"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

segunda-feira, 29 de maio de 2017

TJ de São Paulo impede Prefeitura de fazer avaliação de Viciados e NOTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO

Tribunal de Justiça de São Paulo barra abordagem à força de viciados :

Tribunal de Justiça de São Paulo barra abordagem à força de viciados 
O plantão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) derrubou ontem a decisão liminar que autorizava a gestão do prefeito João Doria (PSDB) a remover à força usuários de drogas da Cracolândia para avaliação médica compulsória.

O TJ-SP acolheu recurso da Defensoria Pública e do Ministério Público Estadual (MPE), que destacaram que a ação municipal poderia levar a uma caçada humana. A Prefeitura ainda vai recorrer.

Leia mais:
Demolição de imóveis na Cracolândia, em São Paulo, deixa feridos
Operação prende 38 traficantes na Cracolândia, em São Paulo
Doria pede autorização da Justiça para internar à força dependente em SP


Em seu despacho, o desembargador Reinaldo Miluzzi reafirmou o argumento da Promotoria de que "o pedido da Prefeitura é impreciso, vago e amplo e, portanto, contrasta com os princípios basilares do Estado Democrático de Direito" ao conceder à gestão "carta branca" para eleger quem deveria ser apreendido. O TJ-SP também revogou o sigilo do processo.

A decisão liminar de 1.ª instância que autorizava a Prefeitura a recolher usuários da Cracolândia à força foi proferida na sexta-feira pelo juiz Emílio Migliano Neto, da 7.ª Vara da Fazenda Pública. Com a derrubada da primeira liminar, a autorização judicial para avaliação médica compulsória fica suspensa pelo menos até que a 13.ª Câmara de Direito Público do TJ-SP julgue o mérito da ação.

Para o promotor Arthur Pinto Filho, da área de Saúde Pública, a expectativa é de que, agora, a Prefeitura dê prioridade à implementação do Redenção - projeto para a Cracolândia que vinha sendo pactuado com o MP e outros órgãos parceiros e previa inicialmente abordagens mais focadas no convencimento dos dependentes químicos.

Como mostrou o Estado na quinta-feira, a gestão municipal havia apresentado no dia 15 o documento final do projeto, no qual detalhava medidas diferentes das que foram executadas após a megaoperação policial do dia 21 na Cracolândia.

No eixo Saúde do documento, por exemplo, não havia menção à internação compulsória. Ao contrário, a Prefeitura trazia como um dos objetivos da ação "a redução do risco e da vulnerabilidade em saúde da população, salvaguardando a autonomia, o direito à saúde" e o cadastramento dos usuários "por intermédio de abordagem contínua, de caráter não impositivo".

Reação

No domingo (28) pela manhã, o prefeito João Doria se recusou a falar sobre o assunto. O secretário de Governo, Júlio Semeghini, minimizou o revés sofrido pela gestão na Justiça e disse que o plano municipal para combater a dependência química na região da Cracolândia inclui diversas estratégias de abordagem aos dependentes, não só a compulsória.

– O que estamos fazendo é preparando dois ou três espaços onde essas pessoas possam buscar abrigo à noite ou na hora de uma crise e, nesse momento, aproveitar para fazer a abordagem. Nossa estratégia não é única –, afirmou.

O secretário disse ainda que a suspensão da autorização para avaliação médica forçada "atrapalha nos casos críticos", de pessoas em crise, mas que essa situação é exceção.

Semeghini afirmou ainda que, apesar da decisão desfavorável para a Prefeitura, a gestão manterá os planos de contratar ambulâncias especializadas para remoção forçada de viciados?

– Enquanto vai se discutir o mérito (da ação), temos de estar prontos, com os procedimentos claros, uma infraestrutura preparada e o serviço contratado. Nós vamos deixar tudo pronto porque, se tivermos essa autorização, nós implementaremos imediatamente.




NOTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO: 

Digamos, para efeito de discussão (e exclusivamente para esse efeito) que o Desembargador Miluzzi tivesse razão (e não tem) na sua decisão. Pergunto: qual seria o interesse da Prefeitura em sair recolhendo (ou apreendendo como diz o desembargador), do Centro da Cidade de SP, pessoas sem NENHUMA indicação de avaliação médica expondo-se às consequências legais (se não há indicação) e responsabilidade de atendimento (se houver)?? Aliás, mudo a pergunta: quais são, na opinião do nobre desembargador, as pessoas que vivem pelas ruas das grandes cidades que NÃO precisam de avaliação psiquiátrica? Há, na opinião do douto magistrado, alguém que viva nessa condição que não deva ser avaliado a priori???

para Tânia Costamilan, Marcelo Caixeta, 
Rubens Mazzini e Pamela Simoa.

UMA LIÇÃO PARA VAGABUNDOS PETISTAS QUE INSISTEM EM "DENUNCIAR RACISMO" NO BRASIL


MINO PEDROSA - MPF ATIROU NO QUE VIU E MATOU O QUE NÃO VIU!


26 maio 2017

Enquanto o Ministério Público Federal tentava incriminar o Presidente Michel Temer desde a semana passada, forçando–o a renunciar, a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) não teve a menor dificuldade para descobrir, na análise dos áudios, o verdadeiro caminho da mala de Loures. As imagens divulgadas com autorização do Supremo Tribunal Federal paravam exatamente quando o deputado Rodrigo Santos da Rocha Loures (PMDB-PR) saía da pizzaria nos Jardins, em São Paulo, com a dita mala recheada com R$ 500 mil em propina e entrava em um táxi.
A operação controlada pelo procurador Rodrigo Janot dava a impressão de que o rastreamento parava por ali. Ouvia-se só o áudio dos agentes da PF “segue, segue, segue… perdemos. Se perdemos, paciência”.
Na realidade, a PF omitiu o restante do rastreamento. Só colocou o material nos autos que não foram divulgados. O destino foi a empresa de Loures, na capital paulista, frustrando a operação que esperava que a propina chegasse as mãos do presidente Temer.
Com essa história, o MP atirou no que viu e matou o que não viu. No 4º andar do Palácio do Planalto a equipe que substituiu Eduardo Cunha na arrecadação de propina para abastecer os cofres do PMDB e partidos aliados, trabalhava sob o comando do Presidente. Três operadores, Rodrigo Loures, Tadeu Filippelli e Sandro Mabel, atuavam em varias frentes para abastecer os partidos e manter a estrutura do Governo.

