assistência à população; a falta de fiscalização na execução do Programa de Volta para Casa, com consequentes pagamentos indevidos de benefícios; a baixa taxa de ocupação de leitos de saúde mental em hospital geral.

Pelos cálculos apresentados pela Coordenação de Saúde Mental, mais de R$ 95 milhões foram dispensados em processos de desinstitucionalização e tratamento de pacientes com dependência química sem efetiva conversão em cuidados à população. Nessa área de atendimento, a estimativa é de que, ao todo, mais de R$ 185 milhões foram empregados pelo Ministério da Saúde sem que qualquer assistência à população tenha sido prestada.

Diagnóstico - Para a ABP e o CFM, o levantamento faz um diagnóstico grave do setor e confirma a necessidade de medidas urgentes para garantir a ampliação do acesso e a efetividade dos serviços oferecidos na rede pública, bem como a transparência da gestão e o uso racional dos recursos federais. “Nesse contexto, é coerente com sua responsabilidade a decisão do Ministério da Saúde de, com base no relato apresentado, constituir Grupo de Trabalho, juntamente com os Conselhos Nacionais de Secretários Estaduais e Municipais da Saúde (CONASS e CONASEMS), para discutir e buscar soluções para os problemas existentes na condução da atual Política de Saúde Mental no País”, ressalta a nota das duas entidades.

Sendo assim, a ABP e o CFM reiteram seu compromisso com a boa e ética execução de políticas públicas de saúde, em especial na área psiquiátrica, as quais devem ser baseadas em evidências científicas; respeito ao direito dos pacientes e de seus familiares pelo acesso ao melhor tratamento; obediência aos Direitos Humanos; monitoramento constante de resultados; e comprometimento dos gestores com a aplicação responsável dos recursos públicos.

NOTA CFM – ABP
Assunto: análise da assistência psiquiátrica no Brasil

A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) vêm a público manifestar preocupação com a situação relatada pelo atual coordenador-Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Quirino Cordeiro Júnior, sobre a condução de ações nesta área no País. O quadro foi apresentado, em Brasília (DF), à Comissão Intergestores Tripartite (CIT), em 31 de agosto, e ao Conselho Nacional de Saúde (CNS), em 14 de setembro.

Entre os problemas apresentados, destacam-se os seguintes:

1) Nos últimos 10 anos, centenas de Serviços da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) receberam recursos, porém não foram implantados, afetando mais de 600 CAPS, quase 200 Residências Terapêuticas, cerca de 150 Unidades de Acolhimento e quase de 900 Leitos de Saúde Mental em Hospital Geral;

2) Cerca de 150 obras para construção de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e unidades de acolhimento receberam verbas do Governo Federal, porém não foram concluídas;

3) Apesar de incentivos financeiros, no escopo do Plano Emergencial de Ampliação do Acesso ao Tratamento e Prevenção em Álcool e outras Drogas (PEAD), inúmeros leitos em Comunidades Terapêuticas e Casas de Acolhimento Transitório (CAT) não foram criados, bem como uma série de equipes de Consultórios de Rua não foram constituídas;

4) A taxa de ocupação geral de leito de saúde mental em Hospital Geral foi menor que 15%, no ano passado (2016);

5) A presença de irregularidades nos processos de desinstitucionalização, segundo o Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares (PNASH), em diferentes Estados, incluindo casos encaminhados para análise do Departamento Nacional de Auditoria do SUS;

6) A falta de fiscalização na execução do Programa de Volta para Casa, com consequentes pagamentos indevidos de benefícios;

7) A realização de cursos e pesquisas com altos valores de repasse financeiro aos parceiros conveniados, os quais estão sendo revistos no momento;

8) Os resultados insatisfatórios dos programas de prevenção em álcool e drogas conduzidos pelo Ministério da Saúde, com foco em crianças e adolescentes, desde 2015, mas que continuaram a ser executados pelo Governo Federal;

9) A constatação de que vários serviços que vinham recebendo financiamento do Ministério da Saúde não existiam, o que levou à suspensão de repasses pela Coordenação Nacional de Saúde Mental;

10) O monitoramento da Coordenação de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas aponta que, em 2016, mais de 200 CAPS não registraram qualquer tipo de assistência. Em 2017, no último trimestre, 385 CAPS não registraram atendimento à população. Contudo, esses serviços continuam a receber verba de custeio do Governo Federal;

11) O fato de que mais de R$ 95 milhões foram dispensados em processos de desinstitucionalização e tratamento de pacientes com dependência química sem efetiva conversão em cuidados à população;

12) A estimativa de que, ao todo, mais de R$ 185 milhões foram empregados pelo Ministério da Saúde sem que qualquer assistência à população tenha sido prestada.

Esse relatório da atual Coordenação de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde faz um diagnóstico grave do setor, demonstrando a importância da adoção de medidas urgentes para garantir a ampliação do acesso e a efetividade dos serviços oferecidos na rede pública, bem como a transparência da gestão e o uso racional dos recursos federais.