Sandro Mabel, Rodrigo Loures e Tadeu Filippelli
Foi na mansão cinematográfica de Loures, no Lago Sul, em Brasília, alugada do empresário brasiliense Marcelo Cabrera da Silva, que o presidente da JBS gravou o que seria a barganha para a controversa delação premiada diretamente na terceira instância do Judiciário. Joesley Batista precisava de muita munição para garantir sua segurança e não abalar a fortuna da família, e ficar mais rico com a delação. Assim o chefe dos irmãos Batista gravou a conversa e levou de prêmio a descrição animada e orgulhosa da mansão do deputado que não tinha a menor ideia que estava sendo gravado. Depois da abertura gloriosa da casa, Joesley foi ao banheiro e ajustou o gravador para registrar a conversa encaminhada por Temer sobre as demandas do grupo JBS.

Mansão de Rodrigo Loures, onde Joesley Batista gravou conversas com o deputado.
A mansão hollywoodiana, segundo fontes, é alugada por R$ 35 mil ao mês sem contrato e pagamento em dinheiro. Coincidentemente, este é o mesmo valor retirado da mala de propina, que foi depositado ontem, em conta judicial do STF; o que descaracteriza a contagem das cédulas numeradas pela PF.
Outra coincidência é que o dono da mansão Marcelo Cabrera é sócio do filho de Tadeu Filippelli, Bruno Filippelli, e do filho do senador Edson Lobão, Edson Lobão Filho.  Somado a isso, o lobista e guardião da mala de R$ 500 mil em propina Rogério Rocha Loures, primo do deputado, é o operador, sem mandato, da organização com vários tentáculos.

Operador Rogério Loures











Rogério tem trânsito livre com o ex-presidente Lula, Antonio Palocci e o ministro da Saúde Ricardo Barros do Partido Progressista. Com esse esquema fica desenhado e vem â luz o caminho da propina e as identidades dos operadores da Orcrim substitutos de Cunha. O grupo fazia o que Cunha fez sozinho durante anos, por isso os rastros apareceram.
Tadeu Filippelli foi preso esta semana por um dos desdobramentos da Operação Lava Jato. Sandro Mabel pediu demissão e pretende morar no exterior com a família. Rodrigo Loures sustenta a cara de bom moço, mas está com o mandato suspenso e na mira do MPF. Temer, na corda bamba, tenta se equilibrar a cada dia. No momento, o desafio é quem vai fazer parte do núcleo de operadores do 4º andar do Palácio do Planalto, enquanto Palocci, Cunha e Lúcio Funaro ensaiam uma delação premiada.
Em tempo: a grande falha de Rodrigo Janot  foi a precipitação em oferecer a delação premiada aos irmãos Batista em troca de provas concretas que incriminassem o presidente Michel Temer. Se os empresários do grupo JBS fizessem o caminho normal que todos os outros delatores da Lava Jato percorreram, o resultado teria sido muito melhor para o país e nem tanto para os delatores. Enfrentar a força tarefa da Lava Jato e o martelo do juiz Sergio Moro seriam outros quinhentos.
 
 

PUBLICIDADE

Anuncie Aqui

Danilo Gentili envia resposta para Maria do Rosário

Notificado por deputada, Danilo Gentili rasgadocumento

Notificado por deputada, Danilo Gentili rasga
documento
:

Afeito a comprar brigas nas redes sociais, Danilo Gentili publicou um vídeo em sua página no Facebook em que aparece rasgando uma notificação extrajudicial enviado a ele pela deputada federal Maria do Rosário (PT-RS). No clipe, ele rasga o documento e depois o esfrega em suas partes íntimas. Em seguida, ele o envia de volta à deputada. “Para a Maria do Rosário e para qualquer outro deputado de qualquer outro partido, eu pago o seu salário. Então eu decido se você cala ou não a boca, nunca o contrário”, diz o apresentador do SBT ao final do vídeo.

Procurada por VEJA, a assessoria de comunicação de Maria do Rosário afirma que a notificação pedia que Gentili excluísse de seu perfil no Twitter algumas mensagens em que o apresentador cita a deputada, chamando-a de “falsa”, “cínica” e “nojenta”. Após a repercussão do vídeo do humorista, Maria do Rosário afirmou em seu perfil no Twitter: “Sofri outro ataque daquele que se diz comediante. Comprova viés machista e autoritário. Criminoso vai responder à Justiça. E assim será”. A assessoria da deputada não soube informar quais medidas ela tomará contra Gentili.

O comediante respondeu, também no Twitter. “Mas vai pagar o seu advogado com o dinheiro da empreiteira Engevix ou vai usar o meu próprio dinheiro que paga o seu salário?”, escreveu. Procurado, o advogado do apresentador, Gustavo de Castro Afonso, afirmou que ainda não tinha conhecimento da notificação e que não poderia comentar o assunto.

Anexos originais:
entretenimento-programas-de-tv-20140310-010.jpg&w=676

Danilo Gentili recebe notificação, esfrega em suas partes íntimas e envia de volta a deputada

Danilo Gentili recebe notificação, esfrega em suas partes íntimas e envia de volta a deputada:



1496088886724.jpg


'Eu que decido se você cala a boca, nunca o contrário', disse o humorista para Maria do Rosário


CLUBE MILITAR.MARÇO DE 2009 - EM MEMÓRIA DAQUELES QUE PERDERAM SUAS VIDAS ASSASSINADOS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA NAS DÉCADAS DE 1960 E 70


NÃO SE MEXE EM "TIME QUE ESTÁ ROUBANDO" - Brasil fecha envio de mais 950 médicos cubanos


Brasil fecha envio de mais 950 médicos cubanos:

Governo de Ladrões Alfabetizados do PMDB mantém tática de vagabundos petistas com escravos cubanos e continua enganando pacientes brasileiros! 