Nesse contexto, é coerente com sua responsabilidade a decisão do Ministério da Saúde de, com base no relato apresentado, constituir Grupo de Trabalho, juntamente com os Conselhos Nacionais de Secretários Estaduais e Municipais da Saúde (CONASS e CONASEMS), para discutir e buscar soluções para os problemas existentes na condução da atual Política de Saúde Mental no País.

Sendo assim, a ABP e o CFM reiteram seu compromisso com a boa e ética execução de políticas públicas de saúde, em especial na área psiquiátrica, as quais devem ser baseadas em evidências científicas; respeito ao direito dos pacientes e de seus familiares pelo acesso ao melhor tratamento; obediência aos Direitos Humanos; monitoramento constante de resultados; e comprometimento dos gestores com a aplicação responsável dos recursos públicos.

Brasília (DF), 20 de setembro de 2017.

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA (ABP)

JUIZ DE BRASÍLIA TENTA EXPLICAR AOS COMUNOGAYS QUE NÃO HÁ MOTIVO PARA HISTERIA


POLÍBIO BRAGA - TJ ANULA DECISÃO do juiz Coitinho que repelia pedido de censura sobre a peça "Jesus, Rainha dos Céus"


Zoo Hora e Movimento Comunogay da Pyongyang dos Pampas em Desespero - Leia notícia da Coluna de Políbio Braga aqui:
TJ anula decisão do juiz Coitinho que repelia pedido de censura sobre a peça "Jesus, Rainha dos Céus":

Foi anulada esta tarde a decisão do juiz José Antonio Coitinho, que negou liminar para trancar a exibição do monólogo "O Evangelho Segundo Jesus, Rainha dos Céus" (foto ao lado), conforme o que determinou o desembargador Francesco Conti, que considerou o magistrado da 2a. Vara da Fazenda Pública incompetente para julgar o caso.

CLIQUE AQUI para examinar a decisão do desembargador, que foi monocrática.

O advogado Pedro Lagomarcino, que ajuizou Agravo de Instrumento para atacar a sentença de Coitinho, não soube falar de prazos para nova decisão, porque Conti mandou tudo para o Juizado Especial da Fazenda Pública, a quem caberá dizer se acata ou não a liminar pedida para mandar a transsexual Renata Carvalho embora. A peça começa esta noite em Porto Alegre.

Na liminar, o juiz singular considerou o pedido como um desejo de censura, mas o advogado queria impedir desperdício de dinheiro público, já que o monólogo será pago com recursos da prefeitura e dos governos federal e estadual. O juiz elaborou sua sentença em cima da repetição dos conceitos apresentados pela própria atriz. Ele chegou ao ponto de comparar o pedido feito por Lagomarcino como algo semelhante aos ataques feitos contra o semanário francês Charlie Hebdo:

- Na essência, foram censurados. Aojuiz não compete censurar a fé ou a sua ausência.

CLIQUE AQUI para ler o que escreveu o juiz Coitinho, que agora não tem mais valor.

Lula a policiais federais: “São verdadeiros analfabetos políticos”

Lula a policiais federais: “São verdadeiros analfabetos políticos”:

No evento do PT de hoje, Lula chamou de “excrescência da excrescência da excrescência” a denúncia contra ele na Operação Zelotes, aceita pela Justiça nesta semana.

A ‘alma mais honesta do mundo’ atacou os delegados da Polícia Federal:

“Eles são verdadeiros analfabetos políticos. Não conhecem nada do que se trata de político. Eu falei: precisa cuidar disso. […] Não é só fazer um concurso, virar o julgador do mundo. É preciso ter experiência de vida, prestar contas com a realidade.”

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Deputado petista demonstra preocupação com discurso do General Mourão e diz que pedir intervenção é coisa de 'doentes mentais'

Deputado petista demonstra preocupação com discurso do General Mourão e diz que pedir intervenção é coisa de 'doentes mentais':

deputado-petista-intervencao-militar.png
Imagem: Produção Ilustrativa / Gazeta Social
O deputado petista Elvino Bohn Gass‏ foi mais um dos parlamentares de esquerda, defensores de Lula e Dilma, a atacar o General Mourão. Segundo ele, pedir a "volta dos militares" seria "coisa de doentes mentais".
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Jornalista chama Gleisi Hoffmann de "vagabunda"

REDES SOCIAIS DÃO RESPOSTA À DILMA SOBRE HOMOSSEXUALIDADE


21 de Setembro de 1761: O jesuíta Gabriel Malagrida é executado, no último auto de fé, com condenação à morte, realizado em Lisboa.

21 de Setembro de 1761: O jesuíta Gabriel Malagrida é executado, no último auto de fé, com condenação à morte, realizado em Lisboa.:

Gabriel Malagrida foi um jesuíta italiano, nascido na vila de Managgio, a 18 de Setembro de 1689.