Brasil fecha envio de mais 950 médicos cubanos

Estadão Conteúdo26.05.17 - 08h56

Cerca de 950 profissionais cubanos desembarcam no Brasil até o fim de junho para trabalhar no Mais Médicos. O grupo deve vir acompanhado de outros 300 que já atuavam no programa e haviam retornado temporariamente – para passar férias ou para renovar documentos. O desembarque sela o entendimento entre governo brasileiro e cubano, depois de um impasse que durou cerca de um mês.

Em abril, Cuba havia suspendido o envio de profissionais ao programa, em reação ao aumento expressivo de médicos que, chamados de volta pelo país, entraram na Justiça e obtiveram o direito de continuar no Mais Médicos. Foram ao menos cem profissionais com liminares.

Em uma reunião realizada há duas semanas, Cuba e Brasil entraram em acordo. O governo brasileiro informou que passaria a punir prefeituras que incentivassem cubanos a ingressar com ações na Justiça para permanecer no País. Além disso, abriu a possibilidade de Cuba negociar diretamente com prefeituras para enviar novos profissionais, desde que elas arcassem com o pagamento dos salários, em uma espécie de programa paralelo do Mais Médicos. Algo atrativo para o governo cubano, pois significa a possibilidade de expansão dos convênios e, consequentemente, de receitas.

Por causa do impasse dos meses anteriores, há o risco de o cronograma ser mais lento do que o inicialmente previsto – com a possibilidade de algumas cidades serem prejudicadas. Mas o objetivo é de que todas as vagas sejam respostas.

Críticas

Desde que assumiu a pasta, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, mostrou a intenção de reduzir a participação de cubanos no Mais Médicos. O ministro deixou claro que a atuação de estrangeiros ficaria restrita a áreas consideradas pouco atrativas para brasileiros, como distritos de saúde indígena.

Dentro da pasta, no entanto, é certo que a velocidade para substituição de cubanos por médicos brasileiros tem de ser controlada para evitar vazios assistenciais. Embora a resistência de profissionais brasileiros ao Mais Médicos tenha caído de forma expressiva, quando comparada aos primeiros meses do programa, há ainda um problema grave – os altos índices de desistência, uma dificuldade que não ocorre com cubanos. 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

ANTAGONISTA - ABOMINÁVEL AÉCIO DAS NEVES DIZ QUE JOELVIS & JOPRESLEY ESTÃO MENTINDO

Nota de Aécio: "Joesley e Saud mentiram"



A assessoria de Aécio Neves enviou a seguinte nota:
"O senador Aécio Neves lamenta que declarações dadas pelos delatores da JBS sem qualquer tipo de prova tenham credibilidade e reitera que Joesley e Saud mentiram nas delações premiadas.
Todos os recursos da JBS recebidos pela campanha presidencial de Aécio Neves foram doações oficiais e não envolveram qualquer tipo de contrapartida ou uso de dinheiro público.
Um total de R$ 50,2 milhões foram doados pela empresa ao comitê financeiro nacional e à Direção Nacional do PSDB. Desse total, R$ 30,44 milhões foram repassados à campanha presidencial e encontram-se devidamente registrados na prestação de contas do partido junto ao TSE.
Outros R$ 6,3 milhões foram doações da JBS feitas a diretórios regionais e candidatos estaduais do PSDB e R$ 4 milhões doados ao partido no período pré-eleitoral, totalizando R$ 60,5 milhões em doações devidamente declaradas à Justiça Eleitoral.
Quanto a doações para outras legendas, o senador não possui informações.

Sergio Moro será julgado nesta semana no CNJ por divulgação das conversas de Lula

Sergio Moro será julgado nesta semana no CNJ por divulgação das conversas de Lula:



moro-cnj.png
Imagem: Montagem Ilustrativa
O plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai julgar nesta terça-feira (30) duas reclamações disciplinares contra o juiz federal Sergio Moro, responsável por conduzir as investigações da Lava Jato no Paraná. As duas reclamações são referentes a divulgação pelo magistrado de gravações de conversas interceptadas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com outras autoridades.
Mais informações »


VAGABUNDO PETISTA RECEBE RESPOSTA DEVASTADORA EM REDE SOCIAL


DIA DA INFÂMIA

Segundo depoimento de MÔNICA MOURA , mulher do marqueteiro JOÃO SANTANA, o endereço eletrônico “ iolanda2606@gmail.com” foi criado para manter contatos secretos com a ex- presidente DILMA ROUSSEF. Destaco, a seguir , parte de sua estarrecedora delação: “ (sic) “Mônica: … Aí botamos um nome, Iolanda, um número, 2606, e uma coisa qualquer. E criamos uma senha que era, na época… Não lembro. Não sei o quê 47, que era o ano que ela nasceu,.”

Como sabemos, a ex-presidente, no passado , integrou a organização radical de esquerda, VAR- PALMARES , criada em julho de 1969, como resultado da união de outras duas : COLINA e VPR. A última, Vanguarda Popular Revolucionária , foi a responsável pelo brutal assassinato do soldado MARIO KOZEL FILHO, sentinela do QG do II Exército, em São Paulo, no dia 26 de junho de 1968, na época em que cumpria o Serviço Militar Obrigatório. O objetivo dos fanáticos militantes era implantar no país uma ditadura do proletariado ao estilo soviético.

Para tal, em ações planejadas , assassinaram inocentes sem medir consequências, de maneira idêntica ao que ocorreu no recente atentado no estádio do Clube MANCHESTER, na Inglaterra, onde foram mortas e feridas inúmeras pessoas, muitas delas crianças na tenra idade; ações violentas que retratam com nitidez o macabro passivo da barbárie. Ontem , como hoje, esses gestos tresloucados, praticados por terroristas religiosos ou políticos, merecem o repúdio do mundo civilizado.

O breve relato mostra bem a infeliz escolha ( um deboche ) do nome e da data do meio de correspondência utilizado pelo casal de marqueteiros para comunicar-se, clandestinamente, com a ex-presidente ; uma afronta aos familiares do soldado morto e aos militares atingidos pelo repugnante atentado terrorista. Quanta ignomínia , quanto ódio e ressentimento! Essa data não pode e não deve ser olvidada, pelos soldados de ontem e de hoje.

Encerro informando aos leitores que a ideia de escrever este artigo, foi uma sugestão de um colega de profissão ; por julgá-la pertinente e oportuna, concito a todos os irmãos-de-armas, a instituirmos , sem cerimônias oficiais ou autorização de qualquer natureza , que o 26 de Junho, passe a ser conhecido como : O DIA DA INFÂMIA. Com este simples gesto , estaremos lembrando e prestando justa homenagem àqueles que perderam suas preciosas vidas, vítimas de ações terroristas perpetradas por adeptos do maldito credo.

Porto Alegre, 26 de maio de 2017

CARLOS AUGUSTO FERNANDES DOS SANTOS- Militar Reformado

Troca de ministro gera preocupação e incerteza, diz associação dos delegados federais

Troca de ministro gera preocupação e incerteza, diz associação dos delegados federais:





ABr
“Eu vou avaliar", diz novo ministro sobre eventual mudança na direção-geral da PF
A troca no comando do Ministério da Justiça incomoda os delegados da Polícia Federal, que temem que o novo titular, Torquato Jardim, interfira nos trabalhos da instituição. Em nota, a Associação Nacional dos Delegados Federais (ADPF) diz que foi pega de surpresa com a mudança na pasta e que desconhece qualquer proposta de Jardim para a área.


“É natural que qualquer mudança no comando do Ministério da Justiça gera preocupação e incerteza sobre a possibilidade de interferências no trabalho realizado pela Polícia Federal”, afirma o presidente da associação, Carlos Eduardo Sobral.

A entidade defende a aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC 412/2009) em discussão no Congresso que garante a autonomia funcional, administrativa e orçamentária à Polícia Federal. O texto prevê, entre outras coisas, mandato para o diretor-geral da Polícia Federal, blindando o comando da instituição de interferências políticas. A PF tem reclamado do corte de verbas para suas operações policiais.

O presidente Michel Temer “inverteu” os ministros da Justiça e da Transparência nesse domingo. Osmar Serraglio vai para a segunda pasta, no lugar de Torquato Jardim, que assume o cargo que era do deputado paranaense. Com a troca, o governo garante a continuidade do foro privilegiado para o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), flagrado recebendo uma mala com R$ 500 mil da JBS e apontado como intermediário de Temer nas transações com o empresário Joesley Batista, conforme delação premiada.

Ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral e advogado com trânsito em todos os tribunais superiores, Torquato Jardim já fez diversas críticas à Lava Jato e diz não ver qualquer motivo para que Temer não conclua o seu mandato.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, Torquato Jardim não descartou a possibilidade de trocar o comando da PF. “Eu vou avaliar. Vou ouvir a recomendação do presidente, de outras personalidades que conhecem o assunto, fazer o meu próprio juízo de valor e decidir. Não vou me precipitar nem antecipar nada.”

Veja a íntegra da nota da ADPF:

“A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), vem a público demonstrar preocupação com a notícia da substituição, neste domingo, dia 28, do Ministro Osmar Serraglio pelo Ministro Torquato Jardim para ocupar o cargo de ministro da Justiça.

Os Delegados de Policia Federal foram surpreendidos com a notícia da substituição, até mesmo porque desconhecem qualquer proposta de Torquato Jardim para a pasta. É natural que qualquer mudança no comando do Ministério da Justiça gera preocupação e incerteza sobre a possibilidade de interferências no trabalho realizado pela Polícia Federal.

Para resolver esta situação e evitar dúvidas, é fundamental que seja logo aprovada, no Congresso Nacional, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 412/2009, que garante a autonomia funcional, administrativa e orçamentária à Polícia Federal.

Além da autonomia, também é essencial que seja instituído o mandato para diretor geral da PF, de modo que mudanças de governo ou de governantes não reflitam em interferências políticas, cortes de recursos e de investimentos que prejudiquem as ações da Polícia Federal.

Carlos Eduardo Sobral
Presidente da Associação Nacional dos Delegados de Policia Federal – ADPF”

Temer tira Osmar Serraglio da Justiça; Torquato Jardim assume ministério

Existe "risco real" de interferência na Polícia Federal, avalia presidente de associação de delegados

Existe "risco real" de interferência na Polícia Federal, avalia presidente de associação de delegados:

Existe
Presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), o delegado Carlos Eduardo Sobral disse, em entrevista ao Timeline, da Rádio Gaúcha, na manhã desta segunda-feira (29), que a PF recebeu com surpresa a troca do comando do Ministério da Justiça . Como o órgão, agora liderado por Torquato Jardim, é responsável por nomear os gestores e determinar o orçamento da corporação, ele avalia que há "risco real" de interferência no trabalho de investigação.

— Com crise política e instabilidade, atos insensatos passam a ser possíveis. Vamos redobrar a atenção. O cenário é de alerta. Existe risco real, ninguém pode negar — afirmou.

Escute a íntegra da entrevista:

Leia mais:
Temer troca Serraglio por Torquato Jardim no Ministério da Justiça
Crítico da Lava-Jato, novo ministro da Justiça vai "avaliar" mudanças na PF
Torquato Jardim já defendeu tese contrária à linha de defesa de Temer no TSE

Sobral ainda comentou o vazamento de diálogos, que apontavam a escolha de "um nome forte e com coragem" para interferir na PF, cujo foco tem sido o combate à corrupção. Por isso, defendeu que seja dada autonomia à instituição.

— Os potenciais meios de intervenção são imensos em função dessa falta de autonomia — disse, defendendo a PEC 412, uma lei complementar que prevê normas para que a corporação tenha autonomia funcional, administrativa e orçamentária.

O presidente da ADPF ainda comentou a entrevista dada pelo novo ministro à Folha de S.Paulo . Disse que viu com "tristeza" o fato de Torquato ter dito desconhecer o trabalho da PF e de que vai "avaliar" mudanças no comando da Polícia Federal.

A associação divulgou uma nota, em que reforça a preocupação com a noemação do ministro; leia a íntegra:

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) vem a público demonstrar preocupação com a notícia da substituição, neste domingo, dia 28, do Ministro Osmar Serraglio pelo Ministro Torquato Jardim para ocupar o cargo de ministro da Justiça.