Desde criança deu provas de engenho e ao mesmo tempo duma tendência exagerada para o misticismo. Depois de completar em Milão os seus estudos entrou na Companhia de Jesus, em Génova, a 27 de Setembro de 1711.
Resolvendo dedicar-se às missões, saiu de Génova em 1721, seguindo para o Maranhão, onde os seus superiores o designaram para pregar, sendo depois nomeado em 11 de Outubro de 1723 pregador do colégio do Pará, e ali o encarregaram dos alunos. Não cessava, contudo, de missionar na cidade e nas aldeias circunvizinhas, até que lhe ordenaram que voltasse ao Maranhão, sendo desde logo escolhido para reitor da missão dos Tobajáras. Na narrativa das suas missões não  falava senão em vozes misteriosas que o avisavam; tudo são milagres e prodígios. Malagrida julgava-se favorito do céu. Em 1727, por ordem dos superiores, voltou ao Maranhão para reger no colégio dos jesuítas a cadeira de belas letras, mas logo em 1728 voltou a catequizar os índios. Em 1735 começou a missionar entre os colonos, seguindo do Maranhão para a Baía, e dali a Pernambuco, voltando enfim ao Maranhão. Durante 14 anos, até 1749, conservou-se nestas missões granjeando neste tempo a fama de taumaturgo, e a denominação de apóstolo do Brasil. Em 1749 veio para a Europa, com a fama de santo, vindo tratar de arranjar dotações para os vários conventos e seminários que fundara. Em Lisboa foi acolhido como santo, e a imagem, que trazia consigo, foi conduzida em procissão para a igreja do colégio de Santo Antão. D. João V, nessa época, estava muito doente, e acolheu de braços abertos o santo jesuíta, fez-lhe todas as concessões que ele desejava, e chamou-o para junto de si na hora extrema. Foi Gabriel Malagrida quem assistiu aos últimos momentos do monarca. Em 1751 voltou ao Brasil, mas não foi bem recebido no Pará, onde governava então o irmão do Marquês de Pombal. Até 1754  Malagrida esteve no Maranhão missionando entre os cristãos.
Em 1751 voltou a Lisboa, por ser chamado pela rainha, viúva de D. João V, D. Maria Ana da Áustria e encontrou no poder o Marquês de Pombal. O Marquês que se propusera a “regenerar Portugal”, livrando-o da tutela dos jesuítas, não podia simpatizar com o taumaturgo. Não o deixando entrar na intimidade da rainha viúva, Malagrida partiu para Setúbal, onde depois teve a notícia da morte da soberana. O Marquês de Pombal não se importou com aquele jesuíta santo, enquanto as suas "santidades" não contrariavam os seus projectos, mas o conflito era inevitável. Aquando do terramoto de 1755,  Malagrida estava em Lisboa. Aquela catástrofe ocasionou um terror imenso na população da capital, e um dos grandes empenhos do Marquês de Pombal era levantar os espíritos abatidos. Para isso mandou compor e publicar um folheto escrito por um padre, em que se explicavam as causas naturais dos terramotos, e se desviava a crença desanimadora de que fora castigo de Deus, e de que eram indispensáveis a penitência e a compunção. Saiu a campo indignado o padre Malagrida escrevendo um folheto intitulado:Juizo da verdadeira causa do terremoto que padeceu a corte de Lisboa no 1.º de Novembro de 1755. Nesse folheto combatia com indignação as doutrinas do outro que Pombal fizera espalhar, atribuía a castigo de Deus o terramoto, citava profecias de freiras, condenava severamente os que levantaram abrigos nos campos, os que trabalhavam em levantar das ruínas da cidade, e recomendava procissões, penitências, e sobretudo recolhimento e meditação de seis dias nos exercícios de santo Inácio de Loyola. O Marquês de Pombal não era homem que permitisse semelhantes contrariedades. Mandou queimar o folheto pela mão do algoz, e desterrou Malagrida para Setúbal.  O jesuíta imaginava que, com o seu prestígio de taumaturgo, podia lutar contra a vontade do marquês, e parece, que de Setúbal escreveu mais uma carta ameaçadora e por isso Malagrida foi preso, transferido para o colégio da sua ordem em Lisboa, e no dia 11 de Janeiro de 1759, considerado réu de lesa-majestade, sendo transferido para as prisões do Estado. Sendo depois entregue à Inquisição, Malagrida foi condenado à pena de garrote e de fogueira, realizando-se o suplício no Rossio no auto de fé de 21 de Setembro de 1761. As suas cinzas foram espalhadas ao vento.
Auto de Fé

(…) que com baraço e pregão seja levado pelas ruas públicas desta cidade  até à Praça do Rossio e que nela morra morte natural de garrote, e que, depois de morto, seja seu corpo queimado e reduzido a pó e cinza, para que dele e de sua sepultura não haja memória alguma” 
Gabriel_Malagrida.jpg

Malagrida+1.jpg

Primeira página do acordão dos inquisidores no processo contra Gabriel Malagrida.