Os Delegados de Policia Federal foram surpreendidos com a notícia da substituição, até mesmo porque desconhecem qualquer proposta de Torquato Jardim para a pasta. É natural que qualquer mudança no comando do Ministério da Justiça gere preocupação e incerteza sobre a possibilidade de interferências no trabalho realizado pela Polícia Federal. Para resolver esta situação e evitar dúvidas, é fundamental que seja logo aprovada, no Congresso Nacional, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 412/2009, que garante a autonomia funcional, administrativa e orçamentária à Polícia Federal.

Além da autonomia, também é essencial que seja instituído o mandato para Diretor-geral da PF, de modo que mudanças de governo ou de governantes não reflitam em interferências políticas, cortes de recursos e de investimentos que prejudiquem as ações da Polícia Federal.

Carlos Eduardo Sobral
Presidente da Associação Nacional dos Delegados de Policia Federal - ADPF


Anexos originais:


Família dos irmãos Batista enfrenta indignação do povo e é hostilizada

Família dos irmãos Batista enfrenta indignação do povo e é hostilizada:



lm_7904.jpg
Imagem: Leandro Martins/Veja SP
A delação de Wesley e Joesley Batista, do grupo JBS, trouxe o caos político ao país e alguns efeitos colaterais familiares.
Mais informações »


EDITORIAL DO ESTADÃO - O AUTOR DA CRISE


O Estado de S. Paulo

29 Maio 2017 | 05h00

A escassez de lideranças políticas no Brasil é tão grave que permite que alguém como o chefão petista Lula da Silva ainda apareça como um candidato viável à Presidência da República, mesmo sendo ele o responsável direto, em todos os aspectos, pela devastadora crise que o País atravessa.

A esta altura, já deveria estar claro para todos que a passagem de Lula pelo poder, seja pessoalmente, seja por meio de sua criatura desengonçada, Dilma Rousseff, ao longo de penosos 13 anos, deixou um rastro de destruição econômica, política e moral sem paralelo em nossa história. Mesmo assim, para pasmo dos que não estão hipnotizados pelo escancarado populismo lulopetista, o demiurgo de Garanhuns não só se apresenta novamente como postulante ao Palácio do Planalto, como saiu a dizer que “o PT mostrou como se faz para tirar o País da crise” e que, “se a elite não tem condição de consertar esse País, nós temos”. Para coroar o cinismo, Lula também disse que “hoje o PT pode inclusive ensinar a combater a corrupção”. Só se for fazendo engenharia reversa.

Não é possível que a sociedade civil continue inerte diante de tamanho descaramento. Lula não pode continuar, sem ser contestado, a se oferecer como remédio para o mal que ele mesmo causou.

Tudo o que de ruim se passa no Brasil converge para Lula, o cérebro por trás do descomunal esquema de corrupção que assaltou a Petrobrás, que loteou o BNDES para empresários camaradas, que desfalcou os fundos de pensão das estatais, que despejou bilhões em obras superfaturadas que muitas vezes nem saíram do papel e que abastardou a política parlamentar com pagamentos em dinheiro feitos em quartos de hotel em Brasília.

Lula também é o cérebro por trás da adulteração da democracia ocorrida na eleição de 2014, vencida por Dilma Rousseff à base de dinheiro desviado de estatais e de golpes abaixo da linha da cintura na campanha, dividindo o País em “nós” e “eles”. Lula tem de ser igualmente responsabilizado pela catastrófica administração de Dilma, uma amadora que nos legou dois anos de recessão, a destruição do mercado de trabalho, a redução da renda, a ruína da imagem do Brasil no exterior e a perda de confiança dos brasileiros em geral no futuro do País.

Não bastasse essa extensa folha corrida, Lula é também o responsável pelo tumulto que o atual governo enfrenta, ao soltar seus mastins tanto para obstruir os trabalhos do Congresso na base até mesmo da violência física, impedindo-o de votar medidas importantes para o País, como para estimular confrontos com as forças de segurança em manifestações, com o objetivo de provocar a reação policial e, assim, transformar baderneiros em “vítimas da repressão”. Enquanto isso, os lulopetistas saem a vociferar por aí que o presidente Michel Temer foi “autoritário” ao convocar as Forças Armadas para garantir a segurança de Ministérios incendiados por essa turba. Houve até mesmo quem acusasse Temer de pretender restabelecer a ditadura.

Para Lula, tudo é mero cálculo político, ainda que, na sua matemática destrutiva, o País seja o grande prejudicado. Sua estratégia nefasta envenena o debate político, conduzindo-o para a demagogia barata, a irresponsabilidade e o açodamento. No momento em que o País tinha de estar inteiramente dedicado à discussão adulta de saídas para a crise, Lula empesteia o ambiente com suas lorotas caça-votos. “O PT ensinou como faz: é só criar milhões de empregos e aumentar salários”, discursou ele há alguns dias, em recente evento de sua campanha eleitoral fora de hora. Em outra oportunidade, jactou-se: “Se tem uma coisa que eu sei fazer na vida é cuidar das pessoas mais humildes, é incluir o pobre no Orçamento”. Para ele, o governo de Michel Temer “está destruindo a vida do brasileiro”, pois “a renda está caindo, não tem emprego e, o que é pior, o povo não tem esperança”.

É esse homem que, ademais de ter seis inquéritos policiais nas costas, pretende voltar a governar o Brasil. Que Deus – ou a Justiça – nos livre de tamanha desgraça. 

(Editorial do Estadão, "O autor da crise").

POLÍBIO BRAGA - Artigo, Marcelo Aiquel - Cracolândias - chega de hipocrisia


Artigo, Marcelo Aiquel - Cracolândias - chega de hipocrisia:

Recebi de um amigo médico (e ótimo profissional) o relato abaixo, que merece ser lido:

“Há algum tempo, atendi uma paciente que foi resgatada à força pela família, da Cracolândia em SP. Estava pesando 34 kg, tendo 1m e 67 cm de altura. Estava com sífilis, AIDS e foi a tuberculose mais extensa que vi na vida. Pra se ter ideia, nem em foto de livro vi nada igual. Contou-me que vivia há 2 anos lá. Fazia sexo com até 20 desconhecidos por noite ao preço de 5 reais, para consumir tudo no mesmo dia, fumando pedra. Perdeu família, emprego, dignidade e a razão.

(...)

Escrito por Adriana Lisboa, médica em Santa Catarina

E usarei o triste e duro depoimento/desabafo desta médica catarinense para embasar o meu artigo de hoje, que é quase um grito contra a hipocrisia daqueles que se utilizam dos pobres doentes e drogados para ganharem mais espaço numa mídia desleal, desonesta, parcial e muito tendenciosa.

Posso elencar, entre “aqueles hipócritas de plantão”, além dos canalhas políticos que buscam os holofotes a qualquer custo, a nossa principal emissora de TV, a Vênus Platinada, como é conhecida a Globo.

CLIQUE AQUI para ler mais.

Arte da Guerra ou Ciência da Guerra

Arte da Guerra ou Ciência da Guerra:



Bandeira.jpg

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

O livro “Da Guerra”, de Carl Von Clausewitz, editado no Brasil pela Editora Martins Fontes, foi prefaciado por Anatole Rapoport. Carl Von Clausewitz, escritor e soldado prussiano, nasceu em 1780. Após servir na Campanha do Reno, de 1793 a 1794, entrou para a Academia de Berlim em 1801, onde estudou Kant. Aí atraiu a atenção de Scharnhorst, a quem, mais tarde, ajudou a reformar o Exército Prussiano.

Foi  capturado na campanha de Iena e, durante o período em que serviu aos russos, desempenhou um papel importante nas campanhas de Moscou de 1812 e 1813. Ao ser reintegrado ao Exército Prussiano tornou-se chefe do Estado-Maior do Corpo Militar de Thielmann’s, em Ligny. De 1818 a 1830 foi diretor da Academia Militar de Berlim. Era mais um filósofo do que soldado, e a sua fama perdura no livro Da Guerra, que foi publicado postumamente por sua mulher, em 1832. Clasewitz morreu em 1831.
    
Já, Anatole Rapoport nasceu em Lozovaya, Rússia, em 1911. Partiu para os EUA em 1922 onde, após ter estudado Música, se formou em Matemática pela Universidade de Chicago, em 1941. Professor de Biologia Matemática e pesquisador do Instituto de Pesquisas de Saúde Mental na Universidade de Michigan, desde 1955 foi autor de diversas obras, escritas entre 1955 e 1966.
            __________________________
Não existe unanimidade na utilização dos termos PODER, SABER e CIÊNCIA, quando se trata de conduzir a um saber; arte,quando o objetivo consiste em Poder.

Por mais simples que isso pareça, não existe ainda indício de se ter fixado a escolha do termo, nem em saber em que razões fundamentar essa escolha. Já tivemos ocasião de dier que SABER é uma coisa e PODER é outra. As duas coisas são tão diferentes que não se deveria sequer arriscar a confundi-las. O que se pode fazer, para dizer a verdade, não poderia figurar em um livro; assim também a palavra “arte” nunca deveria ter sido o título de um livro.

Mas como ganhamos o hábito de resumir os conhecimentos necessários ao exercício de uma arte – conhecimentos que, isoladamente, podem constituir ciências completas – sob a designação de tratado teórico de arte, é lógico manter esse motivo de divisão e de dominar arte tudo o que visa um poder criador; a arte arquitectural, por exemplo, e ciência tudo o que só implica um saber, como as matemáticas e a astronomia.
Que toda a teoria da arte possa incluir ciências específicas completas, isso é um fato evidente e não deveria induzir-nos em erro. É, no entanto, necessário observar que não existe nenhum saber que a arte esteja excluída; em matemáticas, por exemplo, a aritmética e a álgebra são artes, mas isso não esgota a questão. A razão éa seguinte: por mais sensível e grosseira que seja a diferença que existe entre SABER e PODER, no seio das categorias complexas que constituem os conhecimentos humanos, no homem, em si mesmo, é difícil de lhe traçar a linha de demarcação perfeita.
Dificuldade de separar o entendimento e o juízo (arte da guerra)
Efetivamente, todo ato de pensamento é uma arte. A arte começa onde o lógico traça um risco, onde cessam as premissas que são um resultado do entendimento, para dar lugar ao juízo, por conseqüência, uma arte e, afinal de contas, um conhecimento adquirido através dos sentidos, também são arte, sem dúvida. Em suma, se um ser humano dotado da faculdade de conhecimento, mas que careça da faculdade de ajuizar é tão inconcebível como o caso contrário, a arte e o saber também não podem estar perfeitamente separados uma da outra. Quanto mais incorporados aparecem esses sutis elementos do saber nas formas do mundo exterior, tanto mais separados se nos apresentam seus reinos. Mais uma vez o domínio da criação e da produção é o domínio da arte, mas, quando se visam a investigação ou o saber, é a ciência que é soberana. De tudo isso se deduz que é mais justo dizer arte da guerra do que ciência da guerra.
Estas indicações bastarão para determinar concepções das quais não nos poderíamos privar. Mas não hesitaremos em afirmar que a guerra não é uma arte e nem uma ciência, no verdadeiro sentido do termo, e é justamente partindo dessa base que se comete um erro ao assimilar a guerra a outras artes ou a outras ciências, o que dá lugar a uma quantidade enorme de falsas analogias.
Outrora, já existiu esse pressentimento, e daí a afirmação de que a guerra um ofício, mas ficou-se mais a perder  com isso do que a ganhar, pois um ofício mais não é, ainda, do que uma arte de ordem inferior e, como tal, submetida a leis mais estritas e mais rígidas. De fato, a arte da guerra, durante certo tempo, na época dos condottieri, evoluiu dentro do conceito de ofício. Mas tal orientação foi adotada por razões exteriores e não internas, e a história militar mostra quão pouco natural e satisfatória essa orientação se demonstrou.
A guerra é uma forma de relações humanas
Afirmamos, pois, que a guerra não pertence ao domínio das artes e das ciências, mas sim ao da existência social. Ela constitui um conflito de grandes interesses, solucionado através do sangue, e é só por isso que difere dos outros conflitos. Seria melhor compará-la, mais do que qualquer arte, ao comércio, que também é um conflito de interesses e de atividades humanas; assemelha-se mais ainda à política, a qual, por sua vez, pode ser considerada, pelo menos em parte, como uma espécie de comércio em grande escala. Além disso, a política é a matriz na qual a guerra se desenvolve; os seus contornos, já formados de um modo rudimentar, escondem-se nela assim como  as propriedades dos seres vivos nos seus embriões.
Diferença
A diferença essencial reside no fato de que não é uma atividade da vontade, aplicada a uma matéria inerte, como é o caso das artes mecânicas, nem à matéria viva, mas sim passiva e submissa, como é o caso da sensibilidade e do espírito humano aplicados às belas-artes, mas a um objeto que vive e reage. É impressionante verificar como os esquemas ideológicos das artes e das ciências se adaptam tão mal a esse atividade, e do mesmo modo se compreende como a busca e o desejo constante de leis análogas às que se podem extrair do mundo dos corpos inertes não deixaram de ar origem a incessantes erros. E, no entanto, foi precisamente às artes mecânicas que se quis assimilar a arte da guerra. Estava fora de questão a imitação das belas-artes por estas mesmas estarem demasiado desprovidas de leis e de regras: aquelas, que se tentou aplicar, revelaram-se sempre insuficientes e coxas, e foram incessantemente minadas e destruídas pelas correntes de opinião, de sentimentos e de costumes.
Será que o conflito do elemento vivo, como o que vê constituir e resolver na guerra, está submetido a leis gerais e será que estas podem fornecer uma regra de conduta útil à ação? É o que esta obra, em parte, se propõe a examinar. Uma coisa é evidente: é que este problema, como qualquer outro, que não ultrapasse as nossas faculdades de compreensão, pode ser elucidado, e mais ou menos enunciado. na sua coesão interna, através da investigação mental. Isso basta para justificar uma teoria.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.


Empregados dos hospitais federais Conceição e Clínicas estão em greve geral

Empregados dos hospitais federais Conceição e Clínicas estão em greve geral: Os trabalhadores dos hospitais estatais federais Conceição e Clínicas, Porto Alegre, entraram em greve esta manhã. Eles se queixam de arrocho salarial.

Os dois hospitais são os maiores do RS e nos quais o atendimento é gratuito para as pessoas mais pobres.

Só as emergências funcionam.


'As maquinações contra a Lava Jato não estão apenas no Congresso, mas se infiltraram no Supremo', diz editorial de O Globo sobre postura de Gilmar Mendes

'As maquinações contra a Lava Jato não estão apenas no Congresso, mas se infiltraram no Supremo', diz editorial de O Globo sobre postura de Gilmar Mendes:



gilmar-mendes-infiltracao.png
Imagem: Montagem Ilustrativa / Folha Política
O jornal O Globo publicou um contundente editorial a respeito da conjuntura política nacional. Abordando os riscos para a Operação Lava Jato diante dos conluios políticos, a publicação alerta para a "infiltração" no STF. Leia abaixo:
Mais informações »


29 de Maio de 1453: Queda de Constantinopla marca o fim da Idade Média

29 de Maio de 1453: Queda de Constantinopla marca o fim da Idade Média:

A data de 29 de maio de 1453 figura tradicionalmente entre as datas-chave da História. Nesse dia, Constantinopla cai nas mãos do sultão otomano Maomé II. A cidade, vestígio do Império Romano do Oriente e do Império Bizantino, era a última depositária da Antiguidade Clássica, além de muralha da cristandade ante a pressão do Islão.

A sua queda provocou forte comoção em toda a cristandade e consagra o surgimento de uma nova era histórica.

A capital do Império Bizantino já havia sido cercada duas vezes pelas frotas muçulmanas. O primeiro cerco durou cinco anos de 673 a 677; o segundo, um ano somente, em 717.

Nos dois episódios, os árabes foram repelidos graças a uma arma secreta dos bizantinos : o fogo grego. Tratava-se de uma mistura misteriosa de salitre, betume e enxofre que possuía a particularidade de queimar mesmo sob a água. Propelida em direcção às embarcações inimigas, permitia incendiá-las de um só golpe. Apesar disto, os bizantinos perderam ao longo dos séculos a sua superioridade bélica.


A queda da "Nova Roma" tornou-se inadiável quando novos invasores vindos da Ásia, os turcos otomanos, atravessaram o Estreito do Bósforo. Tomaram a maior parte dos Balcãs e instalaram a sua capital em Adrianópolis, cerca de Constantinopla. Isolando esta cidade, impediram qualquer apoio das nações ocidentais.

A partir do século XIV, as vitórias dos turcos no Kosovo e Nicópolis sobre os cristãos prenunciavam a queda iminente de Constantinopla.
A cidade de Constantino I, em meados do século XIV, era um pequeno Estado relacionado com os mercados do Extremo Oriente, porém em benefício dos mercadores de Veneza e Génova que negociavam com a seda chinesa por eles trazida.

Em 1451, Maomé II sucede a seu pai, Murad II, à frente do Império Otomano. Nascido de mãe escrava e cristã, o novo sultão, de 19 anos, decide acabar com Constantinopla.

Envia, em Julho de 1452, uma declaração de guerra ao imperador bizantino. Dois meses mais tarde, desencadeia as hostilidades testando as muralhas da cidade com 50 mil homens. O cerco começa em Abril de 1453 com 150 mil homens e uma poderosa frota. Os bizantinos só dispunham de sete mil soldados gregos e um destacamento de 700 genoveses sob o comando de Giovanni Longo, além de 40 navios.

O imperador Constantino XI envia emissários, disfarçados de turcos, que se infiltraram entre os navios e chegaram a Veneza. A Sereníssima República logo arma 10 embarcações para socorrer os seus tradicionais aliados. Porém, a ausência de vento e a pouca pressa dos venezianos não permitiram chegar a tempo para salvar Constantinopla.

Diante do tríplice anel de muralhas, Maomé II recorre a todos os seus recursos de artilharia. Durante semanas, sem trégua, arremessam  projécteis com as suas bombardas. Dispunha também de uma bombarda especial, a “Real” que, montada sobre um impressionante castelo de madeira e manobrada por um milhar de homens, atirava sobre a cidade enormes pedras pesando até 700 quilos.


  
A frota do sultão cerca a cidade pelo Bósforo e o mar de Mármara mas não consegue entrar no canal do Corno de Ouro que fecha a cidade pelo leste, protegida por uma cadeia de montes que interdita o acesso.

Em desespero de causa, Maomé II faz construir sobre a Colina de Gálata, da margem do Bósforo à margem do Corno de Ouro, uma pista de madeira de 4,5 quilómetros que permitiu a chegada dos soldados até à borda do Corno de Ouro.

No dia 28 de Maio, os arautos do sultão anunciam a batalha decisiva. Na alvorada de 29, dezenas de milhares de ansiosos soldados invadem a cidade. Diante da Basílica de Santa Sofia, o imperador Constantino XI, de armas na mão, morre no meio dos seus soldados. Ao meio-dia o sultão entra triunfalmente na cidade.Os combates fizeram pelo menos quatro mil mortos.
Maomét II, que se dispunha a fazer de Constantinopla a capital e conservar a sua grandeza, fez chegar à cidade habitantes de todo o Império a fim de assegurar o seu antigo esplendor. Logo mudou a capital de Adrianópolis para Constantinopla, em seguida rebaptizada de Istambul.
A cidade atingiria o seu apogeu sob o reinado de Solimão, “o Magnífico”, e até o fim do Império Otomano manteria uma população maioritariamente cristã.
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)




Maomé II com o exército otomano em marcha desde Edirne, transportando a grande bombarda -Fausto Zonaro

Conquest_of_Constantinople%2C_Zonaro.jpg

O Cerco de Constantinopla


Constantinople 1453.jpg

As Muralhas de Constantinopla

Constantinoplewalls2.jpg




MP ajuíza ação e pede demissão de diretor do Grupo Hospitalar Conceição



Depois da negativa do conselho de administração do Grupo Hospitalar Conceição em seguir recomendação e exonerar o diretor administrativo-financeiro, Ibanez Ferreira Filter, o Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul ajuizou ação civil pública contra a União para garantir a demissão.

O grupo, considerado uma empresa estatal, é administrado e tem como acionista controlador o governo federal.


Leia mais:

Ministério Público recomenda exoneração de diretor do Conceição 

Grupo Conceição responde ao Ministério Público e se recusa a demitir diretor


Para o MPF, Ibanez não atende os requisitos de experiência profissional e formação acadêmica, além de não estar enquadrado nos casos de vedação à indicação. Em recomendação encaminhada há alguns dias ao conselho de administração, o procurador da República Mauro Cichowski dos Santos, embasado na lei das estatais promulgada por Michel Temer no ano passado, informava que a graduação em Jornalismo e a pós-graduação em Direito Político concluídas pelo diretor não eram compatíveis com as atividades que desempenhava no hospital. De acordo com o documento, as experiências profissionais declaradas pelo diretor também não o habilitam para a função.

A lei das estatais pode ser lida na íntegra  aqui .

Em resposta ao MPF, o presidente do conselho recusou-se a demitir o funcionário. O GHC informou que, ao contrário do entendimento do procurador, Ibanez atende a todos os requisitos para o cargo.

Ibanez é indicação política do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. Também é ex-assessor parlamentar de Padilha enquanto deputado federal.

domingo, 28 de maio de 2017

SONHOS...


RESPOSTA PARA RENATA SORRAH


RESPOSTA DO EDITOR:

Que ironia: uma atriz tão boa, que fez tanto sucesso em papéis de mulheres loucas ou alcoólatras, comportando-se, nisso que se costuma chamar de "vida real",  como se estivesse, ela mesma, sob efeito de alguma enfermidade mental ou substância psicoativa...Quer dizer que somos bichinhos de estimação? Nossa ração não é feita de pão com mortadela, não somos transportados de ônibus, nosso rabo não está preso e nossa "dancinha" não foi feita dentro da Câmara dos Deputados! Com relação a "se fingir de morto", dentro da CADEIA eu lhe garanto - isso não vai funcionar ! 

PSICOPATA COMUNISTA DÁ NOTA ZERO PARA MENINA QUE "SE ATREVEU" A ELOGIAR CAPITALISMO EM PROVA ESCOLAR

Menina 'defende' capitalismo em questão de prova, leva nota zero e mãe questiona: 'Escola sem partido?'

Por: Pedro Willmersdorf em  

Uma mãe do Rio de Janeiro, indignada com a nota zero levada pela filha em uma questão de prova, decidiu compartilhar em seu Facebook como conseguiu reverter a avaliação do professor, fazendo com que a menina obtivesse o ponto perdido.
A introdução da questão dizia: "O processo de globalização, que vive o mundo de hoje, propõe como elemento de estabilidade social, econômica e política, o velho paradigma das leis de mercado. (...) sobrevive só quem tem competência". Em seguida, vinha o enunciado: "Considerando o texto acima, podemos afirmar que o capitalismo fundamenta a lógica imoral da exclusão. Justifique tal afirmativa".
Com a resposta a seguir, a aluna levou nota zero: "Não concordo que o capitalismo fundamenta a lógica imoral da exclusão. Muito pelo contrário. O capitalismo amplia empresas, gerando assim, empregos. O capitalismo dá oportunidades a todos, diferente do comunismo e socialismo que não deu certo em nenhum país. A exclusão não está relacionada ao capitalismo, porque ele não gera pobreza. Fica pobre quem quer, pois ele gera oportunidades. E também tem a meritocracia, que deve ser vista como um plus na sociedade, pois quando se recebe uma oportunidade é possível alcançá-la com mérito e dedicação".
Depois de ver a correção da prova, a mãe, então, decidiu questionar a escola, que voltou atrás, concedendo a pontuação máxima da questão. "Escola sem partido? Minha filha contestou 'que o capitalismo fundamenta a lógica imoral (sic) da exclusão' e levou um zero. Só obteve o ponto nesta questão manipuladora pois fui à direção da escola questioná-los", escreveu no Facebook.